[Cyber Cult] Xiaomi – “Apple Chinesa” está de malas prontas para sua vinda ao Brasil

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A fabricante de smartphones que mais cresce no mundo todo atualmente, já está de malas prontas para sua chegada ao Brasil, a Xiaomi, “Apple da China” é uma empresa chinesa e promete revolucionar o mercado dominado por Samsung, Apple, LG, Nokia e Sony. No ano passado a empresa passaou a LG e se tornou a maior produtora de celulares no mundo, chega perto das maiores Samsung e Apple.

Xiaomi está na China e na Índia, países que consomem muitos aparelhos de entrada da empresa. A companhia marcou uma coletiva de imprensa em São Francisco, nos EUA , ela não vende smartphones no Ocidente.

A empresa tem aparelhos que unem um bom design com um hardware interessante. Por isso, caso sua entrada no mercado ocidental se concretize futuramente, poderemos ter um grande player para bater de frente com as gigantes Samsung e Apple.

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A chegada ao Brasil está um pouco atrasada, mas o plano revelado anteriormente previa o lançamento dos aparelhos da Xiaomi até o final deste ano e a expansão foi mais lenta que o planejado, segundo o vice-presidente Hugo Barra (brasileiro e ex-executivo do Google), porque a empresa decidiu focar esforços na Índia e na Indonésia.

Xiaomi tem apenas quatro anos e se destaca por oferecer smartphones com especificações em linha com os melhores aparelhos das grandes marcas, mas com preço acessíveis,
sem nenhum contrato com operadoras ou subsídio.

O valor de um produto de topo de linha chega a custar cerca de US$ 300, metade de um Galaxy S4 um iPhone e todos os produtos são vendidos pelo site oficial da companhia, em promoções-relâmpago, que acabam criando burburinho em torno de seus produtos.

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Nesta quinta-feira (12), a empresa chinesa Xiaomi marcou uma coletiva de imprensa, para apresentar a marca aqui no Brasil, já que tudo indica que as vendas dos smartphones devem começar já nesse primeiro semestre, mas vamos aguardar mais informações, para saber mais informações da chinesa Xiaomi.

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Tá tá tá… Professor Jirafales lança autobiografia contando sua trajetória no seriado Chaves

[UNSET]

Tá tá tá… Quem não se lembra do bordão mais famoso do Mestre Linguiça, quer dizer do Professor Jirafales? Todo mundo ainda ri e se diverti com toda a turma do Chaves e também com as aventuras atrapalhadas do super-herói latino Chapolin Colorado.

O professor mais querido de todo mundo, não, não é a Professora Helena do Carrossel, como muitos pensam, mas sim o trilho em pé do Professor Jirafales, lançou no dia 29 de janeiro deste ano de 2015, dois meses depois da morte do criador dos personagens mais queridos, o mestre Chespirito, lançando sua autobiografia pela editora Planeta, contando um pouco de seu personagem, de como ele conheceu Bolaños e também de sua convivência com todos os atores na série.

portada_despues-de-ustedNa autobiografia de 284 páginas, o “professor mais querido da América Latina” fala de suas origens como ator, de como conheceu Chespirito, criador do programa – e das divisões que surgiram no elenco, que à distância qualifica como “diferenças de família”.

No livro, o Professor Girafales, que vive sua aposentadoria na cidade de Puerto Vallarta, na costa do Pacífico, relata que se inspirou em um “velho e querido professor do ensino secundário” para encarnar seu personagem.

Aguirre lembra com carinho os atores de Chaves, exceto Florinda Meza, a viúva de Bolaños. Ele a descreve como uma mulher ciumenta”, que tinha “encantado” o ator e produtor, falecido no ano passado, e evitava lhe passar as ligações telefônicas.

Aguirre, de 80 anos, foi narrador de touradas e locutor antes de ser famoso. Conta que quando apareceu pela primeira vez na televisão, o diretor do canal em que ele trabalha lhe disse que era “grotesco” com suas mãos enormes e uma estatura de 1,95m.

Nas memórias, em que publica fotos de diferentes fases de sua vida, o ator diz que nunca lhe custou trabalho interpretar ao professor Girafales. “Não me deu trabalho porque sou como ele: vaidoso, brega, romântico e sonhador. Eu sou exatamente como é Girafales.”

A frase “Depois de você”, que dá nome à memória vem do diálogo que teve o maior professor e Dona Florinda na série quando ela o convidou para ir a sua casa para tomar uma xícara de café.

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Mais informações:
Después de usted – Rubén Aguirre (Professor Jirafales)
Tamanho: 4247 KB
Número de páginas: 218 pages
Editorial Planeta – Mexico (January 29, 2015)
Idioma: Espanhol

Para comprar o livro do Professor Jirafes, clique aqui;

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] A Literatura Nacional ainda vive nas mãos de Marcelino Freire

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Essa semana vamos falar de autores nacionais, mas não pensem que iremos parar de falar dos novos escritores, só estamos mudando a pauta, porque estamos buscando novos talentos da literatura brasileira. Mas, enquanto caçamos por novidades, vamos falar um pouco sobre os escritores já conhecidos no meio literário, como o escritor pernambucano Marcelino Freire, que já ganhou alguns prêmios e tem vários livros e textos publicados.

