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[Cabine da Pipoca] Os 70 anos de Jason Voorhees!

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Bem, como essa semana teremos uma sexta-feira 13, então nada mais justo do que falarmos sobre ele, o aniversariante do dia, Jason Voorhees.

Nascido em 13 de julho de 1945, apesar de ser um personagem fictício, é o principal personagem dos filmes de terror da franquia Sexta-Feira 13. O assassino Jason é filho de Pamela Voorhees e Elias Voorhees, Jason também tem uma irmã (Diana Kimble) só por parte de pai.

Jason-voorhees-003Mas, esse número 13 não é só porque ele nasceu neste dia, mas coincidentemente ele também faleceu num dia 13, mas em junho de 1958, em Crystal Lake por negligência dos monitores que cuidavam das crianças acampadas ao redor do lago.

A causa da morte do jovem Jason, ocorreu porque não tinha adultos olhando as crianças enquanto eles brincavam, e isso fez com que uma das crianças, se afogasse e morresse no acampamento, porque os instrutores davam preferência pelos seus apetites sexuais, ao invés de administrar seu trabalho. Muita negligência!

Pamela, sua mãe, era a cozinheira do acampamento, mas Jason voltou dos mortos para vingar a morte de sua mãe. Muito alto e bastante forte, ele pesa mais de 110 quilos e tinha um pouco mais de 1,90. A máscara que ele utiliza é pra esconder as marcas terríveis que ficaram em seu rosto, após sua morte.

Sua arma favorita é o facão ou o machado, e algumas vezes ele mata com suas próprias mãos, dando um grande abraço  de urso, até imobilizar e matar as vítimas, Jason também costuma usar um tipo de golpe esmaga crânios, onde ele põe suas mãos na cabeça de uma pessoa e aperta até que seja literalmente esmagada.

Em outros casos, Jason quebra o pescoço de suas vítimas virando a cabeça de uma pessoa para trás em 180° graus com suas próprias mãos. Outro golpe que Jason Voorhees prefere usar é penetrar o braço em suas vítimas, sendo severamente atravessada.

107325354Ele nunca ataca crianças, simplesmente não faz nada quando vê uma na sua frente. Seu alvo favorito são jovens monitores de acampamento.

Jason nunca amou ninguém, apenas sua mãe, que após ter sido decapitada, ele ainda guarda a cabeça dela em seu barraco,  onde ele só costuma sair nas noites de sexta-feira 13.

Um jovem rapaz que sofreu bullying na infância e na adolescência, que foi negligenciado por cuidados, e acabou morrendo, no mesmo local onde a mãe foi brutalmente morta e que ele prometeu se vingar de todos que o ignorou quando ele mais precisou.

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Confira abaixo uma entrevista exclusiva que Jason Voorhees concedeu para o Arsenio Hall Show. Sempre calado e bastante observador.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “Quase em Casa” retrata de forma poética as idas e vindas da vida

Foto por: Vitor Araújo
Foto por: Vitor Araújo

O que vivemos nesta vida, só nos interessa a nós e a quem viveu junto conosco. Mesmo com o passar do tempo e as mudanças sendo inevitáveis, porém o que ficou marca e fica para sempre em nosso retrato.

Baseado nisso, o diretor e produtor Weslley Cruz desenvolveu a obra “Quase em Casa”, inspirada em um dos grandes sucessos de Chico Buarque em parceria com Vinicius de Moraes, “Valsinha”.

Quando somos jovens queremos tudo para já, viver cada momento intensamente, se apaixonar repentinamente, sem visar muito para o amanhã, todavia essas surtos impulsivos podem marcar eternamente nossa vida, dando-a outro rumo e trazendo quem menos esperávamos para perto de nós, e nos afastando de quem nunca pensávamos em viver sem. Porque quando é para ser, nem mesmo o tempo a de impedir.

A vida acaba se tornando uma grande história, onde os encontros e desencontros acontecem de forma oportunas, os amores e desamores vem e vão, fazendo com damos voltas e voltas em torno de uma cena, onde sempre acabamos voltando para aquela que mais nos apetece. Um ciclo comum e rotineiro, em que nos faz priorizar aqueles que serão os primeiros.

O curta-metragem “Quase em Casa” trata um pouco desta cena do cotidiano das pessoas, mostrando que mesmo que a vida de voltas, quem permanece nela, mesmo com seus percalços, permanece.

Assista abaixo o curta “Quase em Casa”, uma produção independente da Siberian Tigers Audiovisual:

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult: 8 Bits] Nintendo – Uma história de gerações

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Aqueles que leram o título já devem estar familiarizado com a empresa citada, em que muitos a consideram uma empresa que criou não apenas videogames e jogos históricos, mas construiu infâncias, e tem a qualidade de marcar gerações com suas histórias contadas em seus jogos.

Mas, há muito mais por trás da Nintendo. Seu início é datado muito antes dos jogos, da tecnologia, e de tudo que conhecemos facilmente hoje em dia.

Tudo começou em 1889, quando uma pequena empresa dedicada a um jogo de baralho japonês chamado “Hanafuda” foi criada. Seu nome é, Nintendo.

