‘O livreiro de Gaza’ mostra a revolução através dos livros, enquanto a guerra assola a humanidade

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Entre o caos da guerra e a sabedoria da literatura, àqueles que mantém os livros consigo pode ser considerado o mais radical da revolução. Envolto de palavras, histórias e momentos em que foge do descontentamento que assola a humanidade, cenários mais devastadores, mostrando que os livros são as maiores chances de sobrevivência contra os males causados pelo homem, não apenas para fugir da realidade, mas sim, habitá-la plenamente. Continuar lendo “‘O livreiro de Gaza’ mostra a revolução através dos livros, enquanto a guerra assola a humanidade”

Sirāt: um drama inquietante diante aos conflitos perturbadores e absortos

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O longa-metragem espanhol, do polêmico diretor Oliver Laxe, Sirāt, traz em sua trama um drama loquaz e reflexivo, que emerge o espectador em uma viagem pela sobrevivência, meio ao cenário caótico, de conflitos políticos intensos, em que a música é a principal dispersão para se reconectar consigo e com as pessoas ao redor, imposto com plena sensibilidade e sutileza, dando espaço para a solidariedade que ainda resta diante da imprevisibilidade.

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O remake de ‘Quarto do Pânico’ chega essencial e satisfatório, referente a realidade brasileira

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A adaptação nacional, do suspense psicológico de David Fincher, Quarto do Pânico, traz uma versão autêntica e essencial dirigida por Gabriela Amaral Almeida, que visando aproximar do filme original, mas trazendo elementos e referências peculiares da cultura brasileira, sob uma visão feminina e diversa, agregando embates únicos que apenas uma mulher poderia encontrar. Continuar lendo “O remake de ‘Quarto do Pânico’ chega essencial e satisfatório, referente a realidade brasileira”

Destruição Final 2: o velho problema das sequências

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Os filmes de desastre e fim do mundo já foram um grande fenômeno no cinema, porém essa fórmula foi se enfraquecendo cada vez mais a partir do momento em que o público não se dá por satisfeito com duas horas de terremotos, tsunamis etc. Filmes como 2012 envelhecem mal com o decorrer dos anos por conta de roteiros rasos. O primeiro Destruição Final chamou atenção durante a pandemia por ter uma proposta fora do padrão do gênero, focando na relação entre os sobreviventes. O casal Allison e John Garrity, junto de seu filho Nathan Garrity, sobreviveu aos acontecimentos do primeiro filme e, cinco anos depois, temos Destruição Final 2. O título é contraditório, mas infelizmente essa não é a única contradição do filme. Continuar lendo “Destruição Final 2: o velho problema das sequências”