[Cantinho Literário] A Biblioteca da Mell – Um sonho que se tornou realidade

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Essa semana aqui no Cantinho Literário, não será só para promover apenas um autor ou livro, mas sim, uma história que era um sonho que virou realidade.

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A história é a da pequena Mell, de oito anos, que através de uma carta para a tia Fafá, ela deu início a realização de seu sonho, que era montar uma pequena biblioteca, mas essa pequena ideia, de repente se tornar uma grande, em que dezenas de pessoas abraçam a ideia de forma tão esplêndida que nem a própria garota, acredita no tamanho sucesso realizado.

11113928_1430077787292771_9020677863228221984_nA Biblioteca da Mell, como é conhecida, é uma ONG divulgada em redes sociais (Facebook, Instagram e Whatsapp), que está se transformando em realidade, pois já vem contando com diversas pessoas, que estão ajudando a idealizar e divulgar mais essa ideia.

Que era apenas um sonho da Mell, em querer compartilhar a literatura, milhares de pessoas, como crianças, adultos e que tiverem o interesse em sentar e ler um livro, pois sua vontade de montar uma biblioteca, e seus familiares já  percebiam antes mesmo da menina entrar na escola, mas com a ajuda da sua tia, ela conseguiu montar uma biblioteca virtual, que já tem apoio com diversas ONG em Mata Grande/Alagoas.

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Se você gostou da história da Mell e quer fazer alguma doação de livros ou então, divulgar a biblioteca da garota, que já tem projeto de sair da internet e  se tornar algo físico, basta ligar para o número (82) 9125-5138, ou então para seu tio Marcos Assunção, que mora em Maceió (82) 9979-5959.

Mais informações acesse as redes da Biblioteca da Mell e saiba de mais novidades sobre esse incrível projeto:

Facebook Instagram

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] 8ª edição do Festival da Mantiqueira, em São Paulo

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A oitava edição do Festival da Mantiqueira já tem data para esse ano de 2015, que será realizado entre os dias 10 a 12 de abril, em São José dos Campos, no Expo Sul Vale Shopping, com entrada gratuita.

Mas já vem as perguntas… O que é esse Festival da Mantiqueira, já que nunca falamos dele aqui no Cantinho da Literatura, pois bem, aqui estamos nós para explicar, o que, quando, onde e quem criou este evento.

O Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, já tradicional evento literário do Governo do Estado de São Paulo, chega à oitava edição com um time de autores representativo da literatura nacional, com escritores de mais variados estilos, segmentos e gêneros literários reúnem-se no Festival da Mantiqueira
para dialogar e debater assuntos que se entrelaçam até encontrar, que nesse ano, o tema central desta edição: Todos os Cantos.

O tema foi escolhido pelo curador do evento, do escritor Luiz Ruffato, e define a a identidade do evento deste ano, trazendo à tona a pluralidade da produção literária nacional. Mais uma vez realizado no clima aconchegante e intimista do distrito de São Francisco Xavier.

Esse ano haverá mais uma edição do “Esquenta Mantiqueira”, que foi um sucesso no ano passado (2014), e que foi expandido nesse ano, que será no dia 7 de abril em São Paulo e dia 9, em São José dos Campos, pois dessa forma, a Secretaria da Cultura do Estado dá continuidade às ações de valorização da literatura e celebra mais uma vez a diversidade da produção artística no Brasil, levando a cultura para os mais variados cantos.

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O Festival conta ainda com uma tenda da Saraiva, que montará uma livraria para compra de livros e sessões de autógrafos após as mesas, veja abaixo mais atividades do evento:

Palestras
O Festival da Mantiqueira oferece também atividades teóricas voltadas para estudantes e profissionais de biblioteca previamente inscritos, como a oficina “Contação de histórias e a formação do leitor”, no sábado e domingo, às 12h30, com Cinthia Siqueira. O encontro irá abordar a narrativa oral enquanto atividade privilegiada para a formação de leitores.

