BAD LUV conecta os fãs aos sentimentos mais intrínsecos no novo álbum autoral da banda

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Em 2025 a BAD LUV lançava seu primeiro compacto autoral, com referências insignes e letras intensas, a banda envolveu o público do hard core e metal melódico, a uma sonoridade eloquente e significativa, trazendo de volta a essência característica influenciada por cada integrante. ‘Nós‘ – primeiro álbum de estúdio – foi muito bem recebido pela crítica e os fãs, então os garotos decidiram lançar logo o próximo, já que durante a turnê promocional muitas canções foram compostas e produzidas, e eles já estavam prontos para retornar ao estúdio para gravar.

No início de 2026, a BAD LUV regressou aos estúdios para produzir, O Medo não Me Parou, com nove faixas autorais, dentre essas uma parceria com o vocalista do CPM 22, Fernando Badauí. O novo compacto explora uma sonoridade referenciada no post-hardcore e do metal moderno, com letras profundas e sentimentais, fazendo com que qualquer ouvinte se identifique diante de sua rotina cotidiana.

Esse é um disco muito confessional pra mim enquanto letrista, e essas músicas descrevem exatamente o turbilhão de sentimentos que é inerente a praticamente todas as pessoas. Fala sobre medos, inseguranças, luto, revolta, mas também aponta que existe motivos simples e reais que fazem a vida valer a pena, como o amor, a partilha e a esperança”, reflete Caio Weber, vocalista da BAD LUV.

Como já dito acima, o projeto começou a ser criado logo após o lançamento de ‘Nós’, quando as músicas surgiram durante a excursão da banda, iniciada em setembro de 2025. No mesmo período que o guitarrista Gee Rocha descobrir que seria pai, por conta disso, eles resolveu entrar no estúdio para gravar o novo álbum antes do nascimento da primeira filha do músico, quando os integrantes puderam mergulham intensamente em momentos intensos e loquazes de produção.

O Medo não Me Parou apresenta faixas persuasivas, com temas envolventes que falam sobre a luta constante contra doenças consideradas invisíveis, como a ansiedade e a depressão, que é retratada na letra como um parasita. Um disco pertinente, repleto de sentimentos singulares, aonde cada faixa se conecta em uma narrativa linear, como uma história que deve ser ouvida em continuidade.

“As nove faixas compõem uma só história, tanto liricamente quanto sonoramente e isso é algo importante para nós. Em um momento onde a maioria dos artistas trabalham apenas singles, fazemos questão de lançar álbuns completos porque isso cria um universo muito mais vasto e representa muito melhor a banda do que músicas soltas”, reforça o vocalista.

Um álbum singular e perspectivo, que conecta o público com a banda, diante de seus temas relevantes que comove com as mentes e personalidades comuns, onde dividimos os mesmos medos e inseguranças, mas com união e compaixão, podemos enfrentar qualquer adversidade atribuída no caminho.

O Medo não Me Parou já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.

por Patrícia Visconti

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