Marcelino Juvêncio Freire, esse é seu nome completo, nasceu em Sertânia, estado de Pernambuco, não menosprezando os escritores de outros estados, mas lá pelo nordeste saem grandes autores, uma prova disso é o poeta e escritor Ariano Suassuna, que faleceu no ano passado, mas vamos voltar ao Marcelino, já que ele é o foco aqui, pois se formos falar do Ariano, iremos falar por horas e horas, só rasgando seda à ele.

Marcelino já participou juntamente com artistas plásticos e escritores Adrienne Myrtes, Denis Maerlant, Jobalo, Pedro Paulo Rodrigues e Regi So Ares, do grupo POETAS HUMANOS, fundamental para sua formação artística.

Na década de 80, Freire inicia o curso de Letras na Universidade Católica de Pernambuco, mas não concluí, no ano de 1989, frequenta a oficina literária do escritor Raimundo Carrero e dois anos depois, foi premiado pelo governo do Estado de Pernambuco.

Então decide mudar-se para a cidade de São Paulo em 1991 e publica, de forma independente, seus dois primeiros livros: AcRústico, de 1995 e EraOdito, de 1998. Em 2000, publica o livro de contos Angu de Sangue, no ano de 2002, Marcelino idealizou e editou a Coleção 5 Minutinhos, inaugurando com ela o selo eraOdito editOra.

Marcelino é um dos editores da PS:SP, revista de prosa lançada em maio de 2003, e um dos contistas em destaque nas antologias Geração 90 (2001) e Os Transgressores (2003), publicadas pela Boitempo Editorial.

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Confira abaixo as publicações e premiações do escritor Marcelino Freire:

Livros publicados
EraOdito (aforismos, 2ª edição, 2002)
Angu de Sangue (contos, Ateliê Editorial, 2000)
BaléRalé (contos, Ateliê Editorial, 2003)
Contos Negreiros (contos, Editora Record, 2005)
Rasif – Mar que Arrebenta (contos, Editora Edith, 2008)
Amar é crime (contos, Editora Edith, 2010)
Nossos ossos (romance, Editora Record, 2013)

Antologias publicadas no exterior
Je suis favela (Editora Anacaona, França, 2011).
Je suis toujours favela (Editora Anacaona, França, 2013).

Prêmios
Prêmio Jabuti de Literatura, em 2006, na categoria contos pela obra Contos Negreiros (contos, 2005).
Prêmio Jabuti de Literatura, em 2014, na categoria romance por Nossos ossos (Editora Record, 2013).

Ligações externas
Enciclopédia Itau Cultural de Literatura Brasileira. Marcelino Freire (1967)
Página de Marcelino Freire
Biografia do Marcelino Freire, Editora Anacaona (em francês)

Mais informações sobre Freire, acesse os endereços abaixo:

Site | Facebook | Twitter

Por Priscila Visconti

[Caixa de Som] Kesha – A ‘bagaceira’ das popstars

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Neste domingo dia 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, a cantora norte-americana Kesha se apresentou no Citibank Hall, em uma única apresentação. Já que a cantora veio ao Brasil para participar nos festivais de verão, o Planeta Atlântica, no litoral gaúcho e em Salvador, no Festival de Verão, então ela deu uma extensão de sua turnê Warrior,  aqui na capital paulista.

A cantora foi bastante irreverente, como ela passa em seus vídeos, fazendo graça com seus bailarinos e banda, mas também se interagindo com a platéia, cantando parabéns a um fã que estava no show, cantando, dançando e rebolando para ele, isso fez a platéia enlouquecer, principalmente o homenageado da Kesha.

Kesha não deixou de cantar seus grandes sucessos como “TiK ToK”, “We R Who We R” e “Die Young”, mas também cantou capelas e singles de canções mais novas, já que sua última visita ao país foi no último Rock in Rio, em 2011, em que também teve passagem por terras paulistanas, mas que na época aconteceu no antigo Via Funchal.

A casa não estava lotada, como em alguns shows internacionais que aconteceram recentemente, pois havia bastante espaço para os fãs, admiradores e os que apenas curtem seu som, puderam pular, dançar, cantar e se divertir ao som ao vivo da cantora, pois isso não podemos negar de que Kesha Rose, realmente não faz playback, ela canta e toca ao vivo, pois se podia escutar nitidamente sua voz, sem interrupção de aparelhos sonoros, a não ser o microfone.

A californiana continua tão divertida e doida, quanto antes, ela só estava um pouco mudada na aparência, com os cabelos totalmente loiros e bem compridos, mas suas roupas e suas atitudes no palco, continuam as mesma, sempre sendo a ‘bagaceira do pop’, que ela começou no mundo dos popstar, a loucura da Kesha continua tão forte,
quanto em sua primeira vinda ao Brasil, com a turnê do disco Animal, mas com algumas moderações, já que nesse ano não teve sangue falso, como aconteceu no Rock in Rio, em 2011.

Veja algumas fotos do show da Kesha, no Citbank Hall:

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Por Priscila Visconti