Arquivo da tag: poeta

[Total Flex] Espetáculo traz um pouco da cultura árabe aos palcos paulistanos

O Instituto da Cultura Árabe e a Câmara de Comércio Árabe- Brasileira, traz ao Brasil pela primeira vez um espetáculo baseado na cultura Árabe, “AL-Mu’tamid, poeta rei do Al- Andalus”, já apresentado em grandes salas da Europa e do mundo Árabe, a Sala São Paulo será desta vez palco deste memorável concerto que permite a todos, inclusive os brasileiros, conhecerem e se aproximarem da história desse lendário povo. Continuar lendo [Total Flex] Espetáculo traz um pouco da cultura árabe aos palcos paulistanos

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[Cantinho Literário] “O Jovem Noel Rosa” o grande poeta carnavalesco do Brasil

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Já que adentramos na semana do Carnaval, não mais justo do que falar de célebres artistas que fizeram história, não apenas na música, mas na literatura, repercutindo suas obras em vários nichos culturais e literários. Entre eles, o jovem que apesar de ter falecido com 26 anos, sua bagagem artística é ímpar e imensurável, estamos falando do compositor carioca, Noel Rosa. Continuar lendo [Cantinho Literário] “O Jovem Noel Rosa” o grande poeta carnavalesco do Brasil

[Cantinho Literário] ABL perde um dos maiores poetas do Brasil

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Nesta semana vamos homenagear o poeta Ferreira Gullar, que faleceu no último domingo (4), e no dia 5/dezembro ele faria dois anos que havia tomado posse na Acadêmia Brasilerira de Letras, onde ele ocupava a cadeira 37, vaga deixada por Ivan Junqueira. Gullar, de São Luís, no Maranhão. Continuar lendo [Cantinho Literário] ABL perde um dos maiores poetas do Brasil

[Cantinho Literário] Nobel de Literatura 2016 vai para… Bob Dylan!

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E aí tripulação vamos lá para mais uma semana aqui no boletim informativo mais cultural na internet, não um dos, pelo menos no cenário alternativo, pois tentamos buscar o bom da cultura, para repassar a toda galera que acessa nosso site. 

Nesta semana, tivemos que dar a vez para falar do Nobel de Literatura, que por uma falha mecânica (esqueci de subir semana passada), mas aqui estamos para contemplar um dos prêmios mais importantes da literatura mundial, o Nobel de Literatura 2016.

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[Cantinho Literário] Ruy Pinto: O Sergipano-Carioca com paixão na arte literária

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Estou um pouco sem ideia para publicar no Cantinho Literário, mas já faz uns dias que adicionei esse senhor, que que vive da arte literária, pois ele já escreveu livros e sendo premiado em diversas concursos de literatura, seu nome é Ruy Pinto.

Ruy é um sergipano, que veio para sudeste, no Rio de Janeiro, em busca de uma vida melhor, pois já faz algum tempo que ele mora por aqui nesta região, no meio dos cariocas ele se tornou um seresteiro, cantor, compositor, professor universitário, com pós em docência superior, criou seus filhos e netos, no qual tem orgulho de dizer.

O poeta de 72 anos foi primeiro colocado no Concurso de Poesia do DAP (Departamento de Aposentados do IBGE), com o livro “Regina – 80 Anos – 80 Estrofes – Medalha de ouro. Medalha de ouro em poemas com o título “As Capitais do Brasil” – Classificado no Concurso de Poesia de Volta Redonda – Coletânea “50 Novos Poetas Brasileiro”, com dois Poemas: “As Capitais do Brasil”e Poema Para Meu Filho” em fase de impressão.

Sendo que Ruy é Embaixador da Divine Académie Française de Arts, Lettres et Culture, Comenda Pablo Neruda da PUC/Chile, Membro da Academia de Artes, Ciências e Letras, de Iguaba Grande/RJ, Cadeira 115. Participante de 12 Antologias, incluindo Brésil en Scène, lançado em março/2014 no Salon du Livre de Paris, e Pablo Neruda e seus convidados, lançado em agosto/2014, na PUC, em Santiago do Chile.

Em breve ele será um dos entrevistados aqui do nosso Cantinho Literário, então podemos ouvir dele mesmo, de como Ruy Pinto, começou na carreira literária e como é sua vida através dessa arte esplendorosa, que te leva para todo mundo, sem precisar pagar ingresso ou passagem.