Durante sua época de empresa de baralhos orientais, obteve sucesso satisfatório. Porém, mais tarde (e bem mais), na década de 60, com o auge dos primeiros brinquedos eletrônicos, a Nintendo decide “jogar suas cartas” e entrar no mercado. Com isso, lançou em 1966 seu primeiro brinquedo eletrônico: o Color TV-Game, que foi sucesso de imediato.

Mas seu maior sucesso foi realmente lançado em 1981, o famoso árcade Donkey Kong. Nele, o jogador devia salvar uma donzela das mãos de um gorila, sendo este jogo protagonizado pelo bigodudo mais famoso que existe. Sim, estamos falando do Mario, mas naquela época, ele era apenas apelidado de Jumpman. Somente em 1983, é que nosso querido Mario recebeu um game inteiramente dele, o conhecido Mario Bros, onde ele e seu irmão Luigi, deviam salvar a famosa princesa das garras do tão famoso vilão Bowser. E de lá pra cá, Mario obteve sucesso mundial, estrelando em mais de 200 games no total! E isso contando não só jogos de aventura, como os de corrida (Mario Kart) e os de luta (Super Smash Bros.). E mais adiante, a Nintendo criou mais e mais personagens carismáticos que marcaram nossa geração e com certeza está marcando a atual. Afinal, quem não se divertia nas fases de Donkey Kong, ou lutava sem parar com The Legendo f Zelda ou treinava seus monstrinhos de bolso em Pokemon?

E assim, a Nintendo em seus 125 anos mostra que não só gráficos e milhões de dólares devem ser gastos para um jogo de sucesso, mas também, utilizando a boa e velha formula de criatividade, carisma amor por aquilo que faz.

Por: Daniel Bárris

[Fotografia] A arte de clicar e sua história a desbravar

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Na próxima terça-feira (19), será celebrado o Dia Mundial da Fotografia e como estávamos sem fotos para subir hoje, nada mais justo do que resenhar um pouco sobre este dia.

Não é de hoje que o ser humano adora registrar e guardar suas belas memórias em imagens, uma arte criada no século 17, quando o francês Louis Daguerre criou o “daguerreótipo”, em 1937, produzida em uma câmera escura, onde apenas havia um pequeno orifício para captar a luz, qual toda a amostragem era chamada de “Diorama”, todavia alguns anos antes o também francês, Joseph Nicéphore Niépce já fazia suas “experiencias”, em uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia, todavia a imagem produzida demorou cerca de oito horas de exposição ao Sol para ficar pronta, este processo foi chamado pelo próprio de “heliografia”. E por ambas as descobertas serem parecidas, Daguerre e Niépce trocavam análise e experimentos, para que no futuro firmassem sociedade.

Mas, antes disse Leonardo da Vinci descreve em 1515 as propriedades da “Câmera Escura” em seus cadernos de notas, que escritos ao contrário, só podiam ser lidos com o auxílio de um espelho.

Quando as imagens dos objectos iluminados penetram num compartimento escuro, através de um pequeno orifício e se recebem sobre um papel branco situado a certa distância desse orifício, vêem-se, no papel os objectos invertidos com as suas formas e cores próprias“.

Desde então, este conceito desenvolvido por da Vinci foi bastante utilizado pelos artistas da época, como um auxílio ao seu desenho.

Após o invento do “Daguerreótipo”, já a afiliação de Daguerre e Niépce, outros inovadores criaram inventos baseados deste novo projeto surgia, e já que até então a obra era única e exclusiva, sem qualquer tipo de reprodução, 1840, Fo Talbot apresenta em primeira mão, o negativo, criando assim a possibilidade de reproduzir cópias.

Mas, ainda não era algo popular, já que a fotografia apenas se popularizou no final do século 19, quase início do século 20 em Londres foi quando George Eastman mostrou ao mundo o lançamento da “Kodak 100 Vistas”, que levou a substituição das placas de cristal, utilizadas até os dias atuais. Este lançamento utilizava-se 100 fotos circulares e para popularização, usando um slogan que tornou de práxis para ascensão da marca no mercado, “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Criando posteriormente o rolo de filme, tendo por finalidade usar com uma proteção que permitia sua extração e colocação embaixo da luz solar.

Todavia, a pesquisas apresentadas 150 anos depois do invento pelo prof. Boris Kossoy, de que o processo também da criação da fotografia se deu origem no Brasil, pelo Hércules Florence, na Vila de São Carlos – atual cidade de Campinas.

Florence pretendendo publicar seus estudos sobre a flora e fauna brasileira, deparou com a inexistência de oficinas impressoras na Província de São Paulo, criando então seu próprio método de impressão, intitulado de “Poligraphie” (1832), já encontrado em seus descritos e desenhos em uma loja de tecidos qual trabalhava, notando o descolorimento que os mesmo sofriam expostos à luz solar e informado pelo jovem boticário (e futuro botânico de nomeada) Joaquim Correia de Melo das propriedades do nitrato de prata, deu início às suas investigações sobre fotografia.

