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[Total Flex] Netflix lança 3%, a primeira série brasileira

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O Netflix lançou no último dia 25, a série 3% gravada por atores  brasileiros. Continuar lendo [Total Flex] Netflix lança 3%, a primeira série brasileira

[Cyber Cult] A proliferação das próteses produzidas em 3D

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Recuperar um processo de fundição do gesso é demorado e, muitas vezes, impreciso. A proliferação das impressoras 3D trouxe um benefício inesperado: os dispositivos são perfeitos para criar próteses mais baratas e acessíveis para o público que necessita dos equipamentos. Continuar lendo [Cyber Cult] A proliferação das próteses produzidas em 3D

[Caixa de Som] Carol Andrade mostra que sorrir é fazer um mundo melhor para se viver

Foto por: Marcos Costa
Foto por: Marcos Costa

Há mais ou menos um mês atrás apresentávamos aos nossos tripulantes d’O Barquinho Cultural – veja aqui – som da cantora e compositora paulistana, Carol Andrade, com sua voz doce e sútil, trazendo os sons brasileiros todos juntos e misturados.

Foto por: Anaryá Mantovanelli
Foto por: Anaryá Mantovanelli

Atualmente Carol está em processo de produção no estúdio Arsis, em São Paulo produzindo seu novo disco, intitulado “Sorria” ele terá dez faixas inéditas de filosofia humanista, mas não diferente do que devem estar pensando, não é mostrar o homem como peça chave do ecossistema, mas sim relacionar positivamente esse elo de Homem e Natureza, um completando a vivência habitual do outro.

Esse álbum assim como os outros projetos da cantora terá um mix de estilo para concretizar seu som único e original, será uma mescla de samba,jazz, maracatu, baião, bossa nova, valsa, entre outros gêneros que formam a cultura brasileira e a essência de Carol Andrade.

197182_465605940158990_1408733591_nPara somar o time da produção, uma equipe de peso está realizando esse processo, entre eles estão, o produtor musical Alex Maia, na base musical, no contrabaixo, Johnny Frateschi e Vlad Rocha na bateria, além de Adonias Junior, fazendo a engenharia do som e nos cliques do backstage de da confecção do encarte do compacto, a fotógrafa Anaryá Montovanelli.

Ainda não há data de lançamento deste projeto, mas assim que sabermos informaremos nossa tripulação. Enquanto isso, deleite-se ouvindo o primeiro single homônimo ao álbum, “Sorria”.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Lau Ramos traz a efervescência à MPB

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Sabe aquela voz que você escuta e marca seu dia, e você fica cantarolando todo ele aquela canção, mesmo escutando apenas uma vez aquela canção? Pois bem, esse é o que o som da cantora e compositora Lauane Ramos, ou simplesmente a Lau apresenta ao cantar.

10928835_695214987263647_526984045268711238_nUm som que permeia pela MPB, Folk e Rock Blues, transcendendo todas as passagens da emoção, envolvendo os ouvintes pela essência urbana, intima e única. Diferente do que as rádios repercutem hoje em dia, onde as músicas são monossílabas e sem sentimento mútuo, apenas para vender e se aparecer.

Atualmente, Lau está se preparando para gravar seu primeiro compacto autoral, onde a artista irá mesclar diferentes sons, ao seu estilo favorito, o Rock n’ Roll.

Mas, enquanto não lança o primeiro projeto de Lau, confira um single “Rosto da Onda”, que a cantora disponibilizou em suas redes na web, para promover e compartilhar um pouco de seu trabalho musical.

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Ouça abaixo:


Para conhecer mais sobre o trabalho de Lau, acesse suas redes e veja a efervescência da nova música popular brasileira.

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Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “Estação Liberdade” mostra os dilemas de um sansei no Brasil

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Já que estamos próximos do aniversário de São Paulo, então nada mais justo do que falar de filmes nacionais, de preferência que trazem a capital paulista como plano de fundo aos tramas cinematográficos.

