Gidalti Jr. – O artista das referências urbanas da cultura amazônica

Gidalti-Jr

O mineiro de Belo Horizonte residente no Pará, Gidalti Moura Jr., é um artista com referências e essências particulares, das quais ele expressa de maneira veemente e categórica em suas produções. Mestre em Artes pela Universidade Federal do Pará, especialista em História da Arte: Teoria e Crítica (Belas Artes, SP), graduado em Educação Artística (UFPA) e Publicidade e Propaganda (Universidade da Amazônia), o artista é um sucesso internacional com suas obras remetentes a cultura da região norte do Brasil. Continuar lendo “Gidalti Jr. – O artista das referências urbanas da cultura amazônica” →

Luciano Vecchio – Um artista singular em suas obras inclusivas e divergentes

tumblr-19111bfd9b8ab8998c25fedffe4401ef-8260f26e-2048

Nascido na Argentina e um fã de histórias em quadrinhos, Luciano Vecchio, é um artista singular e referente diante a diversidade de seus trabalhos e personagens, passando pelas editoras do mercado internacional, DC Comics e a Marvel Comics, onde ele trabalha atualmente como artista de capas e ilustrações do interior de quadrinhos para a Marvel, projetando diferentes publicações, como dos ‘X-Men’, ‘Homem-Aranha’ e ‘Ironheart’. Continuar lendo “Luciano Vecchio – Um artista singular em suas obras inclusivas e divergentes” →

Carol Ito – A jornalista que reporta em quadrinhos as ansiedades e intensidades de uma realidade inquieta e efêmera

agenda-imagem-21764-carol-itocreditomarcel-copola-4

A paulista de Presidente Prudente, mas residente há uma década na capital paulista, Carol Ito, viu nos quadrinhos uma oportunidades ainda mais significativa para expôr e reportar suas ideias, explorando temas distintos da sociedade atual, como comportamento, sexualidade feminina, direitos humanos, política, gênero, corpo, saúde mental, entre outros temas, ela traduz de forma leve e precisa em seus quadros dinâmicos e divertidos. Continuar lendo “Carol Ito – A jornalista que reporta em quadrinhos as ansiedades e intensidades de uma realidade inquieta e efêmera” →