[Cyber Cult] Google como telefonia móvel

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Essa são é para os Googlemaníacos, que são Google para sempre, pois a empresa norte-americana vai se tornar a mais nova operadora de celular, mas infelizmente não será em todo o mundo, apenas nos Estados Unidos.

Porém a Google não será uma operadora convencional, dona de torres de transmissões e estações rádio base, ela será MVNO – Mobile Virtual Network, algo como Operadora Móvel Virtual. A Google vai alugar a infra-estrutura da T-Mobile e da Sprint (operadoras convencionais que atuam no mercado norte-americano) e oferecer seus próprios pacotes diretamente aos consumidores.

T-mobile e Sprint a princípio resistiram à aproximação da Google, o temor é que elas poderiam colocar a raposa para tomar conta do galinheiro, já que a Google poderia, no longo prazo, acabar modificando completamente o ecossistema celular.

Mas, premidas pela grande competição (que, hoje, tem dois grandes líderes, AT&T e Verizon) as duas empresas acabaram cedendo à oferta de dinheiro sem risco e em grande quantidade oferecida pelo Google nos contratos de aluguel da infra-estrutura. Mas, as ambições da turma de Moutain View (sede do Google, no Vale do Silício) no setor celular devem ir além desses acordos recém-firmados.

Já faz algum tempo que a Google vem pressionando o FCC (órgão do governo de lá parecido com nosso ministério das comunicações), para que uma parte do espectro ocupado pela TV analógica seja liberado para as redes Wi-Fi, mas os planos da Google, para o futuro, são essas redes de Wi-Fi, sendo a principal forma de conexão para os smartphones, portando os usuários apenas utilizariam dessa comunicação móvel tradicional, onde não houvesse essa nova comunicação via celular criada pela Google.

Essa seria uma grande ideia para os consumidores e para o processo de conexão, porém não seria boa perspectiva para as operadoras de celulares atuais.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] O 4G no Brasil

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Hoje em dia se fala bastante no tal do 4G, mas infelizmente no Brasil muitos mal consegue achar o 3G em seus celulares e tablets, mas estamos para explicar o que será essa nova tecnologia, que em outros países, faz juz a sua velocidade, em que pessoa paga e vê de imediato a internet acelerar, bem diferente aqui, que você paga, e não é barato e vê menos velocidade que uma lesma.

Mas, nós do OBC estamos aqui para explicar o que é esse tal do 4G e porque aqui se paga tão caro para ter internet rápida no celular.

O 4G é a sigla para a Quarta Geração (em inglês: Fourth Generation) de telefonia móvel e está baseada totalmente em IP, sendo um sistema e uma rede, alcançando a convergência entre as redes de cabo, sem fio e computadores, dispositivos eletrônicos e tecnologias da informação para prover velocidades de acesso entre 100 Mbit/s em movimento e 1 Gbit/s em repouso, mantendo uma qualidade de serviço (QoS) de ponta a ponta (ponto-a-ponto) de alta segurança para permitir oferecer serviços de qualquer tipo, a qualquer momento e em qualquer lugar.taxas-produtos-4g

Como já sabemos, tudo no Brasil é mais caro sempre que cobrar impostos em tudo que se implanta por aqui.

O governo brasileiro fez um leilão da faixa 2,5 giga-hertz (GHz), onde a cobertura será muito menor e mais cara porque precisará de muito mais antenas, e os celulares e tablets oriundos dos Estados Unidos e Europa não funcionarão aqui, a exemplo do Apple iPad 3, Apple iPad 4, Apple iPad mini e iPhone 5 que só funcionam em 700MHz.

Mas, a empresa norte-americana Apple, separou alguns modelos do iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 5S (modelo A1457) e 5C (A1507) são compatíveis com o 4G brasileiro (banda 7). Porém, os fabricantes da Qualcomm, que é líder em tecnologia em 4G, recomendam o uso do espectro de 700MHz na América Latina. Já os modelos do Samsung Galaxy S5, que foi lançado em abril/2014, apenas o SM-900F funciona aqui no Brasil, em 2.5GHz.

A primeira capital brasileira a utilizar comercialmente a tecnologia 4G foi a cidade de Recife, no final do ano de 2012 e logo a seguir, em fevereiro de 2013, Curitiba foi a primeira cidade do sul do Brasil a receber esta tecnologia de internet móvel, segundo o governo brasileiro, que até a Copa do Mundo de 2014, pelo menos as capitais brasileiras já teriam cobertura 4G.

Enquanto isso, ficamos no aguardo esperando o 4G se espalhar pelo país, com nosso 3G, que parece mais uma internet discada da época do IG, do que um plano de banda larga.

