Sabe aquele dia em que você não tem nada para fazer, mas o dia está ensolarado, o céu azul e o clima pleno para música, poesia e conversa entre amigos em algum lugar despojado, descontraído e relaxante?
Pois bem, esse dia foi domingo passado (7), cansada de assistir as mesmices da TV aberta ou os mimimi compartilhados nas redes sociais, peguei carona com “La Buena Onda” de Rapha Moraes, e eu conferir o pocket show que o música realizou no Centro Cultural São Paulo, na Vergueiro, região central da capital paulista.
Rapha sempre muito simpático, cantou e encantou a todos os presentes, com canções do primeiro álbum do cantor, além de algumas novíssimas e outras nem tanto assim, mas que mesmo assim os fãs cantaram a tarde toda. Essa performance foi a última deste trimestre, já que ele continuará trilhando sua turnê pelo Brasil, divulgando o álbum ‘La Buena Onda’, lançado em maio deste ano.
O disco tão bem recebido, que o último show do músico da capital paulista, no Espaço Alma D’Alma, ele adiantou que a produção para o novo compacto está no forno e cheio de novidades que devem estourar já no primeiro semestre de 2015. Com músicas que ditam o amor, os relacionamentos, a vida e a estrada qual todos percorrem, mas apenas os fortes permanecem e se fortalecem a cada tombo.
A próxima e última apresentação de Moraes em São Paulo acontece em novembro, porém não será uma despedida, mas sim um até breve repleto de novidade para o próximo ano. Quando estiver mais próximo do show, divulgaremos aqui em nossa embarcação. E para mais informações sobre agenda, singles e singularidades sobre o Rapha, acesse raphamoraesbrasil.com, e fique ligados nas novidades.
Os caiçaras de Santos da banda Zimbra, regressa a capital paulista para promover a turnê nacional do recém lançado EP “Mocado”, no Kitsch Club, situado na Rua Vergueiro, na Vila Mariana, no próximo sábado (30).
Essa nova performance da banda tem expectativa de pública de 300 pessoas, e o line up do show, conta com a presença das bandas Hotelo e A Ventura.
A Zimbra foi formada em 2007, quando os quatro integrantes ainda estavam na escola, antes nomeada por banda Panorama, mas com desde sempre na labuta e na luta para conquistar seu espaço dentro tantas outras que já existe no cenário pop rock nacional, porém o grupo vem ganhando destaque como uma das revelações da região da Baixada Santista. Eles já lançaram, uma demo em 2010, ainda com o nome de Panorama, um EP em abril de 2012, já com o nome e formação definitivos, como conhecemos hoje, e atualmente trabalha na campanha de divulgação de seu terceiro EP.
Entre suas influências, elas são bem amplas, vão do rock ao pop rock brasileiro como Los Hermanos, Nando Reis, Legião Urbana, passando pelas referências internacionais do Foo Fighters e The Killers, a banda segue na busca da construção de um som e estilo próprio, mas sem perder o apelo popular.
Recentemente ficou entre as 21 finalistas em um concurso da Oi pra tocar no Rock in Rio 2013, o Banda da Galera, onde participaram mais de 1300 bandas de todo o território nacional. Recentemente, no final de 2013, o álbum O Tudo, o Nada e o Mundo levou o prêmio de Melhor Disco do Ano no Prêmio Rock Show 2013 e foi indicado por diversos veículos do segmento como dos grandes trabalhos desse mesmo ano.
Quer conhecer mais sobre a banda Zimbra, se liga neste som bastante contagiante e com letras, para lá de atuais, além dos links das redes sociais do grupo, onde lá você saberá mais a respeito de shows, singles e além de conferir as fotos e vídeos já publicados pelos garotos.
Sabe quando dizem que um artista só é completo, depois que você confere uma performance dele ao vivo no palco? Então, é isso que pude comprovar do Rapha Moraes.
O cantor que lançou o seu primeiro álbum em maio de 2014 (veja +), e está realizando apresentações por todo o Brasil, promovendo este novo compacto, que traz uma batida meio pop, meio rock, um pouco de soul, folk e umas pitadas de ritmos latinos e regionais.
A simpatia extrema contagiou o Espaço Alma D’Alma, sediado no Ipiranga, região de sul de São Paulo no último domingo (17). A plateia estava bastante animada com o show de Rapha, e ele em êxtase total, assim como a banda, Juninho Junior, o baterista que deu o ritmo ao show e Noélle Bonacin, que arrasou num instrumento nada comum nas bandas convencionais, o Cello, além da novata no time, a sanfoneira Cimara Fróis, que apresentou toda sua sutileza no back vocal, e realçou muita habilidade em instrumento tão pesado e cheios de acordes.
Uma harmonia sem fim, com canções do disco “La Buena Onda”, além de novas e inéditas, que Moraes compôs excursionando pelo país, além de outras “novas velhas”, que foram compostas há algum tempo atrás, mas que poderão estar no próximo compacto do músico, que está em plena atividade musical e já pensa em novidades para 2015, como álbum, videoclipes e muitos singles para que os fãs do artista propaguem a cada dia a música independente de qualidade, que necessita deste apoio em um mundo tão volátil e momentâneo qual vivemos hoje em dia.
Músicas que tocam direto na alma e no coração, e fazem você viajar ao escutar, estabelecendo uma conexão direta do artista com o ouvinte, transportando toda a energia que excede no palco, para o público, que transbordou alegria, contagiando todos em uma só emoção, mostrando que não importa o tamanho do público, mas sim a força que ela transpassa ao artista, propagando o bem-estar e o conforto de que ali é o lugar exato para difundir a cultura e arte.
