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[Cantinho Literário] 8ª edição do Festival da Mantiqueira, em São Paulo

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A oitava edição do Festival da Mantiqueira já tem data para esse ano de 2015, que será realizado entre os dias 10 a 12 de abril, em São José dos Campos, no Expo Sul Vale Shopping, com entrada gratuita.

Mas já vem as perguntas… O que é esse Festival da Mantiqueira, já que nunca falamos dele aqui no Cantinho da Literatura, pois bem, aqui estamos nós para explicar, o que, quando, onde e quem criou este evento.

O Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, já tradicional evento literário do Governo do Estado de São Paulo, chega à oitava edição com um time de autores representativo da literatura nacional, com escritores de mais variados estilos, segmentos e gêneros literários reúnem-se no Festival da Mantiqueira
para dialogar e debater assuntos que se entrelaçam até encontrar, que nesse ano, o tema central desta edição: Todos os Cantos.

O tema foi escolhido pelo curador do evento, do escritor Luiz Ruffato, e define a a identidade do evento deste ano, trazendo à tona a pluralidade da produção literária nacional. Mais uma vez realizado no clima aconchegante e intimista do distrito de São Francisco Xavier.

Esse ano haverá mais uma edição do “Esquenta Mantiqueira”, que foi um sucesso no ano passado (2014), e que foi expandido nesse ano, que será no dia 7 de abril em São Paulo e dia 9, em São José dos Campos, pois dessa forma, a Secretaria da Cultura do Estado dá continuidade às ações de valorização da literatura e celebra mais uma vez a diversidade da produção artística no Brasil, levando a cultura para os mais variados cantos.

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O Festival conta ainda com uma tenda da Saraiva, que montará uma livraria para compra de livros e sessões de autógrafos após as mesas, veja abaixo mais atividades do evento:

Palestras
O Festival da Mantiqueira oferece também atividades teóricas voltadas para estudantes e profissionais de biblioteca previamente inscritos, como a oficina “Contação de histórias e a formação do leitor”, no sábado e domingo, às 12h30, com Cinthia Siqueira. O encontro irá abordar a narrativa oral enquanto atividade privilegiada para a formação de leitores.

Infantil
Para os pequenos, no sábado, às 15h30, o Coreto recebe o espetáculo “Mário e as Marias”, da Cia. Lúdicos de Teatro Popular. A peça, inspirada na vida e obra de Mário de Andrade, conta a história do menino Mário, que recebe de presente dos pais um par de óculos muito especiais, que permite enxergar o Brasil de uma forma surpreendente.

Música
Além do show de Renato Teixeira na sexta, o público pode conferir, no sábado, às 12h30, a apresentação do Quarteto Dell’Arte: Cordas Encantadas. O projeto “Cordas Encantadas” é formado por dois violinos, viola, violoncelo e violão, e toca uma seleção de músicas do universo dos filmes, desenhos e games, arranjadas para os instrumentos de cordas.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo
A Fundação promove, na Sala de Palestras, conversas com escritores da região. Participam dos encontros nomes como Jorge Pessotto, Fernando Lopes e JB Magalhães. A programação musical específica da FCCR conta ainda com o cantor e compositor Deo Lopes, que apresenta canções resultadas de uma pesquisa do escritor Moacyr Pinto, autor do livro “Eu tenho o meu sonho”. Pelas ruas da cidade, o grupo Seresteiros do Vale interpreta canções históricas entre valsas, sambas, chorinhos, boleros, entre outros ritmos.

Esquenta em São Paulo
O Esquenta Mantiqueira, nos moldes da edição anterior do Festival, será realizado no Teatro Sérgio Cardoso, desta vez no dia 07 de abril (terça-feira), com a proposta de abranger o público interessado que não pode ir à São Francisco Xavier. A entrada é gratuita.

Às 19h30, o poeta Ferreira Gullar abre o Festival em São Paulo com a celebração do aniversário de “Poema Sujo”, um dos mais consagrados e traduzidos da literatura brasileira, além de ser uma espécie de autobiografia crítico-afetiva na carreira do autor.

