Cabine da Pipoca

por Estela Marques

Divulgação

Aí você descobre que no dia do seu aniversário um filme simples, independente e clássico do cult comemora vinte anos de lançamento. Fui um tanto egocêntrica pra tomar essas características pra mim, exceto a última.

Reservoir Dogs (ou, caso você se sinta mais à vontade, chame como Cães de Aluguel), de Quentin Tarantino, marcou a entrada do diretor no mundo dos cinemas. Entrada triunfal, diga-se de passagem. O longa recebeu, nada mais nada menos, que o posto de maior filme independente de todos os tempos, à época, claro. Ainda, recebeu elogios da crítica e mesmo com pouca publicidade, alcançou US$2,8 de bilheterias, com destaque ao seu sucesso no Reino Unido: US$6,5 milhões.

Tarantino iniciou sua carreira com filmes cinco anos antes do lançamento de Cães de Aluguel, em 1987 com My Bestfriend’s Birthday, que não teve continuidade por ter sido parcialmente perdido. Neste, como em Grindhouse (2007), ele foi diretor, produtor, roteirista e ator.

Em seu primeiro filme, conhecidamente, ele dirigiu, escreveu o roteiro e teve participação como Mr. Brown, um dos seis personagens principais apelidados com cores (além dele, haviam Mr. White, Mr. Orange, Mr. Blonde, Mr. Pink e Mr. Blue). Tarantino considera esse longa como sua versão para The Killing, de Stanley Kubrick e acrescenta que Reservoir Dogs traz e fala sobre outras coisas, “algo que não é visto” (não se trata apenas de um roubo, o tema central).

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