[Cyber Cult] Deep Web: A rede sem regras!

ICEBERG

A Internet é uma rede imensa, onde todos somos livres para publicar e divulgar o que desejamos, todavia, como algumas restrições e justificações de cada um ser responsável pela sua postagem. Visando nisso, uma rede tem se tornado popular aos ouvidos daqueles que preferem manter o anonimato na grande redes de computadores, essa teia chama-se “Deep Web”.

Deep Web, ou também chamada de Deepnet, Web Invisível, Undernet ou Web oculta, refere-se ao conteúdo da World Wide Web que não faz parte da Surface Web, a qual é indexada pelos mecanismos de busca padrão.

Porém, essa rede diferentemente do que a grande mídia dita, não é apenas um “espaço obscuro da web”, já que muitos criminosos utilizam-se dela para armar e aplicar seus crimes diante a Internet, mas há aqueles que apenas querem privacidade ao divulgar documentos de interesse público, de que os envolvidos querem ser superiores demais perante a sociedade, e podem eliminar qualquer pessoa em minutos. Esses são os hackers, piratas da rede que apenas usam a mesma, para beneficiar a comunidade, diferente dos crackers, que burla o sistema de segurança de forma ilegal e sem ética.

E é isso que queremos frisar, de que não é porque naquela rede os usuários não se identificam, então todos são bandidos, ou praticam atividades ilegalmente, já que qualquer conhecimento é a chave para abrir as portas e solucionar muitos mistérios.

Todo o material tem conteúdo fictício ou verídico – depende muito da interpretação e da fonte adquirida, já que na Deep Web nem tudo é real e tudo o que é real, é chocante. Por esse motivo, normalmente, a mídia convencional evita publicar, já que o real choca seus patrocinadores.

A Deep Web não foi feita para bandidos, foi feita para a proteção da sua identidade virtual. Acessar a Deep Web NÃO é CRIME, acessar a Deep Web NÃO é PERIGOSO como dizem. Nos preparamos à cada dia para passar uma imagem nova, realista e verdadeira da rede, indo atrás de qualquer boato sobre a mesma que surge por ai e NUNCA damos a certeza sem a confirmação.

Abaixo segue alguns passos de como entender a Deep Web (retirado do site Fatos desconhecidos):

1) Navegadores especiais

Não é apenas o TOR que acessa a Deep Web, mas também o I2P e o Freenet, que são os mais populares. Além deles, também se usa muito o LINUX, por sua segurança.

Outras opções menos “pop” são o Netsukuku, Freifunk, Funkfeuer, OneSwarm, GnuNet, RetroShare, Phantom, GlobaLeaks, Namecoin, OpenNIC, Dot-P2P, Guifi, AnoNet2, dn42, CJDNS, Osiris, FreedomBox, Telex, Omemo, Project Byzantium e Hyperboria, só pra citar alguns. O TOR é o mais popular por criptografar seus dados, te deixando “invisível”, mas até o Chrome ou o Firefox fazem isso.

2) Quando você para dentro do abismo, ele também olha dentro de você

A Deep Web, em si, não é má. Afinal, ela é usada principalmente para o download de séries, filmes, livros, manuais e outros tipos de informação raras, e, no meio disso tudo, muita pornografia e coisas bizarras. Mas em quê, exatamente, isso difere da Internet normal? Na verdade, a Deep Web é apenas uma forma mais avançada de procurar coisas, e se você não é uma pessoa perturbada normalmente, não vai achar nada de perturbador lá.

3) Vírus

Se você está usando um navegador criptografado e procurando coisas que não devia, que foram feitas para ser escondidas, qual você acha que é a chance de um hacker ter deixado seus “cãos de guarda”, os vírus, protegendo suas terras?

Altíssima, é claro, mas, mais uma vez, se você não for atrás de conteúdo impróprio, não preencher cadastros duvidosos e não fizer downloads sem se certificar de que a fonte é confiável, a probabilidade de infectar seu PC é baixa, apesar de maior do que na rede comum. E, como dissemos, a Deep Web tem todo tipo de hacker, mas a maior parte dos navegantes são pessoas comuns, apenas curiosas, como eu e você.

4) A Deep Web não é feita para brasileiros

Bom, a internet também não, já que não tem linguagem oficial. E, como o resto do mundo, se você quiser ter acesso à cultura internacional, vai precisar aprender a ler em inglês, já que não há sites traduzindo o conteúdo, como a Fatos faz com o conteúdo da web comum, por exemplo. Mas quem sabe esse não seja até um incentivo pra você aprender uma linguagem nova, que vai te ajudar inclusive no mercado de trabalho?

5) Acessar a Deep Web é ilegal

Com afirmações esdrúxulas, como de que o FBI iria atrás de quem acessa a Deep Web ou que todo o conteúdo disponibilizado lá é ilegal, as pessoas criam tabus e um medo desproporcional com o conteúdo encontrado na rede, que, como dissemos, é muito mais manipulado por você mesmo do que pelos outros. Simplesmente acessar o Google enche sua tela de fotos de crianças peladas, gente morta e monstros? Nem a Deep Web, que funciona exatamente da mesma forma. Portanto, como diria o Capitão Planeta, “o poder é de vocês!”.

Assim, se você sempre teve curiosidade, mas muito medo, faça como ensinamos: baixe o TOR, vá atrás de algo que você pesquisaria no Google normal e repare na diferença entre os resultados – pode ser que ela nem seja tão grande assim!

