
Sem cabeça para pensar ou mãos para escrever, já chegaram nas redações em forma de robôs-redatores, que transformam dados em textos. A tecnologia já pode ser encontrada em jornais como o francês, Le Monde.
Segundo a agência, estes robôs permitem publicar de forma rápida um grande volume de texto, e assim aumentar a audiência do seu site e posicionar sua página nos buscadores.

Hand of mannequin with computer keyboard
Os robôs são programas informáticos que um ser humano alimenta de dados que gerem automaticamente a informação.
A Syllabs é uma das participantes da Global Editores Network, uma plataforma dos profissionais de veículos de comunicação em Viena.
Em uma eleição de 2015, o Le Monde utilizou os robôs da Syllabs para elaborar textos a partir dos resultados eleitorais.
Os novos conteúdos posicionaram o site como o meio mais visitados. Quando lançaram o primeiro robô em 2011 era um tabu, pois a Agência acreditava que a novidade tomaria o lugar do jornalista, lembrou a cofundadora do Jornal, Blancafort.
Se a moda chega por aqui, as redações que hoje já estão enxutas, passam a ser nulas, com robôs reportando e jornalistas correndo atrás de ‘frilas’.
Por: Vanderléia Santana