Baseado nisso, traremos uma resenha produzida pelo fotógrafo e colunista do Tela Larga, Pierre Cortes. Assista abaixo a crítica do Pierre:

Sinopse:

Mario Kubo, 35 anos, brasileiro e terceira geração de descendentes de japoneses (sansei), não tem nenhum contato com a cultura de seus avós. Não fala japonês, não segue filosofias orientais e quase não come sushi. Em crise no trabalho e no casamento com Elvira, neta de italianos, Mario não tem filhos nem planos. Totalmente ocidentalizado, o protagonista se depara com um dilema: não se sente brasileiro, muito menos japonês. No entanto, logo após o terremoto de 2011 que assolou o Japão com uma tsunami, Mario recebe uma carta. Toda escrita em ideogramas japoneses, o que o impede de saber seu conteúdo, ele a carrega a todo canto sem saber o motivo. Nesse momento, Mario parece despertar de um longo sono… Pensativo, ele encontra um universo fértil para sua busca de identidade que o levará até Tóquio, no Japão.

Por: Pierre Cortes

[Cabine da Pipoca] Suspense, horror e comoção traz o primeiro longa de terror venezuelano às telonas

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Ok, sei que estamos mega atrasados com o post de cinema, mas quer pedir desculpa pela nossa ausência e falta de pauta para ofertar à vocês. Todavia, neste fim de semana caçamos uma ideia que os amantes do suspense e horror irão curtir.

10258093_779149075437180_8120107343193007840_oO filme de hoje é a primeira produção venezuelana de terror, e trata-se do longa “La Casa del Fin de los Tiempos” (“A casa do fim dos Tempos” – traduzido para o português), do diretor Alejandro Hidalgo, que foi o ganhador de um concurso organizado pelo Centro Nacional Autônomo de Cinematografia (CNAC), qual ganhou o primeiro prêmio, qual teve sua película financiada pela competição.

A história da trama traz Dulce (Ruddy Rodríguez), uma mãe de família que tem encontros com aparições dentro de sua velha casa, lugar onde acredita-se haver uma grande profecia. Trinta anos depois, Dulce alguns anos mais velha, regressa à casa, onde decifra o mistério e a tragédia daquilo que há atormentado por todos esses anos.

1378610_678971505454938_1177671379_nEsse longa têm de surpreender como o primeiro filme de terror venezuelano, mas o curioso do caso é que os cineastas na Venezuela, parecem tomarem gosto pelo gênero, e junto à película de Hidalgo, foram anunciadas outras novas produções de horror que estrearam durante a metade de 2013, como o longa-metragem de Gaspar Mendoz, dirigida por Julián Balam e o segundo de Diego Velasco, autor de “De La Hora Cero”, sobre a legenda colombo-venezuela de “EL Silbón”, alé, do mais, Alejandro Hidalgo também anunciou que está preparando uma sequência do gênero do terror, um projeto que resultará em bons e horripilantes frutos.

E por falar em Hidalgo, ele desde sua juventude e inexperiência, sempre mostrou muita responsabilidade em apresentar seu trailer sobrenatural, trazendo tensão, suspense e fadados de uma eficaz atmosférica, ou nas palavras do próprio Alejandro, se trata de uma obra que está repleta de suspense do principio ao fim, também vem cheia de grandes surpresas e revelações em meio de um drama humano e comoção.

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O longa estreou na Venezuela em Junho/2013, todavia não sabe ao certo quando o filme estreia no Brasil, mas enquanto isso, segue abaixo o trailer oficial de “La Casa del Fim de los Tiempos”:

FICHA TÉCNICA

Direção: Alejandro Hidalgo
Produção: Alejandro Hidalgo
Escrito por: Alejandro Hidalgo
Produção executiva: José Ernesto Martínez, César Rivas y Alejandro Hidalgo
Direção de fotografia: Cezary Jaworski
Direção de arte: Evadne Mullings y Daniela Hinestroza
Direção de áudio: Josué Saavedra
Edição e montagem: Judilam Goncalves, Miguel Ángel García y Alejandro Hidalgo
Projeto de som: Jacinto González y Oscar Bentolila
Música original: Yoncarlos Medina
Efeitos visuais: Evans Briceño
Produção:
Epica Producción, JEMD Films, X Rojo Producciones con el apoyo del CNAC, Coproducción con La Fundación Villa del Cine, Xenón Films e Rodando Films. Com a colaboração de Blue post, Tres, IdearAudio, Espiral Creativo, Chirimoya Films e Navaja Producciones.