O encontro, intitulado “Poema Sujo – 40 anos depois” será mediado pelo apresentador e jornalista Manuel da Costa Pinto. Gullar escreveu a obra em 1975, no período em que esteve exilado em Buenos Aires. No ano seguinte, contrabandeado para o Brasil pelas mãos de Vinicius de Moraes, o poema foi publicado, tornando-se uma obra-prima da literatura universal.

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Depois de cinco anos sem lançar inéditos, o poeta lança entre abril e maio sua “Autobiografia Poética” (editora Autêntica). A obra será composta por um depoimento inédito de Gullar sobre sua formação como poeta, além de uma série de ensaios sobre poetas como Rimbaud e Cesar Vallejo, e um caderno de fotos.

Esquenta em São José dos Campos
Pela primeira vez, a cidade de São José dos Campos também recebe um Esquenta Mantiqueira, dia 09.04, às 19h30, no Expo Vale Sul (Vale Sul Shopping).

O evento fica por conta do cronista e poeta gaúcho Fabrício Carpinejar, que comanda a mesa “Viver de Literatura”. O escritor conversa com o público sobre como é viver de literatura no Brasil. A atividade, pensada especialmente para o público universitário, é também aberta ao público em geral e fará emissão de certificado acadêmico.

A pré-inscrição está aberta e deve ser feita até 20.03 (ou até o preenchimento de todas as vagas), no site do Festival da Mantiqueira. A inscrição será confirmada por e-mail até 25.03.

Fabrício Carpinejar é cronista, jornalista e professor, e tem 26 livros publicados, entre eles “Ai Meu Deus, Ai Meu Jesus – Crônicas de Amor e Sexo” (Bertrand Brasil, 2012) e “Canalha!” (Bertrand Brasil, 2009). Carpinejar é também apresentador do programa A Máquina, da TV Gazeta.

Abaixo, confira a programação completa do VIII Festival da Mantiqueira nas três cidades. A programação e outras informações sobre o Festival também podem ser conferidas no site www.festivaldamantiqueira.com.br.

Em São Francisco Xavier (distrito de São José dos Campos)
Tenda literária e coreto
Sexta-feira (10.04)
20h Conferência de Abertura com Affonso Romano de Sant’Anna, “O Amor na Poesia Ocidental” Tenda Literária
21h Show – Renato Teixeira

Sábado (11.04)
11h Mesa “A Literatura Infantojuvenil já é Adulta”, com Ferréz e Lúcia Hiratsuka. Mediação Cristhiano Aguiar Tenda Literária
12h30 Quarteto Dell’Arte – Cordas Encantadas Coreto
14h Mesa “Para onde aponta o romance”, com Edney Silvestre, Simone Campos e Paulo Scott. Mediação: João Cezar de Castro Rocha – Tenda Literária
15h30 Mario e as Marias – Cia Lúdicos de Teatro Popular Coreto
16h30 “A sobrevivência do Conto”, com Marçal Aquino, Tércia Montenegro e Sidney Rocha. Mediação: João Cezar de Castro Rocha – Tenda Literária
18h30 Mesa “Pois é, Poesia…”, com Nicholas Behr, Heitor Ferraz Mello e Iacyr Anderson Freitas. Mediação: Cristhiano Aguiar – Tenda Literária
20h Sarau da Montanha Tenda Literária

Domingo (12.04)
11h Mesa “As várias máscaras da dramaturgia”, com Mario Prata, Grace Passô e Sergio Goldemberg. Mediação: Cristhiano Aguiar – Tenda Literária
13h Mesa “A Crônica para Além do Cotidiano”, com Fabrício Carpinejar, Cidinha da Silva e Luiz Henrique Pellanda. Mediação: João Cezar de Castro Rocha – Tenda Literária
15h30 Mesa “Prêmio São Paulo de Literatura”, com Veronica Stigger e Marcos Peres – Tenda Literária

Infantil
Sábado (11.04)
11h30 Contação de histórias: “Onde as histórias se escondem”. Com Maria Amália Biblioteca Solidária
Atividades Educativas

Segunda-feira (06.04)
19h30
Quarta-feira (08.04)
14h30 Oficina “Zooreal – inventando histórias animais”. Com Maria Amália
(para estudantes previamente inscritos) EMEF Mercedes Rachid Edwards

