[ESPECIAL] Jonalismo Literário

E ai Navegantes d’O Barquinho, estão curtindo este especial sobre jornalistas literário??

Esperamos que sim, pois estamos quase chegando em nossa reta final, pois semana que vem, fechamos com o grande e espetacular, ícone do jornalista literário e da literatura realista, uma grande influência para alguns de nossos repórteres aqui da redação o OBC, o grande Machado de Assis.

Mas até na próxima semana, ainda tem chão, por mais que este ano não está passando, está voando.. hehe
Esta semana será, o jornalista, autor literário e tendo uma simpátia ao anarquismos, que passou a trabalhar na imprensa socialista, com obras com grande êxito na literatura.

Estamos falando de Lima Barreto, que tinha o jornalismo já em seu DNA, pois seu pai era tipógrafo e sua mãe professora, isso aumentou mais sua paixão pela literatura.

Então, fiquem com nossa reta final do especial, Jornalismo Literário e curtam a grande história de Lima Barreto, que apesar de ter morrido quase jovem, com seus 41 anos, fez obras que irão durar por muitos e muitos anos.

Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro a 13 de maio de 1881 e morreu na mesma cidade a 1.° de novembro de 1922. Filho de um tipógrafo da Imprensa Nacional e de uma professora pública, era mestiço de nascença e foi iniciado nos estudos pela própria mãe, que perdeu aos 7 anos de idade.
Fez seus primeiros estudos e, pela mão de seu padrinho de batismo, o Visconde de Ouro Preto, ministro do Império, completou-os no Ginásio Nacional (Pedro II), entrando em 1897 para a Escola politécnica, pretendendo ser engenheiro. Teve, porém, de abandonar o curso para assumir a chefia e o sustento da família, devido ao enlouquecimento do pai, em 1902, almoxarife da Colônia de Alienados da Ilha do Governador. Nesse ano, estréia na imprensa estudantil. A família muda-se para o subúrbio do Rio de Janeiro, Engenho de Dentro, onde o futuro escritor resolve candidatar-se a um cargo vago na Secretaria da Guerra, mediante concurso público, tendo passado em 2.° lugar e ocupado a vaga, por desistência do 1.° colocado, 1903.

Com o modesto salário, passa a residir com a família em Todos os Santos, em casa simples, e na qual, em 1904, inicia a primeira versão do romance Clara dos Anjos. No ano seguinte começa o romance Recordações do escrivão Isaías Caminha, publicado em Lisboa em 1909. Publica, também, uma série de reportagens no jornal Correio da Manhã. Inicia o romance Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá, publicado apenas em 1919. Colabora na revista Fon-Fon e, com amigos, lança em fins de 1907 a revista Floreal, que sobreviveria com quatro números apenas, mas que chamou a atenção do crítico literário José Veríssimo. Nessa época, dedica-se à leitura na Biblioteca Nacional dos grandes nomes da literatura mundial, dos escritores realistas europeus de seu tempo, tendo sido dos poucos escritores brasileiros a tomar conhecimento e ler os romancistas russos.

Em 1910, faz parte do júri no julgamento dos participantes do episódio chamado “Primavera de sangue”, condenando os militares no assassinato de um estudante, sendo por isso preterido, daí para frente, nas promoções na Secretaria da Guerra. Em 1911, em três meses, escreve o romance Triste fim de Policarpo Quaresma, publicado em folhetins no Jornal do Comércio, onde escreve, e também na Gazeta da Tarde. Publica, em 1912, dois fascículos das Aventuras do Dr. Bogoloff, além de dois outros livretos de humor, um deles pela revista O Riso.

