Quando você vive duas nacionalidades, mas em um único mundo, a conexão em juntar as culturas e as essências mais particulares, é quase que natural. Tornando algo intuitivo e receptivo em somar as ideias e transformar nos sentimentos mais intrínsecos agregados em seu âmago mais peculiar, fazendo com que sua alma não dessemelhasse uma nação específica, mas transportasse as referências mais singulares das emoções vividas na rotina atual. Continuar lendo “Fernanda: A brasileira de vibe francesa que transforma sentimento em melodia”
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CineSesc reúne uma vasta programação de clássicos e filmes inéditas, em uma mostra imersiva e característica
O CineSesc apresenta à São Paulo uma nova e significativa mostra de cinema, ainda para o primeiro semestre de 2026, reunindo filmes inéditos e clássicos do circuito brasileiro e internacional, somados as obras significativas de cineastas novos e consagrados, em um reduto audacioso para integrar os cinéfilos diante de uma programação intrínseca, abrigando à todos a um momento oportuno da história do audiovisual, articulando exibições, debates e ações educativas ao longo da semana. Continuar lendo “CineSesc reúne uma vasta programação de clássicos e filmes inéditas, em uma mostra imersiva e característica”
Animação brasileira terá estreia mundial no Festival de Annecy, na França
O longa animado “Eu e meu avô Nihonjin” terá estreia mundial no maior evento de animação do mundo, o Festival de Annecy, na França, que acontece de 8 a 14 de junho em Annecy. Continuar lendo “Animação brasileira terá estreia mundial no Festival de Annecy, na França”
A Garota Espiã de Paris – Uma missão de sacrifício e coragem nos tempos mais sombrios em Paris
A Garota Espiã de Paris, uma obra da escritora Amanda Lees, que retrata de forma romântica a história convincente sobre o amor, coragem e sacrifícios, nos tempos mais sombrios de se viver na época da Segunda Guerra Mundial, uma trama ambientada em Paris de 1943, e traz a ex-fugitiva Christine, um dos alvos mais perigoso para o Serviço Secreto Britânico tem em mãos Paris.
Napoleão – Um drama romantizado e contestável sobre um dos líderes mais impiedosos da humanidade
Napoleão Bonaparte foi um líder expressivo, diante sua audácia de liderança por seu patriotismo feroz e intenso, liderou diversas batalhas sendo um notório estadista durante a Revolução Francesa. Um homem que visou seu poder e sua conquista parcial entre os maiores, por suas conquistas incansáveis e sua forte reputação diante a sua incalculável decisão em destruir e acabar com aqueles que surgissem em seu caminho.
Esse drama veemente e categórico ganhou os cinemas, estrelado pelo ator vencedor do Oscar, Joaquin Phoenix, com direção de Ridley Scott e roteiro de David Scarpa. Um filme que não apenas mostrou o lado árduo e sangrento de um conflito, como trouxe às telas o batalhas, romance envolto da aspereza deste homem, visto como alguém frio e calculista, mas que morreu pensando no seu grande amor, Josephine, interpretada pela atriz Vanessa Kirby, que ainda traz Youssef Kerkour e Tahar Rahim no elenco.
Um filme expressivo, com grandes efeitos visuais e sonoros, que colocam o espectador diante das batalhas, deste líder nato, que se coroou si mesmo, para mostrar a plena autoridade e arrogância de que apenas ele poderia ser o Imperador, perante a Revolução que se alastrava na França e repercutia ao redor da Europa, sob uma liderança vigorosa e estategista que articulava seu exército diretamente para enfraquecer seus oponentes, fazendo conexões paralelas, mas sempre visando ao próprio mérito.
Em suma, Napoleão, de Ridley Scott, mostra de maneira sutil e poética, as artimanhas envolvidas de uma figura ainda mais complexa e expressiva, indo contravenção aos fatos verídicos da pessoa atroz que Napoleão em particularidade, mostrando de maneira distinta e idealizada um drama involuntário e divergente, mas não menos emocionante e envolvente, diante a robustez das performances respectivas ao longo da trama.

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