[Cyber Cult] Brasil, a tarifa mais cara da América do Sul

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O Brasil é o país das taxas, juros e impostos altos, e isso não seria diferente nas tarifas de celular, pois segundo uma pesquisa realizada pelo aplicativo Weplan, em oito países da América do Sul, os brasileiros gastam até R$ 1 mil por mês com conta de celular, liderando o ranking de tarifa mais cara dos países sul-americano, a Argentina, gasta em torno de R$ 123 reais.

As oito operadoras em atividade no Brasil, a Vivo detém 28,6% dos clientes seguida por Tim com 26,8%, Claro com 25% e Oi com 18,4% e o restante é representado por 0,97% dos consumidores.

A pesquisa foi realizado com 118 planos de telefonia móvel e apontou 79% dos consumidores contratam planos pré-pagos e apenas 21% escolhem os pós-pagos e nessa pesquisa indica ainda que os brasileiros poderiam economizar até R$ 49 por mês na tarifa mensal ao trocar de plano.

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Além das altas tarifas de celular no Brasil, há também o péssimo sinal e a duração dos créditos, dos telefones pré-pagos são rápidas, pois uma ligação, ou então entrar na internet, as operadoras já cobram o valor do serviço utilizado, fazendo com que no fim do mês, a pessoa tenha que recargar novamente seu celular.

Esse é o nosso Brasil, o país das altas taxas e dos grandes juros, em que a população ao menos pode usufruir do que paga.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Google como telefonia móvel

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Essa são é para os Googlemaníacos, que são Google para sempre, pois a empresa norte-americana vai se tornar a mais nova operadora de celular, mas infelizmente não será em todo o mundo, apenas nos Estados Unidos.

Porém a Google não será uma operadora convencional, dona de torres de transmissões e estações rádio base, ela será MVNO – Mobile Virtual Network, algo como Operadora Móvel Virtual. A Google vai alugar a infra-estrutura da T-Mobile e da Sprint (operadoras convencionais que atuam no mercado norte-americano) e oferecer seus próprios pacotes diretamente aos consumidores.

T-mobile e Sprint a princípio resistiram à aproximação da Google, o temor é que elas poderiam colocar a raposa para tomar conta do galinheiro, já que a Google poderia, no longo prazo, acabar modificando completamente o ecossistema celular.

Mas, premidas pela grande competição (que, hoje, tem dois grandes líderes, AT&T e Verizon) as duas empresas acabaram cedendo à oferta de dinheiro sem risco e em grande quantidade oferecida pelo Google nos contratos de aluguel da infra-estrutura. Mas, as ambições da turma de Moutain View (sede do Google, no Vale do Silício) no setor celular devem ir além desses acordos recém-firmados.

Já faz algum tempo que a Google vem pressionando o FCC (órgão do governo de lá parecido com nosso ministério das comunicações), para que uma parte do espectro ocupado pela TV analógica seja liberado para as redes Wi-Fi, mas os planos da Google, para o futuro, são essas redes de Wi-Fi, sendo a principal forma de conexão para os smartphones, portando os usuários apenas utilizariam dessa comunicação móvel tradicional, onde não houvesse essa nova comunicação via celular criada pela Google.

Essa seria uma grande ideia para os consumidores e para o processo de conexão, porém não seria boa perspectiva para as operadoras de celulares atuais.

Por Priscila Visconti