Arquivo da tag: morte

Jogos Mortais – Jigsaw estreia nos cinemas em todo o Brasil

O novo filme do Jogos Mortais, chega nos cinemas nesta quinta-feira, dia 30 de novembro, e está bem diferente ao anterior, porém sem perder a essência da trama e lembrando os primeiros longas da saga. Em que o grupo de civis negligentes são escolhidos pelo John Kramer à participarem de jogo, para eles pagarem pelas consequências de seus atos, que na grande maioria teve mortes de pessoas inocentes. Continuar lendo Jogos Mortais – Jigsaw estreia nos cinemas em todo o Brasil

Anúncios

[Cabine da Pipoca] “A Morte te Dá Parabéns”: Um filme que ironiza a vida e a morte

E se você vivesse o mesmo dia várias vezes, aonde no final você irá morrer, e para piorar a situação, será no dia do seu aniversário? Continuar lendo [Cabine da Pipoca] “A Morte te Dá Parabéns”: Um filme que ironiza a vida e a morte

[Cabine da Pipoca] John Wick está de volta ao jogo

john-wick-poster

Estreou nesta quinta-feira (16), o segundo filme da saga John Wick: De Volta ao Jogo, que tem como protagonista Keanu Reeves, e foi realizado por Chad Stalhelski e escrito por Derek Kolstad. Este filme é sequência de John Wick, que estreou em 2014, que conta a história de um homem solitário que perdeu tudo na vida, e acaba virando um assassino de aluguel, e neste segundo filme, John volta ao jogo para enfrentar a máfia.

Continuar lendo [Cabine da Pipoca] John Wick está de volta ao jogo

[Total Flex] Adeus “Mestro Linguiça”!

0012870882

Na manhã desta sexta-feira, 17 de junho, os fãs do seriado Chaves acordou mais triste, pois mais um dos integrantes do elenco havia partido para tomar um xícara de café com Deus, sim, o nosso querido e eterno Mestre Linguiça – opps, Professor Jirafales -, partiu para o céu, junto a todos os outros que estão fazendo festa com a sua chegada lá em cima. Continuar lendo [Total Flex] Adeus “Mestro Linguiça”!

[Cantinho Literário] Mike Dooley mostra a morte para os vivos em seu novo livro

tumblr_mc4d5sDGet1ro2gqjo1_500

Nesta semana aqui no Cantinho Literário será a fez do escritor californiano do estado de Orange, Mike Dooley. Fundador do Clube de Aventureiros Filosóficos pela Internet, atualmente acolhendo 600 mil membros em 182 países, inspirando e enfatizando responsabilidade espiritual em seus livros. Seu livro mais vendido foi o “The Secret”, que foi traduzido em 25 idiomas.

CAPA_As-10-coisasJá seu livro mais recente “As 10 coisas mais importantes que os mortos querem dizer a você”, explora intrigas e profundas questões da existência sob a perspectiva dos que já se foram. Essa sua obra seria como se os mortos pudessem falar com os vivos, fazendo com que as pessoas reflitam sobre a morte as ensinando sobre a vida, pois
esse processo de abrir a mente, busca diversas respostas, realizando novas descobertas e mexendo em algumas pedras no caminho das pessoas.

mike-dooleyO autor desvendou em seu livro “As 10 coisas mais importantes que os mortos querem dizer a você”, os mistérios do universo, mostrando ao leitor uma visão de progredir com consciência e ter a coragem de enfrentar seus próprios medos, como escolhendo seus sonhos, aprendendo seus movimentos, dançando seu próprio ritmo e aumentando suas chances do universo atingir sua forma rápida e agradável.

10-coisas-mais-importantes-que-mortos-querem-dizer-a-voc-680611-MLB20597046751_022016-FMike é um dos poucos escritores que desenvolve essa habilidade de desenvolver a sensibilidade para abordar a difícil questão sobre os acontecimentos da vida, desmonstrando esse entendimento em seus livros e inspirando seus leitores a enfatizarem essa responsabilidade espiritural.

Como em sua obra “10 coisas mais importantes que os mortos querem dizer”, que trata em ensinar a morte para os vivos os fazendo conhecer além deles mesmo, lendo sobre a morte.

Sinopse
Se os mortos pudessem falar, você imagina o que eles nos contariam? O que diriam para amenizar nossa dor pela perda de alguém e acalmar nossos temores sobre a vida após a morte?