Sábado e Domingo (11.04 e 12.04)
11h30 “Contação de histórias e a formação do leitor”. Com Cinthia Siqueira
(para profissionais de biblioteca previamente inscritos) – Sala de Palestras
Programação Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Sábado (11.04)
10h O Pretérito das Horas, com Jorge Pessotto. Mediação: Rita Elisa Sêda – Sala de Palestras
13h A Machina de Fazer Poesia, com Fernando Lopes. Mediação: Alcemir Palma – Sala de Palestras
15h30 Santa Cruz, com JB Magalhães. Mediação: Moacyr Pinto – Sala de Palestras
21h30 Eu Tenho Meu Sonho – Deo Lopes – Coreto
23h Serenata – Seresteiros do Vale – Ruas de São Francisco Xavier
Domingo (12.04)
10h Breve História de Estadas e Partidas, com Oswaldo Almeida Jr. Mediação: Wallace Puosso e Charles Lima – Sala de Palestras
14h30 Casa das Coisas, com Alcimar de Souza Lima. Mediação: Guilherme Ferreira – Sala de Palestras
Em São Paulo
Esquenta Mantiqueira

Quinta-feira (09.04)
19h30 Palestra “Viver de Literatura”, com Fabrício Carpinejar Expo Vale Sul

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VIII Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, em São Francisco Xavier
Data: 10, 11 e 12.04.2015 (sexta, sábado e domingo)
Local: Praça Cônego Antonio Manzi, centro de São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos (138 km de São Paulo e 59 km de São José dos Campos).
Entrada: Gratuita
Capacidade:
– Tenda Literária: 400 pessoas
– Biblioteca Solidária: 90 pessoas
– Sala de Palestras: 150 pessoas
Como chegar: De São Paulo, siga para São José dos Campos pela Via Dutra BR-116 ou pela Rodovia Carvalho Pinto SP-70. De São José dos Campos, o principal acesso é pela SP-50, estrada velha de Campos do Jordão, até chegar à cidade de Monteiro Lobato. Siga pela SJC-150, Estrada Vereador Pedro David até São Francisco Xavier.

Esquenta Mantiqueira, em São Paulo
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Data: 07.04.2015
Mesa: “Poema Sujo, 40 anos depois”, com Ferreira Gullar. Mediação: Manuel da Costa Pinto
Horário: 19h30
Número de lugares: 144
Entrada: Gratuita
Telefone: 3288-0136

Esquenta Mantiqueira, em São José dos Campos
Expo Sul Vale Shopping
Endereço: Av. Andrômeda, 227
Data: 09.04.2015
Mesa: Viver de literatura, com Fabrício Carpinejar
Horário: 19h30
Entrada: Gratuita
Site: www.festivaldamantiqueira.com.br

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Fanzine – Informação e entretenimento de um jeito livre e sem regras

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Salve salve tripulação d’O Barquinho Cultural, hoje é dia de literatura e dia de falarmos sobre fanzines, vamos explicar para vocês o que é uma fanzine, como ele é feito e o que contém editoração prática e simples de fazer e ler, pois não tem regras para editar um.

O fanzine (ou zine para os íntimos) é toda publicação feita pelo fã, seu nome vem da contração de duas palavras inglesas e significa literalmente “revista do fã” (fanatic magazine), alguns estudiosos do assunto consideram fanzine somente a publicação que traz textos, informações, matérias sobre algum assunto.

Quando a publicação traz produção artística inédita seria chamada revista alternativa. No entanto, o termo fanzine se disseminou de tal forma que hoje engloba todo tipo de publicação que tenha caráter amador, que seja feita sem intenção de lucro, pela simples paixão pelo assunto enfocado.

As publicações que trazem textos diversos, histórias em quadrinhos , reprodução de HQ’s antigas, poesias, divulgação de bandas independentes, contos, colagens, experimentações gráficas, enfim, tudo que o editor julgar interessante e o resultado da iniciativa e esforço de pessoas que se propõem a veicular produções artísticas ou informações sobre elas, que possam ser reproduzidas e enviadas a outras pessoas, fora das estruturas comerciais de produção cultural.

