[Cabine da Pipoca] Mostra do horror exibe clássicos do gênero no cemitério em SP

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Ok que dia 13 não será na sexta-feira, mas no sábado o terror será apresentado no Cemitério da Consolação, na região central de São Paulo, que abrirá suas portas para exibir três clássicos do horror durante toda a madrugada.

Os longas “Ninfas Diabólicas” (1978), de John Doo, “Excitação” (1977), de Jean Garrett e as “Sete Vampiras” (1986), de Ivan Cardoso serão o carro-chefe do “Cinetério”, um evento organizado pela Cinemateca e o Cine Olido, e faz parte no MCI (Mês da Cultura Independente), um projeto que busca propagar a cultura alternativa na cidade. O evento vai acontece por toda São Paulo e vai até dia 28 de setembro (veja mais).

Os filmes serão apresentados nos corredores do cemitério, e cada um escolhido para representar os estilos que marcaram o cinema brasileira do gênero.

John Doo e Garrett são diretores, e fizeram parte da “Boca de Lixo”, com longas de horror mais psicológicos, já Ivan Cardoso, é mestre do terror cômico, um subgênero que mistura horror e comédia.

Além dos filmes, haverá projeções de mapping do coletivo midiadub e food trucks, como o Le Camion Restaurant Mobile, Bio Barista Cafés Especiais e uma pipoqueira do Café Experimental.

Abaixo segue as sinópses dos filmes apresentados na mostra:

“Ninfa Diabólicas”

Rodrigo é um bem comportado senhor de família. Porém, numa viagem à Caraguatatuba, duas estudantes que lhe pedem carona na estrada acabam por seduzí-lo. Numa praia deserta, uma mata a outra e Rodrigo foge com a assassina. Mas, no interior do carro, a estudante que supostamente estaria morta os ataca, provocando um acidente que mata Rodrigo. Estranhamente, as duas estudantes se recompõem e se dirigem à estrada para pedir uma carona.

“Excitação”

História de um engenheiro que compra uma casa de praia para o repouso psíquico da mulher. Problema um: ela começa a ter visões. Problema dois: ela descobre que ali um homem se enforcou e é um enforcado que ela vê.

“Sete Vampiras”

Depois de ver seu marido ser devorado por uma planta carnívora, a professora de dança Silvia se isola de todos em sua casa de campo. Só é convencia a abandonar seu retiro quando um velho amigo a convida para trabalhar numa boate, e prontifica-se a montar um balé intitulado “As Sete Vampiras”. Mas sucesso do espetáculo é interrompido por estranhos assassinatos.



SERVIÇO

CINETÉRIO ESPECIAL: CLÁSSICOS DO HORROR BRASILEIRO
Data: 13/ Setembro/ 2014
Horário: a partir das 23h
Local: Cemitério da Consolação
End: Rua da Consolação, 1660 – Consolação
São Paulo – SP
Entrada: Grátis – 200 lugares

Por: Patrícia Visconti

[Cabine Flex] Fábrica da Cultura realiza seminários para propagar o cinema alternativo na periferia de São Paulo

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Como todos sabemos ontem foi o dia de cinema em nossa embarcação, porém sempre é bom propagar o que a grande mídia não pauta, além do mais os cinéfilos adoram um plus sobre a sétima arte.

Não é de hoje que a periferia e os bairros mais longínquos dos centros das grandes metrópoles é “carente” de cultura além da apresentada nos circuito comercial, como shopping centers ou filmes transmitidos pela TV aberta no horário nobre, porém há sempre aqueles que buscam agregar cultura fora da caixa, e transportar àqueles que não possuem esse discernimento desta erudição.

