[Cyber Cult] Brasil, a tarifa mais cara da América do Sul

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O Brasil é o país das taxas, juros e impostos altos, e isso não seria diferente nas tarifas de celular, pois segundo uma pesquisa realizada pelo aplicativo Weplan, em oito países da América do Sul, os brasileiros gastam até R$ 1 mil por mês com conta de celular, liderando o ranking de tarifa mais cara dos países sul-americano, a Argentina, gasta em torno de R$ 123 reais.

As oito operadoras em atividade no Brasil, a Vivo detém 28,6% dos clientes seguida por Tim com 26,8%, Claro com 25% e Oi com 18,4% e o restante é representado por 0,97% dos consumidores.

A pesquisa foi realizado com 118 planos de telefonia móvel e apontou 79% dos consumidores contratam planos pré-pagos e apenas 21% escolhem os pós-pagos e nessa pesquisa indica ainda que os brasileiros poderiam economizar até R$ 49 por mês na tarifa mensal ao trocar de plano.

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Além das altas tarifas de celular no Brasil, há também o péssimo sinal e a duração dos créditos, dos telefones pré-pagos são rápidas, pois uma ligação, ou então entrar na internet, as operadoras já cobram o valor do serviço utilizado, fazendo com que no fim do mês, a pessoa tenha que recargar novamente seu celular.

Esse é o nosso Brasil, o país das altas taxas e dos grandes juros, em que a população ao menos pode usufruir do que paga.

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Zuenir Ventura na Acadêmia Brasileira de Letras

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Na última sexta-feira (6), a cadeira de número 32, da Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), voltou a ser ocupada, pelo jornalista e escritor, Zuenir Ventura, de 83 anos, a vaga antes pertencia ao paraíbano Ariano Suassuna, que faleceu em julho de 2014, que agora passa a ter a posse de um mineiro, que já fez e ainda faz muito pelo jornalismo brasileiro.

A cadeira 32 tem como fundador o jornalista, professor e poeta Carlos de Laet e tem como patrono o poeta, professor, jornalista, diplomata e teatrólogo Araújo Porto-Alegre. Depois foi ocupada por Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo, Genolino Amado e Ariano Suassuna.

1425691940014Em seu discurso de posse, Ventura fez uma relação entre a chegada dele à ABL e a de Ariano Suassuna e da emoção de se tornar um imortal. “No seu discurso de posse em 9 de agosto de 1990, Ariano revelou que, desde menino, sabia que um dia chegaria aqui como imortal, ao contrário de mim, que jamais sonhei em alcançar essa glória. Pode-se então imaginar a emoção deste filho e ajudante de um pintor de parede, em estar sendo acolhido neste templo do saber com tanta estima e consideração.”

Zuenir Ventura é casado com Mary Ventura há 51, tem um casal de filhos, Elisa e Mauro, é bacharel e licenciado em letras neolatinas,
jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e agora será imortalizado pela ABL, ocupando a cadeira número 32.

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Parabéns Zuenir Ventura, que outros jornalistas, letrados, escritores e poetas, também sejam reconhecidos como você foi, pela Acadêmia Brasileira de Letras (ABL), pois isso é um fato marcante não só para história das Letras, mas também de todo o Brasil.

Por Priscila Visconti

[Total Flex] Teatro MuBe apresenta a estreia de Consertando Frank, neste fim de semana

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O Teatro MuBe tem a honra de apresentar o espetáculo que estreia nesse sábado (7) e vai até o dia 26 de abril, a peça que foi premiado no APCA 2014, no prêmio Melhor Diretor e conta a história de um repórter que, persuadido por um psicólogo, disfarça-se de paciente para conseguir uma matéria jornalística que denuncia um psicoterapeuta por ter desenvolvido um método de reversão da homossexualidade, o espetáculo “Consertando Frank”.

Nessa montagem brasileira reúne os atores Rubens Caribé, Henrique Schafer e Chico Carvalho e com o texto inédito no Brasil e nota máxima do Prêmio Zé Renato, além de uma equipe renomada que compõe o projeto, a iluminação fica por conta de Fran Barros, a trilha sonora de Ricardo Severo, figuro de Naum Alves de Souza e cenário de Chris Aizner completam a uma grande equipe criativa.

Sinopse:
unnamedO espetáculo gira em torno do repórter freelancer FRANK JOHNSTON, que é persuadido pelo psicólogo e ativista gay, JONATHAN BALDWIN, com quem mantém uma relação amorosa, a disfarça-se como paciente para conseguir a matéria jornalística de sua vida: destruir a reputação do DR. ARTHUR APSEY, psicoterapeuta que desenvolveu um método de reversão da homossexualidade.

