[Total Flex] Mais verde, menos concreto!

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Em 24 de dezembro de 2013, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou a abertura do Parque Municipal Augusta, porém dias o próprio alegou de que não haveria verba para a reconstrução do mesmo, e de que o projeto não poderia dar continuidade.

Porém, a população não desanimou, e buscou meios e artifícios para que o Parque fosse novamente uma área lazer, com muito verde e ar puro para respirar.

Essa luta já dura 13 anos, onde já foram realizadas inúmeras atividades, atos de protestos, eventos lúdicos, manifestações de rua, oficinas, debates, piqueniques, assembleias, audiências públicas, etc. O caminho foi longo, árduo e cansativo, mas que resultou na criação do Projeto de Lei do Parque Augusta.

Diversas pessoas se envolveram no projeto, entre artistas, jornalistas, cidadãos de São Paulo e até de outras capitais, aderiram a campanha e enviaram em apoio à iniciativa.

Mas, um ano se passou e o parque foi novamente fechado, contrariando a cláusula pétrea na escritura de uso público do terreno. A solução financeira para a desapropriação foi encaminhada ao prefeito, mas mesmo assim ele insiste em ignorá-la para não tomar a decisão que contraria os interesses privados das construtoras.

Por isso, os idealizadores do projeto decidiu retomar a campanha “Parque Augusta Já!”, e convoca toda a sociedade para aderir e continuar propagar essa ideia, seja através de uma poesia, com uma história, empunhando seu cartaz, sozinho ou com seu pet, compondo uma música, desenhando uma charge ou, simplesmente compartilhando e repassando aos seus amigos o que for criado.

Portanto, se você for humano, contribua com essa campanha, pois o verde e o oxigênio vale mais do que o dinheiro ganho pelas construtoras, que apenas destroem o meio ambiente e enriquecem as custas do que é beneficio para a humanidade, criando crises ambientais e transformando a paz em caos social.

Para mais informações: Site | Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Arte, sociedade e COMPARTILHAGEM!

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Sabe o que acontece quando uma professora de inglês cansa da sala de aula e resolve inovar e propagar a arte com objetos que iriam para o lixo, e ainda convida seus filhos e a comunidade para compartilhar disso? Ocorre uma COMPARTILHAGEM!

Isso mesmo, Compartilhagem um projeto que visa divulgar o consumo consciente, utilizando-se de peças recicláveis transformando-as em algo para decoração ou adornos para si mesmo.

10615427_629147777193744_4882671266800273863_nA ideia surgiu quando a professora Renata Penna, 40, cansou da rotina árdua das salas de aula, e há três meses atrás começou a criar mandalas com alguns CDs inutilizados, a partir dai ela com o dom de lecionar e ensinar algo novo para as pessoas, ensinou aos seus filhos, que hoje realizam e propagam uma arte única e especial para a comunidade.

Além de ofertar cursos, para que a ideia seja difundida e procrie, retirando utensílios que a sociedade descarta diariamente no lixo, em algo novo e artístico, ajudando ONGs e Instituições carentes e unindo uma família e a comunidade que a cerca dela.

Para conhecer mais dessa iniciativa acesse o site da COMPARTILHAGEM, e ficar ligados nos cursos, exposição e também sobre o projeto.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] A segurança em apenas um toque!

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Atualmente é cada dia mais comum as tradicionais senhas serem substituídas por intervenções biométricas, seja pelos olhos, na palma da mão, pelos dedos, a retina, a íris, até mesmo pela voz, entre outras partes do corpo humano, tornando mais eficaz para a segurança do individuo. Até mesmo nas eleições brasileiras já foi utilizado essa técnica, para melhor identificação e bular a falsificação de dados pessoais.

A biometria já está mais em nosso meio do que possamos imaginar, basta lembrarmos dos filmes e seriados de ficção científica ou de investigação, onde alguns personagens utilizam-se deste mecanismo para abrir cofres ou desvendar segredos top secretos.

