[8 Bits] Majora’s Mask – O que já era bom…

… ficou ainda melhor!

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Chegando recentemente às prateleiras das lojas e logo nos remetendo as boas memórias do Nintendo 64, o que já era bom veio com tudo novo. Estamos falando de Zelda: Majora’s Mask para 3Ds.

Para os que recordam, foi um dos melhores jogos da franquia a serem lançados para Nintendo 64, junto com Ocarina of Time, que fizeram sucesso na época, alavancando a franquia de The Legendo f Zelda para o alto! Há um tempo atrás, houve o remake de Ocarina of Time para 3Ds, e agora, completando a coleção, surge Majora’s Mask.

Mas o que muda no novo remake? Em tese, quase nada, apenas algumas correções gráficas e correções de antigos bugs que na época, podia atrapalhar a jogatina. Fora isso, mesmo enredo, mesma trama, e mesma recordação das fases difícies e enredo impecável.

Majora’s Mask veio para relembrar e para trazer uma nova legião de fãs. Para os antigos: Já podem se sentir em casa com um bom game em mãos, mas refinado do melhor jeito que poderia ter sido feito.

Por: Daniel Bárris

[8 Bits] Nintendo Fora do Brasil – Entenda o porque!

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Acredito que esse assunto circulou bastante esses tempos, mas ainda restam duvidas aos quais do porque a grande Nintendo saiu da nossa terrinha. Muitos culpam os impostos, outros o desenvolvimento do país, entre outras coisas Enfim, existem inúmeros motivos, e tanto do lado brasileiro quanto do lado da Nintendo, e vamos esclarecer.

Para aqueles que vivem em uma bolha (sempre existe), foi anunciado à um tempo atrás que a Nintendo saíria do Brasil. Mas, o que isso representa?

Muito simples: preços dos consoles, games e acessórios oficiais da marca vão disparar, pois teremos de importar esses produtos, que não serão mais armazenados aqui no país, o que resulta maior gasto, mais burocracia e menor procura. Como conseqüência, games estarão mais difíceis de encontrar, consoles mais caros e se caso o consumidor deseja um acessório (controle novo, etc), terá de pagar mais caro. O que já não era tão caro, ficou pior… E de quem é a culpa? Muitos aqui já apontariam o dedo para o Brasil e diria que a culpa dos altos impostos, burocracia extremamente desconfortável e má administração. E não estão errados! Mas esqueceram de uma coisa: Toda sua moeda possui sua outra face, e no caso, a Nintendo tem sua parcela de culpa.

Mas e que parcela de culpa? Vejamos, a Nintendo é a única que não disponibilizou sua E-Shop no Brasil, sendo obrigado os consumidores à usar cartões internacionais e pagar em dólar os conteúdos digitais. Além do mais, a Nintendo é conhecida por seus eventos online (principalmente nas franquias de Pokemon), sendo o Brasil, país que possui uma grande parcela de consumidores da franquia e empresa, ser o mais esquecido.

Colocando em palavras simples: A empresa é negligente em questão de servir e garantir a satisfação do cliente brasileiro. Isso logo tornou a opção de adquirir os produtos da mesma um pouco difíceis, uma vez em que seria raro o retorno da empresa para o consumidor, no caso, feedback.

Entre outras questões menores, as principais são essas. Agora teremos de lidar com importações, preços altos e outras coisas em relação a Nintendo. Aos fãs dessa grande e nostálgica franquia: Meus sinceros sentimentos.

Por: Daniel Bárris

[8 Bits] Mortal Kombat X – Uma nova era para um velho game

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2015 nos surpreendendo com suas estreias, e temos nesta lista um velho conhecido nos bons árcades e consoles. Estamos falando do tão esperando Mortal Kombat X.

Novas mecânicas de luta, quebra pau para todos os gostos e uma cachoeira de sangue. Realmente,Mortal Kombat repete na fórmula mas sempre agradou as massas dos fãs de um bom jogo de luta brutal, onde a morte é a única escolha.

Suas novidades são até poucas, se contar com seus gráficos perfeitos, quase beirando a realidade, golpes fantásticos que
são capazes de quebrar colunas, maxilares, e braços, além de novos cenários que podem interagir com seus golpes, causando mais dor ao coitado de quem o decidiu enfrentar.

Mortal Kombat X vem para as novas gerações de consoles, logo logo nas estantes dos gamers apaixonados por essa franquia.

Get Over Here!

Por: Daniel Barris

[8 Bits] “HUE BR” – Uma praga a ser eliminada

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Esse vai ser um texto bem diferente dos de costume. Não será uma crítica, uma resenha ou expectativa sobre algum game ou console. O papo é mais sério. Pode ficar bem grande e com isso, abrindo diversas questões, críticas ou algo a mais, mas isso pode ser resolvido depois.

Confesso ter guardado este assunto com um certo sigilo, pois falar deste assunto envolve apontar dedos, criticar e pode gerar confusões sérias, mas certas horas devem se tomar atitudes necessárias.

Pragas existem em todos os lugares, seja nas ruas, como os ratos, na internet como os vírus ou hackers, e até no mundo dos games. Esses seres (se assim pode dizer) conseguiram criar um estigma péssimo, e para piorar, ainda levantam a bandeira da nossa pátria amada: Estou falando dos HUE BRs.