O vício da bebida começa a manifestar-se nele, porém não o impede de continuar a sua colaboração na imprensa, iniciando em 1914 uma série de crônicas diárias no Correio da Noite. O jornal A Noite publica em folhetins, em 1915, seu romance Numa e a ninfa, e Lima Barreto inicia longa fase de colaboração na revista Careta, em artigos políticos sobre variados assuntos. Nos primeiros meses de 1916 aparece em volume o romance Triste fim de Policarpo Quaresma, que reúne também alguns contos notáveis como “A Nova Califórnia” e “O homem que sabia javanês”, tendo boa acolhida por parte da crítica que vê em Lima Barreto o legítimo sucessor de Machado de Assis. Passa a escrever para o semanário político A.B.C.. Em julho de 1917, após internação hospitalar, entrega ao seu editor, J. Ribeiro dos Santos, os originais de Os Bruzundangas, sátiras, somente publicado em 1922, um mês após a morte do autor.

Candidata-se à vaga na Academia Brasileira de Letras, mas seu pedido de inscrição não é sequer considerado. Lança a 2. edição do Isaías Caminha e, em seguida, o romance Numa e a ninfa, em volume. Passa a publicar artigos e crônicas na imprensa alternativa da época: A Lanterna, A.B.C. e Brás Cubas, que publica um artigo seu, em que manifesta simpatia pela causa revolucionária russa. Após o diagnóstico de epilepsia tóxica, é aposentado em dezembro de 1918, mudando-se para outra casa na Rua Major Mascarenhas, em Todos os Santos, onde irá residir até morrer.

Em inícios de 1919, suspende a colaboração no semanário A.B.C., por ter a revista publicado um artigo contra a raça negra, com o qual não concordava. Põe à venda o romance Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá, por ele próprio revisto e mandado datilografar pelo editor, Monteiro Lobato, tendo sido o único de seus livros a passar por tais cuidados normais de publicação, e pelo qual recebe bom pagamento e promoção, além do aplauso de velhos e novos expoentes da crítica, como João Ribeiro e Alceu Amoroso Lima. Nesse clima, candidata-se em segunda vez a uma vaga na Academia de Letras – desta vez, aceita, -, não conseguindo, porém, ser eleito, mas tendo o voto permanente de João Ribeiro. Sob o título “As mágoas e sonhos do povo”, passa a publicar semanalmente, na revista Hoje, crônicas ditas de folclore urbano, reiniciando a colaboração na Careta, em segunda fase, só interrompida por sua morte.

Em 1919, de dezembro a janeiro de 1920 é internado no hospício, devido a forte crise nervosa, resultando a experiência nas anotações dos primeiros capítulos da obra O cemitério dos vivos, memórias somente publicadas em 1953, juntamente com as do Diário íntimo, num mesmo volume. Em dezembro de 1920, concorre ao prêmio literário da Academia Brasileira de Letras para o melhor livro do ano anterior, inscrevendo o Gonzaga de Sá, que veio a receber menção honrosa. No mesmo mês é posto à venda nas livrarias o volume de contos Histórias e sonhos, e entrega ao editor F. Schettino, seu amigo, os originais de Marginália, reunindo artigos e crônicas já publicados na imprensa periódica e, que se perderiam, sendo o volume editado apenas em 1953, post mortem.

O Cemitério dos vivos tem um trecho publicado, em janeiro de 1921, na Revista Souza Cruz, sob o título “As origens”, memórias manuscritas não completadas pelo autor. Em abril, faz uma viagem à pequena cidade de Mirassol, no Estado de São Paulo, onde um médico amigo e escritor, Ranulfo Prata, tenta a regeneração clínica de Lima Barreto, mas em vão. Com a saúde já bastante abalada, a doença força a sua reclusão na casa modesta de Todos os Santos, onde os amigos vão visitá-lo e sua irmã Evangelina se desvela em cuidados por ele. Mas, sempre que pode, continua a sua peregrinação pela cidade que ama, reservando a leitura, a meditação e a escrita para casa, apesar da presença constante da loucura do pai, tornada real pelas crises cada vez mais repetidas.

