
A nova sensação entre os fumantes que querem evitar o tabaco enrolado nos cigarros, são os cigarros eletrônicos, ou então os e-cig ou vaping, que são aparelhos eletrônicos desenvolvidos com o objetivo de simular o ato de fumar.
Esse dispositivo produz uma fumaça sem nicotina, porém com vapor inalável, podendo ter com vários sabores diferentes, como de frutas, doces e bebidas, sendo uma alternativa peculiar aos fumantes, mas como dito acima, sem adição do tabaco.
Todavia, segundo uma pesquisa de Havard, esses cigarros não são uma alternativa segura e saudável com muitos há de pensar. Já que os vaping podem sim contem substâncias químicas nocivas, podendo causar doenças respiratórias e problemas nos pulmões, dificultado a respiração.
Os organizadores da pesquisa analisou 51 tipos de e-cig, e também alguns modelos líquidos, encontrando os compostos diacetil, acetoína ou 2,3-pentanodiona em 47 deles. Ainda mais, o que alegam que ficam isenta de nicotina não é tão verídico assim, já que os os autores do projeto encontraram diferentes níveis da substância nos cigarros eletrônicos, além de outras cancerígenas, como o formaldeído.
Hoje já são quase dois milhões de usuários do e-cig em todo o mundo, um aumento exorbitante de 2013, quando o número de “fumantes eletrônicos” eram de 660 mil, aumentando tanto em 2014 e sendo tendência uma no ano de 2015.
Por: Patrícia Visconti