Infantil
Para os pequenos, no sábado, às 15h30, o Coreto recebe o espetáculo “Mário e as Marias”, da Cia. Lúdicos de Teatro Popular. A peça, inspirada na vida e obra de Mário de Andrade, conta a história do menino Mário, que recebe de presente dos pais um par de óculos muito especiais, que permite enxergar o Brasil de uma forma surpreendente.

Música
Além do show de Renato Teixeira na sexta, o público pode conferir, no sábado, às 12h30, a apresentação do Quarteto Dell’Arte: Cordas Encantadas. O projeto “Cordas Encantadas” é formado por dois violinos, viola, violoncelo e violão, e toca uma seleção de músicas do universo dos filmes, desenhos e games, arranjadas para os instrumentos de cordas.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo
A Fundação promove, na Sala de Palestras, conversas com escritores da região. Participam dos encontros nomes como Jorge Pessotto, Fernando Lopes e JB Magalhães. A programação musical específica da FCCR conta ainda com o cantor e compositor Deo Lopes, que apresenta canções resultadas de uma pesquisa do escritor Moacyr Pinto, autor do livro “Eu tenho o meu sonho”. Pelas ruas da cidade, o grupo Seresteiros do Vale interpreta canções históricas entre valsas, sambas, chorinhos, boleros, entre outros ritmos.

Esquenta em São Paulo
O Esquenta Mantiqueira, nos moldes da edição anterior do Festival, será realizado no Teatro Sérgio Cardoso, desta vez no dia 07 de abril (terça-feira), com a proposta de abranger o público interessado que não pode ir à São Francisco Xavier. A entrada é gratuita.

Às 19h30, o poeta Ferreira Gullar abre o Festival em São Paulo com a celebração do aniversário de “Poema Sujo”, um dos mais consagrados e traduzidos da literatura brasileira, além de ser uma espécie de autobiografia crítico-afetiva na carreira do autor.

O encontro, intitulado “Poema Sujo – 40 anos depois” será mediado pelo apresentador e jornalista Manuel da Costa Pinto. Gullar escreveu a obra em 1975, no período em que esteve exilado em Buenos Aires. No ano seguinte, contrabandeado para o Brasil pelas mãos de Vinicius de Moraes, o poema foi publicado, tornando-se uma obra-prima da literatura universal.

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Depois de cinco anos sem lançar inéditos, o poeta lança entre abril e maio sua “Autobiografia Poética” (editora Autêntica). A obra será composta por um depoimento inédito de Gullar sobre sua formação como poeta, além de uma série de ensaios sobre poetas como Rimbaud e Cesar Vallejo, e um caderno de fotos.

Esquenta em São José dos Campos
Pela primeira vez, a cidade de São José dos Campos também recebe um Esquenta Mantiqueira, dia 09.04, às 19h30, no Expo Vale Sul (Vale Sul Shopping).

O evento fica por conta do cronista e poeta gaúcho Fabrício Carpinejar, que comanda a mesa “Viver de Literatura”. O escritor conversa com o público sobre como é viver de literatura no Brasil. A atividade, pensada especialmente para o público universitário, é também aberta ao público em geral e fará emissão de certificado acadêmico.

A pré-inscrição está aberta e deve ser feita até 20.03 (ou até o preenchimento de todas as vagas), no site do Festival da Mantiqueira. A inscrição será confirmada por e-mail até 25.03.

Fabrício Carpinejar é cronista, jornalista e professor, e tem 26 livros publicados, entre eles “Ai Meu Deus, Ai Meu Jesus – Crônicas de Amor e Sexo” (Bertrand Brasil, 2012) e “Canalha!” (Bertrand Brasil, 2009). Carpinejar é também apresentador do programa A Máquina, da TV Gazeta.

Abaixo, confira a programação completa do VIII Festival da Mantiqueira nas três cidades. A programação e outras informações sobre o Festival também podem ser conferidas no site www.festivaldamantiqueira.com.br.