Em julho de 1921, pela terceira vez, candidata-se à vaga na Academia de Letras, retirando, porém, a mesma, por “motivos inteiramente particulares e íntimos”. Entrega ao editor os originais de Bagatelas, no qual reúne a sua maior produção na imprensa, ou seja, a que vai de 1918 a 1922, em que evidencia com rara visão e clareza os problemas do país e do mundo do pós-guerra. Bagatelas, entretanto, só apareceria em 1923. Publica na Revista Souza Cruz de outubro-novembro de 1921 a conferência “O destino da literatura”, que não chegara a pronunciar na cidade de Rio Preto, próximo a Mirassol. Em dezembro inicia a segunda versão do romance Clara dos Anjos, terminado em janeiro seguinte. Os originais de Feiras e mafuás são entregues para publicação, mas somente em 1953 seriam editados.

Em maio de 1922, a revista O Mundo Literário publica o primeiro capítulo de Clara dos Anjos, “O carteiro”. Tendo a sua saúde declinada mês a mês, agravada pelo reumatismo, pela bebida e outros padecimentos, Lima Barreto morre em 1.° de novembro de 1922, vitimado por um colapso cardíaco. Em seus braços, é encontrado um exemplar da Revue des Deux Mondes, sua preferida e que estivera lendo. Dois dias depois é a vez de seu pai. Encontram-se sepultados no cemitério de São João Batista, onde o escritor desejou ser enterrado.

Em 1953, uma editora lançou alguns volumes inéditos de sua obra. Porém, somente em 1956, sob a direção de Francisco de Assis Barbosa, com a colaboração de Antônio Houaiss e M. Cavalcanti Proença, toda a sua obra em 17 volumes foi publicada, compreendendo todos os romances citados e também os títulos não publicados em vida do autor, e que são: Os bruzundangas, Feiras e mafuás, Impressões de leitura, Vida urbana, Coisas do reino de Jambon, Diário íntimo, Marginália, Bagatelas, O cemitério dos vivos e mais dois volumes que contêm toda a sua correspondência, ativa e passiva. Nas décadas seguintes Lima Barreto tem sido alvo de estudos, tanto no Brasil como no exterior. Suas obras, romances e contos, têm sido traduzidos para o inglês, francês, russo, espanhol, tcheco, japonês e alemão. Teses de doutoramento o tiveram como tema nos Estados Unidos e na Alemanha. Congressos e conferências foram realizadas em todo o Brasil, por ocasião do seu centenário de nascimento (1981), resultando inúmeros livros publicados, entre ensaios, bibliografias e estudos psicológicos do autor e sua obra. Há, presentemente, um desabrochar de interesse entre os novos escritores brasileiros em favor da obra de Lima Barreto, tido como o pioneiro do romance social, e cuja produção literária – vasta, em proporção ao número de anos que viveu – ganha, a cada dia, o merecido destaque que lhe é devido.





Principais obras:

1905 – O Subterrâneo do Castelo no Morro
1909 – Recordações do Escrivão Isaías Caminha
1911 – O Homem que Sabia Javanês e outros contos
1915 – Triste Fim de Policarpo Quaresma
1919 – Vida e Morte de M. J. Gonzaga de Sá
1920 – Cemitério dos Vivos
1920 – Histórias e Sonhos
1923 – Os Bruzundangas
1948 – Clara dos Anjos (póstumo)
1952 – Outras Histórias e Contos Argelinos
1953 – Coisas do Reino de Jambom

Por: @pii_littrell

Sobre nome e sobrenome

Todo mundo que não me conhece quando lê meu nome pela primeira vez me chama de CaRniceiro. Quem me conhece também, mas só pra encher o saco.

Depois de fazer uma rápida pesquisa (perguntar pro meu avô no almoço de domingo) descobri o porquê desse sobrenome.

Meu tataravô vendia caniços em Portugal. Quando meu bisavô nasceu foram registra-lo e o cara do cartório colocou o seu sobrenome de Caniceiro, já que ele era filho do homem que fazia caniços.

Antes Mateus Caniceiro, do que Mateus Tataraneto do Homem Que Vendia Caniços. Não pegaria bem, nem ninguém.

