[Cabine da Pipoca] Débi & Lóide voltam as telas de cinema após 20 anos

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Os idiotas mais queridos de todo o mundo estão de volta, com muita diversão, animação e claro, muita mais muita idiotice. O filme que foi sucesso há 20 anos atrás,  ‘Dumb & Dumber’, ou ‘Débi & Lóide’, na versão brasileira, estreia nesta quinta-feira (13), nos cinemas em todo o Brasil, o filme “Débi & Lóide: Dois Idiotas em Apuros”, estrelado por Jim Carrey e Jeff Daniels. O filme foi escrito e dirigido pelos irmãos Farrelly, Petter e Bobby e essa foi a estreia de ambos como diretores.

A história de Débi & Lóide, começou no dia 16 de dezembro 1994, quando foi lançando o primeiro blockbuster, mesmo que a recepção a confusão de Dumb & Dumber, havia sido misturado, foi um sucesso comercial, chamando vários públicos para assistir o filme, pois o sucesso foi tanto, que os irmãos Farrelly se uniu com Jim Carrey e resolveram a dar continuidade com o Débi e Lóide 2. Mas antes do segundo filme, o Débi e Lóide, também gerou uma série animada de televisão, no ano de 2003.

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Sinopse
Estrelado por Jim Carrey e Jeff Daniels. O filme conta a história de dois rapazes extremamente estúpidos. Débi Dunne recentemente perdeu o emprego e desde então não tem nenhuma motivação, por isso, quase nunca sai de casa; Lloyd Christmas trabalha em um aeroporto, mas é certamente atrapalhado e indisciplinado, por isso vive arrumando confusão; Os dois são melhores amigos. Quando Lloyd leva até o aeroporto Mary Swanson (Lauren Holly), uma bela mulher que vai para Aspen, Colorado, acredita que Mary perdeu uma mala.

Na verdade ela “esqueceu” no saguão, pois dentro dela está uma grande soma para pagar o resgate do marido, mas antes que os sequestradores peguem a maleta, Lloyd a recupera e tenta lhe entregar. Mas como o voo já partiu e ele se sente atraído por Mary sem nem saber que ela é casada, acaba convencendo Débi para irem até Aspen para devolver o dinheiro. Na viagem se envolvem em várias confusões, se encrencando com caminhoneiros valentões e conhecendo garotas perigosas ao longo do caminho, além de serem perseguidos pelos sequestradores, liderados pelo ex-namorado de Mary.

Elenco
Jim Carrey …. Lloyd Christmas, um perdedor, travesso, que trabalha como motorista de limusine até que ele é demitido por deixar a cena de um acidente de carro que ele causou. Como Harry, Lloyd pretende abrir uma loja especializada na venda de fazendas de “vermes” (semelhante a fazendas de formigas).

Jeff Daniels …. Harry “Débi” Dunne, melhor amigo e companheiro de quarto de Lloyd. O esteticista de cães de boa índole que tem uma van em forma de cão, ele é demitido de seu emprego depois de alimentar cães com fast food em seu caminho para uma exposição de cães. Ele também era dono de um periquito de estimação chamado Petey até que ele foi morto por Mental, que Harry não sabia e só pensava que sua cabeça tinha “caído” por causa da velhice.

Lauren Holly …. Mary Swanson, uma rica herdeira cujo marido, Bobby, foi raptado. Sem saber que ela é casada, Harry e Lloyd são romanticamente atraídos por ela (sobretudo Lloyd, que nutre uma espécie de amor platônico por ela) e vê-la como alguém que pode elevar seus status na sociedade.

Charles Rocket …. Nicholas “Nick” Andre, um ganancioso, residente rico de Aspen, Colorado e o cérebro por trás do seqüestro de Bobby. Ele gosta de viver bem e é um confidente de longa data da família igualmente rica de Aspen, os Swansons, uma vez em que foi o último namorado de Mary antes desta se envolver com o atual marido, o que prova que possivelmente um dos motivos do sequestro de Bobby foi por Nick ainda ser apaixonado por sua ex-namorada e querer abrir caminho para reconquistá-la ou senão tomá-la de seu atual marido.