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Para conhecer mais sobre o poeta Ruy Pinto, acesse seu perfil do Facebook e saiba mais de suas façanhas literárias;

Por Priscila Visconti

[Caixa de Som] James Bantu transmiti suas percepções sociais com muita rima e poesia

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Foto por: Tiago Santos

Paulistano, rapper, poeta, instrumentista, dançarino e compositor, James Bantu é o que podemos chamar de um artista completo.

10537162_545144058945324_3302722565606122399_nCom sua voz doce e sutil, faz árduas críticas sociais, dando voz àqueles que nunca são ouvidos pela sociedade atual, mostrando que nem só de pobreza e sofrimento vive a periferia das grandes cidades, onde a festa e as brincadeiras fazem parte da arte e da história dessa gente, afinal, não é só nos grupos elitistas que há cultura.

JBSuas letras autorais influenciado pelos rappers estadunidenses, mas mixando com o estilo e jeitinho brasileiro de impôr cultura negra em seu estilo, sempre com muita rima, afinação e harmonia, em estilos que vão além do RAP, mas também passando pelo soul, funk e pop em suas canções.

Estudou canto e dança na Escola Técnica de Artes de São Paulo, onde lá absorveu todo conhecimento para ser um multiartista e levar sua arte e sua música além das fronteiras que ele vivência, mas para lugares que ninguém o conhecia.

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Um artista nato, de um carisma ímpar que transpira poesia e conquista seu público com suas canções, arte e percepções filosóficas, histórias negras cotidianas, discursos refinados de identidade e outras sutilezas.

Conheça, ouça e veja um pouco do trabalho de James Bantu:

Para saber mais sobre esse grande propagador da cena do rap do nacional atual acesse:

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Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] Mario de Andrade – O poeta paulistano que marcou A Semana de Arte de 22

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O problema com o Explore ainda continua, por isso estou aceitando ajuda com meu PC, para não atrasar os posts aqui no Cantinho Literário, pois tenho muitas  pautas para caçar e muitos novos escritores para descobrir, que estão espalhados por esse mundão chamado INTERNET e por esses motivos, vamos no clássico da literatura e falar um pouco sobre o poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista e ensaísta, Mário de Andrade.

Mário Raul de Moraes Andrade, era paulistano e foi um dos pioneiros da poesia moderna ao lado de Oswald de Andrade, Tarsíla do Amaral entre outros, sendo uma das figuras principais do movimento de vanguarda de São Paulo, A Semana Arte Moderna de 22, se tornando o polímata nacional do Brasil.

Andrade fazia ensaios fotográficos, no qual ele cobria para ampla variedade de assuntos, desde literatura, história e até no cenário musical, que eram divulgados  nos pequenos e grandes veículos da imprensa da época.

Ele já trabalhou como professor de música e colunista de jornal, publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928, mas continuou a publicar obras sobre  música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro.

Sempre polêmico em suas obras, como Amar (1927) e Macunaíma (1928), ele foi um dos primeiros escritores a gerar um escândalo na época, contando a história de  um adolecente e uma mulher madura, uma alemã contratada pelo pai do jovem. O segundo, desde sua primeira edição, é apresentado pelo  autor como uma rapsódia, e não como romance, é considerado um dos romances capitais da literatura brasileira.

Já Macunaíma vem do trabalho etnográfico do alemão Koch-Grünberg, conforme relata o próprio autor. Koch-Grünberg, no livro Von Roraima zum Orinoco, recolheu lendas e histórias dos índios taulipangues e arecunás, da Venezuela e Amazônia brasileira.

A partir desses materiais, Andrade criou o que ele chamou rapsódia, um termo ligado a tradição oral da literatura. O livro editado por Tele Ancona Lopes possui  extenso material sobre o intertexto deste livro.

Mas no final de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade e no país.

Mário de Andrade deixou um legado de poesia, música e muita cultura, não só para a cidade de São Paulo, mas para todo o Brasil, pois a Biblioteca Municipal  de São Paulo, foi trocado de nome na década de 60, se tornando Biblioteca Mário de Andrade de São Paulo.

Além de vários poemas, no qual ele sempre marcava seu
amor pela cidade na qual ele nasceu e morreu. O escritor faleceu em sua casa em São Paulo, no dia 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos, devido a um enfarto no coração.

