Para você que curte um rap ou quer conhecer algumas novidades, no próximo sábado dia 20 de Agosto acontecerá em São Paulo mais precisamente no bairro da Republica o lançamento do novo álbum do rapper Yannick. Continuar lendo “[Total Flex] Lançamento do álbum do rapper Yannick”
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[Caixa de Som] Rapper paulistano ‘pede perdão’ em seu novo videoclipe

O músico paulistano Yannick, lançou nesta semana seu novo videoclipe, “Peço Perdão”. Um single que fala sobre um homem que perdoa a mulher qual teve mais que um namoro,mas uma amizade, que mesmo após o término do relacionamento, aceitou sem mágoas e ressentimentos, pois nada que é obrigado há de ser fiel e feliz.
Cantada em primeira pessoa, ele diz dos perdões cometidos, e incentiva o outro que já esteve ao seu lado para seguir seu caminho, sendo junto dele, com outro ou sozinha.
A música desmistifica toda a cena do RAP nacional atual, aonde retrata a imagem feminina de forma ostensiva e pejorativa, mostrando a mulher apenas como um desejo de líbido. Formando assim, uma nova geração de rapper e MCs, mas não fugindo da essência do gênero em pautar algo em que a sociedade necessita ouvir, falar e debater.
O vídeo foi gravado num cenário bastante familiar do artista, a Rua Augusta. Dirigido pelo produtor Augusto Takeshi e interpretado pelo próprio artista e a estudante Marina Barbosa.
Yannick é paulistano, tem 31 anos e desde a adolescência soube que seu propósito era propagar a arte e a cultura alternativa através da música. Criador e curador da festa OBRIGAAAH, ele traz artistas da cena independente aos olhos dos grandes centros, compartilhando o que cada um tem de melhor a oferecer.
Recentemente, ele está em processo de produção de seu primeiro compacto, aonde terá um compilado de canções inéditas e autorais.
Por: Patrícia Visconti
[Caixa de Som] James Bantu transmiti suas percepções sociais com muita rima e poesia
Paulistano, rapper, poeta, instrumentista, dançarino e compositor, James Bantu é o que podemos chamar de um artista completo.
Com sua voz doce e sutil, faz árduas críticas sociais, dando voz àqueles que nunca são ouvidos pela sociedade atual, mostrando que nem só de pobreza e sofrimento vive a periferia das grandes cidades, onde a festa e as brincadeiras fazem parte da arte e da história dessa gente, afinal, não é só nos grupos elitistas que há cultura.
Suas letras autorais influenciado pelos rappers estadunidenses, mas mixando com o estilo e jeitinho brasileiro de impôr cultura negra em seu estilo, sempre com muita rima, afinação e harmonia, em estilos que vão além do RAP, mas também passando pelo soul, funk e pop em suas canções.
Estudou canto e dança na Escola Técnica de Artes de São Paulo, onde lá absorveu todo conhecimento para ser um multiartista e levar sua arte e sua música além das fronteiras que ele vivência, mas para lugares que ninguém o conhecia.
Um artista nato, de um carisma ímpar que transpira poesia e conquista seu público com suas canções, arte e percepções filosóficas, histórias negras cotidianas, discursos refinados de identidade e outras sutilezas.
Conheça, ouça e veja um pouco do trabalho de James Bantu:
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Por: Patrícia Visconti
[Total Flex] A música e a arte vai dominar as ruas paulistanas
Festa, música e diversão irão invadir as ruas de São Paulo, com a segunda edição do Tim Music na Rua, que acontece neste sábado, 15, no Vale do Anhangabau, Largo da Batata, Praças da Luz e da República e o bairro Vila Madalena.
Um evento exclusivo para a capital paulista que começa no próximo fim de semana – 15 de agosto – e vai até o dia 13 de setembro, ocupando diversas áreas públicas e de fácil acesso à população, levando atividades diversas da cena cultural da metrópole.