Em São Francisco Xavier (distrito de São José dos Campos)
Tenda literária e coreto
Sexta-feira (10.04)
20h Conferência de Abertura com Affonso Romano de Sant’Anna, “O Amor na Poesia Ocidental” Tenda Literária
21h Show – Renato Teixeira

Sábado (11.04)
11h Mesa “A Literatura Infantojuvenil já é Adulta”, com Ferréz e Lúcia Hiratsuka. Mediação Cristhiano Aguiar Tenda Literária
12h30 Quarteto Dell’Arte – Cordas Encantadas Coreto
14h Mesa “Para onde aponta o romance”, com Edney Silvestre, Simone Campos e Paulo Scott. Mediação: João Cezar de Castro Rocha – Tenda Literária
15h30 Mario e as Marias – Cia Lúdicos de Teatro Popular Coreto
16h30 “A sobrevivência do Conto”, com Marçal Aquino, Tércia Montenegro e Sidney Rocha. Mediação: João Cezar de Castro Rocha – Tenda Literária
18h30 Mesa “Pois é, Poesia…”, com Nicholas Behr, Heitor Ferraz Mello e Iacyr Anderson Freitas. Mediação: Cristhiano Aguiar – Tenda Literária
20h Sarau da Montanha Tenda Literária

Domingo (12.04)
11h Mesa “As várias máscaras da dramaturgia”, com Mario Prata, Grace Passô e Sergio Goldemberg. Mediação: Cristhiano Aguiar – Tenda Literária
13h Mesa “A Crônica para Além do Cotidiano”, com Fabrício Carpinejar, Cidinha da Silva e Luiz Henrique Pellanda. Mediação: João Cezar de Castro Rocha – Tenda Literária
15h30 Mesa “Prêmio São Paulo de Literatura”, com Veronica Stigger e Marcos Peres – Tenda Literária

Infantil
Sábado (11.04)
11h30 Contação de histórias: “Onde as histórias se escondem”. Com Maria Amália Biblioteca Solidária
Atividades Educativas

Segunda-feira (06.04)
19h30
Quarta-feira (08.04)
14h30 Oficina “Zooreal – inventando histórias animais”. Com Maria Amália
(para estudantes previamente inscritos) EMEF Mercedes Rachid Edwards

Sábado e Domingo (11.04 e 12.04)
11h30 “Contação de histórias e a formação do leitor”. Com Cinthia Siqueira
(para profissionais de biblioteca previamente inscritos) – Sala de Palestras
Programação Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Sábado (11.04)
10h O Pretérito das Horas, com Jorge Pessotto. Mediação: Rita Elisa Sêda – Sala de Palestras
13h A Machina de Fazer Poesia, com Fernando Lopes. Mediação: Alcemir Palma – Sala de Palestras
15h30 Santa Cruz, com JB Magalhães. Mediação: Moacyr Pinto – Sala de Palestras
21h30 Eu Tenho Meu Sonho – Deo Lopes – Coreto
23h Serenata – Seresteiros do Vale – Ruas de São Francisco Xavier
Domingo (12.04)
10h Breve História de Estadas e Partidas, com Oswaldo Almeida Jr. Mediação: Wallace Puosso e Charles Lima – Sala de Palestras
14h30 Casa das Coisas, com Alcimar de Souza Lima. Mediação: Guilherme Ferreira – Sala de Palestras
Em São Paulo
Esquenta Mantiqueira

Quinta-feira (09.04)
19h30 Palestra “Viver de Literatura”, com Fabrício Carpinejar Expo Vale Sul

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VIII Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, em São Francisco Xavier
Data: 10, 11 e 12.04.2015 (sexta, sábado e domingo)
Local: Praça Cônego Antonio Manzi, centro de São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos (138 km de São Paulo e 59 km de São José dos Campos).
Entrada: Gratuita
Capacidade:
– Tenda Literária: 400 pessoas
– Biblioteca Solidária: 90 pessoas
– Sala de Palestras: 150 pessoas
Como chegar: De São Paulo, siga para São José dos Campos pela Via Dutra BR-116 ou pela Rodovia Carvalho Pinto SP-70. De São José dos Campos, o principal acesso é pela SP-50, estrada velha de Campos do Jordão, até chegar à cidade de Monteiro Lobato. Siga pela SJC-150, Estrada Vereador Pedro David até São Francisco Xavier.

