Janis Joplis ganha exposição intimista no MIS-SP

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Começou no dia 16 de abril com previsão de terminar em meados de junho de 2026, a nova exposição musical do Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), que fará o visitante se sentir próximo de umas das lendas do soul e blues internacional, que nos deixou tão precocemente.

A eterna Janis Joplin, considerada a “Rainha do Rock and Roll”. A mostra intitulado de “Janis” traz mais de 300 itens da lendária cantora, compositora e multi-instrumentista norte-americana, ícone do rock mundial (e que completaria 83 anos em 19 de janeiro de 2026).

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O público poderá conferir, pela primeira vez no Brasil, figurinos, fotografias, manuscritos e muitos outros itens de acervo, cedidos pela família da artista, diretamente de Los Angeles/EUA. São diversos itens como bilhetes escritos por Janis, fotos de apresentações, além de peças de roupa e adereços.

São 10 salas de muita história dessa artista que rejeitava os padrões de delicadeza impostos às mulheres da época, se auto-inventando o paradigma da “mãe do rock”, quando seu uniu uma estética hippie-burlesca de óculos redondos e pulseiras barulhentas a uma entrega emocional que parecia queimar alma a cada nota.

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Além de explorar a fase “Typewriter Tapes”, gravada em São Francisco com Jorma Kaukonen, e o breve período em que ela tentou levar uma “vida certinha” na universidade antes de sucumbir definitivamente ao chamado dos palcos e do estilo de vida que a imortalizou.

O ponto alto da exposição é dedicado à sua passagem pelo Brasil. Nesta sala apresenta o seu amor pelo país, mostra aos visitantes momentos da cantora quando passou pelo Rio de Janeiro durante o Carnaval de 1970.

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Com curadoria de André Sturm, a exposição mergulha na trajetória de Janis, com sua voz rouca, terrena e explosiva que definiu a contracultura dos anos 1960, e agora está ecoando nos corredores do Museu da Imagem e do Som (MIS-SP).

A exposição reconstrói momentos cruciais da carreira de Joplin, mergulhando na trajetória desde as raízes intimistas do blues e do gospel no Texas até o magnetismo psicodélico que a transformou em um ícone mundial.

por Priscila Visconti

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