Os municípios brasileiros com cobertura 4G:
Aracaju
Barueri
Belém
Belo Horizonte(desde abril de 2013)
Brasília (desde abril de 2013)
Búzios
Campo Grande (dezembro de 2013)
Campos do Jordão
Cariacica (desde agosto de 2013)
Cascavel
Contagem (bairros próximos da capital – Água Branca, Cidade Industrial, Eldorado, etc.)
Cuiabá (desde Julho de 2013)
Curitiba (desde fevereiro de 2013)
Domingos Martins (desde agosto de 2013)
Estrela (desde Dezembro de 2013)
Feira de Santana (desde abril de 2014)
Florianópolis (desde agosto de 2013)
Fortaleza (desde abril de 2013)
Gramado (desde junho 2014)
Goiânia (desde janeiro de 2014)
Jandira
João Pessoa
Joinville (desde agosto de 2013)
Lajeado (desde Fevereiro de 2014)
Londrina (desde março de 2014)16
Macapá (desde janeiro de 2014)
Maceió (desde novembro de 2013)
Manaus
Maringá (desde agosto de 2013)
Natal
Paraty
Porto Alegre
Recife (desde 2012)
Ribeirão Preto
Rio de Janeiro (desde abril de 2013)
Salvador (desde abril de 2013)
Santos (operadoras Vivo e Claro – 1°/Jun/2014)
São Paulo
Serra (desde agosto de 2013)
Teresina (desde janeiro de 2014)
Uberlândia (desde setembro de 2013)
Vitória (desde agosto de 2013)

Confira abaixo as operadoras e suas coberturas 4G:
TIM: Portas Abertas
VIVO (SP): Cobertura 4G
CLARO:  Claro 4G Max
OI: Oi Internet Móvel
NEXTEL: Nextel WebSite

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Deep Web: A rede sem regras!

ICEBERG

A Internet é uma rede imensa, onde todos somos livres para publicar e divulgar o que desejamos, todavia, como algumas restrições e justificações de cada um ser responsável pela sua postagem. Visando nisso, uma rede tem se tornado popular aos ouvidos daqueles que preferem manter o anonimato na grande redes de computadores, essa teia chama-se “Deep Web”.

Deep Web, ou também chamada de Deepnet, Web Invisível, Undernet ou Web oculta, refere-se ao conteúdo da World Wide Web que não faz parte da Surface Web, a qual é indexada pelos mecanismos de busca padrão.

Porém, essa rede diferentemente do que a grande mídia dita, não é apenas um “espaço obscuro da web”, já que muitos criminosos utilizam-se dela para armar e aplicar seus crimes diante a Internet, mas há aqueles que apenas querem privacidade ao divulgar documentos de interesse público, de que os envolvidos querem ser superiores demais perante a sociedade, e podem eliminar qualquer pessoa em minutos. Esses são os hackers, piratas da rede que apenas usam a mesma, para beneficiar a comunidade, diferente dos crackers, que burla o sistema de segurança de forma ilegal e sem ética.

E é isso que queremos frisar, de que não é porque naquela rede os usuários não se identificam, então todos são bandidos, ou praticam atividades ilegalmente, já que qualquer conhecimento é a chave para abrir as portas e solucionar muitos mistérios.

Todo o material tem conteúdo fictício ou verídico – depende muito da interpretação e da fonte adquirida, já que na Deep Web nem tudo é real e tudo o que é real, é chocante. Por esse motivo, normalmente, a mídia convencional evita publicar, já que o real choca seus patrocinadores.

A Deep Web não foi feita para bandidos, foi feita para a proteção da sua identidade virtual. Acessar a Deep Web NÃO é CRIME, acessar a Deep Web NÃO é PERIGOSO como dizem. Nos preparamos à cada dia para passar uma imagem nova, realista e verdadeira da rede, indo atrás de qualquer boato sobre a mesma que surge por ai e NUNCA damos a certeza sem a confirmação.

Abaixo segue alguns passos de como entender a Deep Web (retirado do site Fatos desconhecidos):

1) Navegadores especiais

Não é apenas o TOR que acessa a Deep Web, mas também o I2P e o Freenet, que são os mais populares. Além deles, também se usa muito o LINUX, por sua segurança.

Outras opções menos “pop” são o Netsukuku, Freifunk, Funkfeuer, OneSwarm, GnuNet, RetroShare, Phantom, GlobaLeaks, Namecoin, OpenNIC, Dot-P2P, Guifi, AnoNet2, dn42, CJDNS, Osiris, FreedomBox, Telex, Omemo, Project Byzantium e Hyperboria, só pra citar alguns. O TOR é o mais popular por criptografar seus dados, te deixando “invisível”, mas até o Chrome ou o Firefox fazem isso.

2) Quando você para dentro do abismo, ele também olha dentro de você

A Deep Web, em si, não é má. Afinal, ela é usada principalmente para o download de séries, filmes, livros, manuais e outros tipos de informação raras, e, no meio disso tudo, muita pornografia e coisas bizarras. Mas em quê, exatamente, isso difere da Internet normal? Na verdade, a Deep Web é apenas uma forma mais avançada de procurar coisas, e se você não é uma pessoa perturbada normalmente, não vai achar nada de perturbador lá.

