[Cyber Cult] As gigantes da tecnologia se unem para novas ideias

20150901190057_660_420

Os gigantes da tecnologia no mundo, Google, Microsoft e Intel, anunciaram uma parceria para o lançamento de Alliance for Open Media, tem como objetivo criar novos formatos livres de royalties para vídeos, codecs e outras tecnologias relacionada à reprodução de mídia.

A meta é que esse formato seja grátis e aberto, para qualquer dispositivo, mas isso ainda o projeto está no começo, pois não se sabe se as empresas que foram convidadas, pelas três criadoras poderão fazer parte da aliança.

As empresas que foram convidas para fazer parte do grupo são, Amazon, Cisco, Google, Intel, Microsoft, Mozilla e Netflix, embora a união de grandes companhias seja raro, não é difícil entender como a criação de um novo padrão open-source de vídeo e altamente compatível seria benéfico para todos.

O processo está apenas começando, é impossível saber o quão longe este possível novo formato pode chegar, e a ideia pode até morrer no meio do caminho antes de se tornar viável. É importante observar também que a Apple, que também poderia ser uma grande interessada, ainda não faz parte do grupo.

Caso se esse projeto alcance seus objetivos, ela poderia auxiliar a popularizar este formato emergente em seus dispositivos.

A Alliance pode ser o crescimento no mercado de vídeo online, mas pode parece querer desferir um golpe no MPEG LA, grupo que licencia formatos de vídeo como o H.264 e H.265, amplamente utilizados, porém têm um custo para as empresas, caso este projeto caminhe bem.

As empresas poderão surgir com um novo padrão que poderia reduzir custos para a reprodução de vídeos em dispositivos ou pela internet.

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Snapchat – Comunicação em tempo real e em poucos segundos

louis-vuitton--Louis_Vuitton_Snapchat_PUSH_DI3

O Cyber Cult dessa semana vamos falar de um aplicativo que está dando o que falar, principalmente entre os jovens, parece um Whatsapp, mas que também faz vídeo e também pode adicionar legenda nas fotos, facilitando a comunicação visual entre os amigos, esse é o Snapchat.

Desenvolvido pelos estadunidense Evan Spiegel, Bobby Murphy e Reggie Brown, quando eram estudantes da Universidade de Stanford.

O aplicativo tem o arbítrio do usuário se comunicar por texto, mas também por fotos, que pode ser adicionado legenda nas fotos e também por vídeos, mas o tempo para a visualização é bem rápido, pois depois de enviado para o contato, a foto ou vídeo de cada snap não passa de 10 segundos, ou seja, quem demora para ler mensagem, vai ficar à ver navios, pois o ‘negócio’ é rápido.

Mas se caso salvar a foto ou vídeo no seu dispositivo (celular ou tablet), a foto poderá ser compartilhada em outras redes, como Facebook, Twitter ou Instagram.

Mas o aplicativo está se tornando bastante popular e não é só aqui no Brasil e nos Estados Unidos, mas também em várias partes do mundo, pois tem para todos os idiomas, como Alemão, Francês, Árabe, Italiano, Japonês, Coreano, Chinês , Espanhol, Norueguês, Dinamarquês, Sueco, Holandês e claro, o Português e Inglês.

id111974_1

O Snapchat foi um trabalho de faculdade de Evan, um dos co-fundadores do aplicativo, pois quando ele estudava Design de Produto, o curso qual ele não se formou, ele se juntou com seus amigos de grupo e montaram o APP Snapchat, que assim colocaram para download no iTunes, sendo um dos aplicativos mais baixados e entrando no TOP 10 da ‘lojinha’ da Apple.

Na época que foi lançando o aplicativo não tinha para o sistema Android, mas hoje já pode ser baixado para esses dispositivos, o único que ainda não tem para baixar é para o sistema Windows Phone.

Para mais informações acesse os contatos do APP Snapchat

Site | Twitter

 

Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Deep Web: A rede sem regras!

ICEBERG

A Internet é uma rede imensa, onde todos somos livres para publicar e divulgar o que desejamos, todavia, como algumas restrições e justificações de cada um ser responsável pela sua postagem. Visando nisso, uma rede tem se tornado popular aos ouvidos daqueles que preferem manter o anonimato na grande redes de computadores, essa teia chama-se “Deep Web”.

Deep Web, ou também chamada de Deepnet, Web Invisível, Undernet ou Web oculta, refere-se ao conteúdo da World Wide Web que não faz parte da Surface Web, a qual é indexada pelos mecanismos de busca padrão.