Data-se que as primeiras experiência com a câmera escura foi em janeiro de 1833, encontrando-se documentos registrados no manuscritos Livre d’Annotations et de Premier Matériaux, onde foi usado pela primeira vez a palavra “photographie”.

Mas, apenas no século 20 a fotografia se tornou oficialmente popular, dando-se a essência de demonstrar o real, registrando sua época, tornando um elemento de comunicação, tornando uma obra factual, começando a entrar na imprensa e sendo uma amostragem do fato.

Desde então este mercado vem inovando, criando filmes coloridos, impressões instantâneas, foco automático, minimizando os custos, reduzindo etapas e digitalizando o clique, facilitando o processo dos princípios básicos da fotografia. Criando uma amplitude desta arte e dando aos fotógrafos profissionais uma escalada a mais no conhecimento, já que com a popularização fotográfica digital, todos acabam se tornando um.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Música e futebol: Duas paixões mundial em uma única mostra

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Como todos sabemos, futebol é uma paixão nacional, e com as proximidades da Copa do mundo que será sediado no Brasil neste ano, não podemos deixar de fora da nossa embarcação, afinal por aqui futebol e música são unanimidade por aqui.

Não é de hoje que a música caminha paralelamente com a bola, na década de 30 a pequena notável, Carmem Miranda, fez uma homenagem aos torcedores brasileiros que sonhavam em ir à copa na França em 1938, e a partir daí a música ganhou os estádios, motivando os jogadores, animando os torcedores e propagando a cultura de cada país.

vitrolaE para divulgar essa cultura que motiva multidões e conquista seleções, o Sesc Pompéia contará um pouco dessa história, desde o último dia 16 de maio até 13 de julho, na exposição “Música de Chuteiras”, ocupando a Rua Central, o Hall do Teatro e o Conjunto Esportivo. Idealizado pelo SESC, do jornalista Marcelo Duarte, com projeto cenográfico do arquiteto Álvaro Razuk, além do acervo de dois grandes colecionadores de música de o futebol no Brasil, o radialista gaúcho Beto Xavier, um especialista no tema. Em 2009, ele lançou o livro “Futebol no País da Música”, a mais completa obra do gênero no Brasil, e o colecionador Francisco Antônio Neto, piauiense de Campo Maior e radicado em Curitiba, encantou-se com a ideia de começar uma coleção temática. Francisco participa de feiras de discos de vinil e é figura conhecida nos sebos de várias capitais. E ainda tem uma rede de colaboradores espalhados pelo mundo que procuram discos para ele.

A mostra apresenta mesas interativas e cabines interativas, depoimentos de compositores e intérpretes, na hora de compôr suas canções, além de apreciar as letras e histórias, dentre conferir gols marcantes de Copas do Mundo conquistados pela seleção brasileira.

Itapema-Futebol-no-País-da-Música2Ademais a exposição apresenta os hinos de 32 países participantes, e também os hinos oficiais da FIFA, desde o início destas escolhas em 1962, com o grupo Los Ramblers que apresentou “El Rock Del Mundial” na terceira edição do tradicional Festival Internacional da Canção de Viña Del Mar, realizado no Chile, país que sediaria a Copa do Mundo daquele ano. Os roqueiros aproveitaram a euforia do público com o Mundial para produzir uma canção temática, embaçando assim o mundial naquele ano. Assim, surgindo uma tradição, escolhendo uma canção oficial a cada Copa do Mundo.

E por falar em tradições, umas dessas canções “hino da Copa”, a música “Waka Waka”, da cantora colombiana Shakira é considerada a música oficial de maior sucesso até os tempos atuais, e na exposição o visitante irá descobrir que ela é uma adaptação de “Tsamina” ou “Zangaéwa” e virou hit internacional do grupo camaronês Gold Songs, ainda em 1986. Dentre outras curiosidades do mundo da música, no mundo da bola.



Uma mostra que agregará fãs não apenas de futebol, mas principalmente dos admiradores de música e de história, pois essa será uma grande narrativa de ambas tradições e paixões mundial.

SERVIÇO:

Sesc Pompeia apresenta a exposição “Música de Chuteiras”,
na Rua Central, no Hall do Teatro e no Conjunto Esportivo

Data: De 16 de maio a 13 de julho 2014
Horários: terça a sábado, das 11h às 21h, domingos e feriados, das 10h às 20h
Classificação indicativa: Livre
Local: SESC Pompeia
End: Rua Clélia, 93
Telefone para info: (11) 3871-7700

E já que estamos falando de música, um MC que anda fazendo sucesso com um música em homenagem ao mundial no Brasil, mas que não entrou como música oficial da Fifa, com quase 30 mil visualizações no youtube, o MC Guimê, traz irreverência e efervescência nova para comemorar a Copa do Mundo, com um dos jogadores mais bem pagos atualmente no Brasil, Neymar Jr e do rapper Emicida.

O videoclipe da canção “País do Futebol” é uma realização em parceria com o longa-metragem, “Pelada, futebol na favela” e foi dirigido por, Fred Ouro Preto. Confira abaixo:


Por: Patrícia Visconti