Mas o que todos eles têm em comum é o fato de não serem distribuídos em bancas ou livrarias e de terem tiragens limitadas. Isto é: os fanzines são raros. Somado com o fato do seu conteúdo ser exclusivo (você não encontra em mais nenhum outro lugar), o fanzine acaba se tornando especial.

Os fanzineiros, como são chamados quem monta fanzines, aborda informações de sua especialidade, pois o tema abordado, praticamente nos fanzines sobre qualquer tema que você puder imaginar, como ficção-científica, música, literatura, culinária, aeronaves, e inúmeros outros, abordados sob as mais diversas
formas como contos, poesias, documentários, quadrinhos e entre outros.

Fanzines

Esses fanzineiros fazem reuniões com outros apaixonados por essa editoração, para trocarem ideias, informações e figurinhas sobre os fanzines, essas feiras reúnem fanzineiros de diversas regiões do país, divulgando seus trabalhos e também comercializando as suas publicações, já que não há ‘zine’ em bancas de jornais ou livrarias. Mas geralmente acontecem dentro de convenções temáticas, que está atraindo cada vez mais leitores no país.

Mas os fanzines é resultado da iniciativa e esforço de pessoas que se propõem a veicular produções artísticas ou informações sobre elas, que possam ser reproduzidas e enviadas a outras pessoas, fora das estruturas comerciais de produção cultural.

Assista abaixo um vídeo de como montar um fanzine:

 

Por Priscila Visconti (preparando novidades em versão ‘zine’, pra nossa tripulação)

[Cantinho Literário] Primeiro poema de Machado de Assis, é descoberto em registros digitais

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Todo mundo conhece o grande escritor brasileiro, que foi do movimento realista, Machado de Assis, que tem diversos livros, textos e poemas, que já popularizou na história do Brasil, principalmente os livros “Dom Casmurro”, “Helena” e o clássico, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, que além de virar filme, mas há outras obras, que estão sempre presente todo ano nos vestibulares.

Mas por muitos anos pesquisadores estudaram a vida e a obra de Joaquim Maria Machado de Assis, ou Machado de Assis, ou para os íntimos, Machadão, na verdade isso é só para redação aqui d’O Barquinho Cultural.

Essa obra do Machado de Assis, tem 76 versos colocados em nove estrofes irregulares, e foi publicado no jornal, Correio Mercantil, em 9 de setembro de 1856, intitulado de “O Grito do Ipiranga”, que passou despercebido durante anos.

Este poema não apresenta a qualidade de outras obras do autor, pois na época que foi escrito, Machado de Assis era apenas um adolescente de 17 anos, porém faz parte importante para estar presente em sua biografia.

Mas que infelizmente ainda não é possível achar o texto por aí na internet ou na biblioteca, pois faz pouco tempo que o texto foi encontrado, por isso não fez parte das últimas coletâneas poéticas de Machado de Assis, como “Toda Poesia” e “A Poesia Completa”.

Vejam abaixo uma Scanner do poema perdido de Machado de Assis, que esse a gente custou para encontrar, pois só encontrávamos o jornal inteiro e não só o poema em si, mas confira abaixo o poema “O Grito do Ipiranga”:

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(Pois como disse um dia, minha professora de literatura do 2º ano do Ensino Médio que tomaria uma cerveja gelada com o Machado de Assis, pois bem, eu também tomaria não só uma, mas várias cervejas com o Machadão, pois ele realmente é espetacular e sua obra nunca será ultrapassada).

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Zuenir Ventura na Acadêmia Brasileira de Letras

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Na última sexta-feira (6), a cadeira de número 32, da Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), voltou a ser ocupada, pelo jornalista e escritor, Zuenir Ventura, de 83 anos, a vaga antes pertencia ao paraíbano Ariano Suassuna, que faleceu em julho de 2014, que agora passa a ter a posse de um mineiro, que já fez e ainda faz muito pelo jornalismo brasileiro.

A cadeira 32 tem como fundador o jornalista, professor e poeta Carlos de Laet e tem como patrono o poeta, professor, jornalista, diplomata e teatrólogo Araújo Porto-Alegre. Depois foi ocupada por Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo, Genolino Amado e Ariano Suassuna.

