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[Total Flex] Wallpeople: Transformando expressões humanas, em arte urbana!

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Que tal expressar seu amor pela cidade de São Paulo resenhando histórias em forma de desenhos nos muros do Largo da Batata?

No próximo sábado, 6, acontece o Wallpeople São Paulo 2015 – Escrevendo Muros (Writing Wallpeople), com muita arte, música e criatividade, onde todos pode participar e expressar sua ideia e relação artística com a cidade.

Uma ideia que se originou em Barcelona, na Espanha e visa convidar as pessoas a criar e fazer parte do unico momento num espeço urbano específico, compondo a arte dentro da sociedade, tornando-a em uma única coisa.

No Brasil, a projeção foi do portal “Olhe os Muros“, dispõe em mostrar que são nos muros que podemos encontrar a cidade de uma cidade, em seus grafites, lambe-lambe, stencil, e tudo que interfere na urbanidade social daquela comunidade, suas histórias, seus relatos, sua vivência.

Fazer com que as pessoas olhe mais para seu redor, ainda mais hoje em dia, onde todos parecem robotizados mirando para seus smartphones conferindo seus “likes” e seus “posts”, e esquecendo que além daquele mundinho que ela cria, há uma imensidão para ser vista e admirada, há pessoas criando e proliferando a arte e a cultura local, enquanto compartilha algo “legal” a quilômetros e distância. Além do mais, a monotonia mundana acaba alienando as pessoas, e fazendo com que elas apenas enxergue o que está diante do seu nariz e o que elas querem ver, fechando os olhos e as mentes para qualquer manifestação alternativa que acontece ao seu redor.

A proposta do “Olhe os Muros” é sensibilizar as pessoas para que olhem não apenas os muros, mas tudo o que há em volta deles, se transformando em um espaço que sirva para conectar experiências e para compartilhar fotos, opiniões, ideias, tudo isso e muito mais.

Mural da edição do Wallpeople 2013.
Mural da edição do Wallpeople 2013

Além das intervenções artísticas nos muros da região do Largo da Batata, haverá apresentações das bandas Ouro e Chá e Embues Beer Band, e também a participação de Seu Molina, levando cultura, literatura, poesia e arte para os paulistanos.

COMO PARTICIPAR?

1. Qualquer pessoa pode participar! Vá para o Largo da Batata, ao lado do muro do Mercado, no dia 6 de junho, às 14h.
2. Você vai encontrar três histórias já iniciadas no muro. Escolha uma.
3. Pense em uma continuação para a história, de modo que ela siga fazendo sentido, e cole-a no muro.
4. Leia outras histórias e participe delas também!
5. Seja criativo: crie, invente, produza! Além das histórias coletivas, haverá espaço para outros trabalhos. Você pode reinterpretar uma obra literária em uma ilustração, fazer stêncil de um poema ou um tributo a algum autor ou livro, etc.
6. Em cada história, você vai encontrar uma pessoa da organização do Wallpeople, que vai lhe dar todo apoio e materiais necessários para você colaborar com as histórias. Lembre-se que as letras devem ser legíveis e grandes para que possam ser lidas com facilidade.

SERVIÇO

Wallpeople São Paulo 2015
Data: 6/ Junho/ 2015
Horário: 14h às 18h
Local: Largo da Batata – São Paulo/ SP
Entrada e participação: FREE
Mais informações: Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Cássia Eller: Uma artista sem fronteiras!

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Há 14 anos atrás falecia um dos ícones mais irreverentes da música popular brasileira, com voz rouca e seu jeito moleca de ser, Cássia Eller deixou mais que um legado na música, mas também para a sociedade.

Teve sua pré-estreia na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com estreia nacional no dia 29 de janeiro de 2015. Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, o documentário que traz um pouco sobre a vida e a obra dessa grande artista, que apesar de ser tímida por trás dos palcos, tinha uma força gigantesca e inquieta em suas performances dentro dele.

20672487Cássia Eller foi um grande marco da MPB no final da década de 80 e nos anos 90, que teve sua carreira interrompida em 2001, aos 39 anos, após sua morte precoce decorrente de um infarto repentino no coração.

Um filme sobre a cantora, a mãe, a mulher que expôs sua vida pessoal e rompeu barreiras, deixando um belo legado social e artístico. Além de depoimentos de nomes de suma importância da música nacional, como Nando Reis, Oswaldo Montenegro, Zélia Duncan, entre outros, além da própria Cássia.

