[Caixa de Som] Duas décadas sem a autenticidade e originalidade dos Mamonas Assassinas

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Há duas décadas atrás, o Brasil perdia não apenas uma banda de rock, mas um grupo de rapazes que fizeram a diferença na música popular brasileira, em pouco menos de um ano, os Mamonas Assassinas mostraram que carisma, letras fácies e amor, faz toda discrepância para o êxito eterno e por gerações.

mamonasOs Mamonas Assassinas começou oficialmente em junho de 1995, quando foi lançado o primeiro compacto, homônimo o nome da banda.

Formado pelos músicos, Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, Samuel Reoli e Sérgio Reoli, todos residentes da cidade metropolitana de Guarulhos. Lugar onde conheceram o produtor musical Rick Bonadio, e fez com que o som dos Mamonas propagasse por todo o território nacional e também, internacional. Todavia, até antes os Mamonas Assassinas não existiam, foi após a gravação de “Pelados em Santos” e “Robocop Gay”, que fizeram mudar o perfil do grupo e transforma-los não só em mais uma banda de rock, como tantas que já sucedem, mas algo épico e excepcional, conquistando fãs mesmo após seu término trágico.DI01974

Sim, trágico pois em 2 de março de 1996, um acidente de avião na Serra da Cantareira ocasionou na morte cruel de todos os integrantes do grupo, trucidando e encerrando a carreira meteora de um das maiores bandas na história da música brasileira, que vendeu mais de três milhões de cópias em todo o país, com discos de diamante, ouro, platina e platina dupla, sendo um sucesso exorbitante para uma banda que apenas lançou um único álbum, mas no tempo certo para marcar, apesar do curto período, marcar por décadas e por gerações.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Helio Lima propaga o rock independente paulistano

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Atualmente existem centenas de bandas alternativas, agora mesmo você pode ter recebido algum convite para shows e eventos promocionais a respeito delas.

Entre esses eventos e festivais há outros grupos envolvidos não recebendo a atenção distinta a cada performance, apenas sendo contemplada pelos conhecidos e os demais convidados mal conhecem.

Visando isso, o músico e produtor Helio Lima pensou em dar mais atenção a essas bandas, criando a Connection Cultural Group, em parceria com casas de shows e grupos alternativos, em prol a divulgação dos mesmo pela capital paulista.

O Connection Cultural Group está prevista para começar em março, e conta com a participação das bandas “Ossos de Marfins”, “Evren”, entre outras.

12575864_1121534247859172_915749657_nComo em anos anteriores, em que Helio organizou o festival  “Potência Independente”, dando relevância as bandas independentes, o CCG, tem a mesma proporção, unir as bandas e propagar a nova cara da música nacional visa criar afinidades e uma conexão real desses núcleos, potencializando o som e a carreira das bandas envolvidas, mostrando um elo maior a cada performance e apresentação.

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E por falar em performance, em promoção e lançamento do álbum, “Helio Lima and The Critical Soul Band”, qual Helio encabeça o projeto, haverá uma apresentação na próxima sexta-feira, 5, no festival “AntiCarnaval 2016”, no Centro Cultural Zapata, em São Paulo.

Um evento destinado para aqueles que não irão viajar no feriado, mas também não querem ficar quatro dias trancados em casa, mas sim aproveitar o melhor do rock nacional independente.
Além de “Helio Lima and The Critical Soul Band”, o festival ainda conta com as participações de “olHo da Cara”, Kiltons, UdJC e Cactos de Marte.

12575982_1121534244525839_1933189403_nAlém do mais, sua banda HL Arguments já está em processo de finalização de seu terceiro disco de estúdio.

Intitulado “Honten”, a banda trará um som mais emotivo e sentimental em suas canções, mostrando uma grande afetividade entre os integrantes, todos trouxeram a fundo o que tem de melhor para beneficiar neste projeto, que será algo melhor e mais coeso trabalho do grupo. Todavia, ainda não há data para o lançamento, mas a previsão é para agosto deste ano em todas as plataformas de streaming (Spotify, Deezer, Apple Music, Soundcloud, Google Play) e afins, além de nosso site.

Enquanto o novo álbum não saí, fiquem com uma apresentação de “Fixing my Words”:



Para saber mais sobre os projetos, shows e eventos da HL, acesse o site ou Facebook oficial da banda, e fiquem ligados no 2016 agitado que eles planejam para seus fãs e seguidores.

SERVIÇO

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Data: 05 / Fevereiro/ 2016
Horário: 22h
Local: Centro Cultural Zapata
End: Rua Riachuelo 328; Centro – São Paulo/ SP.

INGRESSOS:

R$ 15 – confirmando presença nessa lista até as 18h do dia do show
R$ 20 – na portaria

– Venda de merch da Fusa Records e bandas
– CDs, vinis, camisetas a preço promocional

Mais informações:
E-mail: fusarecords@gmail.com

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Rebate soma experiência e apresenta uma nova face do rock nacional

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Foto: Barbara Scheler

Há mais ou menos uns dois anos atrás, o brasileiro Sergio Ugeda e australiano Steve McIver faziam sua primeira apresentação juntos, e posteriormente Mark Pascoal uniu-se a dupla para fazer percussão e dar mais harmonia a banda, e desde então projetaram suas carreiras em parceria e criaram sua própria identidade, formando a banda “Rebate”.

O som soa hardcore, folk e muito rock n’ roll, com composições próprias, a banda canta sua verdadeira essência, somada a vasta experiência que ambos os músicos já possuem e as influências particulares de cada um dos integrantes.

Foto: Barbara Scheler

Foto: Barbara Scheler

Sérgio Ugeda foi integrante de um sem-número de projetos e bandas paulistanas (Diagonal, Vurla, Debate, outras) com apresentações dentro e fora do Brasil e foi colaborador com artistas como Damo Suzuki (CAN), Tony da Gatorra e Kyp Malone (Rain Machine/TV on the Radio).

Steve Mciver é um expert no uso do slide e pratica há anos um estilo inspirado em blues e improvisação livre que encontra nos ritmos quebrados e composições fragmentada por Ugeda uma sonoridade repleta de impacto, ritmo e energia embora (geralmente) tudo seja acústico apenas com uma craviola e um dobro resonator.

Mark Paschoal é baterista, compositor e produtor musical com especial estudo da percussão andina. Ministrou aulas e Workshops de música nas cidades de Arequipa e Trujillo na República do Peru onde também se apresentou ao vivo na TV Peruana H-TV (2006) ao lado de Davi Silva e Tachi Lucan. Entre tours, participações especiais e sessões de gravação Mark já dividiu palcos, estúdios e cozinhas com Jair Naves, Eletrofan, Hierofante Púrpura, Os Estrangeiros, Os Relpis, Landau, Bigster, Fred Gomes, Lucas Milani, Johnny Sue, Labirinto, n0x3o entre outras aventuras pela estrada torta da música.

Uma banda que visa bastante a instrumentalização da música e a afinação dos instrumentos, mas estão sempre conectados com a letra e melodia de cada canção, enriquecendo e ofertando aos seus ouvintes uma nova faceta do rock nacional.

Confira abaixo o primeiro videoclipe “Catira”, do novo projeto que deve ser lançado em breve:

Para conhecer mais sobre a Rebate acesse:
Facebook

Por: Patrícia Visconti