Os filmes de desastre e fim do mundo já foram um grande fenômeno no cinema, porém essa fórmula foi se enfraquecendo cada vez mais a partir do momento em que o público não se dá por satisfeito com duas horas de terremotos, tsunamis etc. Filmes como 2012 envelhecem mal com o decorrer dos anos por conta de roteiros rasos. O primeiro Destruição Final chamou atenção durante a pandemia por ter uma proposta fora do padrão do gênero, focando na relação entre os sobreviventes. O casal Allison e John Garrity, junto de seu filho Nathan Garrity, sobreviveu aos acontecimentos do primeiro filme e, cinco anos depois, temos Destruição Final 2. O título é contraditório, mas infelizmente essa não é a única contradição do filme. Continuar lendo “Destruição Final 2: o velho problema das sequências”
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A ganância e o descaso: quando o lucro supera o amor dos fãs
Não é novidade que as grandes empresas responsáveis pela venda de ingressos estão cada vez menos preocupadas em fornecer uma boa experiência para os fãs — desde o momento da compra até o show em si. Na teoria, ingressos mais caros deveriam garantir mais conforto, mas, infelizmente, isso é uma falácia, especialmente em shows de artistas internacionais devido à altíssima demanda. Continuar lendo “A ganância e o descaso: quando o lucro supera o amor dos fãs”
‘How Did I Get Here?’: Louis Tomlinson transforma dúvidas, amadurecimento e luz em seu álbum mais íntimo e consistente
Louis Tomlinson chegou a 2026 com um disco que não tenta provar nada, e talvez por isso seja o mais seguro de sua carreira solo. Lançado em 23 de janeiro, How Did I Get Here? é o terceiro álbum de estúdio do cantor britânico e representa um momento de consolidação artística, após os caminhos abertos em Walls (2020) e Faith in the Future (2022). Continuar lendo “‘How Did I Get Here?’: Louis Tomlinson transforma dúvidas, amadurecimento e luz em seu álbum mais íntimo e consistente”
‘Rita e a coragem de ser quem se é’ – Literatura infantil fala sobre a contenda ao racismo religioso
A autora e jornalista Maria Carolina Cristianini publicou, no final de 2025, o livro Rita e a coragem de ser quem se é, uma leitura infantil que aborda assuntos importantes, como a intolerância religiosa e o papel
das escolas em proporcionar um ambiente seguro e respeitoso às crianças, independentemente de sua fé. Continuar lendo “‘Rita e a coragem de ser quem se é’ – Literatura infantil fala sobre a contenda ao racismo religioso”
Cine Copan deve voltar às atividades, tornando a região um ponto expressivo da cena cultural no centro de São Paulo
Fechado há quase duas décadas, o Cine Copan já foi um ícone de arte, cultura e glamour no centro de São Paulo. Inaugurado em 1970, o teatro cinematográfico localizado no Edifício Copan foi uma referência cultura da cena paulistana, em uma época em que os cinemas de rua era relevantes e significativos à cidade. Porém, em 1986 o cinema deixou de funcionar, devido a decadência dos mesmos pela região e a ascensão dos complexos cinematográficos nos shoppings centers. Porém, por dois anos, o espaço virou um teatro, onde abrigava apresentações da Osesp até 1988, mas que também teve as portas fechadas por falta de segurança. Continuar lendo “Cine Copan deve voltar às atividades, tornando a região um ponto expressivo da cena cultural no centro de São Paulo”