Por mais que essas técnicas parecem novas, esse método já é antigo, na China no ano de 800 d.C era comum os comerciantes identificarem seus clientes através de suas digitais.

Afinal, o termo biometria significa medição biológica, ou seja, o estudo de identificação física ou comportamental de cada pessoa, tornando uma “senha” única e intransferível, retirada do seu próprio corpo. E para que essa técnica seja aplicada, necessita de algum meio para que a identificação seja feita, antes utilizava-se a almofada de carimbo, e hoje com a alta tecnologia artifícios ofertados pelo cinema estão se tornando cada vez mais presentes em nossa rotina diária.

Scanners copiam as digitais, enquanto softwares biométrico lêem e extraem as características de cada pessoa, salvando tudo em um banco de dados e facilitando a identificação futura, até mesmo para transferir dados via internet.

Conheça a seguir os principais sistemas de leitura biométrica:

Impressão digital – Captação das linhas da impressão digital por meio de um leitor biométrico que impulsiona o sistema a compará-lo com seu banco de dados.
Reconhecimento facial – Realiza a leitura dos traços do rosto de um indivíduo.
Veias – Realiza a captação de informações baseados nos volumes de veias aparentes do corpo de uma pessoa.
Identificação pela íris – Fotografia da íris do olho realizada sob uma iluminação infra-vermelha.
Identificação pela retina – Informações são coletadas por meio de um foco de luz.
Geometria da mão – Envolve a identificação do tamanho, da estrutura e da posição da palma da mão de uma pessoa.
Reconhecimento de voz – Analisa a sonoridade, a gravidade e os sinais agudos de uma voz. Pode falhar, visto que existem pessoas que sofrem mudanças na estrutura oral.

Mas, uma coisa é fato a biometria está cada vez mais presente em nossa rotina, até mesmo a identificação por DNA cientistas já estudam, assim a segurança das informações será únicas, rápidas e precisas, tornando o dia em que as senhas habituais serão extintas da nossa sociedade, e o reconhecimento biométrico será a forma mais eficaz na humanidade.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “A Pedra de Paciência” – A força e ternura da mulher afegã

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“A Pedra de Paciência” retrata uma mulher que, por meio de sua força, pode ser dona de suas próprias escolhas, e assim alcançar a liberdade.

No Cabine da Pipoca de hoje vamos adentrar na cultura Afegã, através de uma mulher que por trás de sua burca mostra muita braveza, valentia, mas sem perder sua ternura. O filme “Pedras de Paciência – a mulher por trás da burca”, com direção de Atiq Rahimi, que revela na trama a força da mulher em uma sociedade machista e conservadora.

O longa mostra uma cortina azul com desenhos de pássaros, criando uma sensação de liberdade. Porém, o som de uma explosão quebra este momento e somos levados para a realidade, onde a protagonista, interpretada pela sempre bela Golshifteh Farahani (que já havia me encantado em “Frango com Ameixas”), cuida do marido (Hamid Djavadan) em coma. Uma tarefa que fortalece a prisão que é o casamento dela, contrastando com a sensação de liberdade no início.

A história é a típica de uma mulher afegã, que está sempre ao lado do marido, mas que nessa ela também faz as terapias que seu esposo faz, devido ao ataque ele teve em uma guerra, ai ela o ajuda contando seus segredos, principalmente de como ele nunca foi presente como amante e tudo que precisou fazer para manter o casamento. É interessante ver que quanto mais ela conta e se torna independente, o marido vai sendo escondido (e esquecido) no próprio cenário.

A terapia não é algo fácil de acompanhar, pois o ritmo que o diretor Atiq Rahimi escolhe para desenvolver a história é lento, e em certos momentos pode se tornar tedioso para um público acostumado aos blockbusters norte-americanos. Contudo, é uma escolha certeira que aumenta a angústia e solidão que a esposa vive.

