A banda Vegga é a própria autenticidade da música brasileira, genuína e autoral, os paulistas de Jaboticabal fazem um som com uma batida pop, rock, indie e soul. Com letras próprias e harmonia ímpar eles cativam os ouvintes desde o primeiro refrão.
No início de 2015, a Vegga lançou o EP independente intitulado “Oceano”, contendo seis faixas de composições próprias, que falam de cotidiano, relacionamento, prospecções de vida, amores e desamores, um deleite para os amantes da boa e velha música de qualidade.
Formada por amigos em janeiro de 2011, que tinha mais do que a amizade em comum, mas também o amor pela música. Antes de se juntarem, os integrantes tinham seus projetos distintos, mas de um ensaio informal eles perceberam que juntos a harmonia deles era excepcional, desde então, eles não pararam mais e engatilharam uma carreira sério e busca de seu lugar ao sol.
O primeiro EP – “Correnteza” – foi lançado naquele mesmo ano que a Vegga foi formada, com quatro canções inéditas e próprias já conquistou alguns fãs pela cidade, região e também, pela Internet. Talvez, o bom recebimento ao grupo remete-se pela originalidade em compôr e dispôr a melodia em plena afinidade da voz com os instrumentos, com a bateria e as guitarras bem marcada e as letras simples, mas repletas de conteúdo e acepção.
Assista abaixo o Lyric Video de “Oxigênio”, pertencente ao EP “Oceano”:
Para conhecer mais sobre a Vegga, acesse os links abaixo:
Com sua voz potente e repleta de ritmo, o paulista de São Caetano do Sul, criado na zona leste de São Paulo, Beto Soul descobriu sua ânsia pela música ainda na infância, inspirado pelo avó materno, mas foi após sua irmã mais velha dar um violão à ele que as primeiras poesias e canções começaram a serem criadas.
Cantando seu cotidiano, suas letras podem ser alocadas na vida de qualquer habitante de uma metrópole caótica e apaixonante como São Paulo, dividindo ideias e repartindo sentimentos, mesmo não ditos da boca para fora, mas apenas vistos nos olhares de cada um.
Beto já participou de diversos festivais e circuitos culturais, entre eles o festival “Ultra Som”, promovido pela extinta MTV, qual ele conquistou o primeiro lugar, e incluiu uma música na coletânea lançada pela emissora em parceria com a Abril Music, além de outra participação importante no Projeto “Rumos Musicais”, realizado pelo Itaú Cultural, reunindo canções de diversas parte do Brasil em diversas vertentes.
Seu primeiro foi lançado em 2002, intitulado “Gema do Mundo”, sob a direção e produção musical de Julinho Teixeira, e Beto apresentava em seu repertório releituras de grandes nomes da MPB, entre eles Caetano, Gil, Djavan, Clube da Esquina, João Bosco e Marisa Monte, entre outros, na noite paulistana.
Cinco anos depois, em 2007 o segundo disco do artista, o “Mais Além” saía do forno, mais livre e maduro em suas criações, Beto faz um tour pelo pop, jazz, soul e MPB. Este projeto ele rompeu as fronteiras e atravessou o oceano para propagá-lo, indo à Espanha e Itália mostrar um pouco de seu trabalho autoral e qualitativo para a música mundial.
Com uma carreira solidifica e ciente do que ele quer apresentar ao seu publico, Beto irá lançar seu terceiro álbum, mas dessa vez ele escolheu apenas uma versão eletrônica, já que o disco será apenas lançado em EP com apenas seis faixas, dentre essas quatro em parceria com o produtor musical Ricardo Parronchi.
Beto Soul traz uma nova faceta para a música popular brasileira, abordando assunto que falam de amor, medos, cotidiano, verdades e mentiras que martelam na cabeça de qualquer pessoa sobre o mundo em que vivemos, além de músicas dançantes e descompromissadas, para agregar até mesmo os ouvidos mais seletos musicalmente.
Assista abaixo o primeiro videoclipe “A cidade das esquinas pouco iluminadas”:
Eles não são primos, tampouco distantes, são apenas dois amigos que se conheceram há 13 anos atrás, quando tinham uma banda na época do colégio, e por intermédio dela as influências musicais os uniram, a partir dai a parceria foi crescendo e proliferando em forma de sons e ritmos.
Caio Costa e Juliano Costa se conheceram em 2001, e desde então sempre fazendo música e compartilhando suas ideias relacionadas no mundo musical, apesar do projeto da dupla se tornar oficial apenas em 2013 e o primeiro álbum – homônimo a banda – só em 2014 .
A banda que tem influências pop, rock, mpb, mas eles não se focam apenas nesses estilos, pois adoram mixar com outros gêneros, já que no próprio som dos garotos podemos ouvir uma sonoridade meio folk, indie e até soul. Mas, é basicamente essa a essência do grupo, não se rotular e deixar que o público defina seu estilo.
Além do mais, Caio e Juliano compõem suas próprias canções, e conta com grandes músicos os acompanhando na instrumentalização e também nas parceria das composições, entre eles estão Thales Othón, Renato Medeiros, Victor Chaves e Rafael Castro, que também produziu e masterizou o primeiro compacto da dupla.
Um som autêntico e sagaz, com letras originais que remetem ao cotidiano, a sociedade, relacionamentos, a rotina de uma pessoa comum que apenas quer viver e ser feliz, mas da sua própria maneira, e não da forma que querem impôr à ela.