Entretanto, o plano começa a dar errado quando o poder de persuasão e argumentação do Dr. Apsey acaba seduzindo Frank e colocando suas convicções em cheque. Ao descobrir a verdadeira intenção das visitas do jornalista ao seu consultório, Apsey propõe a ele passar pelo mesmo processo de “cura”, a fim de dar mais veracidade à sua reportagem. Na medida em que Frank caminha na corda bamba entre o papel de repórter e o de paciente, ele mesmo torna-se objeto da manipulação dos dois terapeutas à sua volta.

Sobre os personagens:
SOBRE KEN HANES
Ken Hanes é autor dos livros The Gay Guy’s Guide to Life (Fireside/Simon & Schuster); The Gay Guy’s Guide to Love (Crown/Random House); e Speaking Out (Three Rivers Press/Random House). Suas peças teatrais receberam os prêmios Los Angeles Playwriting Award, South Coast Rep’s California Playwrights Competition e David Library Playwriting Award. Ele recebeu dois prêmios Seattle Arts Commission Individual Artist Award e dois prêmios Seattle Arts Commission Individual Artist Award. Possui Mestrado de Artes em Dramaturgia pela Universidade de Indiana. CONSERTANDO FRANK foi produzida originalmente no circuito off-Broadway de Nova York e subsequentemente recebeu mais de uma dúzia de produções no mundo todo. Ele recebeu uma indicação ao prêmio Independent Spirit Award por seu roteiro para a versão cinematógráfica de CONSERTANDO FRANK. Atualmente está trabalhando em seu primeiro romance.

SOBRE MARCO ANTÔNIO PÂMIO
Formado no CPT e com pós-graduação no Drama Studio London, é vencedor de diversos prêmios, como o APCA 1984 de ator-revelação pelo papel de Romeu, no “Romeu e Julieta” dirigido por Antunes Filho, e o APCA 2006 de melhor ator no papel-título em “Edmond”, além de diversas indicações como ator aos prêmios Shell, Mambembe e APCA. Também foi indicado ao Prêmio Quem! de Teatro 2008 na categoria de melhor diretor, por “Amor e Restos Humanos”. Participou como ator de novelas e minisséries, entre as mais recentes “O Negócio” na HBO e “Sessão de terapia” na GNT. Já dirigiu e atuou em mais de trinta espetáculos teatrais. Recentemente, dirigiu os espetáculos “Propriedades Condenadas” e “Assim é (se lhe parece)”, que lhe rendeu o prêmio APCA 2014 de melhor diretor e uma indicação ao Prêmio Shell.

SOBRE CHICO CARVALHO
Ator formado pela faculdade de Artes Cênicas da UNICAMP. Esteve envolvido na montagem de diversos espetáculos, como “Édipo Rei” e “Fausto”, ambos sob direção de Marcio Aurélio; “Réquiem”, dirigido por Francisco Medeiros; “Hamlet”, dirigido por Ron Daniels. Sob direção de Marcelo Lazzarato, protagonizou “Ricardo III”, de Shakespeare, papel que lhe valeu o Prêmio Shell 2013 de melhor ator.

SOBRE HENRIQUE SCHAFER
Ator com formação em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Foi indicado em 2005 ao Prêmio Shell de Melhor Ator por sua atuação no monólogo “O Porco”, trabalho que lhe rendeu muitos elogios da crítica e público. Foi também indicado em 2013 ao prêmio de Melhor Ator pela APCA por sua atuação na peça “Afogando em Terra Firme”. Além do Teatro vem atuando em cinema (“O que se move”, “Augustas”, “L”, entre outros) e televisão (série “Som e Fúria”, novela “Em Família”, entre outros).

SOBRE RUBENS CARIBÉ
Estreou em 1987 com “Hair”, de Antônio Abujamra. Na TV atuou em “Anos Rebeldes” e “Fera Ferida” (Globo), “Sangue do Meu Sangue” e “Os Ossos do Barão” (SBT) e “Cidadão Brasileiro” (Record). No teatro, trabalhou com os diretores Cacá Rosset, Ulysses Cruz, Ron Daniels e Felipe Hirsch, entre outros. Ganhou o Prêmio de Melhor Ator – APETESP 1995 por “O Melhor do Homem”, e foi indicado para os Prêmios APETESP 1997 como melhor ator coadjuvante por “Hamlet”, e Shell/RJ de Melhor Ator por “Rei Lear”. Recentemente, atuou no espetáculo “Assim é (se lhe parece)”, pelo qual foi indicado aos prêmios Shell e APCA de melhor ator.