Confira abaixo o trailer oficial do documentário:

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Mais verde, menos concreto!

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Em 24 de dezembro de 2013, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou a abertura do Parque Municipal Augusta, porém dias o próprio alegou de que não haveria verba para a reconstrução do mesmo, e de que o projeto não poderia dar continuidade.

Porém, a população não desanimou, e buscou meios e artifícios para que o Parque fosse novamente uma área lazer, com muito verde e ar puro para respirar.

Essa luta já dura 13 anos, onde já foram realizadas inúmeras atividades, atos de protestos, eventos lúdicos, manifestações de rua, oficinas, debates, piqueniques, assembleias, audiências públicas, etc. O caminho foi longo, árduo e cansativo, mas que resultou na criação do Projeto de Lei do Parque Augusta.

Diversas pessoas se envolveram no projeto, entre artistas, jornalistas, cidadãos de São Paulo e até de outras capitais, aderiram a campanha e enviaram em apoio à iniciativa.

Mas, um ano se passou e o parque foi novamente fechado, contrariando a cláusula pétrea na escritura de uso público do terreno. A solução financeira para a desapropriação foi encaminhada ao prefeito, mas mesmo assim ele insiste em ignorá-la para não tomar a decisão que contraria os interesses privados das construtoras.

Por isso, os idealizadores do projeto decidiu retomar a campanha “Parque Augusta Já!”, e convoca toda a sociedade para aderir e continuar propagar essa ideia, seja através de uma poesia, com uma história, empunhando seu cartaz, sozinho ou com seu pet, compondo uma música, desenhando uma charge ou, simplesmente compartilhando e repassando aos seus amigos o que for criado.

Portanto, se você for humano, contribua com essa campanha, pois o verde e o oxigênio vale mais do que o dinheiro ganho pelas construtoras, que apenas destroem o meio ambiente e enriquecem as custas do que é beneficio para a humanidade, criando crises ambientais e transformando a paz em caos social.

Para mais informações: Site | Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] Arte, sociedade e COMPARTILHAGEM!

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Sabe o que acontece quando uma professora de inglês cansa da sala de aula e resolve inovar e propagar a arte com objetos que iriam para o lixo, e ainda convida seus filhos e a comunidade para compartilhar disso? Ocorre uma COMPARTILHAGEM!

Isso mesmo, Compartilhagem um projeto que visa divulgar o consumo consciente, utilizando-se de peças recicláveis transformando-as em algo para decoração ou adornos para si mesmo.

10615427_629147777193744_4882671266800273863_nA ideia surgiu quando a professora Renata Penna, 40, cansou da rotina árdua das salas de aula, e há três meses atrás começou a criar mandalas com alguns CDs inutilizados, a partir dai ela com o dom de lecionar e ensinar algo novo para as pessoas, ensinou aos seus filhos, que hoje realizam e propagam uma arte única e especial para a comunidade.

Além de ofertar cursos, para que a ideia seja difundida e procrie, retirando utensílios que a sociedade descarta diariamente no lixo, em algo novo e artístico, ajudando ONGs e Instituições carentes e unindo uma família e a comunidade que a cerca dela.

Para conhecer mais dessa iniciativa acesse o site da COMPARTILHAGEM, e ficar ligados nos cursos, exposição e também sobre o projeto.

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] A segurança em apenas um toque!

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Atualmente é cada dia mais comum as tradicionais senhas serem substituídas por intervenções biométricas, seja pelos olhos, na palma da mão, pelos dedos, a retina, a íris, até mesmo pela voz, entre outras partes do corpo humano, tornando mais eficaz para a segurança do individuo. Até mesmo nas eleições brasileiras já foi utilizado essa técnica, para melhor identificação e bular a falsificação de dados pessoais.

A biometria já está mais em nosso meio do que possamos imaginar, basta lembrarmos dos filmes e seriados de ficção científica ou de investigação, onde alguns personagens utilizam-se deste mecanismo para abrir cofres ou desvendar segredos top secretos.

Por mais que essas técnicas parecem novas, esse método já é antigo, na China no ano de 800 d.C era comum os comerciantes identificarem seus clientes através de suas digitais.

Afinal, o termo biometria significa medição biológica, ou seja, o estudo de identificação física ou comportamental de cada pessoa, tornando uma “senha” única e intransferível, retirada do seu próprio corpo. E para que essa técnica seja aplicada, necessita de algum meio para que a identificação seja feita, antes utilizava-se a almofada de carimbo, e hoje com a alta tecnologia artifícios ofertados pelo cinema estão se tornando cada vez mais presentes em nossa rotina diária.

