[Total Flex] A arte OCUPA a OUVIDOR 63

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Não é de hoje que São Paulo é uma cidade multi, multi no tamanho, mas manifestações sociais, na arte e populacional, basta andarilhar pela capital paulistana que a cada esquina encontra-se algo novo, diferente e irreverente, para mudar os ares dessa selva de pedras.

10527326_726936164038676_6571153279441746832_nNas artes não é diferente, são centenas de artistas espalhados pelas ruas, mas com pouco estímulo e incentivo à eles, fazendo com que muitos têm de levar seus trabalhos para as ruas, e conseguir alguns centavos para seu sustento.

Visando nisso, um grupo de artistas resolveu ocupar desde o dia 1º de maio, o prédio da Rua Ouvidor número 63, um prédio de 13 andares de propriedade do CDHU, desocupado há dez anos, tornando àquele lugar não apenas um centro cultural, mas sim a residência destes artistas, que na maioria das vezes vem de outro Estado, para conquistar seu espaço da cidade grande, e não possuí um lugar para morar.

São diversas atividades artísticas, desde mús10372074_690904634308496_4067142248056251736_nica, artes plásticas, cênicas, fotografia, dança, desenho, etc, todos juntos com o mesmo propósito, transformar o ócio de pedra em residência artística e cultural para a cidade. Limparam as salas, consertaram os encanamentos, mexeram na fiação e decoraram os ambientes de modo bastante cultural e despojado, fazendo com que a vizinhança do Ouvidor não apenas se incomode com o barulho,
mas faça parte desse grande movimento cultural criado em São Paulo, integrando a capital à cultura de rua.

A programação do prédio é voltada para todos aqueles que tem interesse cultural e social, é sempre afixada na entrada do prédio, que não há um porteiro ou recepcionista, basta entrar, subir e conferir10308295_690907117641581_8702340626420828671_n a programação do dia – divulgada também na página no Facebook. Dentre essas programações há oficinas (de dança, vídeo ou bambolê), apresentações performáticas, dramáticas e musicais, exposições artísticas, exibições cinematográficas, entre outras atividades. Além do mais, o imóvel ainda serve de moradia, como foi dito acima, para que os artistas, possam desenvolver e planejar melhor seus projetos em questão.

Um projeto que mobilizou até mesmo o prefeito Fernando Haddad que ficou interessado em conhecer a ideia do projeto e também pelo que eles fazem por lá, já que isso inspira para que novos grupos floresçam seus pensamentos e dão diretriz em suas visões políticas. Transformando ideias em realizações, cimento em cultura e arte em soluções para desenvolvimento solidário e humano na cidade.

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Para mais informações sobre oficinas, apresentações ou até mesmo para visitar por curiosidade, acesse o Facebook do coletivo, que lá sempre traz novidades sobre o acontece no edifício.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Marina Wisnik: A artista dos palíndromos

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Foto de: Danilo Rosa Carneiro

Marina Wisnik, cantora, compositora, atriz e arte-educadora. A música sempre fez parte de sua vida, mas a escrita é sua paixão sem extinção.

Aos 13 anos começou a fazer palíndromos (frases que, ao lidas também de trás para frente, conservam o mesmo significado). O primeiro criado por Marina foi: LÁ VOU EU EM MEU EU OVAL!

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Arquivo pessoal

Ainda na adolescência, aos 15, ingressou na Cia de Teatro Uzina Uzona, onde atuou na peça “Bacantes!”, no Teatro Oficina, com direção de Zé Celso Martinez Corrêa.

Formada em Letras, pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou como arte-educadora em projetos associados à literatura e outras linguagens, foi nesta época que Marina publicou seu primeiro livro de palíndromos “SÓS”, pela Editora Oficina Raquel.

Os anos passaram, e a música voltou à sua vida, aos 27, ela começou a criar melodias, harmonias e letras, organizando assim seus pensamentos e sua forma de expressar, nascendo seu primeiro álbum, intitulado “Na rua agora”.