Levando por essa linha de raciocínio, agora consigo entender alguns nomes “derivados” de profissões, por exemplo:

Filho do homem que vendia caniços – Caniceiro

Filho do traficante de crianças com sobrenome Silva – Silveiro

Filho do homem homossexual que vendia sal – Salgayro

Filho do homem santo – Santeiro

E tem também o filho do homem que vendia carros, que montou num cavalo branco e abriu um parque de diversões em Santa Catarina.

Cabine da Pipoca

Apesar de sua estreia ser hoje no Brasil, W.E. – O Romance do Século gerou comentários um tanto negativos pela crítica. O motivo é a resistência à diretora do filme: Madonna. Dos palcos e estantes de CDs espalhados pelo mundo, a rainha do pop ousou-se, mais uma vez, a se envolver com filmes. O escolhido foi o drama romântico estrelado por Abbie Cornish, Andrea Riseborough e James d’Arcy.

O filme conta a história de um duque britânico que está prestes a assumir a coroa local, nos anos 1930. Antes, se apaixona por uma americana casada, mas é aconselhado a abrir mão desse amor por ela, Wallis, já ter se divorciado anteriormente, duas vezes, e por não ser inglesa. Entretanto, Eduardo VIII decide renunciar ao trono e viver seu romance, tendo assumido a coroa britânica seu irmão, Bertie. 
Sessenta anos depois, Wally Winthrop, apaixonada pela história do duque com Wallis, organiza um leilão com objetos do casal, além de costumar sonhar com como seria a vida do casal – talvez por estar passando por um momento difícil em seu casamento. 
Que tal apreciar a performance da musa dos palcos pop como diretora deste longa? Seria uma boa pedida pra fechar o último final de semana do verão. 
Até semana que vem com a história filmada do ícone do rock brasileiro: Raul Seixas em seu início, fim e meio. 

Caixa de Som: Música e Poesia

Olá pessoal, tudo bem?
Esta quinta-feira é tanto quanto especial para os amantes da música e poesia, já que ontem, 14 de março, foi dia nacional da poesia, então essa semana iremos falar de um dos grandes poetas e músicos do século 20.
Ficou curioso em saber quem é essa pessoa..
Então, sem mais delongas, apresentamos Noel Rosa!

Carioca da gema, Noel Rosa nasceu no dia 11 de Dezembro de 1910.
Ele foi sambista, ambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Foi um dos principais artistas a popularizar a música, levando do morro ao asfalto e também o rádio, principal meio de comunicação da época.
Entre suas composições, Noel registrou mais de 250 sozinho ou em parceria com grandes nomes da música popular brasileira, com Vadico, Ismael Silva, Braguinha, Nássara, Orestes Barbosa, além das que foram vendidas ou dadas a terceiros, como as que o poeta escreveu com Cartola.
Um apaixonado pelas mulheres, dedicou algumas de suas mais lindas canções a elas, principalmente a Lindaura, mas seu grande amor foi a dançarina Ceci, entre as músicas escritas à ela estão,  Último Desejo, Dama do Cabaré, Só Pode Ser Você, Pra que Mentir?, Pela Primeira Vez, Provei, Quem Ri Melhor, etc.
Noel Rosa era um cara que sabia aproveitar e viver cada segundo de sua vida como se fosse o último. Boêmio assumido, foi seduzido pelo samba e frequentou diversos bares e cabarés.
Rosa faleceu em 4 de maio de 1937, na cidade do Rio de Janeiro, aos 26 anos de idade.

