Um projeto formado pelos músicos Caio Andreatta, Gustavo Rosseb e Léo Nicolosi vem para desconstruir todo conceito de banda e música já existente neste universo. Algo novo, refinado, afinado, requintado e altamente nacional. Esse é Capela.
Capela é o encontro da música de cabeceira aos ouvintes que buscam por algo novo e criativo, que completa o o existente, mas não fica nada idêntica a mesmice já existente.
Reunindo vozes afinadas, com instrumentos aguçados, todos na mesma sintonia e harmonia, sintonizando uma só emoção, somando algo inovador e criativo à música brasileira atual.
Foto por: Bruno Diniz
Ficou curioso em conhecer mais sobre a banda Capela, então você poderá conferir neste domingo (15) o show de lançamento do primeiro álbum deste projeto, intitulado “Sangue Novo”. A apresentação acontecerá no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, a partir das 19h. Os ingressos já estão disponíveis no site da Ingresso Rápido ou pelo telefone: (11) 4003 1212; O valor deles é de R$20, e tem meia-entrada.
Mas, antes ouça abaixo um pouquinho deste projeto arrojado e inovador.
Para saber mais sobre a Capela, acesse a fanpage oficial da banda no Facebook e também, o canal de Youtube do grupo.
A banda Alaídenegão, de Manaus, lança seu primeiro CD, “Senoide Sensual” (Deck Disc), com previsão de estar no mercado dia 17 de março. São 14 faixas, todas de autoria dos integrantes e de parceiros do grupo: Agenor Vasconcelos (baixo e voz), Rafael Angelo (guitarra), Davi Escobar (guitarra e voz), AJ (bateria) e Markito Rock (trompete). No dia 28, uma versão Deluxe, com duas faixas a mais, será lançada na internet.
Mas quem é Alaídenegão? É uma banda de rock de Manaus, mas não apenas de rock. Suas músicas têm toques de carimbó, reggae, zuqui, maracatu e outros ritmos regionais lá de cima.
Formada em 2010, a banda tem se apresentado intensamente em diversas cidades do Norte e Nordeste. Grande fã do mangue bit, o Alaídenegão gravou em 2010, em Olinda, o EP “Uns todo mundo, outros tudo bem”. Depois, participou do CD “Som do Norte 2011” (da Prefeitura de Manaus, com a faixa “Tecendo o Som”). Em 2013, teve o videoclipe de “Rodar na Bica” exibido na MTV Brasil.
Mas, por que Alaídenegão? Conta-nos Agenor: “O nome da banda é uma criação, uma imagem que se inventou a partir de histórias do centro da cidade de Manaus. Ele é muito doido. Sem gênero. Sem noção na real. Mas o efeito no público e entre os produtores é fantástico, fomos deixando e tomou um corpo. Agora no meio independente somos conhecidos como os ‘Alaídes’. A ideia pegou aqui em Manaus”.
A ideia da banda veio de Agenor e do guitarrista Davi, colegas do curso de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Gravaram algumas faixas para apresentar na festa de despedida do curso. Outros amigos se incorporaram e a dupla cresceu, virou um quarteto de rock com um balanço “acarimbolado”, com adição de um trompete. Começaram a tocar em bares e casas noturnas e ganharam projeção com a gravação dos EPs e ficando conhecidos nos
meios alternativos de Manaus.
Segundo Agenor, em um show no Sesc Pompeia, em São Paulo, conheceram, por intermédio de Ilsom, da banda Zefirina Bomba, de João Pessoa, o produtor Rafael Ramos, da Deck Disc. A partir desse contato, veio a proposta da gravação do “Senoide Sensorial”. Sobre a banda, diz Rafael: “Contratamos o grupo por ser uma das bandas mais originais que tem por aí. E eles fazem qualquer um dançar”.
Certamente, a banda é uma das boas surpresas dos meios independentes que pipocam pelo país. “Temos as dificuldades básicas de se viver de música no Brasil. Enquanto trabalhamos, produzimos e ensaiamos, precisamos conviver com empresários que se utilizam da cultura como mercadoria barata, para promoção e benefício próprio”, comenta o baixista e cantor Agenor, apontando uma das razões de muitos partirem para esquemas fora do chamado “mainstream”.