E como nos animariam a viver da melhor maneira possível? Nestas páginas, repletas de sabedoria, humor e alegria, o autor best-seller (New York Times) explora as mais intrigantes e profundas questões sobre o além-vida – e sobre esta vida – sob a perspectiva dos que fizeram a transição para a fase seguinte.

as dez coisas 
Ficha Técnica
Editora: Mantra
Autor: Mike Dooley
Páginas: 176
Formato: 14×21 cm
Ano: 2016

Mais informações sobre Mike Dooley
Site | Facebook | Twitter

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Umberto Eco deixa seu legado e livro novo a ser publicado

83f09a4f-838b-4192-95ac-3d4cffe82a25

Faleceu na última sexta-feira (19), o escritor, filósofo, linguista e bibliófilo italiano, Umberto Eco, aos 84 anos, o escritor morreu em sua casa, em Milão, na Itália, às 22h30 da noite. Eco era titular da cadeira de Semiótica de France da Escola Superior de Ciências Humanas, na Universidade de Bolonha, lecionou em diversas universidades, como as norte-americanas Yale e Havard, na Collège de France e na Universidade de Toronto, além de ser colaborador para diversos veículos acadêmicos, entre eles a revista semanal italiana L’Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas.

nome-da-rosa-umberto-eco-livro-capaSeu livro de mais conhecimento e premiado foi “O Nome da Rosa”, lançado em 1980, lhe dando o Premio Strega, no ano de 1981, este livro foi traduzido para diversos idiomas e abrindo as portas da carreira literária para todo o mundo, sucedendo à outras obras como “O Pêndulo de Foucault”, “A ilha do dia antes”, “Baudolino”, “A misteriosa  chama da rainha Loana” e “O cemitério de Praga”.

No ano de 2010, Umberto Eco, junto com Jean-Claude Carrière, lançou “N’Espérez pas vous Débarrasser des Livres” (“Não Espere se Livrar dos Livros”, publicado aqui no Brasil como “Não contem com o fim do livro”).

um-baronete-das-bibliotecasSeu último livro escrito, será publicado nesta sexta-feira (26), na Itália, na mesma semana, em que será o funeral do escritor, o livro foi entitulado de “Pape Satan Aleppe”, que é um compilado de seus ensaios publicados desde 2000 no semanário italiano “L’Espresso”, ao qual o filósofo contribuía e o título do livro, retoma as palavras iniciais do canto VII do Inferno da Divida Comédia de Dante Alighieri. Este significado misterioso, deu lugar a muitas interpretações, mas para Umberto Eco, a expressão era suficiente para caracterizar a confusão do nosso tempo.

Confira abaixo a biografia de Umberto Eco

Romances

* O nome da rosa (Il nome della rosa, 1980) (Prêmio Médicis, livro estrangeiro na França);
* adaptação cinematográfica de Jean-Jacques Annaud, com Sean Connery e Christian Slater nos papéis principais;
* O Pêndulo de Foucault (livro) (Il pendolo di Foucault,1988);
* A ilha do dia anterior (L’isola del giorno prima, 1994);
* Baudolino (Baudolino, 2000);
* A misteriosa chama da rainha Loana (La misteriosa fiamma della regina Loana 2004);
* O Cemitério de Praga (Il cimitero di Praga), 2011
* O número zero (Numero zero), 2015.

Umberto Eco pipa

Ensaios

Obras nas áreas de filosofia, semiótica, linguística, estética traduzidas para a língua portuguesa:

