Não é de hoje que Brasília é o berço das bandas alternativas de rock, mas essa tem ‘Q’ especial, pois além de excelentes músicos, são garotos para lá de especial. A banda Timeout Rock Band traz sete músicos com a personalidade bem distinta e com Transtorno do Espectro Autista.
Formada em 2017 por um grupo de psicólogos da capital do país, do Instituto Ninar, com o objetivo em oferecer aos garotos uma alternativa de complemento às terapias de rotinas, auxiliando-os a criar vínculos entre si e o também, com as pessoas ao redor.
O principal propósito deste projeto era apresentar que apesar do transtorno, eles também fazem parte do social, e são capazes de fazer música de qualidade sim, desde então, Paolo Rietveld – idealizador do projeto -, unificou seus pacientes que possuíam afinidades musicais, saindo de suas próprias bolhas, desafiando não apenas eles, mas a própria sociedade, mostrando artistas livres que fazem o que querem em cima do palco, como deve num show de rock.
A banda não apenas inclui os meninos na sociedade, mas engaja, envolve-os perante à ela, com adaptações e cuidados singulares, quebrando paradigmas de que o autista não pode fazer coisas comuns, sem serem subestimados em suas capacidades.
Além de músicas autorais, a Timeout Rock Band interpreta clássicos do gênero, dentre esses estão Pink Floyd, Legião Urbana, Oasis, Mamonas Assassinas, AC/DC, Capital Inicial e outras.
A Timeout Rock Band quer mostrar suas capacidades não apenas por seus transtornos, mas como qualquer músico que está neste círculo por seus talento e principalmente, por sua música e entusiasmo, levando e mostrando sua força diária em enfrentar a sociedade para os palcos, motivando os ouvintes pelo som e a atitude da banda.
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Vou em todas as apresentações e em cada uma delas, eles nos surpreendem. É muito bom ouvir e ver esses meninos. Eles são a certeza de um mundo melhor.
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