[Caixa de Som] Tradição e modernidade da MPB em uma bela voz

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O avô era maestro; o pai, músico, e a mãe, artista plástica. Foi nesse ambiente envolto em arte que o pernambucano radicado em Brasília Tito Marcelo encontrou seu caminho.

Tocando violão despretensiosamente, resolveu começar a compor e, em 2010, ao mostrar suas músicas ao amigo de infância no Recife Renato Fonseca, veio a proposta de gravar um CD. Saiu então “Frágil verde, força de quebrar”, em dezembro de 2011, gravado no Estúdio Fibra, no Rio.

10255423_767380496606992_8016825917735107057_nCanções leves, letras que falam de romantismo, de amor, de vida. Entoadas por uma voz suave, de timbre aveludado. Música popular brasileira da melhor tradição, com temperos que pegam carona em ritmos nordestinos, caribenhos e o que mais chegar. Todas de sua autoria.

Da galera que busca um caminho independente, longe da grande indústria fonográfica, Tito acredita que o espaço aberto pela internet é democrático e acessível, cabe ao artista saber como utilizá-lo para que chegue a quanta pessoas quer que chegue, disse ele em entrevista ao portal Somos Música.

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Quase em sequência ao primeiro disco, Tito gravou “Pra ficar no sol”, lançado em 2014, também com produção e arranjos de Renato Fonseca. São 12 composições dele que mantêm a linha de suavidade e sofisticação nos arranjos e interpretação. Agora com a carreira aos cuidados da Villa-Lobos Produções, de Brasília.

Acompanham Tito no CD os músicos João Viana (bateria), Lui Coimbra (violoncelo), André Vasconcellos (baixo), Renato Fonseca (teclados), João Lyra (viola e violão), Marcelo Martins (sax e flauta), Marcos Suzano (percussão), Alexandre Katatau (baixo) e Vinicius Rosa (violão e guitarra).1461095_707284432616599_2091743729_n

Esta semana, Tito ofereceu para baixar uma das faixas de “Pra ficar no sol”. O single “Inexplicável” está disponível para download no Soundcloud. Conforme ele, a canção “foi composta inspirada em reflexões sobre nossa identidade e em como expressá-la”. A faixa também está em um vídeo no Youtube, gravado no estúdio Toca do Bandido, no Rio, onde o disco foi gravado, com direção de Gláucio Ayala (Drive Filmes) e assistência de Rodrigo Sabatinelli.

Assista abaixo o videoclipe do single “Inexplicável”:


Conheça mais sobre o Tito em:

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Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[8 Bits] Assassin’s Creed Rogue – O inimigo agora é outro!

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Novembro é um ano conhecido pelos games, e isso se deve as novidades que chegam às lojas prontas para serem adquiridas.

A novidade agora se refere ao Assassin’s Creed – Rogue, novo jogo desenvolvido pela Ubisoft, exclusivo para consoles da antiga geração (enquanto que AC Unity sairá apenas para os da nova geração). E desta vez, o enredo passou a ser bem mais diferente neste como os anteriores.

Aos fãs mais antigos, a disputa milenar entre os Assassinos e Templários sempre foi o centro dos jogos da franquia Assassin’s Creed, mas o novo Rogue, você se torna um ser “neutro” diante de toda essa confusão.

No enredo, o Assassino Shay é traído pela ordem e jura a si que caçaria todos os integrantes da Ordem, sem deixar um passar livre por sua mira.

Algo totalmente novo, pois estamos mais acostumados a caçar os templários malvados e seus aliados. Será um capítulo sombrio nesta belíssima franquia!

Assassin’s Creed – Rogue, chegará às lojas dia 11 de Novembro.

E ai, ansiosos para um novo capítulo desta incrível saga?

Confira abaixo o trailer de Assassin’s Creed Rogue:

Por: Daniel Barris

[Total Flex] Quando a tradição se quebra

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Nas últimas semanas, a imprensa especializada em televisão tem noticiado a queda de audiência e a rejeição do público a dois programas tradicionais da Rede Globo: Fantástico e Vídeo Show, o que tem preocupado a direção da emissora.

Ao me deparar com tal fato, li alguns textos e refleti sobre alguns pontos que tratarei ao longo deste texto. Mas antes de fazer uma análise mais concreta, é preciso fazer uma espécie de histórico sobre a TV Globo e suas mudanças.

Acima de tudo, é preciso lembrar que a Rede Globo é tradicionalista. Se fizermos uma breve pesquisa, podemos ver, por exemplo, que temas de abertura de programas como Jornal Nacional e até mesmo do vespertino “Vale A Pena Ver de Novo” (que recentemente ganhou uma estranha versão cantada), mudaram com o passar dos anos, mas a base delas permanece inalterada.