Esquenta Mantiqueira, em São Paulo
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Data: 07.04.2015
Mesa: “Poema Sujo, 40 anos depois”, com Ferreira Gullar. Mediação: Manuel da Costa Pinto
Horário: 19h30
Número de lugares: 144
Entrada: Gratuita
Telefone: 3288-0136

Esquenta Mantiqueira, em São José dos Campos
Expo Sul Vale Shopping
Endereço: Av. Andrômeda, 227
Data: 09.04.2015
Mesa: Viver de literatura, com Fabrício Carpinejar
Horário: 19h30
Entrada: Gratuita
Site: www.festivaldamantiqueira.com.br

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Fanzine – Informação e entretenimento de um jeito livre e sem regras

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Salve salve tripulação d’O Barquinho Cultural, hoje é dia de literatura e dia de falarmos sobre fanzines, vamos explicar para vocês o que é uma fanzine, como ele é feito e o que contém editoração prática e simples de fazer e ler, pois não tem regras para editar um.

O fanzine (ou zine para os íntimos) é toda publicação feita pelo fã, seu nome vem da contração de duas palavras inglesas e significa literalmente “revista do fã” (fanatic magazine), alguns estudiosos do assunto consideram fanzine somente a publicação que traz textos, informações, matérias sobre algum assunto.

Quando a publicação traz produção artística inédita seria chamada revista alternativa. No entanto, o termo fanzine se disseminou de tal forma que hoje engloba todo tipo de publicação que tenha caráter amador, que seja feita sem intenção de lucro, pela simples paixão pelo assunto enfocado.

As publicações que trazem textos diversos, histórias em quadrinhos , reprodução de HQ’s antigas, poesias, divulgação de bandas independentes, contos, colagens, experimentações gráficas, enfim, tudo que o editor julgar interessante e o resultado da iniciativa e esforço de pessoas que se propõem a veicular produções artísticas ou informações sobre elas, que possam ser reproduzidas e enviadas a outras pessoas, fora das estruturas comerciais de produção cultural.

Mas o que todos eles têm em comum é o fato de não serem distribuídos em bancas ou livrarias e de terem tiragens limitadas. Isto é: os fanzines são raros. Somado com o fato do seu conteúdo ser exclusivo (você não encontra em mais nenhum outro lugar), o fanzine acaba se tornando especial.

Os fanzineiros, como são chamados quem monta fanzines, aborda informações de sua especialidade, pois o tema abordado, praticamente nos fanzines sobre qualquer tema que você puder imaginar, como ficção-científica, música, literatura, culinária, aeronaves, e inúmeros outros, abordados sob as mais diversas
formas como contos, poesias, documentários, quadrinhos e entre outros.

Fanzines

Esses fanzineiros fazem reuniões com outros apaixonados por essa editoração, para trocarem ideias, informações e figurinhas sobre os fanzines, essas feiras reúnem fanzineiros de diversas regiões do país, divulgando seus trabalhos e também comercializando as suas publicações, já que não há ‘zine’ em bancas de jornais ou livrarias. Mas geralmente acontecem dentro de convenções temáticas, que está atraindo cada vez mais leitores no país.

Mas os fanzines é resultado da iniciativa e esforço de pessoas que se propõem a veicular produções artísticas ou informações sobre elas, que possam ser reproduzidas e enviadas a outras pessoas, fora das estruturas comerciais de produção cultural.