10418514_1455266901425157_8710547009901655769_nFoi o que a jornalista e moradora do bairro de Taipas, região norte de São Paulo, Jéssica Costa, 23, tentou trazer em um artigo (veja aqui) sobre a estreia do Cine Belas Artes para o Blog Mural, – afiliado ao site do jornal Folha de São Paulo – onde ela mesmo dita sobre as dificuldades que os amantes do cinema na periferia têm para acompanhar o que surgia de novo, fora do circuito comercial. Todavia a repercussão foi tão extrema que ela foi convidada pela Fábrica da Cultura para ministrar um seminário sobre “A aproximação do cinema à periferia“, que percorrerá por todo o mês de setembro por diversos bairros periféricos, como Belém, Sapopemba, Tiradentes, Itaim Paulista e Curuçá, despertando a reflexão e o estímulo do cinema como incentivo cultural, fazendo com que os participantes compreendam os elementos audiovisuais, interprete um roteiro, propague a discussão do conteúdo apresentado nos seminários, tornando os cinéfilos da periferia críticos convictos da sétima arte.

Nestes encontros serão mostrados um longa-metragem fora do circuito comercial, e após disso haverá debates e bate-papos sobre o mesmo, relatando a história do cinema, além do contexto histórico, dando novas diretrizes perceptivas ao espectador.

Essa ideia não surgiu apenas por este artigo, já que Jéssica sempre foi uma apaixonada por cinema e moradora de bairros longínquos do centro sempre buscou alternativa para conhecer filmes diferentes e fora daqueles exibidos nos cinemas dos shopping centers e também, daqueles apresentados na televisão, buscando e conhecendo mais sobre o assunto em sites especializados e em mostras na região central de São Paulo, e hoje visa essa oportunidade para compartilhar com outros adoradores desta arte, mas que não possuem as mesmas ferramentas que ela, mas contemplam a mesma ânsia em buscar o diferenciado e não convencional.

Cada encontro a jornalista apresentará um filme diferente, qual irá gerar um debate sobre o mesmo, e uma discussão sobre a produção, a arte e propagação destas obras junta à periferia.

Segue abaixo o dias e horários de quando acontecerá os seminários:

SERVIÇO

Fábrica da Cultura apresenta:
“Aproximação do Cinema à Periferia”

06/09/2014 – Parque Belém
Horário: 16h às 18h
Exibição do filme: “A Onda”
End: Av. Celso Garcia, nº 2.231 – Portaria 1 ou Rua Nelson Cruz – Portaria 2, na altura do nº 2.200 da Av. Celso Garcia, São Paulo/ SP.

06/09/2014 – Sapopemba
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “O Fabuloso destino de Amélie Poulain”
End: R. Augustin Luberti, 300 – Fazenda da Juta, São Paulo/ SP.

13/08/2014 – Tiradentes
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “A Viagem de Chihiro”
End: Rua Henriqueta Noguez Brieba, 281 – São Paulo/ SP.

20/09/2014 – Itaim Paulista
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “Clube dos Cinco”
End: R. Estudantes da China, 500 – Itaim Paulista, São Paulo/ SP.

23/09/2014 – Curuçá
Horário: a partir das 19h30
Exibição do filme: “Clube da Luta”
End: Rua Pedra Dourada, 65. Próximo a Avenida Nordestina (altura do nº 5800), São Paulo/ SP.

Os ingressos são gratuitos, porém limitados e devem ser retiradas uma horas antes do evento na recepção;

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A música e poesia em um único “Movi…mento”

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Influenciada pela poesia e literatura brasileira, Lika Rosa lançou seu primeiro álbum em 2012, intitulado “Movi…mento”, um disco com 13 faixas de uma mescla de suas influências somadas ao diversos ritmos musicais, entre eles a MPB, Maracatu, Samba, Jazz, Bolero, Pop Rock, Hip Hop e Eletrônico.

Lika é uma artista nata de música e palco969287_521885621209486_1572998850_n, pois ela interpreta e musica seus poemas com mistura ritmada e encenações únicas e exclusivas, interagindo diretamente com o público que contempla suas performances, dedicando- se de corpo e alma em suas apresentações, além de mostrar uma verdade distinta das ruas e da periferia, onde a mídia convencional não traz essa mesma visão humana e verídica.