Porém, essa rede diferentemente do que a grande mídia dita, não é apenas um “espaço obscuro da web”, já que muitos criminosos utilizam-se dela para armar e aplicar seus crimes diante a Internet, mas há aqueles que apenas querem privacidade ao divulgar documentos de interesse público, de que os envolvidos querem ser superiores demais perante a sociedade, e podem eliminar qualquer pessoa em minutos. Esses são os hackers, piratas da rede que apenas usam a mesma, para beneficiar a comunidade, diferente dos crackers, que burla o sistema de segurança de forma ilegal e sem ética.

E é isso que queremos frisar, de que não é porque naquela rede os usuários não se identificam, então todos são bandidos, ou praticam atividades ilegalmente, já que qualquer conhecimento é a chave para abrir as portas e solucionar muitos mistérios.

Todo o material tem conteúdo fictício ou verídico – depende muito da interpretação e da fonte adquirida, já que na Deep Web nem tudo é real e tudo o que é real, é chocante. Por esse motivo, normalmente, a mídia convencional evita publicar, já que o real choca seus patrocinadores.

A Deep Web não foi feita para bandidos, foi feita para a proteção da sua identidade virtual. Acessar a Deep Web NÃO é CRIME, acessar a Deep Web NÃO é PERIGOSO como dizem. Nos preparamos à cada dia para passar uma imagem nova, realista e verdadeira da rede, indo atrás de qualquer boato sobre a mesma que surge por ai e NUNCA damos a certeza sem a confirmação.

Abaixo segue alguns passos de como entender a Deep Web (retirado do site Fatos desconhecidos):

1) Navegadores especiais

Não é apenas o TOR que acessa a Deep Web, mas também o I2P e o Freenet, que são os mais populares. Além deles, também se usa muito o LINUX, por sua segurança.

Outras opções menos “pop” são o Netsukuku, Freifunk, Funkfeuer, OneSwarm, GnuNet, RetroShare, Phantom, GlobaLeaks, Namecoin, OpenNIC, Dot-P2P, Guifi, AnoNet2, dn42, CJDNS, Osiris, FreedomBox, Telex, Omemo, Project Byzantium e Hyperboria, só pra citar alguns. O TOR é o mais popular por criptografar seus dados, te deixando “invisível”, mas até o Chrome ou o Firefox fazem isso.

2) Quando você para dentro do abismo, ele também olha dentro de você

A Deep Web, em si, não é má. Afinal, ela é usada principalmente para o download de séries, filmes, livros, manuais e outros tipos de informação raras, e, no meio disso tudo, muita pornografia e coisas bizarras. Mas em quê, exatamente, isso difere da Internet normal? Na verdade, a Deep Web é apenas uma forma mais avançada de procurar coisas, e se você não é uma pessoa perturbada normalmente, não vai achar nada de perturbador lá.

3) Vírus

Se você está usando um navegador criptografado e procurando coisas que não devia, que foram feitas para ser escondidas, qual você acha que é a chance de um hacker ter deixado seus “cãos de guarda”, os vírus, protegendo suas terras?

Altíssima, é claro, mas, mais uma vez, se você não for atrás de conteúdo impróprio, não preencher cadastros duvidosos e não fizer downloads sem se certificar de que a fonte é confiável, a probabilidade de infectar seu PC é baixa, apesar de maior do que na rede comum. E, como dissemos, a Deep Web tem todo tipo de hacker, mas a maior parte dos navegantes são pessoas comuns, apenas curiosas, como eu e você.

4) A Deep Web não é feita para brasileiros

Bom, a internet também não, já que não tem linguagem oficial. E, como o resto do mundo, se você quiser ter acesso à cultura internacional, vai precisar aprender a ler em inglês, já que não há sites traduzindo o conteúdo, como a Fatos faz com o conteúdo da web comum, por exemplo. Mas quem sabe esse não seja até um incentivo pra você aprender uma linguagem nova, que vai te ajudar inclusive no mercado de trabalho?

5) Acessar a Deep Web é ilegal

Com afirmações esdrúxulas, como de que o FBI iria atrás de quem acessa a Deep Web ou que todo o conteúdo disponibilizado lá é ilegal, as pessoas criam tabus e um medo desproporcional com o conteúdo encontrado na rede, que, como dissemos, é muito mais manipulado por você mesmo do que pelos outros. Simplesmente acessar o Google enche sua tela de fotos de crianças peladas, gente morta e monstros? Nem a Deep Web, que funciona exatamente da mesma forma. Portanto, como diria o Capitão Planeta, “o poder é de vocês!”.

Assim, se você sempre teve curiosidade, mas muito medo, faça como ensinamos: baixe o TOR, vá atrás de algo que você pesquisaria no Google normal e repare na diferença entre os resultados – pode ser que ela nem seja tão grande assim!

Por: Patrícia Visconti