Mike Starr …. Joe “Mental” Mentaliano/Homem do Gás, um criminoso que trabalha como capanga para Nicholas Andre, possivelmente sendo o braço direito deste. Ele sofre de uma úlcera no estômago e regularmente toma uma medicação para ele. Harry e Lloyd costumam chamá-lo de “Homem do gás” em uma carta escrita para ele, pois confundiram-o como um cobrador de dívidas, que veio ao seu apartamento para pegar sua fatura de gás.

Karen Duffy …. J.P. Shay, cúmplice de Mental.

Victoria Roswell …. Agente do FBI Beth Jordan (creditada como “Beleza Atlética”), uma agente do FBI disfarçada como uma jovem mulher tagarela que está se movendo para Aspen para ficar longe de seu namorado.

Cam Neely …. Sea Bass, um caminhoneiro alto, forte e metido a valentão que se mete em confrontos frequentes com Lloyd e Harry em seu caminho para Aspen.

Joe Baker …. Barnard

Brad Lockerman … Bobby Swanson, o marido de Mary, que é raptado por um resgate das Swansons. Durante o filme quase todo, Lloyd desconhece sua existência, já que pensa que Mary é solteira, mas sabe que ela é uma moça bem sucedida e por isso pretende salvar sua vida afim de conquistar seu coração.

Lin Shaye …. Mrs. Neugeboren

Teri Garr …. Helen Swanson

Hank Brandt as Karl Swanson

Harland Williams …. Soldado de cavalaria do Estado da Pensilvânia
Brady Bluhm …. Billy em (Apartamento) 4C, uma criança cega a quem Lloyd vende um número de itens diversos (incluindo o
periquito morto de Harry) para arrecadar dinheiro para a sua viagem para Aspen.

Rob Moran …. Garçom

Lisa Stothard …. Mulher bonita austríaca no ônibus

Connie Sawyer …. Mulher idosa

Fred Stoller …. Homem ansioso no telefone

Felton Perry …. Detetive Dale

Assista abaixo o trailer de ‘Débi & Lóide 2’:

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Por Priscila Visconti

[Cabine da Pipoca] A emoção que vem de caminhão

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Você acredita que em pleno século 21, ainda há pessoas que nunca entraram numa sala de cinema, ou se quer assistiram uma película em uma grande tela?

Pois é, em algumas regiões mais interioranas do Brasil ainda existe muita gente assim, que nunca sentiu esse gostinho de comer pipoca no escurinho, assistindo um filminho.

internaVisando nisso, o projeto Cinemóvel percorre por diversas regiões do Brasil, passando por buracos, poeira e lama das estradas que levam municípios de dois ou cinco mil habitantes, passando por paisagens do agreste nordestino aos pampas gaúchos, uma viagem por todo interior brasileiro.

Organizado pelos produtores culturais Marcio Barcellos e Gabriel Borghi, da catarinense Magma Cultura, que coordena o projeto Gira Brasil – Cinemóvel.

Um projeto que já existe há dez anos, é aprovado pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, é coordenado pela Magma Cultura, dirigida por Jefferson Bevilacqua. Em 2014, a empresa coordena sete projetos: Conexão Cultural Tigre/ICRH Cinemóvel e Palcomóvel; Mostra Itinerante de Filmes Nacionais da John Deere, Vitrine Cultural e Gastronômica Gomes da Costa, SC Gás de Cinema nas Comunidades, Cine Energia Enercan e Circuito FMC de Cinema.

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Neste mês de novembro, o caminhão passa por Santa Catarina, que já passou por Joinville, está em Araquari e segue para Barra velha e Blumenau. Na Bahia e Maranhão, o Circuito FMC vai estacionar o caminhão cinema em comunidades rurais dois estados.

A viagem da sétima arte, propagando emoções em cada estação que ele passa, transbordando alegria e criando fantasia na mente de alguns que nunca entraram em uma sala de cinema, com direito a pipoca, que os próprios moradores distribuem para a garotada e todo público presente, que se diverte assistindo as películas dentro de um caminhão, com tela de 20 polegadas, ar condicionado, cadeiras confortáveis e até lanterninha.