O que quero afirmar é que a Globo sempre promoveu mudanças – afinal é necessário mudar – mas as mudanças sempre ocorreram de forma lenta e gradual, de forma sutil. Era uma mudança ali e outra aqui, o que é saudável e evita que o telespectador “leve um susto” com uma possível mudança brusca.

Mas acontece que, de um tempo para cá, a Globo vem se descaracterizando. A parte gráfica foi completamente alterada. Prateados, coloridos e bem feitos logos da emissora têm sido substituídos por logos mais pobres, que remetem ao símbolo oficial da emissora dos anos 70 e 80.

Porém o mais arriscado é quando se tem a pretensão de mexer nas bases de programas que já são tradicionais e conquistaram o respeito e afeto do público por causa disso, como é o caso dos dois programas que citei aqui.

Vamos novamente recorrer a um breve histórico sobre eles. Começarei pelo Vídeo Show. O “VS” estreou em 1983, teve diversos apresentadores, mas, com o passar dos anos, deu pra perceber que a fórmula que agradava ao público não tinha nenhum requinte: um cenário pequeno, um apresentador chamando as matérias e o carro-chefe do programa, que são as matérias sobre os bastidores, curiosidades sobre a programação atual e antiga e erros de gravação. O público foi acostumando-se a ver o Vídeo Show deste jeito, principalmente nos 16 anos em que Miguel Falabella esteve à frente do comando da atração, que viveu com ele a sua fase mais popular.

Com o passar dos anos, fatos sobre bastidores foram sendo deixados de lado e o Vídeo Show foi se transformando no TV Fama (programa sobre fofocas exibido pela Rede TV!), falando sobre a vida pessoal dos globais. Além disso, a base dele foi sendo alterada nos últimos anos: a presença de vários apresentadores, o que foi deixando o público carente de uma figura para associar diretamente ao programa, como foi o caso de Falabella e o cenário foi deixando de ser “aconchegante” para o público.

Neste ano, o Vídeo Show sofreu a sua mais agressiva mudança em anos. Todas as características que fizeram o programa ganhar público e que citei aqui foram trocadas por grandes cenários, plateia e apresentadores e repórteres que misturavam de funções e não criavam uma identidade com o público. Além disso, num primeiro momento, o “VS” criou uma relação de dependência com seus entrevistados, dependendo única e exclusivamente deles o bom andamento da atração.

Muito tem se falado sobre Zeca Camargo, o novo apresentador do programa. Uma matéria do site “Notícias da TV” revela, que, em pesquisa, a Globo descobriu que, para parte do público, Zeca é “sofisticado demais” para o Vídeo Show. De fato, ele é sofisticado, culto, mas não acredito que ele seja o problema desta atual situação do programa. Miguel Falabella também é sofisticado, dono de uma vasta bagagem cultural e foi uma figura bem popular no Vídeo Show, o que reforça a tese de que o grande problema na queda de audiência e popularidade do programa está na bruta mudança de um formato tradicional, não no apresentador.

O programa vem sofrendo uma série de alterações. As entrevistas perderam espaço, quadros antigos estão voltando aos poucos e novos vão chegando, como a reedição do game show “8 ou 800”, de perguntas e respostas.

Falando agora sobre o Fantástico, o programa, que estreou em agosto de 1973, surgiu com identificação de “Show da Vida”, o que entrega que, em seus primeiros anos, o conceito de “show” era mais forte que o de “jornalismo”, com clipes e musicais. Com o passar dos anos, este conceito foi sendo modificado. Os “Clipes do Fantástico” foram extintos nos anos 90, motivados principalmente pelo lançamento da filial brasileira da Music Television, a MTV, e o Fantástico foi se transformando em um programa essencialmente jornalístico, sendo assim até hoje.

Em sua história, o Fantástico sempre teve um relacionamento com a tecnologia. Assuntos ligados aos avanços tecnológicos sempre foram pauta e, principalmente, foram incorporados ao programa. Me lembro que, em uma das edições que assisti nos anos 90, testemunhei Pedro Bial conversando ao vivo com Zeca Camargo direto da China via internet – uma novidade, apesar da precariedade da conexão existente na época.

Mas as novidades no Fantástico sempre foram inseridas no programa de forma lenta para, como já ressaltei aqui, não causar muita estranheza no telespectador. O tempo foi passando, a concorrência com outras emissoras foi ficando mais acirrada e o Fantástico foi perdendo audiência.