1425691940014Em seu discurso de posse, Ventura fez uma relação entre a chegada dele à ABL e a de Ariano Suassuna e da emoção de se tornar um imortal. “No seu discurso de posse em 9 de agosto de 1990, Ariano revelou que, desde menino, sabia que um dia chegaria aqui como imortal, ao contrário de mim, que jamais sonhei em alcançar essa glória. Pode-se então imaginar a emoção deste filho e ajudante de um pintor de parede, em estar sendo acolhido neste templo do saber com tanta estima e consideração.”

Zuenir Ventura é casado com Mary Ventura há 51, tem um casal de filhos, Elisa e Mauro, é bacharel e licenciado em letras neolatinas,
jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e agora será imortalizado pela ABL, ocupando a cadeira número 32.

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Parabéns Zuenir Ventura, que outros jornalistas, letrados, escritores e poetas, também sejam reconhecidos como você foi, pela Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), pois isso é um fato marcante não só para história das Letras, mas também de todo o Brasil.

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] O Barquinho Cultural e As Vantagens de Ser Invisível

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Salve salve tripulação, essa semana aqui no departamento de literatura do O Barquinho Cultural, vamos falar de um livro, que tem um pouco a ver com nossa redação, que faz as coisas sempre na invisibilidade, mas passando pelos mesmo problemas das pessoas que não não sabem o que é ser invisível, por isso esse livro, será destaque aqui no OBC, pois a vida de ser invisível, não é fácil e temos que ”ralar’ muito para conseguir o nosso lugar.

O livro de hoje, aqui no Cantinho Literário, será um muito bem elogiado pela critica, não só na literatura, mas no cinema, já que também teve adaptação para na sétima arte, que nessa adaptação teve Emma Watson, a bruxinha de Harry Potter, a Hermione e Logam Lerman, a estrela e filho de Poseidon, o deus do mar,
Percy Jackson. Essa obra é o livro “As Vantagens de Ser Invisível”, que foi escrita por Steven Chbosky, sendo sua estreia como escritor, mas que já vendeu mais de 700 mil exemplares só nos Estados Unidos.asvantagens

O livro é ao mesmo tempo engraçado e atordoante, também reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe, a não ser pelo que ele conta nessas correspondências, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

tumblr_mh8xmkyasl1r0xbnlo1_500_large2Mas as maiores dificuldades, é na escola, pois muitas vezes é ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Mas em si, o livro apresenta uma história íntima, hilariante e ás vezes mostram os jovens em confronto com sua própria história no presente e no futuro, isso mostra alguns personagens da trama, já que ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel
no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

tumblr_mgkgtfZKMb1qcruzoo1_500AS VANTAGENS DE SER INVISÍVEL
Coleção: JOVENS LEITORES
Autor: CHBOSKY, STEPHEN
Tradutor: VINAGRE, RYTA
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: ROCCO
Assunto: Teen – Literatura – Romances
Ano: 2007

Sinopse:
Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras – são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Prêmios e prestígios aos autores nacionais

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Todo escritor adora ver suas obras sendo expostas e compartilhada não apenas pelo mundo literário, mas por todo esse mundo a fora. E para iniciar esse sonho, uma premiação onde sua publicação será ápice para todo o país pode ser o alicerce desta conquista.

Está aberta as inscrições – até dia 1º de março – para o Prêmio Sesc de Literatura 2015, promovido pelo Sesc, o objetivo é premiar obras inéditas nas categorias CONTO e ROMANCE, destinadas ao público adulto, escritas em língua portuguesa, por autores brasileiros ou estrangeiros, residentes no Brasil. A novidade neste ano é que os autores não pagarão a inscrição, e o autor terá que enviar o livro em formato word em um formulário – veja aqui – disponível no site.

Para a premiação poderão concorrer escritores nacionais e estrangeiros – residentes no Brasil – todos com mais de 18 anos. Só poderá participar apenas uma obra por categoria, e o livro deve ser inédito, ou seja, que nunca foram publicados, isso vale para internet também. Os contos devem conter entre 140 a 400 mil caracteres, já os romances de 180 a 600 mil.