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Por Priscila Visconti
(só espero que até semana que vem,
eu esteja com um navegador descente.
)

[Cantinho Literário] A Literatura Nacional ainda vive nas mãos de Marcelino Freire

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Essa semana vamos falar de autores nacionais, mas não pensem que iremos parar de falar dos novos escritores, só estamos mudando a pauta, porque estamos buscando novos talentos da literatura brasileira. Mas, enquanto caçamos por novidades, vamos falar um pouco sobre os escritores já conhecidos no meio literário, como o escritor pernambucano Marcelino Freire, que já ganhou alguns prêmios e tem vários livros e textos publicados.

Marcelino Juvêncio Freire, esse é seu nome completo, nasceu em Sertânia, estado de Pernambuco, não menosprezando os escritores de outros estados, mas lá pelo nordeste saem grandes autores, uma prova disso é o poeta e escritor Ariano Suassuna, que faleceu no ano passado, mas vamos voltar ao Marcelino, já que ele é o foco aqui, pois se formos falar do Ariano, iremos falar por horas e horas, só rasgando seda à ele.

Marcelino já participou juntamente com artistas plásticos e escritores Adrienne Myrtes, Denis Maerlant, Jobalo, Pedro Paulo Rodrigues e Regi So Ares, do grupo POETAS HUMANOS, fundamental para sua formação artística.

Na década de 80, Freire inicia o curso de Letras na Universidade Católica de Pernambuco, mas não concluí, no ano de 1989, frequenta a oficina literária do escritor Raimundo Carrero e dois anos depois, foi premiado pelo governo do Estado de Pernambuco.

Então decide mudar-se para a cidade de São Paulo em 1991 e publica, de forma independente, seus dois primeiros livros: AcRústico, de 1995 e EraOdito, de 1998. Em 2000, publica o livro de contos Angu de Sangue, no ano de 2002, Marcelino idealizou e editou a Coleção 5 Minutinhos, inaugurando com ela o selo eraOdito editOra.

Marcelino é um dos editores da PS:SP, revista de prosa lançada em maio de 2003, e um dos contistas em destaque nas antologias Geração 90 (2001) e Os Transgressores (2003), publicadas pela Boitempo Editorial.

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Confira abaixo as publicações e premiações do escritor Marcelino Freire:

Livros publicados
EraOdito (aforismos, 2ª edição, 2002)
Angu de Sangue (contos, Ateliê Editorial, 2000)
BaléRalé (contos, Ateliê Editorial, 2003)
Contos Negreiros (contos, Editora Record, 2005)
Rasif – Mar que Arrebenta (contos, Editora Edith, 2008)
Amar é crime (contos, Editora Edith, 2010)
Nossos ossos (romance, Editora Record, 2013)

Antologias publicadas no exterior
Je suis favela (Editora Anacaona, França, 2011).
Je suis toujours favela (Editora Anacaona, França, 2013).

Prêmios
Prêmio Jabuti de Literatura, em 2006, na categoria contos pela obra Contos Negreiros (contos, 2005).
Prêmio Jabuti de Literatura, em 2014, na categoria romance por Nossos ossos (Editora Record, 2013).

Ligações externas
Enciclopédia Itau Cultural de Literatura Brasileira. Marcelino Freire (1967)
Página de Marcelino Freire
Biografia do Marcelino Freire, Editora Anacaona (em francês)

Mais informações sobre Freire, acesse os endereços abaixo:

Site | Facebook | Twitter

Por Priscila Visconti

[Cantinho Literário] Eloy Nunes transcreve suas emoções e sensações no seu primeiro livro

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Um poeta tem a alma leve e sutil, que sente as emoções até mesmo numa conversa informal e descontraída pela Internet, sem pretensão ou preocupação, apenas visando a paixão pela sensação.

10372246_1445701235681022_1871502010385915521_nE foi isso que o poeta, escritor, jornalista, ator e cantor, Eloy de Mello Nunes se inspirou ao produzir seu primeiro livro “Frente Verso Avesso: um poeta desnuda sua alma”, lançado em dezembro de 2014, na Vila Madalena, em São Paulo.

