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[TOTAL FLEX] A Fantástica Trupe… apresenta a fábula do espetáculo “A Princesa em Engasgada”

Foto:Renata Porto
Foto:Renata Porto

O espetáculo “A fantástica Trupe em… A Princesa Engasgada” esteve em cartaz em São Paulo e encantou adultos e crianças. Com mensagem sublime, singela, simples , com figurinos de época e linguagem coloquial, explora as virtudes da infância, da inocência de forma cativante com o romantismo, o imaginário, a descoberta e a interação aberta para o desfecho final da história. Continuar lendo [TOTAL FLEX] A Fantástica Trupe… apresenta a fábula do espetáculo “A Princesa em Engasgada”

[Total Flex] Um casamento simples também pode ser sofisticado!

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Casamento, uma data tão especial e sonhada por todos, mas ao mesmo ensejo nos ocupa tanto do nosso precioso tempo corrido desta rotina louca em que vivemos, mas saiba, que quando planejado cautelosamente, tudo pode ser melhor do que esperado, até mesmo no quesito de gastar além da conta.

Decoração de primeira, mas com um toque especial que apenas os anfitriões podem oferecer, essa pode ser uma das soluções para realizar uma festa com a sua cara e o seu estilo.

Porque não relacionar o tema favorito do casal à festa. Assim, eles podem trazer objetos e decorações já existentes em sua casa, para deixar o evento com um ar todo especial, e ainda remetendo ao gosto do casal.

Por exemplo, dois aficionados por games ou por tatuagens, podem decorar visando neste gosto pessoal, com desenhos decorativos no lugar das flores e laços de cetim, que na maioria das vezes encarece, e afasta os convidados do ambiente amigável e informal do acontecimento, levando-os ao espaço peças e objetos que transforme festa formal, em algo descontraído e despojado. Mas, caso o casal prefira as tradicionais flores, procure as da época, além de sair mais baratas, pela demanda de produção, podem dar um toque especial e único ao casamento.

Ousar e ser criativo nunca foram um caos nas festividades, e casamentos muito certinhos e formais gera até certo tédio aos convidados, além do mais, quanto mais original ele for, mais será lembrado e relembrado pelas pessoas presentes na solenidade, mas claro, não deixando alguns momentos tradicionais passarem despercebido, já que são esses que serão eternizados na vida dos cônjuges.

Na gastronomia a maioria dos casamentos opta por servir massa com molhos, seja branco ou vermelho, mas agora é a hora e dar um ‘upgrade’ neste cardápio, trazendo sofisticação, mas sem gastar muito. Usando frutas da época, optando por comidas mais frescas e naturais, sem muito conservantes e que necessita esquentar e requentar muitas vezes prefira algo leve, a não que o evento ocorra na Sibéria, ou em algum país muito frio, onde a gordura e algo quente serão eficazes para os aquecimentos dos corpos dos comensais. Mas caso contrário, sirva-os como se estivesse em sua própria casa, mas com o requinte de um espaço e de uma realização especial, mostrando que seus convidados estão ali não apenas para fazer números, mas realmente são importantes aos futuros esposos. Sendo simples, mas com um toque sofisticado de um bom anfitrião.

Construa a sua história como tema, assim dará ao seu casamento originalidade e criatividade sem ficar clichê ou piegas demais, interagindo os convidados aos noivos, transformando a cerimônia em uma simples e gostosa festa entre amigos.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Capela traz inovação e simplicidade aos ouvidos musicais

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Foto por: Divulgação

Um projeto formado pelos músicos Caio Andreatta, Gustavo Rosseb e Léo Nicolosi vem para desconstruir todo conceito de banda e música já existente neste universo. Algo novo, refinado, afinado, requintado e altamente nacional. Esse é Capela.

Capela é o encontro da música de cabeceira aos ouvintes que buscam por algo novo e criativo, que completa o o existente, mas não fica nada idêntica a mesmice já existente.

Reunindo vozes afinadas, com instrumentos aguçados, todos na mesma sintonia e harmonia, sintonizando uma só emoção, somando algo inovador e criativo à música brasileira atual.

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Foto por: Bruno Diniz

Ficou curioso em conhecer mais sobre a banda Capela, então você poderá conferir neste domingo (15) o show de lançamento do primeiro álbum deste projeto, intitulado “Sangue Novo”. A apresentação acontecerá no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, a partir das 19h. Os ingressos já estão disponíveis no site da Ingresso Rápido ou pelo telefone: (11) 4003 1212; O valor deles é de R$20, e tem meia-entrada.

Mas, antes ouça abaixo um pouquinho deste projeto arrojado e inovador.

Para saber mais sobre a Capela, acesse a fanpage oficial da banda no Facebook e também, o canal de Youtube do grupo.

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] Literatura Marginal – A literatura em sua forma simples e popular

L.M-pequeno

A literatura popular, é o conjunto de formas simples da arte verbal do povo, aos autores e seus contributos teóricos, esta literatura também é apresentada com outras denominações: literatura oral, literatura tradicional, etno-literatura ou literatura marginal.

O principal defensor do nome “literatura popular” é, sem dúvida, Viegas Guerreiro, que afirma preferi-lo por ser o de “de mais extenso significado”, já que “cabe nele toda a matéria literária que o povo entende e de que gosta, da sua autoria ou não”.

A denominação de literatura popular, em face da ambiguidade do termo “popular”, tem levantado as objecções de alguns teóricos, como é o caso de Victor Aguiar e Silva, para quem esta literatura exprime, de modo espontâneo e natural, na sua profunda genuinidade.

O espírito nacional de um povo, tal como aparece modelado na particularidade das suas crenças, dos seus valores tradicionais e do seu viver histórico.

Os textos são considerados contos populares, lendas, mitos, provérbios, ditos populares, apodos, adivinhas, lengalengas,
orações, rezas, fórmulas de superstições e de mezinhas, esconjuros, orações com escárnio, pragas, agouros ou profecias, galanteios ou piropos, quadras, autos populares, romanceiros, cancioneiros, excelências, entre outros.

Principais Autores:

No Brasil: Ferréz (Capão pecado), Plínio Marcos (Dois perdidos numa noite suja), Maurício Mirisola (Azul do Filho Morto), Eduardo Alves da Costa (No Caminho com Maiakovsky), Roberto Piva (Paranóia), José Agripino (Panamérica).

No Mundo: Henry Miller, Charles Bukovsky, Ferlinguetti, Pedro Juan Gutiérrez, e o espetacular Venedikt Erofeev, um russo absolutamente marginal, autor de Moscou-Petushky.

Por Priscila Visconti