Ao inscrever o escritor receberá um código identificador automaticamente, e com isso poderá acompanhar o processo de avaliação. Os ganhadores terão suas obras publicadas pela editora Record com tiragem inicial de dois mil exemplares.

Todas as obras passarão pode uma análise julgadora composta por escritores, jornalistas, críticos literários e especialistas em literatura.

O resultado sairá em julho deste ano, e vale lembrar que funcionários,estagiários e parentes, mesmo sendo de segundo grau, funcionário do Sesc, da Confederação Nacional do Comércio e das Federações do Comércio, da editora Record, e nem dos envolvidos no processo de julgamento do concurso. Além disso, os vencedores de edições anteriores não poderão se candidatar.

São 11 anos de Prêmio Sesc, onde já foram premiados 19 escritores. Na última edição, os livros vencedores foram: o romance “Enquanto Deus não está olhando”, da jornalista Débora Ferraz e o livro de contos “Parafilias”, do bancário Alexandre Marques. “Recomendo o Prêmio a quem sonha em ser escritor. Sou a prova de que é possível. Sou uma escritora paraibana, longe dos centros editoriais e hoje vejo meu livro em livrarias do Brasil todo.

Para mais informações acesse o site oficial do Sesc e veja como se inscrever na premiação.

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E por falar em divulgação, a blogueira Letícia Iarossi lançou a campanha #euamonacional, em prol aos autores brasileiros e rumo a valorização a literatura nacional. Para saber mais acesse o blog dela e não esqueça de compartilhar hastag da campanha quando fores compartilhar algo de se autor favorito.

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] Tá tá tá… Professor Jirafales lança autobiografia contando sua trajetória no seriado Chaves

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Tá tá tá… Quem não se lembra do bordão mais famoso do Mestre Linguiça, quer dizer do Professor Jirafales? Todo mundo ainda ri e se diverti com toda a turma do Chaves e também com as aventuras atrapalhadas do super-herói latino Chapolin Colorado.

O professor mais querido de todo mundo, não, não é a Professora Helena do Carrossel, como muitos pensam, mas sim o trilho em pé do Professor Jirafales, lançou no dia 29 de janeiro deste ano de 2015, dois meses depois da morte do criador dos personagens mais queridos, o mestre Chespirito, lançando sua autobiografia pela editora Planeta, contando um pouco de seu personagem, de como ele conheceu Bolaños e também de sua convivência com todos os atores na série.

portada_despues-de-ustedNa autobiografia de 284 páginas, o “professor mais querido da América Latina” fala de suas origens como ator, de como conheceu Chespirito, criador do programa – e das divisões que surgiram no elenco, que à distância qualifica como “diferenças de família”.

No livro, o Professor Girafales, que vive sua aposentadoria na cidade de Puerto Vallarta, na costa do Pacífico, relata que se inspirou em um “velho e querido professor do ensino secundário” para encarnar seu personagem.

Aguirre lembra com carinho os atores de Chaves, exceto Florinda Meza, a viúva de Bolaños. Ele a descreve como uma mulher ciumenta”, que tinha “encantado” o ator e produtor, falecido no ano passado, e evitava lhe passar as ligações telefônicas.

Aguirre, de 80 anos, foi narrador de touradas e locutor antes de ser famoso. Conta que quando apareceu pela primeira vez na televisão, o diretor do canal em que ele trabalha lhe disse que era “grotesco” com suas mãos enormes e uma estatura de 1,95m.

Nas memórias, em que publica fotos de diferentes fases de sua vida, o ator diz que nunca lhe custou trabalho interpretar ao professor Girafales. “Não me deu trabalho porque sou como ele: vaidoso, brega, romântico e sonhador. Eu sou exatamente como é Girafales.”

A frase “Depois de você”, que dá nome à memória vem do diálogo que teve o maior professor e Dona Florinda na série quando ela o convidou para ir a sua casa para tomar uma xícara de café.