Scanners copiam as digitais, enquanto softwares biométrico lêem e extraem as características de cada pessoa, salvando tudo em um banco de dados e facilitando a identificação futura, até mesmo para transferir dados via internet.

Conheça a seguir os principais sistemas de leitura biométrica:

Impressão digital – Captação das linhas da impressão digital por meio de um leitor biométrico que impulsiona o sistema a compará-lo com seu banco de dados.
Reconhecimento facial – Realiza a leitura dos traços do rosto de um indivíduo.
Veias – Realiza a captação de informações baseados nos volumes de veias aparentes do corpo de uma pessoa.
Identificação pela íris – Fotografia da íris do olho realizada sob uma iluminação infra-vermelha.
Identificação pela retina – Informações são coletadas por meio de um foco de luz.
Geometria da mão – Envolve a identificação do tamanho, da estrutura e da posição da palma da mão de uma pessoa.
Reconhecimento de voz – Analisa a sonoridade, a gravidade e os sinais agudos de uma voz. Pode falhar, visto que existem pessoas que sofrem mudanças na estrutura oral.

Mas, uma coisa é fato a biometria está cada vez mais presente em nossa rotina, até mesmo a identificação por DNA cientistas já estudam, assim a segurança das informações será únicas, rápidas e precisas, tornando o dia em que as senhas habituais serão extintas da nossa sociedade, e o reconhecimento biométrico será a forma mais eficaz na humanidade.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] “A Pedra de Paciência” – A força e ternura da mulher afegã

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“A Pedra de Paciência” retrata uma mulher que, por meio de sua força, pode ser dona de suas próprias escolhas, e assim alcançar a liberdade.

No Cabine da Pipoca de hoje vamos adentrar na cultura Afegã, através de uma mulher que por trás de sua burca mostra muita braveza, valentia, mas sem perder sua ternura. O filme “Pedras de Paciência – a mulher por trás da burca”, com direção de Atiq Rahimi, que revela na trama a força da mulher em uma sociedade machista e conservadora.

O longa mostra uma cortina azul com desenhos de pássaros, criando uma sensação de liberdade. Porém, o som de uma explosão quebra este momento e somos levados para a realidade, onde a protagonista, interpretada pela sempre bela Golshifteh Farahani (que já havia me encantado em “Frango com Ameixas”), cuida do marido (Hamid Djavadan) em coma. Uma tarefa que fortalece a prisão que é o casamento dela, contrastando com a sensação de liberdade no início.

A história é a típica de uma mulher afegã, que está sempre ao lado do marido, mas que nessa ela também faz as terapias que seu esposo faz, devido ao ataque ele teve em uma guerra, ai ela o ajuda contando seus segredos, principalmente de como ele nunca foi presente como amante e tudo que precisou fazer para manter o casamento. É interessante ver que quanto mais ela conta e se torna independente, o marido vai sendo escondido (e esquecido) no próprio cenário.

A terapia não é algo fácil de acompanhar, pois o ritmo que o diretor Atiq Rahimi escolhe para desenvolver a história é lento, e em certos momentos pode se tornar tedioso para um público acostumado aos blockbusters norte-americanos. Contudo, é uma escolha certeira que aumenta a angústia e solidão que a esposa vive.

O diretor também renega ao máximo inserir músicas para não cair no melodrama, investindo em sons ambientes, e aqui temos um ótimo trabalho da equipe de som que, intercalando com os monólogos, nos faz perceber o perigo da guerra ao redor da casa, com explosões e tiros que, mesmo soando distantes, sempre estão presentes.

Os personagens não recebem nomes, pois, naquela situação, eles não representem indivíduos, e sim uma maioria que
tem os mesmos problemas. A protagonista representa todos os medos que uma mulher muçulmana pode ter, além de uma grande personalidade que espera ser revelada atrás da burca. E como não poderia deixar de ser, a principal atração é a atuação de Golshifteh Farahani. A atriz conduz bem a mudança de sua personagem, desde o medo que ela tem do marido até uma mulher dona de si.

Assista o trailer do filme:

 

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Sinopse:
No Afeganistão, uma linda mulher cuida de seu marido em um quarto decadente. Ele é um herói de guerra e está em estado vegetativo, após um levar um tiro no pescoço. Abandonado pelos companheiros do Jihad e por seus irmãos, sua mulher o observa e começa uma confissão solitária, falando sobre sua infância, seus sofrimentos, sua solidão e seus sonhos. Por meio de suas palavras para o marido, ela procura um caminho para recomeçar a vida.