Enquanto não aporta por aqui, a banda prossegue em seu circuito e produz um evento semanal junto com a Estação Arte e Fato, casa do centro da cidade de Manaus, parceira da Alaíde já há algum tempo.
Ficha técnica do CD “Senoide Sensual”:
Foto por: Rakel Caminha
Produzido por: Rafael Ramos.
A & R: João Augusto. Gravado ao vivo por Chuck Hipolitho no Estúdio Costella (SP).
Gravações adicionais por Jorge Guerreiro no Estúdio Tambor (RJ). Mixado por Vitor Farias no Estúdio Tambor (RJ). Masterizado por Fabio Roberto no Tambor Master (RJ).
Músico especialmente convidado: Jessé Sadoc – trompete e flugelhorn.
Todas as faixas editadas por: Deck.
Arte e Design: Flavio
Flock. Foto: Rakel Caminha.
Uma amostra do que está no CD foi postada no Youtube há poucos dias. A faixa “Caia em Si”:
O avô era maestro; o pai, músico, e a mãe, artista plástica. Foi nesse ambiente envolto em arte que o pernambucano radicado em Brasília Tito Marcelo encontrou seu caminho.
Tocando violão despretensiosamente, resolveu começar a compor e, em 2010, ao mostrar suas músicas ao amigo de infância no Recife Renato Fonseca, veio a proposta de gravar um CD. Saiu então “Frágil verde, força de quebrar”, em dezembro de 2011, gravado no Estúdio Fibra, no Rio.
Canções leves, letras que falam de romantismo, de amor, de vida. Entoadas por uma voz suave, de timbre aveludado. Música popular brasileira da melhor tradição, com temperos que pegam carona em ritmos nordestinos, caribenhos e o que mais chegar. Todas de sua autoria.
Da galera que busca um caminho independente, longe da grande indústria fonográfica, Tito acredita que o espaço aberto pela internet é democrático e acessível, cabe ao artista saber como utilizá-lo para que chegue a quanta pessoas quer que chegue, disse ele em entrevista ao portal Somos Música.
Quase em sequência ao primeiro disco, Tito gravou “Pra ficar no sol”, lançado em 2014, também com produção e arranjos de Renato Fonseca. São 12 composições dele que mantêm a linha de suavidade e sofisticação nos arranjos e interpretação. Agora com a carreira aos cuidados da Villa-Lobos Produções, de Brasília.
Acompanham Tito no CD os músicos João Viana (bateria), Lui Coimbra (violoncelo), André Vasconcellos (baixo), Renato Fonseca (teclados), João Lyra (viola e violão), Marcelo Martins (sax e flauta), Marcos Suzano (percussão), Alexandre Katatau (baixo) e Vinicius Rosa (violão e guitarra).
Esta semana, Tito ofereceu para baixar uma das faixas de “Pra ficar no sol”. O single “Inexplicável” está disponível para download no Soundcloud. Conforme ele, a canção “foi composta inspirada em reflexões sobre nossa identidade e em como expressá-la”. A faixa também está em um vídeo no Youtube, gravado no estúdio Toca do Bandido, no Rio, onde o disco foi gravado, com direção de Gláucio Ayala (Drive Filmes) e assistência de Rodrigo Sabatinelli.
Assista abaixo o videoclipe do single “Inexplicável”:
Essa pequena rondoniana, chegou na grande metrópole paulistana sem lenço e apenas com uma mochila nas costas, em busca de seu sonho de fazer carreira na música.
Samara Noronha sempre teve muita influência artística, aos quatro anos ela começou a fazer aulas de desenho e pintura com artistas locais, mas optou por ter as tintas apenas como um hobby. E pouco antes de entrar na adolescência, aos 11, percebeu que sua paixão sempre foi a música e participou de alguns festivais musicais em sua cidade e pela região de Rondônia, e apenas aos 14, ganhou sua primeira guitarra.
Todavia, a impulsividade e astúcia de Samara são inevitáveis, e ela queria mais, buscar novos horizontes e partir para o sul e correr atrás do que realmente importava, fazer música e ser reconhecida por ela.
Então, em 2007 ela pegou uma mochila e partiu para São Paulo, sem muito dinheiro e lugar para ficar, Samara teve que se abrigar em um albergue da prefeitura, passou por experiência nada fácies, mas com muito trabalho e determinação, anos depois ela trouxe sua família do norte e conseguiu se estruturar na capital paulista.
