[8 Bits] Nintendo Fora do Brasil – Entenda o porque!

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Acredito que esse assunto circulou bastante esses tempos, mas ainda restam duvidas aos quais do porque a grande Nintendo saiu da nossa terrinha. Muitos culpam os impostos, outros o desenvolvimento do país, entre outras coisas Enfim, existem inúmeros motivos, e tanto do lado brasileiro quanto do lado da Nintendo, e vamos esclarecer.

Para aqueles que vivem em uma bolha (sempre existe), foi anunciado à um tempo atrás que a Nintendo saíria do Brasil. Mas, o que isso representa?

Muito simples: preços dos consoles, games e acessórios oficiais da marca vão disparar, pois teremos de importar esses produtos, que não serão mais armazenados aqui no país, o que resulta maior gasto, mais burocracia e menor procura. Como conseqüência, games estarão mais difíceis de encontrar, consoles mais caros e se caso o consumidor deseja um acessório (controle novo, etc), terá de pagar mais caro. O que já não era tão caro, ficou pior… E de quem é a culpa? Muitos aqui já apontariam o dedo para o Brasil e diria que a culpa dos altos impostos, burocracia extremamente desconfortável e má administração. E não estão errados! Mas esqueceram de uma coisa: Toda sua moeda possui sua outra face, e no caso, a Nintendo tem sua parcela de culpa.

Mas e que parcela de culpa? Vejamos, a Nintendo é a única que não disponibilizou sua E-Shop no Brasil, sendo obrigado os consumidores à usar cartões internacionais e pagar em dólar os conteúdos digitais. Além do mais, a Nintendo é conhecida por seus eventos online (principalmente nas franquias de Pokemon), sendo o Brasil, país que possui uma grande parcela de consumidores da franquia e empresa, ser o mais esquecido.

Colocando em palavras simples: A empresa é negligente em questão de servir e garantir a satisfação do cliente brasileiro. Isso logo tornou a opção de adquirir os produtos da mesma um pouco difíceis, uma vez em que seria raro o retorno da empresa para o consumidor, no caso, feedback.

Entre outras questões menores, as principais são essas. Agora teremos de lidar com importações, preços altos e outras coisas em relação a Nintendo. Aos fãs dessa grande e nostálgica franquia: Meus sinceros sentimentos.

Por: Daniel Bárris

[8 Bits] Mortal Kombat X – Uma nova era para um velho game

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2015 nos surpreendendo com suas estreias, e temos nesta lista um velho conhecido nos bons árcades e consoles. Estamos falando do tão esperando Mortal Kombat X.

Novas mecânicas de luta, quebra pau para todos os gostos e uma cachoeira de sangue. Realmente,Mortal Kombat repete na fórmula mas sempre agradou as massas dos fãs de um bom jogo de luta brutal, onde a morte é a única escolha.

Suas novidades são até poucas, se contar com seus gráficos perfeitos, quase beirando a realidade, golpes fantásticos que
são capazes de quebrar colunas, maxilares, e braços, além de novos cenários que podem interagir com seus golpes, causando mais dor ao coitado de quem o decidiu enfrentar.

Mortal Kombat X vem para as novas gerações de consoles, logo logo nas estantes dos gamers apaixonados por essa franquia.

Get Over Here!

Por: Daniel Barris

[8 Bits] “HUE BR” – Uma praga a ser eliminada

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Esse vai ser um texto bem diferente dos de costume. Não será uma crítica, uma resenha ou expectativa sobre algum game ou console. O papo é mais sério. Pode ficar bem grande e com isso, abrindo diversas questões, críticas ou algo a mais, mas isso pode ser resolvido depois.

Confesso ter guardado este assunto com um certo sigilo, pois falar deste assunto envolve apontar dedos, criticar e pode gerar confusões sérias, mas certas horas devem se tomar atitudes necessárias.

Pragas existem em todos os lugares, seja nas ruas, como os ratos, na internet como os vírus ou hackers, e até no mundo dos games. Esses seres (se assim pode dizer) conseguiram criar um estigma péssimo, e para piorar, ainda levantam a bandeira da nossa pátria amada: Estou falando dos HUE BRs.