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Foto de: Diego Ciarlariello

Após amadurecimentos e parcerias com grandes da música popular brasileira, como Marcelo Jeneci, Jonas Tatit e Eric Rahal e entre outros, a cantora começou a realizar shows intimistas em São Paulo, e para entrar no estúdio e gravar seu primeiro compacto foi um pulo, com produção do próprio Jeneci e junto com Yuri Kalil. Em 2012, “Na rua agora”, estava pronto para agregar aos ouvidos dos bons ouvintes, sendo bem recebido pelas críticas dos grandes veículos,de São Paulo e do Brasil, e também pelo público em geral.

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Foto de: João Livra

Sua voz soprano, mas com leves toques de grave traz a leveza da canção e eleva o ouvinte a outra dimensão, fazendo com que a letra adequar a linguagem rotineira da vida de qualquer individuo, pois são letras intimistas, mas ao mesmo tempo é influencia à todos ouvintes que possuem a mente aberta, mas antes de tudo a alma e coração.
Além do mais, Marina ministra oficinas de criação poética em lugares como Centro Cultural São Paulo, Casa do Saber, entre outros. Publicou em 2013 a segunda edição do seu livro de palíndromos, SÓS. O livro-objeto, composto por 28 lâminas de palíndromos serigrafados em diferentes papéis, foi lançado pela Editora Livra.

Conheça um pouco mais desta cantora, com voz de diva e alma de artista, acesse o site oficial da Marina e ouça um pouco de seu trabalho. Abaixo, escute a música “Elevado”, primeiro single do último álbum da cantora ‘Váz’, lançado em maio deste ano.

Por: Patrícia Visconti

[Total Flex] FotoArte & Orfanato da Fotografia juntos na 4ª edição da exposição que revela as novas caras da fotografia

10344791_296410697200546_3372381960214254982_nOs ‘orfãs’ (fotografos) em uma saída fotográfica do Orfanato da Fotografia

Vem ai mais uma FotoArte, organizada pela Infinity Events, para apresentar novos talentos da fotografia, mas esta quarta edição da exposição, terá um toque a mais, pois a produtora está fazendo parceria com o grupo de fotografia da Marina Quezada, o Orfanato de Fotografia, mas os esquemas do evento serão os mesmo, promover e divulgar as novas caras, que estão espalhadas pro ai clicando, mas sem ter a oportunidade de expor.

Além de haver um um bate papo com o fotógrafo Rubens Vieira, que falará com os integrantes do Orfanato sobre o Specialkids, projeto do qual ele é representante na América Latina.

O SpecialKids é um projeto que representar as famílias e crianças com necessidades especiais junto à comunidade fotográfica com o objetivo de expandir as oportunidades de acesso dessas crianças à Fotografia Profissional em nível nacional.

Por isso, quem quiser aparecer e prestigiar a mais a FotoArte #4 e tomar uma cerveja geladinha e claro, além de conferir e bater um papo com os fotógrafos, é só aparecer neste sábado, dia 26 de julho, a partir das 15:00 horas e o local, ainda continua sendo o aconchegante e fofo, albergue situado na Vila Madalena em São Paulo, o Hostel Alice.

Assista o vídeo de como foi a FotoArte #3 e veja o que espera para a 4ª edição da mostra:

video por: Manu Silva [Blast V.I.P]

Serviço:
FotoArte #4 & Orfanato da Fotografia
Local: Hostel Alice
Rua Harmonia 1275
Vila Madalena – São Paulo
Data: 26/Julho/2014
Horas: a partir das 15h00 (sábado)

Mais informações:
FotoArte: https://www.facebook.com/expofotoarte
Orfanato: https://www.facebook.com/OrfanatodeFotografia
FotoArte #4:
https://www.facebook.com/events/765267353523404/?ref_dashboard_filter=upcoming

Por Priscila Visconti

[Total Flex] Coletivo Rede mostra vida as ruas cinzentas de São Paulo

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Foto: Arquivo Coletivo Rede

A fotografia é a arte visual mais popular do mundo alternativo, principalmente aos amantes desta vertente artística, que adora andarilhar pela cidade com sua câmera embaixo do braço e muitas ideias na cabeça.

