Desde a pandemia de Covid-19, o Brasil têm mostrado suas referências e inovações nas ciências ao redor do mundo, com seus potenciais significativos que mudam o conceito médico e biológico do país internacionalmente.
Como a pesquisa desenvolvida pela professora da Universal Federal do Rio de Janeiro, Tatiana Coelho Sampaio, que traz à sociedade uma abordagem terapeutica inovadora e significativa, que pode reverter lesões causadas na medula espinhal, devolvendo mobilidade em pacientes que já não tinham mais esperanças em obter os movimentos, recuperando os tecidos do sistema nervoso, reestruturando a polilamina, regenerando a estrutura neural e contruibuindo para a recuperação parcial das funções motoras dos pacientes, devolvendo-os a vida e a confiança de uma vida melhor.
Tatiana, é bióloga e a há mais de duas décadas trabalha da UFRJ, onde atualmente ela coordena o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular, orientando estudantes em pesquisas verazes envolto a projetos fundamentais para o desenvolvimento e inovação científica e social. Tal como a descoberta da polilamina, trazendo uma maior capacidade regenarativa aplicada em áreas específicas dos pacientes, trazendo estímulos e reorganizando o microambiente extracelular, contruibuindo para a recuperação parcial das funções impulsoras do corpo humano, regenerando as áreas neurais afetadas, e tornando a pesquisa ainda mais promissora na cena da bioteclogia regenerativa e celular.
Esse avanço de pesquisa, coloca o Brasil como protagonista científico, através da inovação, solução e posicionamento na vanguarda biológica e tecnológica, diante as formações e pesquisas altamente qualificadas.
por Patrícia Visconti