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Mais informações:
Después de usted – Rubén Aguirre (Professor Jirafales)
Tamanho: 4247 KB
Número de páginas: 218 pages
Editorial Planeta – Mexico (January 29, 2015)
Idioma: Espanhol

Para comprar o livro do Professor Jirafes, clique aqui;

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] A Literatura Nacional ainda vive nas mãos de Marcelino Freire

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Essa semana vamos falar de autores nacionais, mas não pensem que iremos parar de falar dos novos escritores, só estamos mudando a pauta, porque estamos buscando novos talentos da literatura brasileira. Mas, enquanto caçamos por novidades, vamos falar um pouco sobre os escritores já conhecidos no meio literário, como o escritor pernambucano Marcelino Freire, que já ganhou alguns prêmios e tem vários livros e textos publicados.

Marcelino Juvêncio Freire, esse é seu nome completo, nasceu em Sertânia, estado de Pernambuco, não menosprezando os escritores de outros estados, mas lá pelo nordeste saem grandes autores, uma prova disso é o poeta e escritor Ariano Suassuna, que faleceu no ano passado, mas vamos voltar ao Marcelino, já que ele é o foco aqui, pois se formos falar do Ariano, iremos falar por horas e horas, só rasgando seda à ele.

Marcelino já participou juntamente com artistas plásticos e escritores Adrienne Myrtes, Denis Maerlant, Jobalo, Pedro Paulo Rodrigues e Regi So Ares, do grupo POETAS HUMANOS, fundamental para sua formação artística.

Na década de 80, Freire inicia o curso de Letras na Universidade Católica de Pernambuco, mas não concluí, no ano de 1989, frequenta a oficina literária do escritor Raimundo Carrero e dois anos depois, foi premiado pelo governo do Estado de Pernambuco.

Então decide mudar-se para a cidade de São Paulo em 1991 e publica, de forma independente, seus dois primeiros livros: AcRústico, de 1995 e EraOdito, de 1998. Em 2000, publica o livro de contos Angu de Sangue, no ano de 2002, Marcelino idealizou e editou a Coleção 5 Minutinhos, inaugurando com ela o selo eraOdito editOra.

Marcelino é um dos editores da PS:SP, revista de prosa lançada em maio de 2003, e um dos contistas em destaque nas antologias Geração 90 (2001) e Os Transgressores (2003), publicadas pela Boitempo Editorial.

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Confira abaixo as publicações e premiações do escritor Marcelino Freire:

Livros publicados
EraOdito (aforismos, 2ª edição, 2002)
Angu de Sangue (contos, Ateliê Editorial, 2000)
BaléRalé (contos, Ateliê Editorial, 2003)
Contos Negreiros (contos, Editora Record, 2005)
Rasif – Mar que Arrebenta (contos, Editora Edith, 2008)
Amar é crime (contos, Editora Edith, 2010)
Nossos ossos (romance, Editora Record, 2013)

Antologias publicadas no exterior
Je suis favela (Editora Anacaona, França, 2011).
Je suis toujours favela (Editora Anacaona, França, 2013).

Prêmios
Prêmio Jabuti de Literatura, em 2006, na categoria contos pela obra Contos Negreiros (contos, 2005).
Prêmio Jabuti de Literatura, em 2014, na categoria romance por Nossos ossos (Editora Record, 2013).

Ligações externas
Enciclopédia Itau Cultural de Literatura Brasileira. Marcelino Freire (1967)
Página de Marcelino Freire
Biografia do Marcelino Freire, Editora Anacaona (em francês)

Mais informações sobre Freire, acesse os endereços abaixo:

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Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Eloy Nunes transcreve suas emoções e sensações no seu primeiro livro

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Um poeta tem a alma leve e sutil, que sente as emoções até mesmo numa conversa informal e descontraída pela Internet, sem pretensão ou preocupação, apenas visando a paixão pela sensação.

10372246_1445701235681022_1871502010385915521_nE foi isso que o poeta, escritor, jornalista, ator e cantor, Eloy de Mello Nunes se inspirou ao produzir seu primeiro livro “Frente Verso Avesso: um poeta desnuda sua alma”, lançado em dezembro de 2014, na Vila Madalena, em São Paulo.

No auge de seus 40 e pouco anos e a interatividade a mil nas redes sociais, Eloy aceitou o desafio em transcrever tudo o que seus sentimentos em 280 páginas, sendo 170 frases e 220 fotos, registradas em três ensaios de André Medeiros Martins – na casa e lugares inusitados do bairro do autor, na Vila Madalena .