 

ONDE ASSISTIR:
São Paulo: Reserva Cultural
Brasília: Cine Liberty
Salvador: Cinema do Museu

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Instagram: Socializando fotos, compartilhando ideias

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A rede social do momento é sem duvida o Instagram, agora as fotos e os vídeos dos usuários não são mais os mesmo, e ganham curtidas e comentários, e ainda podem ser aplicado filtros digitais melhorando ou deixando as imagens com um cara diferente. Além do mais, usa-se a essa rede para propagar campanhas sociais e divulgar marcas.

Criado pelos designers Kevin Systrom e Mike Krieger, em 2010, o Instagram começou sem qualquer capital ou investimento de negócios.

Antes apenas uma marca exclusiva para iPhone, que rendeu nesta brincadeira quase 10 milhões de usuários, tendo apena suma equipe de seis funcionários.

Mas o êxito era tanto, que dois anos depois, em 3 de abril de 2012, a marca agregou aos aplicativos da Google, e entrou na plataforma Android, aumentando seus downloads para um milhão no Google Play, mas como nem todo mundo se felicita com os aplicativos, os usuários de Windows ficaram extremamente descontente, pelo fato de não poderem ingressar na rede.

Porém, o sucesso do Instagram ultrapassava os milhões de dólares para a empresa, já que no mesmo dia do seu lançamento para Google, a marca levantou US$ 50 milhões, tendo um capital de risco para uma parcela que chegava a US$ 500 milhões, e seis dias depois com a compra pelo Facebook, o índicio chegava a 1 bilhão de dólares.

Hoje o Instagram conta com mais de 100 milhões de usuários ativos e participativos diariamente, além de abrir nos aplicativos iOS e Android, clientes do Windows 8 já podem ter acesse a rede, que tem mobilizado não apenas fotos e vídeos pessoais, mas campanhas sociais e de conscientização à população, como lutas contra o câncer e anorexia, além de revelações de novos métodos de apresentar o mundo na visão de si mesmo.

E por falar em mostrar o mundo, nosso boletim também entrou nesta onda do Instagram, agora também estamos conectados através de imagens que rondam o mundo inteiro.

Quem quiser nos seguir, e companhar nessa jornada nesta rede que está mexendo com a cabeça de muita gente, basta acessar AQUI, e curtir nossas novidades em cliques instantâneos.

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Essa pauta foi sugestão da nossa repórter ‘foquinha’, Amanda Albuquerque, que em breve trará novidades, toda sexta-feira, sobre o mundo do entretenimento.

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] A adolescente que compartilha e influencia outras crianças na leitura

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Ela tem apenas 17 anos, mas já é uma escritora premiada de prestígio e influencia outras crianças à leitura e a escrita.

Adora Svitak, a jovem escritora e palestrante nascida em Springfield, Oregon é uma criança prodígio, que aos sete anos já havia lançado seu primeiro livro, “Flying Fingers” – em português intitulado “Dedos voadores”, e mesmo com a pouca idade já influenciava outras crianças a ânsia na leitura, sendo até avançada de sala durante este período, incentivando ainda mais pessoas, para que conheçam melhor quem é Adora, fazendo com que os leitoras saiba mais o que há embaixo da manga desta garota. Seus objetivos, seus anseios, suas virtudes, sua duvidas e certezas.

8361_10151612599247704_1623074684_nComeçou a ler aos três anos e meio, e também foi considerada a pessoa influente mais jovem do mundo – The Century for Young People – no meio literário, recebendo a comanda das mãos de Peter Jennings, e ainda com os dizeres do próprio de que ela é o futuro.

Em 2007, ganhou um laptop de sua mãe e o que fascinava a garota era dissertar seus textos do Word. Após disso, seus tios mostraram outras funções na máquina, e ela ficou bastante ansiosa para experimentar e descobrir as outras ferramentas. Com a ajuda dos programas “JumpStart Typing for Kids” e DK’s “Creative Writing”, Adora já digitava 60 palavras por minuto.

