Essa vai para quem curte a trilogia da saga As Crônicas de Nárnia, pois tudo indica que o próximo filme deve ser começado a rodar em breve, já que o roteiro final de As Crônicas de Nárnia – A Cadeira de Prata, inspirado no quarto livro da série, está pronto.
Essa afirmação veio do próprio roteirista, David Magee, que também escreveu As Aventuras de Pi e Em Busca da Terra do Nunca, pois ele passou mais de um ano trabalhando no projeto, pois essa produção começou em 2013, quando a C.S. Lewis Company fechou um acordo com a produtora The Mark Gordon Company para desenvolver a adaptação.
Vale lembrar que nessa trama de As Crônicas de Nárnia – A Cadeira de Prata, não conta com os três irmãos Pevensie e foca na volta de Eustáquio, vivido por Will Poulter no terceiro filme de Nárnia, ao lado de sua amiga Jill Pole.
Mas ainda não tem data do inicio das gravações do longa, pois ele terá que passar por revisões e ser aprovado, pois ainda vai ter todo o processo de escalação de elenco e diretor, afinal ainda não se sabe se algum dos três atores dos três primeiros filmes da saga, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (2005), Príncipe Caspian (2008) e A Viagem do Peregrino da Alvorada (2010), vão retornar.
Mas vamos aguardar mais informações ansiosos pelo filme da saga, pois quem esperou por quase cinco anos, pode esperar por mais algum tempo para sair oficialmente o filme da quarta saga de Nárnia, As Crônicas de Nárnia – A Cadeira de Prata.
Já que estamos próximos do aniversário de São Paulo, então nada mais justo do que falar de filmes nacionais, de preferência que trazem a capital paulista como plano de fundo aos tramas cinematográficos.
Baseado nisso, traremos uma resenha produzida pelo fotógrafo e colunista do Tela Larga, Pierre Cortes. Assista abaixo a crítica do Pierre:
Sinopse:
Mario Kubo, 35 anos, brasileiro e terceira geração de descendentes de japoneses (sansei), não tem nenhum contato com a cultura de seus avós. Não fala japonês, não segue filosofias orientais e quase não come sushi. Em crise no trabalho e no casamento com Elvira, neta de italianos, Mario não tem filhos nem planos. Totalmente ocidentalizado, o protagonista se depara com um dilema: não se sente brasileiro, muito menos japonês. No entanto, logo após o terremoto de 2011 que assolou o Japão com uma tsunami, Mario recebe uma carta. Toda escrita em ideogramas japoneses, o que o impede de saber seu conteúdo, ele a carrega a todo canto sem saber o motivo. Nesse momento, Mario parece despertar de um longo sono… Pensativo, ele encontra um universo fértil para sua busca de identidade que o levará até Tóquio, no Japão.
Nesta semana estreou na Caixa Belas Artes, situado na Avenida da Consolação, em São Paulo, o filme “Jardim Europa”, dirigido pelo uruguaio Mauro Baptista Vedia, que já produziu outros longas como “Alex”, de 1997, “Ariel”, um documentário autobiográfico.
“Jardim Europa” foi filmado em quatro semanas, após um processo de criação de 10 meses, sem nenhuma verba e passando por diversos problemas, até mesmo pessoais, como perder entes queridos, deixando o longa algum tempo engavetado.
Mas, mesmo assim Mauro levantou foi a luta e colocou em prática as gravações do longa, participando de uma premiação realizada pela Prefeitura de São Paulo e o qual acabou ganhando o prêmio, já que a história é bem paulistana e contemporânea, onde se passa grande parte no Jardim Europa, um bairro luxuoso da cidade de São Paulo.
Eleonora (Cinthia Zaccariotto) e seus filhos Luis Felipe (Silvio Restiffe), Ana Luiza (Fernanda Catani) e Mariana
(Helena Figueira) se debatem com as contas e as dívidas. Eleonora se lembra os velhos carnavais do Rio de Janeiro com o marido, suas filhas estão também presas a esse lugar e a esse estilo de vida.
Esse é o filme do uruguaio e membro da Associação Paulista de Cineastas (APACI), diretor de teatro filiado ao SATED, já está em cartaz desde esta quinta-feira (25), na Caixa Belas Artes, podendo ser conferida pelos amantes de cinema e também por todos aqueles que curtem a metrópole paulistana. Mostrando a vida luxuosa até o declínio de uma família de classe alta dos casarões do Jardim Europa.
Sinopse
Eleonora e seus três filhos, Luís Felipe, Ana Luiza e Mariana, vivem no bairro de Jardim Europa. Apesar do dinheiro contado, eles não deixam o luxuoso bairro por nada.
O escritor Luís Felipe frequenta um sebo, onde conversa com o dono Juarez e o empregado Pampolini, um morador de um bairro pobre da zona leste. Quando Alberto, o pai falido, volta para casa, a vida dessa família decadente vai mudar radicalmente…
Assista abaixo o trailer do filme “Jardim Europa”
Filme: Jardim Europa
FICHA TÉCNICA:
Brasil, 2013, 77min
Diretor: Mauro Baptista Vedia
Roteiro: Mauro Baptista Vedia
Elenco: Cinthia Zaccariotto, Fernanda Catani, Ester Laccava, Helena
Figueira, Horácio Penteado, Marcos Cesana, Laerte Mello, Sílvio Restiffe
Montagem: Michael Ruman.
Direção de Fotografia e Câmera: Rodolfo Figueiredo.
Figurino: Maité Chasseraux
Direção de Arte: Júlio Miquelini
Trilha, composição e Arranjo: Pedro Jaguaribe e Zé Godoy
Som Direto: Kira Pereira
Finalização de Som: Daniel Marquez
Direção de Produção: Andre Scarlatti
Produção de Set: Ludmila Cervenka
Produção Executiva e de Finalização: Luis Dantas
Produção: Kashmir/Plano Geral/ Limiar
Co-produtora: Claudia Jaguaribe
Produção: Mauro Baptista Vedia e Luis Dantas
Quando pensamos em animações, já imaginamos aqueles filmes baseados em HQs japoneses, ou então nas mega produções hollywoodianas e seus super heróis.
Mas, essa história de que animações só é melhor vinda de fora, é coisa do passado, pois filmes alá novela das nove não é mais padrão do cinema nacional, e “Uma história de Amor e Fúria”, lançado em junho de 2013, é prova disso.
Uma narrativa que mescla as evoluções mundanas, mas com uma pano de fundo de um romance de seis séculos, passando por guerras, conflitos e mudanças do cotidiano, o protagonista da história vive neste mundo, onde ele quer se encontrar e viver com sua amada, Janaína.
Um filme para o público jovem e adulto, com uma linguagem em HQ, o longa traz Selton Mello e Camila Pitanga dublando os protagonistas, além da participação de Rodrigo Santoro, fazendo a voz do chefe indígena e de um guerrilheiro. Dirigido, produzido e roteirizado por Luiz Bolognesi. Filme que ganhou o maior festival de animação do mundo, em Annecy.
A HQ que mostra a história do Brasil como você nunca viu, apresentando uma trama dos guerreiros que estão sempre lutando para conquistar o que almejam.
Sinopse:
Um homem com quase 600 anos de idade acompanha a história do Brasil, enquanto procura a ressurreição de sua amada Janaína. Com traço e linguagem de HQ, mostra a história do Brasil como você nunca viu. A versão dos que nunca desistiram de lutar.