Mais info: Site | Twitter | Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A Voz da emoção!

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O pop rock é muito comum baladas com letras melosas e sentimentais, reunindo ambos os gêneros, com uma pegada mais forte nas guitarras e solos exclusivos de bateria.

Pensando por esse lado, os paulistanos da zona leste de São Paulo, da banda “Voz em Dó”, se encaixariam perfeitamente ao estilo, assim como qualquer outra banda, porém os garotos se destacam, pois além de falarem sobre amor e relacionamentos, eles apostam num encalce peculiar e próprio, pois além de produzirem e compôr suas canções, eles escrevem tocando diretamente para seu público, mesmo que involuntariamente. Uma banda que faz música com a alma, para almas e cabeças pensantes, que visam a música em primeiro plano, e não a fama, como muitos por aí.

“Voz em Dó” é mais do que um grupo de garotos que cantam, mas sim um conjunto de músicos que expressam arte e vivem isso 24 horas, mesmo tendo outras atividades paralelas, eles respiram e mantêm essa paixão e a chama sempre acesa, para que sua música seja propagada e compartilhada, tocando não apenas os mais próximos, mas a todos que apreciam a arte a musicar uma poesia.

Confira abaixo o novo single dos meninos, “Dezoito do Seis”:


Aguarde em breve a entrevista faremos com garotos do “Voz em Dó” aqui em nossa embarcação. Mas, enquanto não acontece isso, conheça mais sobre os meninos na página oficial [AQUI], atualizando diariamente pelos próprio integrantes da banda.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Ricardo Stoco apresenta as nuances do Rock ‘n Roll

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Como todos sabemos a maioria dos músicos começam sua trajetória musical na adolescência, mas essa influência vem bem antes, ainda na infância, uns influenciados pelos pais, familiares, amigos, outros por ídolos, mas cada um tem a sua história para relatar com almejado o sucesso.

Nosso artista da vez também começou muito cedo, aos 12 anos ele já arranhava sozinho em seu violão e com 14, ingressou em sua primeira banda, e desde então já arriscava em dedilhar e compôr suas próprias canções.

Ricardo Stoco, um paulista que adora o universo do rock, tanto que suas principais influências são as bandas Ramones e Toy Dolls, mas ele escuta de tudo, sem julgar estilo ou gênero, apenas visando a originalidade, soando verdadeiro e atingindo-o seus ouvidos diretamente, sem muitos efeitos e cópias. Além do mais, o músico adora compor, um de seus hobbies favoritos, e esses empenhos ajudam muito Stoco a escrever, especialmente a sonoridade e timbre.

Stoco gosta de ouvir novidades, e experimentar novos sons, porque assim ele aprende cada vez mais, conhecendo novos timbres, novos ritmos e novas músicas, saindo um pouco da zona de conforto e adentrando a algo novo e nunca ouvido antes. Como ele mesmo diz: “Não me apego só a o que ouço em casa para compor.

E sempre ouvindo novidades Ricardo pretende em breve lançar seu primeiro EP – ainda em pré-produção -, recentemente ele lançou o single ‘Desabafo’, e têm curtido a repercussão do público, que mostrou interesse ao trabalho do músico e estão sempre buscando em conhecer mais sobre ele, tanto que em breve ele lançará sua segunda canção, ainda sem título definido, afinal ele compõe, produz, grava e divulga quase que tudo sozinho, então às vezes o processo demora um pouco.ricardostoco

Mas, seu intuito principal é ganhar o público e conquistá-los com sua música, e para isso Stoco busca sempre se aprimorar como profissional e ser conhecido como tal, um músico que ama o que faz, e faz o que ama, sem restrições de estilos e visando sempre o seu objetivo, apoderar-se da sua música e fazê-la dela seu passaporte para o tão almejado sucesso.

OUÇA AQUI!

Ouça o primeiro single de Stoco, ‘Desabafo’, uma canção que relata as vivências de um alguém que quer seguir um rumo, mas ainda não decidiu para onde seguir. Confira abaixo:

Mais informações: Site | Facebook | SoundCloud

Por: Patrícia Visconti