No auge de seus 40 e pouco anos e a interatividade a mil nas redes sociais, Eloy aceitou o desafio em transcrever tudo o que seus sentimentos em 280 páginas, sendo 170 frases e 220 fotos, registradas em três ensaios de André Medeiros Martins – na casa e lugares inusitados do bairro do autor, na Vila Madalena .

10858449_1520676658183479_4897007164049408593_nUma obra que traz uma mistura recheada de sensações, entre sensualidade, melancolia, alegria, e principalmente, amor. Percepções do cotidiano do autor e dos diálogos improváveis protegidos pela “pseudo” anonimato permitido pelas redes.

Circunstâncias diluídas em seu processo criativo, marcado pela expressão e reação poética de Eloy, uma obra em suma autoral, que intimida o leitor adentrar nessas percepções, fazendo com que o poeta conversa com o intermediário, transportando-se na mesma harmonia.

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Assista abaixo o teaser do livro “Frente Verso Avesso”: um poeta desnuda sua alma”:

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Conheça mais sobre o artista em:

Site | Facebook | Fanpage do livro | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] “Verte Verso” – O primeiro livro de poesia de Augusto Matos

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Esta semana será especial com o autor da vez afinal, como já sabem, aqui no site promovemos novas facetas da cultura brasileira e mundial, pois há muitos artistas espalhados por esse mundão de meu Deus, que só precisam de uma luz, ou então de um repórter, para mostrar a todos os amantes das artes as suas obras. E, nesta semana, será a vez do escritor e poeta Augusto Matos.

10405630_693451640753590_4364881378916554799_nAugusto é paulistano, mas mora em Campinas e se formou em Letras, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e trabalha atualmente como revisor de português em um órgão público de São Paulo. Ele sempre foi focado com área cultural, pois para Matos, favorece mais o intelecto e foca em um ser detrimento do ter, em uma sociedade que valoriza mais o ter do que o ser.

Bastante romântico e contextualizado caracterizam seus textos, mais humanos e sociais, fazendo com que se torna um cavalheiro, educado, romântico e sedutor, para contemplar e interagir qualquer mulher, por isso seus textos são bastante admirados pelo público feminino, pela sua sutileza e romantismo. Com diversos de textos e poemas publicados em sua página do Facebook, com muitos compartilhamentos e curtidas, com destaque para o consagrado Recanto das Letras.

Mas em sua vida ele se descobre a cada momento do dia, pois segundo Matos, “Deus nos provém e protege nossos dons, por meio da Sua unção, Ele é o manancial e a convergência da Criação. O ser humano pode ir muito mais longe do que se possa imaginar! Entretanto, vencer a si próprio imagino ser a mais difícil luta da vida, conquistar a superação de adversidades internas e externas, transcender as limitações intermitentes, por vezes possibilitadoras do tornar-se cisne…”

1910408_693447974087290_4977072781297673262_n“Verte Verso” é seu primeiro livro de poesias lançado, que demostra suas inclinações para o designer e a estética, proporcionando poemas que destinam apreciação, sendo um mergulho no meio poético, fazendo com que o imaginário, lado emotivo, reflexões e outras sensações, fiquem mais afloradas.

Por isso quem gosta de poesia e tem um lado mais sensível, não pode deixar de ler esse livro, pois essa publicação são poemas que retrata a vida do autor, como a luta, conquista, superação interna e externa, que são transformados com simples palavras, rimas, métricas, em versos poéticos, no Verte Verso, primeiro livro poesias, de Augusto Matos.

Sinopse:

10629610_693447990753955_2682895184857590478_nVerte Verso vem a proporcionar um derramamento de poemas, o livro torna-se vertedouro de ímpares versos que se destinam à pura apreciação, um ensejo ao mergulho no universo da Poesia, manancial promissor, propício ao imaginário, às torrenciais reflexões, às garoas oníricas, às idealizações cristalinas, ao escorrer de emotivas lágrimas, à filtragem de sensações, ao refrigério do pensamento, ao Verbo propiciador do milagre da água transformada em vinho, à saciedade de parte da sede de conhecimentos pela literatura, ao fluido sanguíneo das doces veredas do coração, ao vaporizar nos desejos, ao ciclo da matéria na experiência metafísica da leitura.

Informações e descrição da obra
Categoria(s): Poesia
Idioma: Português
Edição/Ano: Primeira Edição/2014
Numero de paginas: 80

Mais informações:
Verte Verso | Augusto Matos

Por Priscila Visconti