Para mais informações sobre o projeto, sobre as sessões e as cidades que o caminhão passará, acesse a fanpage do Cinemóvel e fiquem ligados nas novidades.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Projeto divulga curta-metragens produzidos na periferia de SP

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Há sete anos o projeto Cine B propaga a sétima arte na periferia de São Paulo, levando sessões de cinema gratuitas com curta-metragens produzidos por moradores das comunidades e dos bairros longínquos do centro da metrópole.

Neste ano, o projeto que está lançando a 4ª edição do Selo CINEB, coletânea que reúne curtas-metragens independentes e nacionais. Pensando na importância que o formato tem no audiovisual, essa edição contemplará filmes produzidos na periferia.

295079_278676092207394_262692460_nO selo CineB nasceu como uma proposta de inserir o formato curta-metragem e geração de renda ao produtor, sendo que são selecionado cinco filmes para que fazem parte de um DVD, que são transmitidos em sessões do projeto a preços populares. Toda a renda é revertida entre os produtores dos filmes e a comunidade.

O projeto é reconhecido pelo Ministério da Cultura, qual foi reconhecido através do prêmio da Secretária de Economia Criativa. Além do mais, o selo é uma realização do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, e conta com a produção da Brazucah Produções.

Desde sua criação, o circuito alternativo de exibição de filmes já levou o cinema nacional para mais de 43 mil pessoas, em 333 sessões gratuitas espalhadas por comunidades e universidades de São Paulo.

Para conhecer mais do projeto acesse a página oficial do CineB, e ajude a compartilhar a cultura que das comunidades e difundi para todo o mundo, levando a essência da raiz humanitária e dos talentos brutos da periferia de uma grande cidade.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “O Juíz” – O drama da convivência entre pai e filho

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Essa é para quem gosta de assistir um bom drama familiar nas telonas do cinema, pois vai curtir o filme “O Juiz”, dirigido por David Dobkin e estrelado pelo eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr. e também pelo Robert Duvall e o filme trata de um drama familiar, baseado na obra do escritor John Grisham.

A trama tem enfoque na família Palmer, liderada pelo Juiz Joseph Palmer, na cidade de Carlinville no estado da Indiana e a conturbada convivência com seus filhos, principalmente com o do meio, Henry Palmer.

O Juiz Palmer é um pai durão e segue sempre a boa-conduta e ética em uma sociedade que “não liga para essas coisas”, e que trata os filhos com punho de ferro mas começa a sentir o peso da velhice. Já seu filho Henry, é todo do oposto de seu pai.

O filme acaba tratando também de um caso jurídico, estilo filmes de tribuna (no melhor estilo “12 Homens e uma Sentença”), mas o veredito final positivo considerando os excelentes diálogos e como dito antes a interação entre os personagens e ainda possuí belos cenários, típicos da região e mostra de uma forma simples e profunda o relacionamento entre pai e filho.

Sinopse
A trama gira em torno de um advogado de muito sucesso (Downey Jr.) que volta à cidade em que cresceu para o velório de sua mãe. No local, acaba descobrindo que seu pai, que sofre do Mal de Alzheimer, é apontado pela polícia como um dos suspeitos pelo assassinato da mãe. Ele, então, decide defender o pai no tribunal.

Assista abaixo o trailer de “O Juíz” e confira um pouco do drama familiar da trama

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Ficha Técnica
Elenco: Robert Downey Jr., Robert Duvall, Leighton Meester
Direção: David Dobkin
Gênero: Drama
Duração: 141 min.
Distribuidora: Warner Bros
Classificação: 12 Anos

Por Priscila Visconti

[Total Flex] Fernando Bittencourt vive a arte de alma de coração!

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Paulistano, aquariano, ator e um apaixonado pela arte e suas vertentes, se entrega de corpo e alma quando está engajado em um trabalho, com ele está atualmente, na divulgação no curta-metragem “Indiferente”.

unnamed (10)Fernando Bittencourt, 20, começou sua carreira em Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo. Já fez drama, comédia, romance, sempre com profissionalismo e ânsia em propagar seu trabalho e sua essência na arte da interpretação.

O jovem ator já atuou em adaptações teatrais como, “O Corcunda de Notre Dame”, “O Ébrio”, “Moulin Rouge­NTKeB”, “A Bela e a Fera, e o feitiço da Rosa”, “Senta que Lá vem História­”, “Não existe melancolia na América Latina”, “O Príncipe do Egito”, “O Rei Leão – ­Musical”, “Paixão de Cristo­”, “Yerma”, “Um Conto de Natal”, “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, além dos curtas-metragens, “Celulares”, “Meu nome é Ricardo”, “Desejos da Alma” e agora, “Indife10365991_735257336512853_150909367096457703_nrente” [leia a resenha AQUI].