Assista abaixo um vídeo de como montar um fanzine:

 

Por Priscila Visconti (preparando novidades em versão ‘zine’, pra nossa tripulação)

[Cantinho Literário] Primeiro poema de Machado de Assis, é descoberto em registros digitais

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Todo mundo conhece o grande escritor brasileiro, que foi do movimento realista, Machado de Assis, que tem diversos livros, textos e poemas, que já popularizou na história do Brasil, principalmente os livros “Dom Casmurro”, “Helena” e o clássico, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, que além de virar filme, mas há outras obras, que estão sempre presente todo ano nos vestibulares.

Mas por muitos anos pesquisadores estudaram a vida e a obra de Joaquim Maria Machado de Assis, ou Machado de Assis, ou para os íntimos, Machadão, na verdade isso é só para redação aqui d’O Barquinho Cultural.

Essa obra do Machado de Assis, tem 76 versos colocados em nove estrofes irregulares, e foi publicado no jornal, Correio Mercantil, em 9 de setembro de 1856, intitulado de “O Grito do Ipiranga”, que passou despercebido durante anos.

Este poema não apresenta a qualidade de outras obras do autor, pois na época que foi escrito, Machado de Assis era apenas um adolescente de 17 anos, porém faz parte importante para estar presente em sua biografia.

Mas que infelizmente ainda não é possível achar o texto por aí na internet ou na biblioteca, pois faz pouco tempo que o texto foi encontrado, por isso não fez parte das últimas coletâneas poéticas de Machado de Assis, como “Toda Poesia” e “A Poesia Completa”.

Vejam abaixo uma Scanner do poema perdido de Machado de Assis, que esse a gente custou para encontrar, pois só encontrávamos o jornal inteiro e não só o poema em si, mas confira abaixo o poema “O Grito do Ipiranga”:

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(Pois como disse um dia, minha professora de literatura do 2º ano do Ensino Médio que tomaria uma cerveja gelada com o Machado de Assis, pois bem, eu também tomaria não só uma, mas várias cervejas com o Machadão, pois ele realmente é espetacular e sua obra nunca será ultrapassada).

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Zuenir Ventura na Acadêmia Brasileira de Letras

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Na última sexta-feira (6), a cadeira de número 32, da Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), voltou a ser ocupada, pelo jornalista e escritor, Zuenir Ventura, de 83 anos, a vaga antes pertencia ao paraíbano Ariano Suassuna, que faleceu em julho de 2014, que agora passa a ter a posse de um mineiro, que já fez e ainda faz muito pelo jornalismo brasileiro.

A cadeira 32 tem como fundador o jornalista, professor e poeta Carlos de Laet e tem como patrono o poeta, professor, jornalista, diplomata e teatrólogo Araújo Porto-Alegre. Depois foi ocupada por Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo, Genolino Amado e Ariano Suassuna.

1425691940014Em seu discurso de posse, Ventura fez uma relação entre a chegada dele à ABL e a de Ariano Suassuna e da emoção de se tornar um imortal. “No seu discurso de posse em 9 de agosto de 1990, Ariano revelou que, desde menino, sabia que um dia chegaria aqui como imortal, ao contrário de mim, que jamais sonhei em alcançar essa glória. Pode-se então imaginar a emoção deste filho e ajudante de um pintor de parede, em estar sendo acolhido neste templo do saber com tanta estima e consideração.”

Zuenir Ventura é casado com Mary Ventura há 51, tem um casal de filhos, Elisa e Mauro, é bacharel e licenciado em letras neolatinas,
jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e agora será imortalizado pela ABL, ocupando a cadeira número 32.

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Parabéns Zuenir Ventura, que outros jornalistas, letrados, escritores e poetas, também sejam reconhecidos como você foi, pela Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), pois isso é um fato marcante não só para história das Letras, mas também de todo o Brasil.

Por Priscila Visconti