Os filmes de desastre e fim do mundo já foram um grande fenômeno no cinema, porém essa fórmula foi se enfraquecendo cada vez mais a partir do momento em que o público não se dá por satisfeito com duas horas de terremotos, tsunamis etc. Filmes como 2012 envelhecem mal com o decorrer dos anos por conta de roteiros rasos. O primeiro Destruição Final chamou atenção durante a pandemia por ter uma proposta fora do padrão do gênero, focando na relação entre os sobreviventes. O casal Allison e John Garrity, junto de seu filho Nathan Garrity, sobreviveu aos acontecimentos do primeiro filme e, cinco anos depois, temos Destruição Final 2. O título é contraditório, mas infelizmente essa não é a única contradição do filme. Continuar lendo “Destruição Final 2: o velho problema das sequências”