E quem são estes? Para responder isso, seria uma longa história, mas colocando em linhas simples: Jogadores Brasileiros que destroem e acabam com a diversão do jogo apenas por puro prazer. Seja ele um aliado do seu time atiçando a equipe toda por atrapalhar a partida ou o inimigo cheio de hacks que faz dele imbatível, e consequentemente, esfrega na sua cara o quanto você é ruim e ele, insuperável. Para piorar, eles carregam a identidade brasileira, fazendo com que qualquer brasileiro que jogue algum game online de outro país, seja visto como “câncer”, mesmo que este jogador brasileiro do exemplo acima não seja maldoso outenha péssimas intenções. Isto fez com que todas as comunidades criassem um estigma onde “Brasileiros são o câncer da internet”. A pior parte, então, é como evitar isso?

Para aqueles que estão lendo, devem se lembrar (e com raiva) as tantas partidas de jogos online, como League of Legends por exemplo, onde os HUE BRs causam dor de cabeça e mais stress. O pior de tudo é assistir (pois você está jogando) a sua idiotice completa, pondo você, sua equipe e até ele mesmo numa derrota amarga por estupidez. Felizmente, há sim uma solução para tal praga: Ignorá-la. Mas como?

Simples, basta ignorar a pessoa completamente. Se o jogador lhe xinga, não retruque. Se atrapalha sua jogatina, apenas finja que este não existe.

Eles vivem de atenção e da conhecia “rage”. Sem ter esses dois fatores, o HUE BR se cansa e logo desiste, pos não ninguém para crítica-lo ou motivar-lhe a fazer mais. E o mais importante: Tenha respeito. Isso sempre foi a melhor arma contra qualquer situação semelhante.

Está longe de acabar esta terrível praga dos games, mas com um pouco de paciência, respeito e tolerância, a cada dia ela fica cada vez menor.

Por: Daniel Bárris

[OBC Awards] Só os melhores!

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Mais um ano chega ao fim, um ano cheio de acontecimentos por todo o país, revelações, novidades e claro, muita cultura, para todos os gostos e estilos. Além de alguns percalços na cena da música, cinema, literatura em todo o mundo.

O ano que passou foi um ano repleto de singularidades culturais, e nossa embarcação tentou reuni-las todas ou pelo menos as melhores em nosso barco.

Música, cinema, teatro, literatura, eventos de suma importância promocional na cultura, entre elas a Bienal do Livro, a primeira Comic Con no Brasil, a 31ª Bienal de Arte, entre as exposições imperdíveis como dos 20 anos do Castelo Rá-Tim-Bum, David Bowie, Ron Mueck, Dalí, tantas outras que aconteceram e muitas que ainda estão rolando pela cidade e pelo país. Foram diversas atrações artísticas e culturais, até mesmo na rua os artistas puderam mostrar mais suas atividades, coletivos mostraram sua força, e foram para as ruas propagar a nova arte que surge nas metrópoles.

E nós d’O Barquinho Cultural como já de práxis em todo o fim do ano, fechamos o ano com o que melhor passou em nossa embarcação. Shows, espetáculos, cinema, música, todo mundo junto e misturado, principalmente quando o foco é o lado B da cultura pop da atualidade.

Então, fique ligados, pois vocês verão os melhores selecionados pela nossa redação. Afinal, é assim que começa, um dia você é o TOP do alternativo, amanhã é o maioral do mundo.

Segue a lista abaixo:

10403607_754549917924730_5230110933833935722_nLivro: Cinco Anos (Cristiane Broca)
Autor: Ágatha de Assis

Incentivo a leitura: Projeto “Leitura no Vagão”

Tecnologia: Wifi livre em São Paulo
Web vídeo (Meme): “O forninho caiu”



Game: Assassin’s Creed Rogue

10365991_735257336512853_150909367096457703_nAtor: Fernando Bittencourt
Atriz: Daniela Sevilha
Peça teatral: Arquitetura da Dramaturgia

 

Exposição: Castelo Ra-Tim-Bumpage
Evento do ano: Bienal do Livro e Comic Con XP
Integração arte e cidade: Projeto “Ouvidor 63

Filme (curta ou longa metragem):2028
Diretor: Mauro Vedia
Revelação no cinema: Weslley Cruz


10888358_10203667444303713_1313823097612811626_nCantora: Bruna Moraes
Cantor: Rapha Moraes
Rapper ou MC: Yan Nick
Banda: Shakespeare’s

Álbum do ano: “Meio doido e Vagabundo” (Acústicos e Valvulados)
Clipe do ano:A Gira” (Glaucia Cris)
Show do Ano:Aniversário de 1 ano” (Voz em Dó)
Música do ano:Oscilação” (Dódi)

 

Esses foram os artistas, eventos e projetos que mais se destacaram aqui n’O Barquinho Cultural, que visa sempre buscar novas facetas de um nicho tão amplo na sociedade, que é a cultura pop, principalmente aquela que está apenas nos veículos alternativos ou então, nas ruas e becos das grandes cidades, mostrando que nem sempre o que a grande mídia despeja sobre nós é o melhor a ser digerido.

Esperamos que no próximo ano que irá adentar possamos descobrir um novo mundo cultural, propagando cada vez mais o novo e original, algo tão preciso e eficaz nos tempos atuais.

Um feliz ano novo e muita arte, cultura e entretenimentos para todos nós!
Staff OBC