Aguardem, pois no fim de semana, publicaremos as fotos tiradas durante o show, que foi imperdível e recomendável aos futuros fãs de Rapha Moraes, mas cuidado para não gamar, já que será difícil não escutá-lo e se admirar por seu talento e dedicação pela arte e a música.
Enquanto isso, fiquem com pouco do que foi o show do Rapha no Espaço Alma D’Alma. Confira abaixo a performance de “Imprevisível”:
Como prometido(veja +), conversamos com o Kio Olivieri, voz e violão da banda Voz em Dó, e ele nos contou um pouco sobre a banda, o início, as influências, carreira, prospectivas para o futuro, e claro, muita música, afinal esse é nosso assunto favorito.
Confira abaixo a nossa entrevista com o Kio:
1- A quanto tempo existe a banda?
A banda existe a apenas 9 meses. Uma gestação musical.
O Barquinho Cultural – Quais as influências do Voz em dó? Por que?
Kio Olivieri: Cada integrante tem suas influências, que vão desde a MPB até o Heavy Metal. As que predominam em nosso contexto geral são: Engenheiros do Hawaii, O Teatro Mágico, Los Hermanos, entre tantos. Acredito que são nossas influências por serem, naturalmente, também o que gostamos de ouvir.
OBC – Vocês já possuem singles lançados, quantos e quais? E quanto ao álbum, já há previsão de lançamento? KO: Sim. Em março deste ano lançamos o nosso primeiro EP, chamado ‘Voz em Dó – menor’. Um trocadilho bem colocado, acredito. O EP conta com cinco canções que estão disponíveis para download em nossa página no Soundcloud.
Quanto ao álbum, estamos com um pouco mais de calma. A ideia inicial era lançá-lo em Novembro deste ano, mas preferimos deixá-lo para o ano que vem. Queremos fazer algo grandioso, completo. Algo que converse com nossos shows em questão de estética, cenário e etc.
Não há prazo exato, mas para gerar manchete, Junho de 2015. (rs)
OBC – Vocês compõem as próprias canções, certo… Vocês acreditam que para um músico que está começando agora, é mais fácil cantar covers, para serem reconhecidos primeiro, ou já apresentar seu repertório próprio, para agregar a uma determinada nuance musical, antes de ingressar a um estilo próprio?
KO: Olha, a pergunta é boa e fácil de ser respondida.
Sim, é mais fácil o músico começar a caminhada fazendo covers e versões. Mais do mesmo para garantir o coro da canção.
Nós optamos pela música autoral porque não queremos atalhos. Nunca apresentamos um cover em nossos shows. Nem sequer temos algum ensaiado. Respeitamos quem o faz, mas preferimos ir contra a corrente.
OBC – Como um artista se mantêm firme e forte, em uma carreira tão volátil quão essa que vocês vivem, que hoje vocês podem estar por cima, amanhã já há outro neste lugar? Por quê?
KO: O mercado independente é muito complicado, mas muito amplo. Engana-se quem acha que ele está abandonado. Bandas se ajudam e se comunicam. Há uma relação bacana. O maior problema é achar lugares para se apresentar e ser respeitado como profissional.
Temos que nos manter sempre atualizados e sempre com novas ideias. Manter uma relação bem próxima ao nosso público e fazer com que isso seja agradável para todos.
Ascensão e queda dependem muito de qual lado você está. Às vezes não estar na grande mídia não quer dizer que você está indo mal. Assim como estar na grande mídia não significa que você está bem. Relativo.
OBC – Quais são as expectativas da banda para o futuro? Shows, singles, EPs, álbuns…
KO: Este ano faremos nosso primeiro aniversário e estamos planejando um espetáculo lindo. Será dia 8 de Novembro, no teatro Alma D’alma, em São Paulo. Vai rolar gravação de DVD e outras surpresas.
O álbum fica para 2015. Poderíamos fazer algo para este ano, mas acho que antes, temos muita gente para alcançar com nosso EP. Um passo por vez.
Quanto a agenda, nos apresentaremos sábado agora (09.08) no Feeling Music Bar, na Vila Mariana em SP. O Show será às 18h. Mais informações estão em nossa página oficial no Facebook.
Assista abaixo a gravação do show de lançamento do EP ‘Voz em Dó – menor’, que aconteceu em Março/2014, no Hangar 110, em São Paulo:
Como o Kio comentou acima em nosso bate-papo, o grupo se apresenta neste sábado (9), no Feeling Music Bar, sediado na Rua Domingo de Morais, Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
Os meninos foram uma performance mostrando seus singles, sucessos e novidades da banda. Além da Voz em Dó, também rolará shows com as bandas Depois do Fim, Persia, Trimotor, Flutue, ForLove e Arcade.
SERVIÇO
Voz em Dó de volta a Feeling
Data: 09/Agosto/2014
Horário: a partir das 17h
Local: Feeling Music Bar
End: Rua Domingo de Morais, 1739 – Vila Mariana
São Paulo/ SP
Entrada: R$20,00 (antecipado) | R$25,00 (na porta)
Mais info: AQUI
E para conhecer mais sobre a Voz em Dó, acesse as redes da banda e interaja com os garotos, pois além de ouvir um som de primeiro conhecerá artistas natos, que vivem fazem arte com amor e dedicação aos seus fãs.