Jamirulus, uma banda que já tem alguns aninhos de estrada e sempre conquistando novos ouvintes e fãs por onde passam, pois a autenticidade e originalidade em produzir algo inedito e inovador é o foco principal destes paulistanos, que além de tocarem e cantarem, também compõem suas próprias canções. Continuar lendo “[Caixa de Som] Jamirulus: Originalidade e autenticidade sempre!”→
O uso de software não licenciado pode trazer riscos aos computadores tanto pessoais quanto de empresas. Com a falta de informação sobre o programa instalado a máquina corre um grande risco de ser infectado, pela falta de licença do uso.
“Há quem diga que o preço do software atualmente, faz com optamos para a pirataria, mas isso é uma questão de consciência”, afirma o Técnico em informática, Leandro Pillar. “Hoje há muito produto que é lançado, e antes que chegue ao mercado a maioria dos camelôs já vendem, sem saber qual a sua função. Fazendo com que o consumidor o adote e seja infectado futuramente’, explica.
Usuários dos produtos piratas afirmam, que o preço dele no mercado é acima de tudo, e o que faz com eles adotem o serviço pirata. Que na maioria das vezes não gera custos é acessivo.
“O software pirata é idêntico ao original, porém ele começa a pausar durante a sua execução, dando uma sensação que algo de errado por ali. Enquanto o original possui um escaneamento contra o vírus, prolongando a sua execução sem pausar”, afirma a usuária Fernanda Maciel.
Segundo a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), qualquer pessoa com prática ilícita, que use a pirataria está sujeita a punições de seis meses a dois anos de detenção, além da indenização paga aos produtores do software. O valor da multa é de acordo com o valor do software original multiplicando até 3.000 vezes a mais.
Apesar dos danos que a máquina pode sofrer com os produtos piratas, o número de vendas por dia é superior ao produtor original, porém fica de conta e risco do usuário a manutenção do mesmo, mesmo que os grandes CEOs da área da tecnologia pouco importa, se eles usam originais e piratas, como por exemplo Bill Gates, que acredita que o montante da renda vem das grandes companhias, que utilizam do software original, não dando tanta importância àquele que compra pirata, que ajudará a propagar a marca, tornando-o mais conhecido em todas as partes do mundo.
Eles são paulistanos da Vila Pompéia, já tiveram várias formações antes de concluir a atual formação, a banda de rock Choque DB, traz influências do rock progressivo dos anos 80 e 90, com um ritmo acelerado nos vocais e nas instrumentalização, guitarras e bateria conectadas na mesma sintonia fazem a harmonia ímpar do grupo.
Formado pelos músicos Gustavo Simão (vocal e guitarra), Silvio Lodi (baixo) e Otavio Elias (bateria), tem como proposta mostrar o autêntico Rock n’ Roll, de forma despretensiosa e sem rótulos, apenas sendo eles e sua música, sua essência e origem. Autênticos e autorais, eles cantam o que pensam, sobre diversos assuntos do cotidiano, relacionamento e reflexões irônicas sobre o mundo contemporâneo, algo que todos vêem, mas nem todo mundo quer evidenciar em seus debates.
Em 2011 a Choque DB gravou seu primeiro compacto autoral, mas anteriormente eles já haviam participando de várias apresentações, em festivais e casas de shows em São Paulo, como Ego Club, Zink Bar, Fidalga, Marcenaria, Tribe House, Livraria da Esquina, Novo Aeon Rock Bar, Central do Brasil, Festival de Rock da Faculdade Fefisa, entre outras.
Suas principais influências como dito acima são bandas progressivas, entre elas estão Bad Religion, Danko Jones, The Hellacopters, Running Wild, Talisman, Thin Lizzy, etc.
Um grupo alternativo que foge dos padrões da grande mídia, pelo fato deles cantarem o que a massa sente e vive realmente, e algumas produtoras se incomodarem com palavras dita pelos garotos, e não se encaixarem no padrão regrado por elas, sendo genuíno e repleto de atitude.
Assista o último videoclipe dos meninos “Zona de Impacto”:
Para conhecer mais sobre a Choque DB, acesse as redes sociais da banda abaixo:
Eles não são primos, tampouco distantes, são apenas dois amigos que se conheceram há 13 anos atrás, quando tinham uma banda na época do colégio, e por intermédio dela as influências musicais os uniram, a partir dai a parceria foi crescendo e proliferando em forma de sons e ritmos.
Caio Costa e Juliano Costa se conheceram em 2001, e desde então sempre fazendo música e compartilhando suas ideias relacionadas no mundo musical, apesar do projeto da dupla se tornar oficial apenas em 2013 e o primeiro álbum – homônimo a banda – só em 2014 .
A banda que tem influências pop, rock, mpb, mas eles não se focam apenas nesses estilos, pois adoram mixar com outros gêneros, já que no próprio som dos garotos podemos ouvir uma sonoridade meio folk, indie e até soul. Mas, é basicamente essa a essência do grupo, não se rotular e deixar que o público defina seu estilo.
Além do mais, Caio e Juliano compõem suas próprias canções, e conta com grandes músicos os acompanhando na instrumentalização e também nas parceria das composições, entre eles estão Thales Othón, Renato Medeiros, Victor Chaves e Rafael Castro, que também produziu e masterizou o primeiro compacto da dupla.
Um som autêntico e sagaz, com letras originais que remetem ao cotidiano, a sociedade, relacionamentos, a rotina de uma pessoa comum que apenas quer viver e ser feliz, mas da sua própria maneira, e não da forma que querem impôr à ela.
Assista abaixo um pouco do recado da dupla no videoclipe do single “Dragão”: