Um romance que é uma mistura peculiar de ficção cientínfica com “novela das nove”, sobre um futuro que carrega angústias e diligências pecaminosas de um presente de um andarilho meio ausente no mundo, mas que luta por sua sobrevivência, entre trabalhos braçais dos quais acaba tornando notório na entre a Terra e a comunidade Bertha Lutz, sob uma rotina ágil, aguçada e bem-humorada. Continuar lendo “‘Fortunato Poeira’ – Uma obra novelesca de sentimentos confusos e desejos recorrentes”
Tag memória
‘O Agente Secreto’ – Uma produção loquaz que envolve o público por sua narrativa diversa e fascinante
Em uma época onde o Brasil vivia dominado pelos militares, um professor universitário se viu abandonar toda sua vida, inclusive mudar de nome para manter a segurança de seu filho, que vivia com os avós após perder a mãe devido a sombriedade vivida em tempos sombrios da Ditadura Militar.
‘Eu estou no Céu?’: O novo romance de Eduardo Kasse chega repleto de sátiras e bom humor
Eu estou no Céu? apresenta em sua trama, uma história que se passa na década de 60, mostra Jorge, um mascate da época. Na Idade Média, era muito comum padres, bispos, cardeais e até mesmo papas, venderem falsas relíquias, benevolências e bênçãos. Continuar lendo “‘Eu estou no Céu?’: O novo romance de Eduardo Kasse chega repleto de sátiras e bom humor”
Sequência de Amarelo Seletivo traz uma trama envolvente e loquaz, em um mergulho visceral na cultura japonesa
O premiado e aclamado Amarelo Seletivo, do autor e roteirista Ricardo Tayra, está prestes a ganhar uma segunda edição, de um conto comovente, reflexivo e singular, que vai envolver o leitor às memórias e lembranças de um jovem garoto nipo-brasileiro que reencontra sua origem e essência em um mergulho nas culturas do Japão e de Okinawa, e uma aventura emocionante pelo céu. Continuar lendo “Sequência de Amarelo Seletivo traz uma trama envolvente e loquaz, em um mergulho visceral na cultura japonesa”
Lovecore: O rebuliço sensorial da cena underground paulistana
Existem espaços que não se constroem apenas com som, luz e público. Eles se constroem com afeto, desejo de pertencimento e estética como linguagem. Esse é o caso da Rebu digital, coletivo que, desde 2020, vem moldando, a partir do zero, um ecossistema cultural com cara de comunidade e cheiro de subversão. Continuar lendo “Lovecore: O rebuliço sensorial da cena underground paulistana”