O diretor também renega ao máximo inserir músicas para não cair no melodrama, investindo em sons ambientes, e aqui temos um ótimo trabalho da equipe de som que, intercalando com os monólogos, nos faz perceber o perigo da guerra ao redor da casa, com explosões e tiros que, mesmo soando distantes, sempre estão presentes.

Os personagens não recebem nomes, pois, naquela situação, eles não representem indivíduos, e sim uma maioria que
tem os mesmos problemas. A protagonista representa todos os medos que uma mulher muçulmana pode ter, além de uma grande personalidade que espera ser revelada atrás da burca. E como não poderia deixar de ser, a principal atração é a atuação de Golshifteh Farahani. A atriz conduz bem a mudança de sua personagem, desde o medo que ela tem do marido até uma mulher dona de si.

Assista o trailer do filme:

 

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Sinopse:
No Afeganistão, uma linda mulher cuida de seu marido em um quarto decadente. Ele é um herói de guerra e está em estado vegetativo, após um levar um tiro no pescoço. Abandonado pelos companheiros do Jihad e por seus irmãos, sua mulher o observa e começa uma confissão solitária, falando sobre sua infância, seus sofrimentos, sua solidão e seus sonhos. Por meio de suas palavras para o marido, ela procura um caminho para recomeçar a vida.

 

ONDE ASSISTIR:
São Paulo: Reserva Cultural
Brasília: Cine Liberty
Salvador: Cinema do Museu

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Instagram: Socializando fotos, compartilhando ideias

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A rede social do momento é sem duvida o Instagram, agora as fotos e os vídeos dos usuários não são mais os mesmo, e ganham curtidas e comentários, e ainda podem ser aplicado filtros digitais melhorando ou deixando as imagens com um cara diferente. Além do mais, usa-se a essa rede para propagar campanhas sociais e divulgar marcas.

Criado pelos designers Kevin Systrom e Mike Krieger, em 2010, o Instagram começou sem qualquer capital ou investimento de negócios.

Antes apenas uma marca exclusiva para iPhone, que rendeu nesta brincadeira quase 10 milhões de usuários, tendo apena suma equipe de seis funcionários.

Mas o êxito era tanto, que dois anos depois, em 3 de abril de 2012, a marca agregou aos aplicativos da Google, e entrou na plataforma Android, aumentando seus downloads para um milhão no Google Play, mas como nem todo mundo se felicita com os aplicativos, os usuários de Windows ficaram extremamente descontente, pelo fato de não poderem ingressar na rede.

Porém, o sucesso do Instagram ultrapassava os milhões de dólares para a empresa, já que no mesmo dia do seu lançamento para Google, a marca levantou US$ 50 milhões, tendo um capital de risco para uma parcela que chegava a US$ 500 milhões, e seis dias depois com a compra pelo Facebook, o índicio chegava a 1 bilhão de dólares.

Hoje o Instagram conta com mais de 100 milhões de usuários ativos e participativos diariamente, além de abrir nos aplicativos iOS e Android, clientes do Windows 8 já podem ter acesse a rede, que tem mobilizado não apenas fotos e vídeos pessoais, mas campanhas sociais e de conscientização à população, como lutas contra o câncer e anorexia, além de revelações de novos métodos de apresentar o mundo na visão de si mesmo.

E por falar em mostrar o mundo, nosso boletim também entrou nesta onda do Instagram, agora também estamos conectados através de imagens que rondam o mundo inteiro.

Quem quiser nos seguir, e companhar nessa jornada nesta rede que está mexendo com a cabeça de muita gente, basta acessar AQUI, e curtir nossas novidades em cliques instantâneos.

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Essa pauta foi sugestão da nossa repórter ‘foquinha’, Amanda Albuquerque, que em breve trará novidades, toda sexta-feira, sobre o mundo do entretenimento.

Por: Patrícia Visconti