* Obra aberta (1962)
* Diário mínimo (1963)
* Apocalípticos e integrados (1964)
* A definição da arte (1968)
* A estrutura ausente (1968)
* As formas do conteúdo (1971)
* Mentiras que parecem verdades (1972) (coautoria de Marisa Bonazzi)
* O super-homem de massa (1978)
* Lector in fábula (1979)
* A semiotic Landscape. Panorama sémiotique. Proceedings of the Ist Congress of the International Association for Semiotic Studies (1979) (coautoria de Seymour Chatman e Jean-Marie Klinkenberg).
* Viagem na irrealidade cotidiana (1983)
* O conceito de texto (1984)
* Semiótica e filosofia da linguagem (1984)
* Sobre o espelho e outros ensaios (1985)
* Arte e beleza na estética medieval (1987)
* Os limites da interpretação (1990)
* O signo de três (1991*) (coautoria de Thomas A. Sebeok)
* Segundo diário mínimo (1992)
* Interpretação e superinterpretação (1992)
* Seis passeios pelos bosques da ficção (1994)
* Como se faz uma tese (1995*)
* Kant e o ornitorrinco (1997)
* Cinco escritos morais (1997)
* Entre a mentira e a ironia (1998)
* Em que creem os que não creem? (1999*) (coautoria de Carlo Maria Martini)
* A busca da língua perfeita (2001*)
* Sobre a literatura (2002)
* Quase a mesma coisa (2003)
* História da beleza (2004) (direcção)
* La production des signes (2005 em francês)
* Le signe (2005; em francês)
* Storia della Brutezza (2007). Em Portugal, traduzido como História do feio, e, no Brasil, como História da Feiura.
* Dall’albero al labirinto. No Brasil, como Da Árvore ao Labirinto (2007)
* A vertigem das listas (2009)
* Não contem com o fim do livro (2010*) (co-autoria de Jean-Claude Carrière)
* História das Terras e Lugares Lendários (2013)

Biblioteca-640x384

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] 100 anos da morte do poeta Augusto dos Anjos

augusto-dos-anjos

Não é só na Casa das Rosas que irá homenagear o poeta, escritor e professor Augusto dos Anjos, aqui no OBC, também terá homenagem a este grande poeta de brasileiro, de Cruz do Espírito Santo, que sempre identificou do simbolista ou parnasiano, que era movimentos entre a era pré-moderna e o modernismo.

Augusto dos Anjos era um dos poetas mais críticos da sua época e sua obra ainda é bastante admirada por críticos literários atuais e também leigos, em relação a literatura.

A poesia brasileira estava dominada por simbolismo e parnasianismo, dos quais o poeta paraibano herdou algumas características formais, mas não de conteúdo. A incapacidade do homem de expressar sua essência através da “língua paralítica” (Anjos, p. 204) e a tentativa de usar o verso para expressar da forma mais crua a realidade seriam sua apropriação do trabalho exaustivo com o verso feito pelo poeta parnasiano. A erudição usada apenas para repetir o modelo formal clássico é rompida por Augusto dos Anjos, que se preocupa em utilizar a forma clássica com um conteúdo que a subverte, através de uma tensão que repudia e é atraída pela ciência.

Sua obra pode ser dividida não com rigor, em três fases, a primeira sendo muito influenciada pelo simbolismo e sem a originalidade que marcaria as posteriores. A essa fase pertencem Saudade e Versos Íntimos.

A segunda possui o caráter de sua visão de mundo peculiar. Um exemplo dessa fase é o soneto Psicologia de um Vencido. A última corresponde à sua produção mais complexa e madura, que inclui Ao Luar.

Augusto foi o patrono da cadeira número 1 da Academia Paraibana de Letras, que teve como fundador o jurista e ensaísta José Flósculo da Nóbrega e como primeiro ocupante o seu biógrafo Humberto Nóbrega, sendo ocupada, atualmente, por José Neumanne Pinto e patrono da Academia Leopoldinense de Letras e Artes.

Augusto dos Anjos
Nascimento: 20 de abril de 1884
Sapé, Paraíba
Morte: 12 de novembro de 1914 (30 anos)
Leopoldina
Nacionalidade: Brasileiro
Ocupação: Poeta e professor
Escola/tradição: Pré-modernismo, Modernismo

1012941_710334929019830_540809977335031665_n

Para quem conhecer mais sobre as obras de Augusto dos Anjos e está na capital paulista, pode ir até a Casa das Rosas e prestigiar abertura da Exposição Esdruxúlo! 100 anos da morte de Augusto dos Anjos.

Que terá cinco espaço dedicado ao poeta brasileiro, contando um pouco de sua história de vida, sobre sua carreira como literário, além de informações e curiosidades, apresentando também seus poemas como Versos íntimos; Budismo Moderno; As cismas do destino; Idealismo; Monólogo de uma sombra; Os doentes; A ideia; O Deus-verme; O Lamento das coisas; Poema negro, Psicologia de um vencido, Soneto, Último credo, entre outros. A exposição tem curadoria do Júlio Mendonça e expografia de Ivanei Silva e arte de Angela Kina. E o melhor a entrada é gratuita!