E quem são estes? Para responder isso, seria uma longa história, mas colocando em linhas simples: Jogadores Brasileiros que destroem e acabam com a diversão do jogo apenas por puro prazer. Seja ele um aliado do seu time atiçando a equipe toda por atrapalhar a partida ou o inimigo cheio de hacks que faz dele imbatível, e consequentemente, esfrega na sua cara o quanto você é ruim e ele, insuperável. Para piorar, eles carregam a identidade brasileira, fazendo com que qualquer brasileiro que jogue algum game online de outro país, seja visto como “câncer”, mesmo que este jogador brasileiro do exemplo acima não seja maldoso outenha péssimas intenções. Isto fez com que todas as comunidades criassem um estigma onde “Brasileiros são o câncer da internet”. A pior parte, então, é como evitar isso?

Para aqueles que estão lendo, devem se lembrar (e com raiva) as tantas partidas de jogos online, como League of Legends por exemplo, onde os HUE BRs causam dor de cabeça e mais stress. O pior de tudo é assistir (pois você está jogando) a sua idiotice completa, pondo você, sua equipe e até ele mesmo numa derrota amarga por estupidez. Felizmente, há sim uma solução para tal praga: Ignorá-la. Mas como?

Simples, basta ignorar a pessoa completamente. Se o jogador lhe xinga, não retruque. Se atrapalha sua jogatina, apenas finja que este não existe.

Eles vivem de atenção e da conhecia “rage”. Sem ter esses dois fatores, o HUE BR se cansa e logo desiste, pos não ninguém para crítica-lo ou motivar-lhe a fazer mais. E o mais importante: Tenha respeito. Isso sempre foi a melhor arma contra qualquer situação semelhante.

Está longe de acabar esta terrível praga dos games, mas com um pouco de paciência, respeito e tolerância, a cada dia ela fica cada vez menor.

Por: Daniel Bárris

[8 Bits] Twitch Gameplay – O novo conceito de gameplay

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Não é apenas os games e consoles que evoluíram durante todos estes anos no universo da oitava arte. Muitas coisas mudaram e apareceram, e algumas, prontas para nos auxiliar.

Uma delas era a questão do gameplay. Antigamente era algo muito vago, com poucos que se aventuravam em fazer um bom vídeo sobre um game específico.

Antes, era difícil e muitas vezes a resolução da câmera não ajudava, ficando apenas nos bons e velhos “Detonados” da época. E então era o que parecia que iria continuar: A boa pesquisa no Google, ler o bom (e extenso) detonado e então passar pelo problema que lhe afligia.

Mas não agora! Com o tempo, a internet ficou mais interativa, fácil de ser manipulada, a tecnologia inovou junto com os consoles, e vídeos de gameplay surgiram num estalar de dedos: Era o inicio das partidas ao vivo.

Ao longo, o site de vídeos Youtube foi bombardeada por inúmeros canais de gamers que faziam seu marco com vídeos, comentários, gameplay e resenhas dos grandes jogos, mas a febre dos vídeos não iria parar por ai. Logo menos, nos móbiles surgiria a maior febre para os gamers: o Twitch Gameplay.

Com este app, disponível para Apple e Android, é possível assistir em tempo real partidas de games, tais como FPS e os famosos MOBA (League of Legends e DOTA 2), tendo isso um marco na revolução dos live stream.

Com isso, nunca foi tão fácil procurar um vídeo sobre um game específico, pesquisar resenhas sobre um bom game ou até curtir uma gameplay por diversão.

Por: Daniel Barris

[8 Bits] E-Sport: Uma nova modalidade nos esportes!

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Em 2014, os gamers puderam enfim estufar o peito com orgulho e dizer: Praticamos esportes também! E isso, sem dar risada.

O momento chegou em que quase ninguém esperou que pudesse vir: Os games estão sendo considerados esportes!

E mais precisamente falando, dois jogos entraram nessa categoria como E-Sports, onde o jogador pode se considerar “atleta”. São eles, League of Legends e Dota 2, mais conhecidos como jogo online ao estilo MOBA (Multuplayer Online Battle Arena). E não é de hoje em que as pessoas já ouviriam que esta modalidade surgiria. E pois bem, este dia chegou!

Qual gamer nunca sonhou em ganhar dinheiro e fama com games?

Parecia de inicio uma ideia um tanto inusitada, e praticamente impossível, a não ser que você fosse o designer de games, e não o jogador em si.

Jogadores agora podem treinar em casa com orgulho, se considerando como esportistas, e juntos, podem criar um time e almejar um campeonato regional, ou onde mais o horizonte permite.

Uma realidade que está sendo mais que virtual. Está sendo real. Games hoje são esportes!

Por: Daniel Barris