Assista abaixo um pouco do recado da dupla no videoclipe do single “Dragão”:
Eles levam um balanço muito dançante, pulsante, com raízes soul, funk, pegadas rock, mais outros ritmos que bebem nas fontes africanas, como o ijexá, o samba, o jazz, o reggae e ainda transitam pela embolada, o maracatu, chula, ragga, dub, capoeira, enfim, a proposta é não se fixar em um só estilo, reproduzindo o caldeirão cultural que existe na Bahia – que tem muito mais do que o axé e o arrocha dos carnavais. Shalin Way, nascida em Salvador em 1977, é filha de Jacks Wu, cantor e compositor, parceiro da patota de Tim Maia e seus Velhos Camaradas (Hyldon, Cassiano, Fábio, entre outros), que a influenciou a seguir a linha soul music. É de Wu a música “Deus, a Natureza e a Música”, que dá nome ao segundo disco de Hyldon, de 1976. Shalin estudou canto erudito na Universidade Federal da Bahia e, em 1998, estreou como solista do coral Acbeu, sob a regência do maestro
Cícero Alves Filho.
Integrou como cantora, de 1995 a 1999, a banda Naum, que atuava no circuito alternativo de Salvador. Em 2005, cantou a faixa “Talismã”, de Alexandro Videro, no projeto Balaio Atemporal, pela gravadora carioca Guitarra Brasileira, dirigido por Renato Piau. O CD tem participações, além de seu pai, de Tim Maia, Luiz Melodia, Armandinho, Fábio, Léo Gatti e Fernanda Morais e um time de músicos e arranjadores da pesada.
No mesmo ano, com o instrumentista e diretor musical Tavis “Black” Magalhães, concebe a banda Attemporais (nome inspirado no CD do Balaio), com o qual se apresenta desde então. Já se apresentou em diversos espaços pela Bahia e outros estados. Segundo diz, o som da Attemporais tem “uma concepção bem brasileira, mas com uma linguagem universal com identidade e personalidade construída ao longo do tempo”.
Tavis Black começou a estudar violão clássico aos 13 anos na Federal da Bahia, onde aprimorou o conhecimento musical e instrumental em diversos cursos e workshops. Concluiu o curso técnico de música em 1998, mas, apesar da formação erudita, pendeu para a música popular, produzindo outros artistas no estúdio Tríade, de sua propriedade. Por ali passaram nomes como Léo Gandelman, Luiz Melodia, Nico Assumpção, Márcio Montarroyos, Arthur Maia, Peninha, Beto Guedes, entre outros, que forneceram a bagagem diversificada que hoje imprime nas músicas e produções do Attemporais.
Neste sábado (28), Shalin e os Attemporais estreiam novo show, o “Viagens Attemporais”, que será realizado na Livraria e Espaço Cultural Porto dos Livros, em Salvador. Além do pocket-show, o evento terá exposição do artista visual Edson Ferrer e o relançamento do livro “Quando o amor faz feliz”, de Cymar Gaivota. O show começa às 20h, com ingressos a R$ 15. O Porto dos Livros fica no Largo Porto da Barra, loja 2.
Neste vídeo, Shalin e os Attemporais cantam “Bahia com H”, de Hyldon e Jacks Wu, gravada por Hyldon em seu disco “Soul Brasileiro”, lançado em 2009:
Enquanto Shalin e os Attemporais não pintam por aqui, conheça o trabalho deles pelos seus canais no Youtube e no Soundcloud.
Ela é negra, linda e tem uma voz incansável de se ouvir. Heloisa Lucas, sempre foi uma apaixonada por música, principalmente o pop, o jazz, o rock e o soul, tanto que suas grandes influências são grandes divas da cena musical internacional, como Whitney Houston, Etta James, Mariah Carey, Stevie Wonder, Gladys Knight, e também nacional entre eles Tim Maia e Elis Regina. Mas, esse anseio surgiu quando a cantora tinha apenas 13 anos, influenciada pela grande diva do pop, Mariah Carey.
Uma artista independente que luta para conquistar seu lugar, num mercado tão acirrado e defasado, com músicas sem letras e melodias, a batida perfeita e a intonação adequada fazem a diferença na hora da apresentação, deixando qualquer padrão exigido pela indústria fonográfica descartado, quando o talento e carisma são ápice da arte. Porque como a Heloisa mesmo acredita: “Para quem tem personalidade, discernimento e humildade o sucesso não irá deixar influenciar”.
Atualmente a cantora segue se apresentando pelas noites e às vezes pelo dia na grande São Paulo, com suas duas bandas, qual ela faz vocal, sendo elas “Heloisa Lucas & Quarteto Groove” e a “Mesa do Rock”. Bandas que Helo conheceu através de amigos dos amigos que os apresentaram, enquanto a “Mesa do Rock” já conhecia os integrantes faziam um bom tempo pelas andanças na cena alternativa paulistana.
Heloisa canta com a alma e a perseverança de que seu público será atingido pela sua música, sua obra e sua arte, algo que ela preserva muito, e isso hoje em dia é raro encontrar em cantoras que não apenas visam a vaidade e o egocentrismo, como ela mesmo diz compartilhar música com peculiaridade e originalidade, pois esse é seu desejo como cantora e como artista.
“Meu plano é continuar cantando sempre. Sempre mais e mais. Propagar sempre a música boa e de qualidade”.
Confira uma apresentação da artista no espaço Armazém Cultural em São Paulo:
Para quem quiser assistir mais vídeos da cantora, acesse seu canal no Youtube, ou então acesse a página do Quarteto Groove no Facebook.