Iniciou sua carreira através do projeto desenvolvido pela Cia Estável, surgindo mais tarde duas contemplações do projeto do VAI (valorização de iniciativa culturais) de criação de um espetáculo e desenvolvimento de aulas com foco em interpretação, circo solo, aéreo e musica, com dois grupos seguidos dos Projeto Amigos da Multidão: Mentecorpos do Balaio, com espetáculo “Numa Roda” e “Colcha de Retalho” com contos infantis entre outros.

6325_493688547362527_1991655902_nDesde então, ela busca agregar conhecimento e musicalidade a cada performance, obtendo êxito passo-a-passo em uma carreira promissora e gratificante quando atingido o objetivo, mas tão difícil de chegar neste desenlace almejado, em que todos o admiram hoje, mas amanhã se não tiver um alicerce forte, ninguém o reconhece mais.

Conheça uma pouco quem é Lika Rosa, uma cantora, compositora, poeta e interpretadora da autêntica arte que mescla ritmos e estilos em um, mas nunca perdendo a sua própria essência.

Mais info: Facebook | Twitter | SoundCloud | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] A Bienal do Livro compartilha o conhecimento em São Paulo

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Há uma semana atrás – dia 22 de agosto – começou a maior feira de livros do Brasil, a 23ª Bienal do Livro de São Paulo, que acontece até domingo (31), no Pavilhão de Exposição do Anhembi, sediado no Parque Anhembi, na zona norte da capital paulista.

São milhares de estandes, com diferentes gêneros da escrita nacional e mundial, além de autores revelações e outros já consagrados, muitas pessoas já passaram pela Bienal e tantas outras ainda passarão neste fim de semana. Uma festa da literatura na maior cidade do país.

Estudantes, professores, profissionais da mídia, escritores, nerds, músicos, atores, etc. Haverá muita gente reunida para debater, compartilhar e agregar cada dia mais, um conhecimento único e oportuno para suas vidas, trocando experiências profissionais e até mesmo, pessoais, dando nuances distintas em um mundo onde todos apenas visam para a ganância, soberba e arrogância.

O evento traz aos seus frequentadores essa maneira de entreter e aflorar seus conhecimentos mais íntimos, ou seja, aqueles que apenas demonstramos em nosso quarto, com nosso próprio pensamento. Um acontecimento que apresenta algo novo e compartilha permeando com o clássico, não discriminando nenhuma forma culta de aquinhoar a literatura brasileira, que é tão jovem e ainda, há muito para ser desbravada.

Para aqueles que ainda não foram à Bienal poderão conferir neste sábado e domingo, respectivamente dias 30 e 31 de Agosto – últimos dias do evento -, qual terá encontros com os autores, palestras, conversas, workshops, lançamentos, musicais, entre outros acontecimentos exclusivos para este fim de semana, que das 10h às 22h, com exceção no domingo que a bilheteria fechará às 19h e o evento encerra com sua super festa literária às 21h. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através o site bienaldolivrosp.com.br.

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Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] A Voz popular e autoral da música brasileira

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Como prometido(veja +), conversamos com o Kio Olivieri, voz e violão da banda Voz em Dó, e ele nos contou um pouco sobre a banda, o início, as influências, carreira, prospectivas para o futuro, e claro, muita música, afinal esse é nosso assunto favorito.

Confira abaixo a nossa entrevista com o Kio:

1- A quanto tempo existe a banda?
A banda existe a apenas 9 meses. Uma gestação musical.

O Barquinho Cultural – Quais as influências do Voz em dó? Por que?

Kio Olivieri: Cada integrante tem suas influências, que vão desde a MPB até o Heavy Metal. As que predominam em nosso contexto geral são: Engenheiros do Hawaii, O Teatro Mágico, Los Hermanos, entre tantos. Acredito que são nossas influências por serem, naturalmente, também o que gostamos de ouvir.