Desde então, sua paixão pela escrita só aumentou, assim ela já poderia redigir sozinha cada programa instalado em seu laptop, além do mais, aprendeu novas palavras, enriquecendo seus textos fazendo-os que ficassem mais conjuntos e emocionantes.534135_10151611875387704_1340455852_n

Recentemente a jovem escritora e educadora começou a trabalhar em seu novo livro ‘History Tips for Kids‘ – “Dicas de histórias para crianças”. Um projeto que ajudará outras crianças a perceberem que a leitura pode ser mais legal, do que elas imaginam.

Seus livros favoritos são sobre batalhas e armas, de preferência que estejam recheados de ação e história, e essa essência que Adora pretende passar para as crianças de hoje.

Adora Svitak new children in the worldAlém do mais, a garota é editora do jornal da sua escola, escreve sobre ficção contemporânea, e está terminando seu épico pirata intitulado ‘The Ship Danger‘ – previsto para ser lançado em Outubro, que reúne um compilado de histórias de Adora emparelhados com seus próprios exercícios de aprendizagem e dicas de escrita.

O mais válido e ideal de Adora, é que a escritora apoia em suas próprias ideias, em seu estilo rebelde, sua escrita é impulsionada por um desejo de compartilhar com outros, fazendo-o com que elas pensam sobre a pauta em questão, formando suas próprias personagens femininas tem a tornado libertadora e educativa.

Além do mais, a criação de uma personagem própria, sendo ela a protagonista e no futuro ser ‘inteligente, forte, carinhosa e compassiva, e mais tarde involuntariamente escaninhos si mesma quando ela admite uma inclinação natural que tem atormentado os escritores ao longo dos séculos; “Muitas vezes eu dou os meus protagonistas minhas próprias características.

adora_12Transformando sua imaginação fértil e criativo, para capacitar a destilação de sua vasta erudição em prosa dinâmica, a coragem para explorar diferentes gêneros, com sabedoria e maturidade para aceitar com as críticas, e um desejo incansável para melhorar seu ofício, escrevendo e revisando todos os dias. Uma grande escritora, mas antes de tudo, um gênio na literatura no século 21.

Para conhecer mais sobre o trabalho de Adora, acesse suas redes na web, desfrute um pouco desta menina, que mesmo com pouca idade, já disseminou sua breve sabedoria a outras crianças.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] O rock nacional está cochilando…

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A primeira vez em que o Brasil teve contato com um rock mais contestador, agressivo e de grande sucesso popular foi com os Secos & Molhados, em 1973. Tudo bem que o trio vocal formado por Ney Matogrosso, Gerson Conrad e João Ricardo pode ser considerado muito mais roqueiro por suas atitudes do que pela música em si. A própria figura de Ney e trechos como “eu não sei falar na hora de falar / então eu escuto” já causavam incômodos aos militares que governavam o país e erguiam a bandeira da “moral e dos bons costumes”.

Mas o tempo passou. Os brasileiros passaram um tempo sem ter contato com um rock contestador, até que chegou a década de 1980. Com ela, vieram o movimento pelas “Diretas Já”, o Rock in Rio (que impulsionou o rock a virar moda por aqui), o enfraquecimento da ditadura e o tão esperado fim da censura, que, embora tenha demorado um pouquinho para desaparecer de fato, deu um ar de mais liberdade, inclusive ao rock nacional.

Por conta disso, o Ultraje a Rigor pôde chamar àqueles de mereciam de “Filha da p…” (em claro desafio à censura), o Paralamas do Sucesso teve a oportunidade de lançar o seu mais bem-sucedido álbum de estúdio “Selvagem?”- um disco contestador por natureza, que chama a atenção para a desigualdade e exclusão social no sucesso, “Alagados” e alerta para o futuro das crianças em “Teerã”, segunda faixa do disco que leva o nome da capital do Irã. Até mesmo o RPM, grupo de maior sucesso da década, falava em revolução e convidava o público a fazer parte dela em “Rádio Pirata”.
Tudo ia bem, até que chegaram os anos 1990. Como são comuns, as tendências mudam e o rock acabou sendo engolido pelo sertanejo, que virou febre entre o público. Naquele momento, algumas bandas acabaram e outras caíram para a chamada “segunda divisão”, ou seja, não deixaram de existir, mas, sem espaço, acabaram sendo deixadas de lado pela mídia e grande público.

A partir da segunda metade da década de 90, o sertanejo acabou perdendo um pouco de sua força e, neste período, novas bandas apareceram. Nesta fase, apareceram Raimundos – misturando hard core com influências nordestinas. Apesar de não ter tido o compromisso de tocar o dedo em questões sociais, a banda brasiliense merece créditos por causa de suas letras politicamente incorretas e transgressoras. Surgiu nesta época também o Charlie Brown Jr., que, em músicas como “Não é sério”, chamou a atenção para a forma como os jovens são tratados no Brasil.