10858449_1520676658183479_4897007164049408593_nUma obra que traz uma mistura recheada de sensações, entre sensualidade, melancolia, alegria, e principalmente, amor. Percepções do cotidiano do autor e dos diálogos improváveis protegidos pela “pseudo” anonimato permitido pelas redes.

Circunstâncias diluídas em seu processo criativo, marcado pela expressão e reação poética de Eloy, uma obra em suma autoral, que intimida o leitor adentrar nessas percepções, fazendo com que o poeta conversa com o intermediário, transportando-se na mesma harmonia.

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Assista abaixo o teaser do livro “Frente Verso Avesso”: um poeta desnuda sua alma”:

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Conheça mais sobre o artista em:

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Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] O Penhasco, de Carine Raposo

10612961_891424897554469_1768107104052634314_n“Ela encontrou nele tudo o que buscava. E descobriu o que mais temia” – O Penhasco

Salve salve tripulação mais cultural de toda webesfera, tudo belezinha?

Esperamos que sim, pois nós estamos de volta ao mar, com muitas novidades, dicas e tudo mais que se refere ao mundo da cultura, afinal esse ano completamos cinco anos em abril. Quem diria que essa embarcação iria viver tudo isso, mas já que estamos começando o ano letivo aqui no boletim, vamos ao que interessa e partir para a arte dos livros com o Cantinho da Literatura, que promete descobrir mais talento, que ano passado.

10305332_877187038978255_2700651534054085985_nA primeira descoberta do OBC para este ano de 2015, foi o livro “O Penhasco”, da autora carioca Carine Raposo, de 27 anos, que prefere se preocupar com a arte de ler e escrever, do que com seu cabelo, pois segundo ela, tudo que há de mais belo é aquilo que esta mais perto, nem sempre visível, mas existente.

O livro O Penhasco, é uma trilogia que traz em seu enredo, romance, suspense e fantasia, contanto a história da jovem Liza, de 16 anos e de sua viagem de aniversário à Los Angeles, que ela acaba acordando no meio da noite, em um Penhasco, com um homem misterioso, que parecia se mover com o vento, que seus olhos hipnotizavam se destacando em plena escuridão.

Liza pensava ser tudo fruto de sua imaginação, mas quando ela acordou e viu que suspeitava de um breu completo, no canto do quarto do hotel, ela tentou chamá-lo, mas ele desapareceu, mas quando o sol surgiu pela manhã, entrando luz pelas cortinas, ela se deu conta que a cama de seus pais estava vazia.

Essa é um pouco da história de O Penhasco, da jovem escritora Carine Raposo, que lançou recentemente o primeiro livro da trilogia, O Penhasco, que promete hipnotizar à todos que lerem essa saga literária.10429385_890227781011498_5208238132628933112_n

Confira abaixo o sinopse de “O Penhasco”:
“Teria sido uma noite como qualquer
outra, se ele não tivesse aparecido.
E se eu não estivesse completamente sozinha. Com um estranho em um Penhasco e sem lembrar de como fui parar ali.
Me assustei quando ele se materializou à minha frente.
Nunca vi olhos iguais. Verdes, como esmeraldas.
Meu medo se tornou ainda maior com meu próprio desejo, que me
preencheu inexplicavelmente em um segundo ou menos.
Mas seu olhar me provocava uma sensação incômoda. Parecia gritar que alguma coisa muito ruim acontecia naquele instante.

Ainda assim, demorei a me convencer. Não podia ser real.
No início, pensei que tudo fosse apenas um sonho.
Quando despertei, já era tarde.”

Assista Book Trailer O Penhasco:

O Penhasco – Carine Raposo
Livro: Romance/Suspense/Fantasia
Editora: Cadmo
Fanpage do livro: https://www.facebook.com/openhasco/

Disponível para compra direto com a autora:
Facebook: https://www.facebook.com/carine.schmidtraposo
Fanpage: https://www.facebook.com/escritoracarineraposo
Instagram: @carineraposoautora
Site: http://www.carineraposo.com.br/

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Por Priscila Visconti (Feliz 2015)