As 259 composições criadas por Noel:
  • Ingênua (com Glauco Viana), 1928/1930
  • Com que roupa? 1929
  • Festa no céu 1929
  • Minha viola 1929
  • A.B. Surdo, (com Lamartine Babo) 1930
  • Bom elemento, (com Euclides Silveira, o Quidinho) 1930
  • Devo esquecer (com Gilberto Martins), 1930
  • Dona Aracy 1930
  • Dona Emília, (com Glauco Vianna) 1930
  • Eu vou pra vila 1930
  • Gago apaixonado, 1930
  • Lataria (com João de Barro e Almirante), 1930
  • Malando medroso 1930
  • Meu sofrer (com Henrique Britto), 1930
  • Quem dá mais (Leilão do Brasil) 1930
  • Sorriso de criança 1930
  • Vou te ripar 1930
  • Adeus (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1931
  • A.E.I.O.U. (com Lamartine Babo), 1931
  • Agora 1931
  • Coração 1931
  • Cordiais saudações 1931
  • É preciso discutir 1931
  • Espera mais um ano 1931
  • Esquecer e perdoar (com Canuto), 1931
  • Estátua da paciência (com Jerônimo Cabral), 1931
  • Eu agora fiquei mal (com Antenor Gargalhada), 1931
  • Fiquei sozinha (com Adauto Costa), 1931
  • Gosto, mas não é muito (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1931
  • Já não posso mais (com Pururuca, Canuto e Almirante), 1931
  • Julieta (com Eratóstenes Frazão), 1931
  • Mão no remo (com Ary Barroso), 1931
  • Mardade de cabocla 1931
  • Mentiras de mulher 1931
  • Mulata fuzarqueira, 1931
  • Mulato bamba (Mulato forte) 1931
  • Nega, (com Lamartine Babo) 1931
  • Nunca… Jamais 1931
  • Palpite (com Eduardo Souto), 1931
  • Pesado 13 (paródia do tango El penado, de Agustin Magaldi, Pedro Noda e Carlos Pesce), 1931
  • Picilone 1931
  • Por causa da hora 1931
  • Por esta vez passa 1931
  • O pulo da hora 1931
  • Que se dane (com Jota Machado), 1931
  • Rumba da meia-noite (com Henrique Vogeler), 1931
  • O samba da boa vontade (com João de Barro), 1931
  • Sinhá Ritinha, (com Moacir Pinto Ferreira) 1931
  • Só pra contrariar (com Manoel Ferreira), 1931
  • Você foi o meu azar (com Arthur Costa), 1931
  • Ando cismado (com Ismael Silva), 1932
  • Araruta (com Orestes Barbosa), 1932
  • Assim sim (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • Até amanhã 1932
  • Dona do lugar (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • E não brinca não (Não brinca não) 1932
  • É peso (com Ismael Silva), 1932
  • Escola de malandro (com Orlando Luiz Machado e Ismael Silva), 1932
  • Estamos esperando 1932
  • Felicidade (com René Bittencourt), 1932
  • Fita amarela 1932
  • Fui louco (com Alcebíades Barcelos, o Bide), 1932
  • Mas como… Outra vez? (com Francisco Alves), 1932
  • Mentir (Mentira necessária) 1932
  • Mulher indigesta 1932
  • Não faz, amor (com Cartola), 1932
  • Não há castigo (com Ernesto dos Santos, o Donga), 1932
  • Não me deixam comer 1932
  • Nuvem que passou 1932
  • Para me livrar do mal (com Ismael Silva), 1932
  • Prazer em conhecê-lo (com Custódio Mesquita), 1932
  • Primeiro amor (com Ernani Silva), 1932
  • Qual foi o mal que eu te fiz? (com Cartola), 1932
  • Quem não dança 1932
  • Quero falar com você (com Lauro dos Santos, o Gradim), 1932
  • A razão dá-se a quem tem (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • Rir (com Cartola), 1932
  • São coisas nossas (Coisas nossas) 1932
  • Sem tostão 1932
  • Seu Jacinto 1932
  • Tenentes do diabo (com Visconde de Bicohyba e Henrique Vogeler), 1932
  • Tenho um novo amor (com Cartola), 1932
  • Tudo o que você diz 1932