Ficha técnica:
Texto: Ken Hanes
Tradução e direção: Marco Antônio Pâmio
Elenco:
Chico Carvalho (Frank Johnston)
Henrique Schafer (Dr. Apsey)
Rubens Caribé (Jonathan Baldwin)
Produção: Ronaldo Diaféria e Kiko Rieser
Iluminação: Fran Barros
Trilha sonora: Ricardo Severo
Figurino: Naum Alves de Souza
Cenário: Chris Aizner

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SERVIÇOS
Teatro MuBE Nova Cultural
Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa/SP – Tel. (11) 4301-7521
Dia: de 07 de março à 26 de abril
Site: www.mubenovacultural.com.br

Horário:
Sextas, às 21h30;
Sábados, às 21h30
Domingos, às 18h.

Ingressos:
R$ 20 até 22 de março;
R$ 30 a partir de 27 de março.

Bilheteria:
Quarta e Quinta das 14h00 às 18h00 (ou até o horário da atração);
Sexta das 14h00 às 21h30 (ou até o horário da atração);
Sábado das 14h00 às 21h30 (ou até o horário da atração);
Domingo das 10h00 às 18h00 (ou até o horário da atração).

Atrações durante a semana a bilheteria funciona do dia do evento a partir das 14h00 até o horário do Show. Só terá bilheteria às terças-feiras em dias de Show. Abertura às 14h00.

Aceita dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa e Master Card)

Capacidade do espaço: 192 lugares
Ar condicionado
Vallet: R$ 25,00
Gestão e Realização: Innovax Arte Cultural
Administração: Paulo Gabriel e Eduardo Jacsenis

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Sony lança smartphone à prova d’água

20150302131028_660_420Quem já imaginou em ter um smartphone à prova d’ água? Não, não estou ficando louca, pois a Sony anunciou no Mobile World Congress, que é a maior exposição do mundo para a indústria móvel e uma conferência com importantes chefes executivos das operadoras móveis, fabricantes de dispositivos, provedores de tecnologia, fornecedores e proprietários de conteúdo de todo o mundo.

Mas é isso mesmo, a Sony criou o Xperia M4, um smartphone à prova d’ água, esse é primeiro modelo octa-core de 64 bits da marca e o modelo tem uma tela de 5 polegas com resolução de 720p, câmera traseira de 13 megapixels e frontal de 5 megapixels, processador octa-core de 64 bits Snapdragon, 2 GB de memória RAM, 8GB de armazenamento interno, bateria que promete durar até 2 dias com uma única carga e roda a versão 5.0 Lollipop do Android.

Mas o aparelho não possuí nenhum botão, nem tampa e tampouco uma entrada de USB exposta, porém a impermeabilidade do aparelho funciona sob algumas condições:  não pode ser submerso a mais de 1,5 m de profundidade, a água salgada não é recomendada, depois de entrar em contato com água com cloro o dispositivo precisa ser lavado e, por último, antes de colocar o M4 para carregar a porta USB deve estar seca.

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O M4 Aqua tem preço sugerido 299 euros (cerca de R$ 960) e estará disponível em 80 países, mas ainda não há informações sobre data de disponibilidade do aparelho, aqui no Brasil, mas vamos aguardar mais informações, para conferir o smartphone à prova d’água.

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] O Barquinho Cultural e As Vantagens de Ser Invisível

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Salve salve tripulação, essa semana aqui no departamento de literatura do O Barquinho Cultural, vamos falar de um livro, que tem um pouco a ver com nossa redação, que faz as coisas sempre na invisibilidade, mas passando pelos mesmo problemas das pessoas que não não sabem o que é ser invisível, por isso esse livro, será destaque aqui no OBC, pois a vida de ser invisível, não é fácil e temos que ”ralar’ muito para conseguir o nosso lugar.

O livro de hoje, aqui no Cantinho Literário, será um muito bem elogiado pela critica, não só na literatura, mas no cinema, já que também teve adaptação para na sétima arte, que nessa adaptação teve Emma Watson, a bruxinha de Harry Potter, a Hermione e Logam Lerman, a estrela e filho de Poseidon, o deus do mar,
Percy Jackson. Essa obra é o livro “As Vantagens de Ser Invisível”, que foi escrita por Steven Chbosky, sendo sua estreia como escritor, mas que já vendeu mais de 700 mil exemplares só nos Estados Unidos.asvantagens

O livro é ao mesmo tempo engraçado e atordoante, também reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe, a não ser pelo que ele conta nessas correspondências, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

tumblr_mh8xmkyasl1r0xbnlo1_500_large2Mas as maiores dificuldades, é na escola, pois muitas vezes é ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Mas em si, o livro apresenta uma história íntima, hilariante e ás vezes mostram os jovens em confronto com sua própria história no presente e no futuro, isso mostra alguns personagens da trama, já que ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel
no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

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Coleção: JOVENS LEITORES
Autor: CHBOSKY, STEPHEN
Tradutor: VINAGRE, RYTA
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: ROCCO
Assunto: Teen – Literatura – Romances
Ano: 2007

Sinopse:
Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras – são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.

Por Priscila Visconti