Baseado nisso a fotógrafa Lulu Soares criou o projeto ‘Ce já viu?’, uma idealização do Coletivo Rede, um grupo de apreciadores da fotografia de rua, cujos integrantes se conheceram ao acaso, durante suas andanças pela metrópole paulistana.

O propósito desta mostra é reunir e apresentar um conjunto de fotografias que mostram várias nuances da paisagem urbana, criando um contraponto aos arranha-céus da cidade.

O Coletivo Rede é um grupo originalizado para divulgar a rua como vida, e não apenas asfalto e cimento, salientar que lá pulsa sensibilidade natural de vivência, inspirar-se na arte urbana, nos artistas que amostram cultura pelas passagens acimentadas da cidade, moldando o perfil físico, emocional e estético da cidade. A rua é, por excelência, o local onde se tecem as verdadeiras redes sociais. Valorizando a rua como lugar de estar, viver e ver; e a fotografia é um pretexto para dela desfrutar.

FICHA TÉCNICA

Curadoria e Produção:
Elaine Galdino
Juliana Sofia Lepera

Idealizadora e Coordenadora:
Lulu Soares

Fotógrafos Expositores:
Auricelia Lima
Caru Martini
EBarros
Elza Albuquerque
Eva Bella
Fefê Bella
Klauss Schramm
Leo Bella
Lulu Soares
Chico Tchello
Vera Lucia Dias

SERVIÇO

‘Ce já viu?’
Local: Passagem subterrânea da Consolação
End: Esquina da Av. Paulista com a Rua da Consolação.1497646_239753719529608_1992869352_n
Colagem do lambe-lambe: dia 01/08/2014 (sexta-feira)
A partir das 14:00h
Data da abertura: dia 02/08/2014(Sábado)
das 14:00h às 17:00h
Data de permanência da exposição de 02/08/2014 à 29/08/2014
De segunda à sexta-feira das 0700h às 19:00h.
Mais info: Facebook

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Sampa mostra sua essência cultural no centro da cidade

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São Paulo é uma cidade pluralmente cultural, muitos espetáculos, show, além de restaurantes e eventos acontecendo ao mesmo. São multi gêneros e para todas as idades e classes sociais.

Mas, o que faltava na cidade era uma atração que remetesse a essência da cidade e também do país, estava escassa, insuficiente para uma metrópole tão erudita e rica quão São Paulo.

Todavia, desde outubro de 2013 foi inaugurada a casa de espetáculo Terra da Garoa. Sediada no centro histórico da capital paulista, o estabelecimento oferece uma atração diferenciada e com os clássicos da música popular brasileira em evidência, além de um experiências gastronômicas, como o cardápio oferecido no Musical permanente da casa, “SAMPA – O MUSICAL”.

O musical é exclusivo da casa, criado por Ulysses Cruz, e faz referência a cidade paulistana do início do século 20, enfatizando o cenário cultural daquela época, principalmente a Semana de Arte Moderna de 22, mostrando uma reunião da MP com os versos de Oswald de Andrade, brilhantemente interpretado pelo ator José Rubens Chachá.

A apresentação é oferecido todas as sextas e sábados, e o cardápio foi criado pelo chef André Boccato fazendo uma surpreendente leitura do jantar oferecido pela tradicional família Prado, aos modernistas na Semana de Arte de 1922.

SERVIÇO

“SAMPA – O MUSICAL”
Local: Terra da Garoa
End: Avenida São João, 555 – Centro
São Paulo – SP

Entrada: quintas, R$ 120. Sextas e sábados, R$ 190.

Sextas-feira:
Abertura – 19h
Espetáculo – 21h45
Sábados:
Abertura – 20h
Espetáculo – 22h30

Tel: 11 3361-3538
Site: www.terradagaroa.com.br

Por: Patrícia Visconti