  • Uma jura que fiz (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1932
  • Vitória (com Romualdo Peixoto, o Nonô), 1932
  • Amor de parceria 1933
  • Arranjei um fraseado 1933
  • Capricho de rapaz solteiro 1933
  • Contraste 1933
  • Cor de cinza 1933
  • De qualquer maneira (com Ary Barroso), 1933
  • Deus sabe o que faz (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Dono do meu nariz (paródia de Dona da minha vontade, de Francisco Alves e Orestes Barbosa), 1933
  • Estrela da manhã (com Ary Barroso), 1933
  • Esquina da vida (com Francisco de Queirós), 1933
  • Eu queria um retratinho de você (com Lamartine Babo), 1933
  • Feitio de oração (com Osvaldo Gogliano, o Vadico), 1933
  • Filosofia (com André Filho), 1933
  • Habeas-corpus (com Orestes Barbosa), 1933
  • Isso não se faz (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Já sei que tens um novo amor (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Meu barracão 1933
  • Não digas (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Não tem tradução (Cinema falado) 1933
  • Nem com uma flor (com Francisco Alves), 1933
  • Nunca dei a perceber (com Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Onde está a honestidade? (com Francisco Alves), 1933
  • O orvalho vem caindo (com Kid Pepe), 1933
  • Positivismo (com Orestes Barbosa), 1933
  • Pra esquecer 1933
  • Prato fundo (com João de Barro, o Braguinha), 1933
  • Quando o samba acabou 1933
  • Quem não quer sou eu (com Ismael Silva), 1933
  • Rapaz folgado 1933
  • Sei que vou perder (com Romualdo Peixoto, o Nonô e Alfredo Lopes Quintas), 1933
  • Seja breve 1933
  • O sol nasceu pra todos (com Lamartine Babo), 1933
  • Sorrindo sempre (com Lauro dos Santos, o Gradim, Ismael Silva e Francisco Alves), 1933
  • Três apitos 1933
  • Vai haver barulho no chatô (com Walfrido Silva), 1933
  • Vai para a casa depressa (cara ou coroa) (com Francisco Mattoso),1933
  • Vejo amanhecer (com Francisco Alves), 1933
  • Você, por exemplo (com Francisco Alves), 1933
  • Você só… mente (com Hélio Rosa), 1933
  • Boa viagem (com Ismael Silva), 1934
  • Dama do cabaré 1934
  • Feitiço da Vila (com Osvaldo Gogliano, o Vadico), 1934
  • Fiquei rachando lenha (com Hervê Cordovil), 1934
  • Linda pequena (com João de Barro), 1934
  • O maior castigo que te dou 1934
  • Mais um samba popular (com Osvaldo Gogliano, o Vadico), 1934
  • Marcha da prima… Vera 1934
  • A melhor do planeta (com Henrique Foreis Domingues, o Almirante), 1934
  • Paga-me esta noite (paródia de Tell me tonight, de Mischa Spoliansky)1934
  • As pastorinhas (com João de Barro), 1934
  • Remorso 1934
  • Retiro da saudade (com Antonio Nássara), 1934
  • Se a sorte me ajudar (com Germano Augusto Coelho), 1934
  • O século do progresso 1934
  • Tenho raiva de quem sabe (com Zé Pretinho e Kid Pepe), 1934
  • Tipo zero 1934
  • Triste cuíca (com Hervê Cordovil), 1934
  • Você é um colosso 1934
  • Voltaste pro subúrbio 1934
  • Vou te ripar 2 1934
  • Ao meu amigo Edgard (carta de Noel) (com João Nogueira), 1935-1978
  • Belo Horizonte (paródia de I’m looking over a four leaf clover, de Mort Dixon e Harry Woods), 1935
  • Boas tenções (com Arnold Glückmann), 1935
  • Canção do galo capão (paródia de Canção do grande galo, de Lamartine Babo e Paulo Barbosa), 1935
  • Cansei de pedir 1935
  • Cansei de implorar 1935
  • Condeno o teu nervoso (paródia de Teus ciúmes, de Lacy Martins e Aldo Cabral), 1935
