Depois do bem sucedido Super, o cantor Jão lança seu quinto álbum de estúdio, com canções autorais e particulares. O disco envolve os ouvintes mais assíduos, em um misto de emoções, com referências singulares. Memórias Póstumas, mostra o íntimo em uma profundidade completamente humana e loquaz, com refrãos precisos e melodias tênues, ele faz o oposto de seu último projeto, mas mantém sua essência ínfima, das reflexões mais vitais. Continuar lendo “‘Memórias Póstumas’: O novo, autêntico e visceral álbum de Jão, que abre seu coração e traz as revelações mais idôneas de uma vida”
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‘O Diabo Veste Prada 2’: Intenso e veraz diante aos cenários emblemáticos do jornalismo contemporâneo
Duas décadas depois chega aos cinemas a sequência de O Diabo Veste Prada, dirigido por David Frankel traz de volta Miranda Priestly e Andrea “Andy” Sachs, respectivamente estreladas por Meryl Streep e Anne Hathaway, que mostra de forma visceral sobre a depreciação do jornalismo nos tempos atuais, em que a publicidade e os números contam mais do que a veracidade dos fatos e a credibilidade dos conteúdos. Continuar lendo “‘O Diabo Veste Prada 2’: Intenso e veraz diante aos cenários emblemáticos do jornalismo contemporâneo”
‘Muffin e a Cidade Fantasma’: uma obra delicada e necessária, sobre autoaceitação em um mundo de inseguranças e agonias
Em tempos corridos, em que todos vivem numa correria sem fim, e quase ninguém nota o outro. As pessoas neurodivergentes tem que se adaptar e mascarar as próprias lutas e angústias, traduzidas em medos e silêncios para abafar o caos que conjura dentro da sua cabeça, fazendo com que perca até mesmo a própria essência particular de ser autêntica e se aceitar como se é verdade. Continuar lendo “‘Muffin e a Cidade Fantasma’: uma obra delicada e necessária, sobre autoaceitação em um mundo de inseguranças e agonias”
Sirāt: um drama inquietante diante aos conflitos perturbadores e absortos
O longa-metragem espanhol, do polêmico diretor Oliver Laxe, Sirāt, traz em sua trama um drama loquaz e reflexivo, que emerge o espectador em uma viagem pela sobrevivência, meio ao cenário caótico, de conflitos políticos intensos, em que a música é a principal dispersão para se reconectar consigo e com as pessoas ao redor, imposto com plena sensibilidade e sutileza, dando espaço para a solidariedade que ainda resta diante da imprevisibilidade.
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“Para Ana, Com Amor” – Um romance visceral sobre autoaceitação e amor próprio
Com padrões de beleza cada vez mais irreais e uma sociedade moralista, detona com total intensidade qualquer auto-estima, transformando belezas verdadeiras, em sacos de lixos descaráveis, enquanto os padrões infiltram e egoísmo, arrogância e soberba, para exibir caras plastificadas e corpos deformados, com embasamentos imperfeitos, sem incentivo e apoio de conectar à todos dentro de um conjunto de gentilezas e especialidades. Continuar lendo ““Para Ana, Com Amor” – Um romance visceral sobre autoaceitação e amor próprio”

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