Por: Patrícia Visconti

[Cantinho Literário] Os Booktubers agregam mais usuários à literatura

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Atualmente o mundo está vivendo na era da tecnologia, principalmente nas redes sociais, afinal com os smartphones e tablets, poucas pessoas se distraem com papéis, como livros, revistas e coisas afins. Por isso que os amantes da literatura, uniram o amor pela arte da leitura com a mundo atual, que é a da web, para agregar e conhecer admiradores dos livros, montando canais no Youtube, assim chamados de ‘Booktubers’.

Como as jovens Nath Cardoso, Ana Carol e Bruna Camargo, que se sentiam sozinhas depois de lerem os livros e apenas queriam compartilham as emoções e trocar ideias sobre o mesmo, então tiveram a ideia de montar um canal no Youtube, fazendo que elas mantenham um grupo de leitura virtual, façam novas amizades e também compartilham ideias literárias para os internautas.

Assista abaixo a entrevista que nós d’O Barquinho Cultural, fizemos com elas no YouPix 2014, em São Paulo que aconteceu nos dias 17 a 19/julho, na Bienal do Parque do Ibirapuera, no qual as meninas falam da literatura na internet e através da web.

Veja o vídeo abaixo:

Contatos:
Nath Cardoso – https://www.youtube.com/user/nathaliacardosoleu

Ana Carolina – https://www.youtube.com/user/OlhosDeRessacaTV

Bruna – https://www.youtube.com/user/brunacams

Isso aí, curtiram a entrevista das garotas ‘booktubers’?

Esperamos que sim, pois o mundo pode está mais tecnológico, mas a essência da literatura nunca vai acabar, pois sempre terá espaço para falar, discutir e fazer amizades com os amantes dos livros.

Boa semana a todos e até o próximo Cantinho Literário!
Por Priscila Visconti

[Cyber Cult] Chromecast, o controle em suas mãos!

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É bom assistir filmes, séries, vídeos online na televisão, pois é com a tecnologia avançada, como as presentes nos tempos atuais, já temos essa possibilidade, mas a ideia de ter que puxar fios pela casa já está ultrapassada.

No último dia 24, a Google lançou uma nova plataforma de conexão chamada Chromecast, ele é parecido como um pendrive que plugado na TV, nos permite a utilizar a internet sem fio.

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O aparelho encontrado-se nos EUA na loja do Google Play por US$ 35 (cerca de R$ 78).

No Brasil, o Chromecast já chegou primeiramente com o desenho animado “Galinha Pintadinha”, e é encontrado por R$ 199, encontrado em modelos comuns em diversas lojas de todo Brasil, como por exemplo nas Casas Bahia e a rede de supermercados Extra.

O aparelho é fácil de usar o Chromecast,  ele também liga no celular, tablet ou computador para a TV HD, permitindo assim que o usuário visualize o conteúdo desejado da Web em sua TV. Mas, importante lembra que o aparelho não é compatível com qualquer conteúdo, ele permiti usar aplicativos como: Netflix, You Tube, Google Play Movies e Google Play Music. Não precisa de controle para seu funcionamento, você pode controlar tudo com um celular ou tablet por exemplo.

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Mais fácil, rápido e prático com um preço acessível. Chromecast um jeito novo de estar conectado ao mundo virtual!

Por: Nathália Sant’ana

[Cyber Cult] E a leitura, como vai?

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Uma pesquisa divulgada no final do mês passado pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Ibope Inteligência, diz que o brasileiro está lendo bem menos do que lia a sete anos atrás, tendo um declínio de 5% – caiu de 95,6 milhões (55% da população estimada), em 2007, para 88,2 milhões (50%), em 2011 -, mas considerável apenas para aqueles que ainda estudam, pois quando saem do colégio ou de níveis superiores, pouco leem. Porém, há uma controvérsia nesta história, já que o texto digital aumentou o índice de leitura, todavia o público tem saído dos livros físicos e densos, e ido para publicações e posts mais coloquiais, diretos e dinâmicos, onde há um discernimento na leitura, mas de uma maneira “popularesca”, introduzindo o hábito na sociedade.

Essa contração da leitura foi medida até entre crianças e adolescentes, que leem por dever escolar. Em 2011, crianças com idades entre 5 e 10 anos leram 5,4 livros, ante 6,9 registrados no levantamento de 2007. O mesmo ocorreu entre os pré-adolescentes de 11 a 13 anos (6,9 ante 8,5) e entre adolescente de 14 a 17 (5,9 ante 6,6 livros).

Além do mais, com as redes sociais, houve um número exorbitante de impulsionar a escrita no Brasil, amplificando-os ainda mais nos meios tecnológicos, seja ele nas redes sociais, e-mail ou blogs, criando um debate dilatado de opiniões, ou seja, mais gente produzindo conteúdo e outras tantas, compartilhando opiniões, criando discussões sobre um determinado assunto.

Porém, há uma outra controvérsia, já que apesar do brasileiro ler e escrever mais na web, seu nível de arquivamento sobre uma pauta expedita é menor, pois assim como ela chega veloz, não permanece tão veraz, sendo dispersada e questão de segundos, quando surge outro fato em questão, disseminado a multidões, mas abarcado por poucos. Tornando a informações “burn notice”, sendo dissipada em pouco tempo.

No entanto, vamos nos conectar as redes sociais, comentar e opinar nos blogs, mas obtendo um conhecimento amplo e mantendo o foco de leitura física também, pois não adianta nada ler o que está na “moda”, mas pouco conhecer sobre os pensadores literários. Ampliar a leitura, é agregar sabedoria a sua vida intelectual, mas principalmente social, pois quem lê sêmea o conhecimento e amplia sua cultura, descentralizando apenas de um único vínculo.

Por: Patrícia Visconti