O público poderá acompanhar encontros inusitados exclusivos para o festival que vão do samba, MPB, rap, rock n’ roll, com interpretes de renome, como MC Guimê, Tiê, Arlindo Cruz, Titãs, Péricles, Otto, Dois Africanos, Rashid e Rael. Além de coletivos trazendo workshops, criação, apresentação de bboys e aulas de bike, skate e ping pong, ao som das pick ups do Pilantragi, um grande promotor da cultura de rua.
Todos os presentes no evento poderão recarregar as baterias dos smartphones e celulares no lougue, e ainda matar a fome no espaço gastronômico, que reunirá os melhores food trucks nos cinco fins de semanas da festa, que também contará com uma infraestrutura preparada para receber o público com espaços de lazer e cultura ao ar livre.

Para saber mais sobre programação e aproveitar ao máximo todas as atividades, acesse: www.timmusicnarua.com.br.
Confira a programação completa:
MPB – Largo da Batata
15/8, a partir das 16 horas
Tiê, Dois Africanos, Otto
Maracatu Bloco de Pedra
A Batata Precisa de Você
Samba / Hip Hop – Praça da República
22/8, a partir das 16 horas
Péricles e Rael
Hip Hop / Rap – Praça da Luz
29/8, a partir das 16 horas
Rashid e MC Guimé
Matilha Cultural
Festa – Vila Madalena
12/9, a partir das 14 horas
Calefação Tropicaos e Pilantragi
Rock/MPB/Samba – Anhangabaú
13/9, a partir das 16 horas
Arlindo Cruz e Titãs
Em todas as datas:
Love CT, Ping Point, Bike Anjo e Pilantragi
Por: Patrícia Visconti
[Caixa de Som] Projeto MOPRI: Poetizando a realidade e somando qualidade
Já que nesta semana foi “comemorado” o dia que a Princesa Isabel assinou a Lei Área, no dia 13 de Maio de 1888, onde abolia a escravidão entre os negros, mas isso foi apenas na teoria, pois a situação dos mesmo, não mudou muita coisa, para não dizer que as chibatas dos capataz ordenados pelos senhores doía menos que as discriminações que eles iriam enfrentar perante a sociedade. Aonde a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias, e isso ocorre ainda hoje, mesmo após 127 anos da abolição ainda existe este preconceito.
E baseado nessa ideia, um trio de rappers do Projeto MOPRI estreou nesta semana o videoclipe “Sem Massagem”, onde eles cantam uma realidade distinta daquela periferia mostrada nas telenovelas, onde todo mundo entra sem bater e todos andam sorrindo e saltitando, mas sim uma verdade que nem mesmo os jornais mostram, onde mais de 70% dessas pessoas são negras e vivem as margens da sociedade, recebem muito menos do que os brancos e ainda, tem de ouvir piadinhas pejorativas e medíocres de seres irracionais que acham que estão fazendo piadas.
Um país onde a população é miscigenada como o Brasil, seria inadmissível algo deste parâmetro, porém a cor da pele, a raça, a religião e o quanto você possuí em sua conta bancária contam mais do que o seu caráter, que na maioria das vezes é ignorado e defasado dentre tantas outras “prioridades” diante a sociedade politicamente correta.
O Projeto MOPRI tem influências de vários gêneros musicais, como Rock, funk, Soul, Hardocore Heavy metal, Chilltrap, Trap Chillstep, Dubstep, apesar da base da banda ser o RAP. Com letras que apresentam uma realidade oculta pela grande mídia, mas muito presente na sociedade, principalmente aquela que corre, que luta e tá na labuta diária par conquistar seu espaço, sua dignidade e não deixar e engolem seu caráter.
A banda é formada pelos músicos Eri Q.I., Lucas Beatmaker e Luciano Mello, que tinham uma química tão forte musicalmente que a interligação foi imediata, e assim se entregando de corpo e alma, os músicos foram somando suas influências musicais com a rotina cotidiano, surgindo um som autoral e verídico, o projeto MOPRI.
Conheça mais do Projeto MOPRI nas redes sociais do trio:
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Por: Patrícia Visconti