  • Conversa de botequim (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1935
  • Cor de leite com café (com Hamilton Sbarra), 1935-1969
  • Deixa de ser convencida (com Wilson Baptista), 1935
  • Disse-me disse 1935
  • Envio essas mal traçadas linhas (paródia de Cordiais saudações), 1935
  • Finaleto (com Arnold Glückmann), 1935
  • Foi ele (paródia de Foi ela, de Ary Barroso), 1935
  • Genoveva não sabe o que diz (paródia de Palpite infeliz), 1935
  • João Ninguém 1935
  • O Joaquim é condutor (com Arnold Glückmann), 1935
  • Não foi por amor (com Zé Pretinho e Germano Augusto Coelho), 1935
  • Não resta a menor dúvida (com Hervê Cordovil), 1935
  • Palpite infeliz 1935
  • Para o bem de todos nós (com Arnold Glückmann), 1935
  • Pela décima vez 1935
  • Perdoa este pecador (com Arnold Glückmann), 1935
  • Pierrô apaixonado (com Heitor dos Prazeres), 1935
  • Precaução inútil (paródia de Boneca, de Aldo Cabral e Benedito Lacerda), 1935
  • Quantos beijos (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1935
  • Que baixo! (com Antônio Nássara), 1935
  • O que é que você fazia? (com Hervê Cordovil), 1935
  • Roubou, mas não leva (paródia de Pagou, mas não leva, de Benedito Lacerda e Milton Amaral), 1935
  • Seu Zé (paródia de Boneca, de Aldo Cabral e Benedito Lacerda), 1935
  • Silêncio de um minuto 1935
  • Só pode ser você (ilustre visita) (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1935
  • Tudo nos une (com Arnold Glückmann), 1935
  • Tudo pelo teu amor (com Arnold Glückmann), 1935
  • Cem mil réis (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1936
  • Cidade mulher 1936
  • Dama do cabaré 1936
  • De babado (com João Mina), 1936
  • É bom parar (com Rubens Soares), 1936
  • Este meio não serve (com Ernesto dos Santos, o Donga), 1936
  • Maria-fumaça 1936
  • Menina dos meus olhos (com Lamartine Babo), 1936
  • Morena-sereia (com José Maria de Abreu), 1936
  • Na Bahia (com José Maria de Abreu), 1936
  • Pela primeira vez (com Critóvão de Alencar), 1936
  • Provei (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1936
  • Quem ri melhor 1936
  • São coisas nossas 1936
  • Sobe balão (com Marília Baptista), 1936-1961
  • Tarzan, o filho do alfaiate (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1936
  • Você vai se quiser 1936
  • O x do problema 1936
  • Chuva de vento 1937
  • Eu sei sofrer 1937
  • Pra que mentir (com Oswaldo Gogliano, o Vadico), 1937
  • Último desejo 1937
  • Você por exemplo 1937
  • Amar com sinceridade (com Sylvio Pinto), 193?
  • Baianinha 193?
  • Cabrocha do Rocha (com Sílvio Caldas), 193?
  • Com mulher não quero mais nada (com Sylvio Pinto), 193?
  • Faz de conta que eu morri (com Henrique Gonçales), 193?
  • Faz três semana (paródia de Suçuarana, de Heckel Tavares e Luís Peixoto), 193?
  • João-teimoso (com Marília Baptista), 193?
  • Não morre tão cedo 193?
  • No baile da flor-de-lis 193?
  • Para atender a pedido 193?
  • Queimei teu retrato (com Henrique Britto), 193?
  • Saí da tua alcova 193?
  • Suspiro (com Orestes Barbosa), 193?
  • Vagolino de cassino (Virgulino do cassino) (paródia de Cheek to cheek, de Irving Berlin), 193?
  • Verdade duvidosa 193?


O fim de semana está chegando, coloque o seu CD favorito para tocar e esqueça dos problemas mundanos, pois só a música para repôr todas as energias de uma semana de correria.See ya… Até semana que vem!!!@nickacarter