Mas aí entramos nos anos 2000. Uma leva de bandas apareceu. E o movimento do qual tais grupos apareceram tem nome: Emocore. O que se viu a partir daí foi o retrato mais fiel da “dor de cotovelo”. Para os ouvidos do grande público, chegavam músicas melosas, superficiais, que falavam em sua maioria de amores malsucedidos e abandonos. Até então, nenhuma guitarra havia sido tão chorosa.

E como consequência disso, o rock nacional deixa, a cada dia que passa, de ser transgressor. Hoje ele vive comodamente em um ambiente limitado, deixando de olhar para o que acontece em sua volta. Enquanto os amores perdidos são retratados, desvios políticos acontecem e pessoas continuam passando fome. E, além de questões sociais, também há outros assuntos relevantes para tratar. Basta ter força de vontade, e que o rock nacional desperte do seu cochilo, ou pelo menos abra os olhos para o que acontece ao seu redor.

Por: Rodrigo Almeida

[Total Flex] As conquistas e dificuldades da mulher contemporânea

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Foto de: Patricia Bruniera

Amanhã é o dia internacional das mulheres, e para comemorar essa data nada mais justo do que prestigiar, ou melhor mostrar um lado que algumas mulheres passam que não é nada agradável, porque mesmo estando no século 21, o preconceito e intolerância machista ainda reina absoluta em nossa mundo atual. Todavia, nada mais justo de estrear no dia dedicado as mulheres – 8 de março.

O espetáculo “Cartografias da Mulher Contemporânea” estreia no próxima dia 8 de março, e estará em cartaz todos os sábado e domingos até 11 de maio, no Teatro Commune, no centro de São Paulo.
A peça mostra uma abordagem da “nova mulher”, suas conquistas e dificuldades encontradas em sua rotina.

Desenvolvido por meio de depoimentos das atrizes e casos reais, as cenas irão propôr uma interação plena com o público, já que o palco arena dará proximidade a todos presentes, confundindo palco e plateia, permitindo-o a reflexão das relações da mulher na atualidade, abordando assuntos que vão desde a luta pela liberdade, igualdade de direitos até machismo, busca pelo corpo perfeito, maternidade, mercado de trabalho, violência e mercantilizarão da mulher, utilizando-se da dança, teatro, performance e projeções que darão dinâmica ao espetáculo.

Com alguns toques de humor dará ao drama um caráter divertido, porém sem tirar seu significado, onde as atrizes envolverão todas as gerações em um único espaço.

“Cartografias da Mulher Contemporânea” é uma peça do grupo de teatro Corpos Insanos, criado em 2006 pelo diretor Affonso Lobo, com o intuito de explorar temas atuais e do cotidiano, mesclando com linguagens artísticas.
Um espetáculo com um tema forte, mas com uma interpretação leve, mas sem deixar o público de lado e visando a reflexão do ponto em questão.

Serviço

Cartografias da Mulher Contemporânea
Site da Companhia: www.cartografiasdamulher.com.br
Local: Teatro Commune
Site do teatro: www.commune.com.br
Endereço: Rua da Consolação, 1218
Telefone: 3476-0792/ 3476-8669
Temporada: De 08 de março à 11 de maio de 2014.
Quando: Aos sábados e domingos
Horário: aos sábados às 21h e aos domingos às 20h
Valor: R$40,00 (inteira); R$20,00 (meia)
Duração: 75 minutos
Censura: 14 anos
Gênero: Drama/Comédia
Capacidade: 100 pessoas
Estacionamento: Parceria com estacionamento ao lado do teatro
Tem acessibilidade: Sim

Ficha técnica:
Elenco: Luciana Romani, Silvia Bruniera, Titziane Marques
Texto: Corpos Insanos
Direção: Affonso Lobo
Produção: Tiago Salgado
Figurino: Amanda Brosso
Cenografia: Affonso Lobo
Iluminação: Affonso Lobo
Música: Corpos Insanos
Fotografia: Patricia Bruniera
Vídeo: Luiza Mauaccad
Produção: Corpos Insanos
Apoio: Academia Tennis Star
Assessoria de Imprensa: TRY Comunicação

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Por: Patrícia Visconti