10559292_667557319993448_272722784_nOBC – Vocês já possuem singles lançados, quantos e quais? E quanto ao álbum, já há previsão de lançamento?
KO: Sim. Em março deste ano lançamos o nosso primeiro EP, chamado ‘Voz em Dó – menor’. Um trocadilho bem colocado, acredito. O EP conta com cinco canções que estão disponíveis para download em nossa página no Soundcloud.
Quanto ao álbum, estamos com um pouco mais de calma. A ideia inicial era lançá-lo em Novembro deste ano, mas preferimos deixá-lo para o ano que vem. Queremos fazer algo grandioso, completo. Algo que converse com nossos shows em questão de estética, cenário e etc.
Não há prazo exato, mas para gerar manchete, Junho de 2015. (rs)

OBC – Vocês compõem as próprias canções, certo… Vocês acreditam que para um músico que está começando agora, é mais fácil cantar covers, para serem reconhecidos primeiro, ou já apresentar seu repertório próprio, para agregar a uma determinada nuance musical, antes de ingressar a um estilo próprio?

KO: Olha, a pergunta é boa e fácil de ser respondida.
Sim, é mais fácil o músico começar a caminhada fazendo covers e versões. Mais do mesmo para garantir o coro da canção.
Nós optamos pela música autoral porque não queremos atalhos. Nunca apresentamos um cover em nossos shows. Nem sequer temos algum ensaiado. Respeitamos quem o faz, mas preferimos ir contra a corrente.

10563082_274021889473339_3423339289967116828_nOBC –  Como um artista se mantêm firme e forte, em uma carreira tão volátil quão essa que vocês vivem, que hoje vocês podem estar por cima, amanhã já há outro neste lugar? Por quê?

KO: O mercado independente é muito complicado, mas muito amplo. Engana-se quem acha que ele está abandonado. Bandas se ajudam e se comunicam. Há uma relação bacana. O maior problema é achar lugares para se apresentar e ser respeitado como profissional.
Temos que nos manter sempre atualizados e sempre com novas ideias. Manter uma relação bem próxima ao nosso público e fazer com que isso seja agradável para todos.
Ascensão e queda dependem muito de qual lado você está. Às vezes não estar na grande mídia não quer dizer que você está indo mal. Assim como estar na grande mídia não significa que você está bem. Relativo.

OBC – Quais são as expectativas da banda para o futuro? Shows, singles, EPs, álbuns…

KO: Este ano faremos nosso primeiro aniversário e estamos planejando um espetáculo lindo. Será dia 8 de Novembro, no teatro Alma D’alma, em São Paulo. Vai rolar gravação de DVD e outras surpresas.
O álbum fica para 2015. Poderíamos fazer algo para este ano, mas acho que antes, temos muita gente para alcançar com nosso EP. Um passo por vez.
Quanto a agenda, nos apresentaremos sábado agora (09.08) no Feeling Music Bar, na Vila Mariana em SP. O Show será às 18h. Mais informações estão em nossa página oficial no Facebook.

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Assista abaixo a gravação do show de lançamento do EP ‘Voz em Dó – menor’, que aconteceu em Março/2014, no Hangar 110, em São Paulo:


Como o Kio comentou acima em nosso bate-papo, o grupo se apresenta neste sábado (9), no Feeling Music Bar, sediado na Rua Domingo de Morais, Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

Os meninos foram uma performance mostrando seus singles, sucessos e novidades da banda. Além da Voz em Dó, também rolará shows com as bandas Depois do Fim, Persia, Trimotor, Flutue, ForLove e Arcade.

SERVIÇO

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Voz em Dó de volta a Feeling
Data: 09/Agosto/2014
Horário: a partir das 17h
Local: Feeling Music Bar
End: Rua Domingo de Morais, 1739 – Vila Mariana
São Paulo/ SP
Entrada: R$20,00 (antecipado) | R$25,00 (na porta)
Mais info: AQUI

E para conhecer mais sobre a Voz em Dó,  acesse as redes da banda e interaja com os garotos, pois além de ouvir um som de primeiro conhecerá artistas natos, que vivem fazem arte com amor e dedicação aos seus fãs.

FACEBOOK | SOUNDCLOUD | YOUTUBE

Por: Patrícia Visconti