Em 2011, já firmada na cidade, a cantora ingressou no curso de Produção Musical, na Universidade Anhembi Morumbi, onde foi buscar conhecimento e oportunidades para conduzir melhor sua carreira, afinal não da para viver dependendo dos outros do todo tempo, temos que buscar meios para nos sustentar com nossas próprias pernas.
E foi dessas gnoses que em 2014 ela se unificou numa sólida parceria com o músico e produtor Vinny, nascendo seu primeiro single lançado no final do mesmo ano intitulado “Caos”, um rock ao mesmo tempo visceral, sexy e urbano. Por sinal, a maioria das canções de Samara tem essa pegada rock e urbano, mas com um sentimento próprio, que qualquer pessoa pode se identificar.
Recentemente a dupla está trabalhando em outras músicas, que em breve será compactadas e lançadas num álbum completo, tornando o sonho desta pequena rondoniana realidade. E ninguém duvide que ainda ouviremos muito seu som nas rádios de todo país.
Confira abaixo o videoclipe de “Caos”, primeiro single da cantora, que traz o Rock n’ Roll no melhor estilo “do it yourself”:
Para conhecer mais sobre o trabalho de Samara Noronha, acesse as redes sociais da artista e fique ligada nesta pequena com voz grande.
Completando 20 anos de carreira, a cantora e percussionista Michele Abu lança seu primeira compacto, “#1”, lançado no final do ano de 2014.
Michele é uma multi-instrumentista, Abu traz uma apresentação diversificada, transitando facilmente por diferentes estilos musicas, indo da música popular ao rock, até mesmo ritmos regionais e de raiz, mostrando sua verdadeira essência e suingue à sua obra.
Baiana de Salvador, Michele se apresentou com sua primeira banda DendêCumJah, tocando de rock a reggae. Depois ela ingressou na percussão do grupo feminino Didá, e passou a tocar com diversos artistas da Bahia, como Margareth Menezes, Naná de Vasconcelos, Roberto Mendes, Silvia Patrícia, Alex Mesquita, além de viajar em turnê com o Circo Picolino por dois meses pela França, como baterista, em 2001.
Além do mais, a cantora já atuou com diversos ícones da música popular brasileira, como Lobão, Elza Soares, Baby do Brasil, Aldo Brizzi (ITA) e mais recentemente com Arnaldo Antunes, Edgar Scandurra e Toumani Diabaté, em turnê com o trabalho A Curva da Cintura.
Uma intérprete irreverente e cheia de atitude, que domina o palco e mostra o que sabe fazer de melhor, que é cantar e fazer música de qualidade, nunca perdendo sua origem, mas sempre inovando no ritmo e na sonoridade.
A cantora inicia seus primeiros shows da carreira solo no mês de Março. E o repertório, como não poderia deixar de ser, apresenta toda sua vertente roqueira, sem perder o pulso ou a baianidade. E as primeiras paradas a receberem o show são Araçatuba, no dia 07/03, e o SESC Pinheiros, em São Paulo, no dia 11/03.
Para conhecer mais sobre a Michelle, acesse o site oficial da cantora, sua página no Facebook e também, pode conferir seus videoclipes e singles através de seu canal no Youtube.
SERVIÇO
Michelle Abu @Araçatuba
Local: SESC Araçatuba
End: Praça João Pessoa (Araçatuba – SP)*
Data: 07/03/2015 (sábado)
Horário: às 20h30
Ingressos: Evento gratuito
*Em caso de mau tempo o show pode ser transferido para o Teatro Municipal Castro Alves (Rua Duque de Caxias, 29 em Araçatuba), às 21h, com ingressos limitados a serem retirados a partir das 19h30 na portaria do teatro.
Michelle Abu @SESC PINHEIROS
Local: Auditório do SESC Pinheiros (3o andar)
End: Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros/ SP.
Data: 11/03/2015 (quarta-feira)
Horário: às 20h30
Ingressos: R$ 25,00(inteira) / R$ 12,50 (meia) / R$ 7,50 (credencial plena)
*Não será permitida a entrada de menores de 10 anos.