Apesar de tudo, aos trancos e barrancos, o Fantástico sempre conseguiu ter boa audiência. O público já estava acostumado com a atual forma do programa, com os apresentadores passeando pelo cenário virtual apresentando a atração, com uma novidade aqui, outra ali. Até que, neste ano, foi prometida uma grande reformulação no “Show da Vida”.

Na estreia, já aconteceu um grande erro: a Globo desrespeitou a sua tradição e apresentou diversas novidades de uma vez. Foi um verdadeiro “vômito de novidades”. E quando “vomita-se” deste jeito, a tendência é que o telespectador estranhe tudo aquilo, pois ele está lidando com algo com o qual não está acostumado. E este foi o maior problema do Fantástico. Logo de cara, vimos um cenário completamente diferente, um “repórter-robô”, bonequinhos virtuais aparecendo na tela com o intuito de reproduzir a reação do telespectador em relação ao que era apresentado, além de quadros que não interessaram ao público, como a “reunião de pauta”.

As equipes dois programas já trabalham para recuperar um pouco do prestígio perdido, realizando alguns ajustes.
Nesses casos específicos, nós, os amantes da televisão e da comunicação, podemos aprender uma grande lição: não só o rádio, mas a televisão precisa apegar-se mais às suas tradições, especialmente a Rede Globo, que, por ser fiel às suas tradições, apesar das mudanças, conseguiu chegar ao posto de maior rede de TV do país. E, quando a tradição é quebrada, a rejeição acontece. E é exatamente isso que estamos testemunhando neste momento na TV brasileira.

Por: Rodrigo Almeida

[Cantinho Literário] Literatura é a cura para a vida

“A escrita é terapia para quem lê e para quem escreve, o que em nosso tempo, não é pouca coisa.”
(por: @FebredeRato)

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Para mantermos o ritmo na divulgação de novos artistas, vamos seguir nosso rumo, promovendo mais um jovem poeta, Josué Rowstock, 20 anos, de Santa Maria, Rio Grande do Sul, ou como ele assina seus textos, J. Rowstock.

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J. Rowstock é um escritor “spunk punk violento” e sua escrita é libertária e terapêutica, se diz um beatnik sem ter dormido na montanha da desolação, contudo se encontra no deserto de Mojave na poesia, nas ruas através dos contos, nas notícias pela crônica, pois ele vive para escrever, pois sua vida é baseada em suas leituras, poemas e análises textual, porque a escrita é uma terapia para a vida.

Rowstock já ganhou divervos prêmios , é coordenador do projeto Febre de Rato, que é o blog, onde ele publica seus textos, poemas, dicas e movimentos da literatura.

Ele é formado em Letras, pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, cidade na qual mora e toda sua vida é ao redor da literatura e por isso, uma vez por mês, J. estará aqui, mostrando seus anseios literários, como um colaborador do Cantinho Literário.

Mas não pensam que vamos parar de promover esses novos talentos da literatura, isso jamais irá acontecer, afinal estamos aqui para divulgar e promover a cultura alternativa, para que todos saibam que neste Brasil e mundo a fora, há diversos artistas trancados em seu quarto, produzindo e montando suas ideias, como o J.Rowstock, que vive 24 horas do seu dia, no mundo literário.

Sinceridade Literária
“É impressão minha, ou realmente existem escritores que enfiam agulhas em si mesmos para terem uma boa história para contar? Ou uma infame poesia para ser escrita…

É lamentável e nada mais do que mediocridade mentir para o leitor. E não estou falando de literatura fantástica, pois estes ainda cultivam uma imaginação enorme, simplesmente estou falando desses tipos que agora sofrem,bebem sem ter vontade de beber, tomam porres de vinho e acreditam que esses alfinetes pingados na pele vão dar boas histórias.

Meu amigo, se tua história não for sincera, todo este teu “drama” não valerá de nada e já sugiro que volte sua escrita para os concursos literários e premiações ou tente uma vaga na Casa dos Poetas. Afinal, existem palavras para todos, existem muitos escritores, mas poucos são os que dão a sua alma para o diabo, quero dizer, o negócio.”

Veja abaixo os livros premiados de Rowstock:
– Coração de Tinta
-Nos olhos negros da Solidão
-Os javalis não Transpiram
-Das histórias de Clarisse
-De tudo e mais um Pouco
-Poesias Cotidianas.
Gênero Plural (misto)

Clique aqui para comprar seus livros:

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Confira mais informação do jovem, J.Rowstock:
E-mail – febrederato@hotmail.com
Blog – http://febrederato9.webnode.com/sobre-nos/
Facebook projeto – https://www.facebook.com/febre.derato
Facebook pessoal – https://www.facebook.com/jrowstock

Por Priscila Visconti