Data: Abertura (12/11/2014)
Horas: 19h
Local: Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Av. Paulista,37 – Bela Vista – São Paulo-SP
Telefone: (11) 3285-6986

Mais informações acesse a página de eventos no Facebook;

Site | Facebook | Twitter | Instagram

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] A ABL está ficando cada dia mais vazia…

ariano-suassuna

Assim como no post passado, nesta semana nossa embarcação está de luto, pois no último dia 23 de julho mais um mestre da literatura nos deixou.

b1553d206bcabe60dc69692e63b5dd5d457Ariano Suassuna, um grande preeminente defensor da cultura nordestina brasileira, além de ser um idealizador do Movimento Armorial e autor de obras icônicas nacionais, como Auto da Compadecida e O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta.

Paraibano de nascimento, mas pernambucano de coração, já que o escritor se mudou ainda criança para Recife com sua família, e foi na infância que assistiu suas primeiras peças de mamulengo e a um desafio de viola, qual o influenciou muito em seu jeito de escrever e improvisar, sendo umas de suas marcas registradas em suas obras produzidas posteriormente.

No final da década de 1940, ingressou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho, com quem fundou o Teatro Estudante de Pernambuco, lugar que escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol, e desde então foram uma peça por ano, entre elas Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.
o-escritor-poeta-e-dramaturgo-ariano-suassuna-usa-maquina-de-escrever-1378496045568_956x500
Formou-se na faculdade em 1950, e também recebeu o Prêmio Martins Pena, pelo Auto de João da Cruz, regressou à Taperoá – interior da Paraíba, qual o escritor viveu sua adolescência até início da fase adulta – para curar-se de uma doença pulmonar. Durante sua volta, escreveu montou a peça Tortura de um Coração (1951), e no ano seguinte não se conteve e voltou a morar em Recife.

A partir deste ano dedicou sua vida a advogar, mas sem abandonar da literatura, das artes e do teatro. Foi nesta época que foram criadas as obras, O Castigo da Soberba (1953), O Rico Avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.

ariano-suassuna-microfoneFoi professor na de Estética na Universidade Federal de Pernambuco, e durante este período foi encenada a sua peça O Casamento Suspeitoso, em São Paulo, pela Cia. Sérgio Cardoso, e O Santo e a Porca, foi encenada a sua peça O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna, A Pena e a Lei, premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.

Sua parceria com Hermilo Borba Filho era tão forte, que juntos fundaram o Teatro Popular do Nordeste, e na montaram as peças, Farsa da Boa Preguiça e A Caseira e a Catarina. No início da década de 1960 interrompe sua carreira de dramaturgo, e dedica-se plenamente às aulas na UFPE. Onde defende a tese de livre-docência A Onça Castanha e a Ilha Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira. Aposenta-se como professor em 1994.Ariano Suassuna, escritor e Secretario da Cultura de Pernambuco

Foi membro fundador do Conselho Federal de Cultura (1967), nomeado pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPE (1969). Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto “Três Séculos de Música Nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura. Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, no Governo Miguel Arraes (1994-1998).

Ariano_Suassuna1Escreveu prosas de ficção, entre elas o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971) e História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao Sol da Onça Caetana (1976), classificados por ele de “romance armorial-popular brasileiro”.

No início de 1990, Suassuna ingressou ao seleto grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras e também, à Academia Pernambucana de Letras, em 2000 assumiu a cadeira 35 na Academia Paraibana de Letras, além de ser nomeado como Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
image
Homenageado em diversos nichos da arte, Ariano Suassuna sempre honrou sua nacionalidade e defendendo com unhas e dentes as produções nacionais, mostrando que o Brasil é sim refujo de bons artistas e boas obras, só precisa se pôr no mesmo patamar das peças estrangeiras, visada a cultura brasileira e principalmente a nordestina, o sertão a riqueza mais custoso a ser propagado, por isso ele utilizava-se bastante deste cenário em suas produções.

Viveu 87 anos, sendo que no mínimo 70 dedicados plenamente a literatura, respirando a arte de produzir e escrever até mesmo após sua aposentadoria.

frase-a-humanidade-se-divide-em-dois-grupos-os-que-concordam-comigo-e-os-equivocados-ariano-suassuna-120414

Mas, como ninguém está aqui para viver eternamente, no dia 23 de julho de 2014 um Acidente Vascular Cerebral (AVC), causou a morte do escritor e dramaturgo, fazendo com que sua matéria corporal fosse embora, mas sua obra e o que ele deixou em vida, permanece para sempre na literatura nacional, e também em todos os países que suas obras já foram levadas.

Por: Patrícia Visconti