[Cabine da Pipoca] A emoção que vem de caminhão

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Você acredita que em pleno século 21, ainda há pessoas que nunca entraram numa sala de cinema, ou se quer assistiram uma película em uma grande tela?

Pois é, em algumas regiões mais interioranas do Brasil ainda existe muita gente assim, que nunca sentiu esse gostinho de comer pipoca no escurinho, assistindo um filminho.

internaVisando nisso, o projeto Cinemóvel percorre por diversas regiões do Brasil, passando por buracos, poeira e lama das estradas que levam municípios de dois ou cinco mil habitantes, passando por paisagens do agreste nordestino aos pampas gaúchos, uma viagem por todo interior brasileiro.

Organizado pelos produtores culturais Marcio Barcellos e Gabriel Borghi, da catarinense Magma Cultura, que coordena o projeto Gira Brasil – Cinemóvel.

Um projeto que já existe há dez anos, é aprovado pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, é coordenado pela Magma Cultura, dirigida por Jefferson Bevilacqua. Em 2014, a empresa coordena sete projetos: Conexão Cultural Tigre/ICRH Cinemóvel e Palcomóvel; Mostra Itinerante de Filmes Nacionais da John Deere, Vitrine Cultural e Gastronômica Gomes da Costa, SC Gás de Cinema nas Comunidades, Cine Energia Enercan e Circuito FMC de Cinema.

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Neste mês de novembro, o caminhão passa por Santa Catarina, que já passou por Joinville, está em Araquari e segue para Barra velha e Blumenau. Na Bahia e Maranhão, o Circuito FMC vai estacionar o caminhão cinema em comunidades rurais dois estados.

A viagem da sétima arte, propagando emoções em cada estação que ele passa, transbordando alegria e criando fantasia na mente de alguns que nunca entraram em uma sala de cinema, com direito a pipoca, que os próprios moradores distribuem para a garotada e todo público presente, que se diverte assistindo as películas dentro de um caminhão, com tela de 20 polegadas, ar condicionado, cadeiras confortáveis e até lanterninha.

Para mais informações sobre o projeto, sobre as sessões e as cidades que o caminhão passará, acesse a fanpage do Cinemóvel e fiquem ligados nas novidades.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Projeto divulga curta-metragens produzidos na periferia de SP

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Há sete anos o projeto Cine B propaga a sétima arte na periferia de São Paulo, levando sessões de cinema gratuitas com curta-metragens produzidos por moradores das comunidades e dos bairros longínquos do centro da metrópole.

Neste ano, o projeto que está lançando a 4ª edição do Selo CINEB, coletânea que reúne curtas-metragens independentes e nacionais. Pensando na importância que o formato tem no audiovisual, essa edição contemplará filmes produzidos na periferia.

295079_278676092207394_262692460_nO selo CineB nasceu como uma proposta de inserir o formato curta-metragem e geração de renda ao produtor, sendo que são selecionado cinco filmes para que fazem parte de um DVD, que são transmitidos em sessões do projeto a preços populares. Toda a renda é revertida entre os produtores dos filmes e a comunidade.

O projeto é reconhecido pelo Ministério da Cultura, qual foi reconhecido através do prêmio da Secretária de Economia Criativa. Além do mais, o selo é uma realização do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, e conta com a produção da Brazucah Produções.

Desde sua criação, o circuito alternativo de exibição de filmes já levou o cinema nacional para mais de 43 mil pessoas, em 333 sessões gratuitas espalhadas por comunidades e universidades de São Paulo.

Para conhecer mais do projeto acesse a página oficial do CineB, e ajude a compartilhar a cultura que das comunidades e difundi para todo o mundo, levando a essência da raiz humanitária e dos talentos brutos da periferia de uma grande cidade.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Força de vontade e paixão pela sétima arte


Brasileiro que mora desde a infância em hospital arrecada fundos para animação que está produzindo

Conheçam o paulista Paulo Henrique Machado, 45 anos, mais também é conhecido como Paulinho, el mora em um quarto no Hospital das Clínicas desde que era bebê, já que está no hospital devido à Poliomielite – paralisia infantil – que o ocasionou quando ainda era um bebê e por passar o tempo a doença ter afetado vários órgãos e ele precisa de aparelhos para respirar e poder tentar ter uma vida quase normal.
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