Em tempos corridos, em que todos vivem numa correria sem fim, e quase ninguém nota o outro. As pessoas neurodivergentes tem que se adaptar e mascarar as próprias lutas e angústias, traduzidas em medos e silêncios para abafar o caos que conjura dentro da sua cabeça, fazendo com que perca até mesmo a própria essência particular de ser autêntica e se aceitar como se é verdade. Continuar lendo “‘Muffin e a Cidade Fantasma’: uma obra delicada e necessária, sobre autoaceitação em um mundo de inseguranças e agonias”