Um ator simpático, que esbanja carisma e amor pelo que faz, mostrando seus anseios em prosperar nesta carreira tão volátil, quão a artística.

Confira abaixo a entrevista que Fernando concedeu à nossa embarcação. Onde ele falou sobre carreira, dificuldades, objetivos e longitude futura em seu ofício.

OBC- Quando surgiu essa ânsia em ser ator?

11983_538852356153353_1980484597_nFernando Bittencourt: Vem de muito tempo,sempre gostei muito de filmes,lembro que quando pequeno, depois que eu assistia um filme, me imaginava como o personagem que mais tinha me identificado(risos). Fui crescendo e entendendo mais sobre essa arte,até que surgiu a oportunidade de fazer uma aula,daí não consegui mais parar.

OBC- Entre atuar e modelar, o que você prefere? 

FB: Atuar,esse é meu ofício! Porém,nessa profissão temos que ter mais de uma função para termos um leque bom de trabalhos.
Além de atuar, procurei aperfeiçoar outros lados como música,dança e modelagem,para me sentir mais completo como artista e também para poder abrir novos horizontes de trabalho.

580100_400853536619903_1318606717_nOBC- Drama, romance ou comédia. Qual gênero teatral é seu favorito, ou acha mais “fácil” para atuar?

FB: Eu gosto de todos(risos). Tive a oportunidade de já ter passado por esses 3 gêneros citados. Porém, foi pelo drama o qual eu mais passei, creio que por isso acabei aguçando mais o lado dramático.
Acho que não tem mais difícil ou fácil. Na minha opinião, todos devem ser levados a sério,para que alguma sensação chegue no público,desde um sorriso,uma lágrima ou um suspiro de amor.

OBC- Palcos, telas ou TV. Por quê?

FB: OS 3! (risos) Hoje,meu objetivo é TV, por questão de visibilidade, o público de massa esta sentado no sofá assistindo TV, é lá que o ator será mais visto,e isso é ótimo para um ator iniciante e jovem como eu.
Porém, nunca quero deixar o solo sagrado do teatro, como diz Tony Ramos: “O Palco é o chão do Ator’’.

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OBC- O que um ator que está começando enfrenta para consolidar neste ramo “glamourizado” para quem está de fora, mas tão árduo para aqueles que vivem a rotina 24h por dia?

FB: Além da falta de estabilidade financeira,espaço no mercado,e grande concorrência,oquê é clichê de todo ator iniciante como eu dizer. Creio que o quê mais pesa é a desvalorização pelo fato de não ser famoso, parece que se um ator não é famoso, para as pessoas,ele é apenas mais um.
Isso é oque mais dói,mas essa é a nossa realidade,a sociedade de hoje em dia está assim,as pessoas só valem oque tem, e não que são.

10734068_501551559982299_1898837556094603053_nOBC- Atualmente você está engajado no curta “Indiferente”. Queremos saber, quais são as expectativas sobre este projeto?

FB: As melhores possíveis,que possamos ter um bom público,que o público sinta,entenda,e se identifique com oque esta sendo contado alí.
Além de gerar mais views para o canal,para a page da Traskovesky Films, e que cada vez mais as pessoas conheçam nosso trabalho.

OBC- Quais são suas prospecções futuras para sua carreira?

FB: Bom, desejo trabalhar muito (risos)… Estou começando minha vida profissional artística agora, espero muita coisa,sei por onde ir,até onde posso ir.
Porém, sei que aquilo não pode ser a coisa certa e de repente precise mudar de direção.Mas,almejo ganhar cada vez mais espaço no mercado,seja ele em qualquer função, teatral, audiovisual, televisiva, publicitária ou até na área da moda.
Espero que sempre possa trabalhar, me sustentar dessa arte,viver ela,dela e para ela. E que daqui á alguns anos, possa dar essa entrevista para vocês novamente,e possa falar muita coisa boa que conquistei! (risos)

Por: Patrícia Visconti