[Caixa de Som] Charme Chulo apresenta o seu ‘Caipira n’ Roll’

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Você já viu o Rock fazer Feat com diversos estilos musicais e instrumentos, do pop a rap, até passando pelo reggae. Mas, algo inusitado e peculiar é somar o punk com a viola caipira. E foi justamente isso que a banda curitibana, Charme Chulo fez, usou todas suas influências para apresentar uma proposta nova e nada sistemático, dando um ar “caipirês n’ roll” ao gênero da banda.

546659_354311124646706_1308476987_nFormanda pelo músicos Igor Filus (voz), Leandro Delmonico (guitarra e viola caipira), Hudson Antunes (baixo) e Douglas Vicente (bateria), mostra um som que transita do rock, caipira e indie, com letras que remetem ao cotidiano de cada integrante, fazendo críticas sociais, mas com pitadas de humor sobre os fatos do cotidiano de qualquer caipira da cidade grande.

As inspirações da Charme Chulo ultrapassa as barreiras da música, já que eles se entregam em suas performances cênicas em cima do palco, e até mesmo cantando, percebendo esse resgate em cada canção executada.

11136646_809552409122573_584651492104312596_nA banda já possuí três álbuns lançados – Charme Chulo (2007), Nova Onda Caipira (2009) e Crucificados Pelo Sistema Bruto (2014) – todos inéditos e autorais. Além do EP “Você Sabe Muito Bem Onde Eu Estou”, lançado em 2004, sendo primeiro trabalho autoral da CC.

Com mais de uma década na estrada participando de eventos e festivais com grandes nomes da cena roqueira nacional e internacional, dando a confirmação e êxito ao lugar de destaque da Charme Chulo ao rock brasileiro moderno. Um grupo que foge do comum, mas não deixa sua essência enraizada se levar pelas ondas convencionais.

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Assista o o videoclipe “Palhaço de Rodeio”, retirado do último álbum “Crucificados Pelo Sistema Bruto”:

Para conhecer mais sobre a Charme Chulo acesse:
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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] 2 Coelhos: Um projeto que reúne música e espontaneidade na mesma harmonia

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Quando dois amigos bem humorados e apaixonados por música se juntam, só pode dar um encontro musical e espontâneo, com criações originais e peculiares, com letras que remetem a rotina diária de uma grande cidade, com seus amores e desamores. Surgindo desde então, o projeto 2 Coelhos.

10341877_642018935891178_8960291750168406498_nA 2 Coelhos é uma banda formada pelos músicos brasiliense, Jim Dom e Regnaldo Neto, e meses depois ingressaram a trupe, Danilo Lins e Renata Goulart, trazendo novas influências e autenticidade ao grupo, que faz uma mistura de gêneros e estilos, que vão do Folk a Bossa Nova, da MPB a música country. Com instrumentos afiados e consolidados na mesma sintonia, unindo o ritmo, poesia e melodia, tudo em uma única harmonia.

Canções que você que elevam a refletir sobre si, o mundo e seus amores, um ritmo diferenciado das músicas tocadas nas rádios hoje em dia, com letras que fazem sentido a qualquer pessoa que saiba interpretar e contemplar uma música qualidade. Falando de amor e de um cotidiano de uma grande cidade, como Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro, apenas traduzindo em poesia traspassamento mundano. Ou como a banda mesmo diz; “Quase uma jovem-guarda da cracolândia”.

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Conheça um pouco mais sobre o 2 Coelhos, no videoclipe de “Sete Dias”:



Para saber mais sobre o projeto acesse: Facebook | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] E agora, quem poderá nos defender?

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“Foi sem querer, querendo… Tinha que ser o Chaves!”

É, na tarde desta sexta-feira (28), o mundo ficou mais triste, o peito mais apertado e os olhos mais lacrimosos, afinal o eterno Chesperito havia nos deixado, partido para um mundo onde lá não há guerras e mentiras, onde o descanso é merecido para todos àqueles que trabalharam e fizeram seu legado aqui na Terra.

E assim, o pobre menino do 8 ou então o super-heróis dos fracos e oprimidos se despediu deste mundo, deixando uma extensa obra que será propagada por milhões admiradores, que irão compartilhar por muitas e muitas gerações.

Roberto Gomez Bolaños tinha 85 anos, mas era em seu coração era para sempre um menino, brincalhão, divertido, inteligente e humilde, que gostava das coisas mais simples, e o transformava em grandiosas obras, que prosperaram por todo o mundo. Do Oriente ao Ocidente, dos ricos aos pobres, todos o admiravam e respeitavam, não apenas como o grande ator e autor que ele era, mas como o homem de bem e caráter que ele sempre foi.

O pequeno Shakespeare era mais do que um artista, era um gênio que inspirou e inspira milhões de seguidores, que sempre propagará seu legado por todo essa vida, pois os bons não morrem, apenas se desencarna para que herança seja difundindo para futuras gerações, e que sua obra permanece eterna nas lembranças do mundo.

Vá em paz, Chesperito; “Prometemos, despedirmos-nos, sem dizer “adeus” jamais, pois haveremos de nos reunirmos muitas, muitas vezes mais!”.

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Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Km 72: Um drama recheado de humor negro

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Suspense, humor negro, dramas familiares e um pouco de romance exibem ao longa-metragem “Km 72”. Um filme filme venezuelano que chega às telonas no dia 7 de fevereiro de 2015.

10530658_923112154382555_6401410412053944300_nA trama trata-se de um segurança, Dimas Luzardo, que encontra seu chefe, Diego Verastegui morto, porém um mistério ronda esse homicídio, já que o cofre está aberto, onde havia uma misteriosa maleta.

Três pessoas são suspeitas na cena do crime, entre eles são Carlos, filho de Diego, Andrés, um lilusionista e Anna, uma garota bastante atraente.

Dimas tem como obrigação descobrir quem matou seu chefe, e desde então começa o interrogatório com o suspeitos, todavia cada um conta uma versão diferente e as vezes contraditória dos fatos ocorridos na noite do delito, então começa uma soma de peças que não se encaixam, mas que fazem bastante sentido ao assassinato do Dr. Verastegui.

10689607_957625430931227_2013548101519609920_nDirigido e escrito por Samuel Henriquez, além de produzir juntamente com José Ernesto Martinez, o longatraz no elenco grandes nomes do cinema venezuelano, como Gustavo Rodríguez, Frank Spano, George Akram, Indra Santamaria, Jesús Nunes, Beto Benites, Marco Alcalá, entre outros.

Uma trama nada convencional para a rotina diárias da sociedade em geral, mas bastante comum nas tramas “Almodovariana”.

Assista abaixo o trailer de “Km 72”:

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Por: Patrícia Visconti