3) Vírus

Se você está usando um navegador criptografado e procurando coisas que não devia, que foram feitas para ser escondidas, qual você acha que é a chance de um hacker ter deixado seus “cãos de guarda”, os vírus, protegendo suas terras?

Altíssima, é claro, mas, mais uma vez, se você não for atrás de conteúdo impróprio, não preencher cadastros duvidosos e não fizer downloads sem se certificar de que a fonte é confiável, a probabilidade de infectar seu PC é baixa, apesar de maior do que na rede comum. E, como dissemos, a Deep Web tem todo tipo de hacker, mas a maior parte dos navegantes são pessoas comuns, apenas curiosas, como eu e você.

4) A Deep Web não é feita para brasileiros

Bom, a internet também não, já que não tem linguagem oficial. E, como o resto do mundo, se você quiser ter acesso à cultura internacional, vai precisar aprender a ler em inglês, já que não há sites traduzindo o conteúdo, como a Fatos faz com o conteúdo da web comum, por exemplo. Mas quem sabe esse não seja até um incentivo pra você aprender uma linguagem nova, que vai te ajudar inclusive no mercado de trabalho?

5) Acessar a Deep Web é ilegal

Com afirmações esdrúxulas, como de que o FBI iria atrás de quem acessa a Deep Web ou que todo o conteúdo disponibilizado lá é ilegal, as pessoas criam tabus e um medo desproporcional com o conteúdo encontrado na rede, que, como dissemos, é muito mais manipulado por você mesmo do que pelos outros. Simplesmente acessar o Google enche sua tela de fotos de crianças peladas, gente morta e monstros? Nem a Deep Web, que funciona exatamente da mesma forma. Portanto, como diria o Capitão Planeta, “o poder é de vocês!”.

Assim, se você sempre teve curiosidade, mas muito medo, faça como ensinamos: baixe o TOR, vá atrás de algo que você pesquisaria no Google normal e repare na diferença entre os resultados – pode ser que ela nem seja tão grande assim!

Por: Patrícia Visconti

[Cyber Cult] Cicret Bracelet – Smartphone no seu pulso

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Era só o que faltava, acessar o celular até no banho, com a pulseira Cicret Bracelet, que é um protótipo de pulseira que promete ajudar quem não vive sem o smartphone ou o tablet, até mesmo nas situações mais íntimas, como na hora do banho. A pulseira é colocada no pulso e projetada no braço do usuário, como a tela do dispositivo e pode ser utilizada para qualquer aplicação.

A pulseira é impermeável e conta com entrada USB, cartão de memória, sensor de proximidade e conexão WiFi e Bluetooth. Para garantir que o usuário não perca nenhuma notificação, ela traz também um vibrador embutido. A princípio o produto será compatível apenas com o sistema operacional Android. A ideia dos desenvolvedores é produzir versões de 16 e 32 GB em dez cores diferentes e dois tamanhos de pulso.

O equipamento funciona assim: há um acelerômetro e oito pequenos sensores capazes de identificar os toques na pele e a posição dos dedos do usuário, oferecendo uma resposta adequada aos controles. Para ativar o projetor basta “girar” o pulso com o punho cerrado.

Mas não há previsão de lançamento do bracelete e nem de preço, porque este é apenas um protótipo, pois a empresa que criou este projeto, precisa de R$ 2,2 milhões e pede ajuda das pessoas, que se interessam nessa ideia, para que seja consolidada a ideia. Mas apenas 8% do valor foi arrecado, por isso se você curtiu essa ideia e quer ver esse projeto no mercado, basta clique aqui e ver como pode ajudar com o Cicret Bracelete.

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Assista abaixo o vídeo que mostra a pulseira em ação:

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Jogo da Cobrinha no PC

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Quem lembra do famoso jogo da ‘Cobrinha’, que tinha nos celulares mais antigos dos anos 90 e começo do ano 2000?

Com certeza, a maioria dos tripulantes aqui do OBC jogavam no celular quando estavam de boa, sem fazer nada, então era pegar o telefone e ir para a cobrinha, já que na época não existia Twitter, Facebook ou tampouco WhatsApp.

Por isso o hacker Jeroen Domburg, que se identifica como Sprites, resolveu dar uma função diferente ao teclado que ele havia comprado e colocou o Snake, o saudoso e sempre lembrado como o jogo da cobrinha, para funcionar no periférico.

Mas pouco tempo após ter comprado o teclado, ele ouviu algo como: “Você tem este teclado por 24 horas, agora. Essa coisa tem um conjunto de LEDs e algumas teclas de setas. Estou desapontado que ainda não tenha colocado Snake para rodar nele ainda.”

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Veja abaixo como ficou o resultado do jogo da cobrinha no PC:



Será que só o Jeroen terá esse jogo em seu computador, ou algum dia terá na rede para baixar ou então na loja um teclado como o dele para vender, vamos esperar para ver isso.

Até semana que vem com mais Cyber Cult, aqui n’O Barquinho Cultural!!!

Por Priscila Visconti