[Caixa de Som] Roberto Terzini traz sutileza e leveza a música popular contemporânea

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Sabe aquela música boa para ouvir num sábado a tarde, de boa em casa, sozinho, apenas curtindo e apreciando a melodia e a letra da canção? Pois bem, isso que transmite as canções de Roberto Terzini aos ouvintes que escutam a sua música numa primeira vez.

Natural de São Paulo, cidade qual vive até hoje, Roberto se formou na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, mas seus planos não era apenas cuidar de números, gerências e tampouco engravatar-se atrás de uma mesa, pois a música proliferou mais alto, e o seu amor pelo ritmo e melodia transcendeu pelas ondas da web.

Além de cantor, Terzini é instrumentistas e compositor, e adora juntar suas ideias com a dos seus ídolos, criando uma nova composição, dando contemporaneidade a canção.

Com uma voz doce e cativante, sua potencialidade vocal enobrece a música popular brasileira da atualidade, que apenas visa refrões monossílabos e letras sem sentindo algum.

Um músico com essência e origens dos grandes ícones da música, mas com a originalidade do mundo novo e moderno, gerando uma nova inspiração para a música popular.

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Confira abaixo a primeira composição própria que Roberto publicou em seu canal no Youtube, o vídeo da música “Marinheiro”:


Para conhecer mais sobre o trabalho do música acesse:


Facebook | Youtube

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Quem disse que Bahia é só axé? Shalin e os Attemporais

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Eles levam um balanço muito dançante, pulsante, com raízes soul, funk, pegadas rock, mais outros ritmos que bebem nas fontes africanas, como o ijexá, o samba, o jazz, o reggae e ainda transitam pela embolada, o maracatu, chula, ragga, dub, capoeira, enfim, a proposta é não se fixar em um só estilo, reproduzindo o caldeirão cultural que existe na Bahia – que tem muito mais do que o axé e o arrocha dos carnavais.
bloga_shaShalin Way, nascida em Salvador em 1977, é filha de Jacks Wu, cantor e compositor, parceiro da patota de Tim Maia e seus Velhos Camaradas (Hyldon, Cassiano, Fábio, entre outros), que a influenciou a seguir a linha soul music. É de Wu a música “Deus, a Natureza e a Música”, que dá nome ao segundo disco de Hyldon, de 1976. Shalin estudou canto erudito na Universidade Federal da Bahia e, em 1998, estreou como solista do coral Acbeu, sob a regência do maestro
Cícero Alves Filho.

Integrou como cantora, de 1995 a 1999, a banda Naum, que atuava no circuito alternativo de Salvador. Em 2005, cantou a faixa “Talismã”, de Alexandro Videro, no projeto Balaio Atemporal, pela gravadora carioca Guitarra Brasileira, dirigido por Renato Piau. O CD tem participações, além de seu pai, de Tim Maia, Luiz Melodia, Armandinho, Fábio, Léo Gatti e Fernanda Morais e um time de músicos e arranjadores da pesada.

bloga_tavisNo mesmo ano, com o instrumentista e diretor musical Tavis “Black” Magalhães, concebe a banda Attemporais (nome inspirado no CD do Balaio), com o qual se apresenta desde então. Já se apresentou em diversos espaços pela Bahia e outros estados. Segundo diz, o som da Attemporais tem “uma concepção bem brasileira, mas com uma linguagem universal com identidade e personalidade construída ao longo do tempo”.

Tavis Black começou a estudar violão clássico aos 13 anos na Federal da Bahia, onde aprimorou o conhecimento musical e instrumental em diversos cursos e workshops. Concluiu o curso técnico de música em 1998, mas, apesar da formação erudita, pendeu para a música popular, produzindo outros artistas no estúdio Tríade, de sua propriedade. Por ali passaram nomes como Léo Gandelman, Luiz Melodia, Nico Assumpção, Márcio Montarroyos, Arthur Maia, Peninha, Beto Guedes, entre outros, que forneceram a bagagem diversificada que hoje imprime nas músicas e produções do Attemporais.

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Neste sábado (28), Shalin e os Attemporais estreiam novo show, o “Viagens Attemporais”, que será realizado na Livraria e Espaço Cultural Porto dos Livros, em Salvador. Além do pocket-show, o evento terá exposição do artista visual Edson Ferrer e o relançamento do livro “Quando o amor faz feliz”, de Cymar Gaivota. O show começa às 20h, com ingressos a R$ 15. O Porto dos Livros fica no Largo Porto da Barra, loja 2.

Neste vídeo, Shalin e os Attemporais cantam “Bahia com H”, de Hyldon e Jacks Wu, gravada por Hyldon em seu disco “Soul Brasileiro”, lançado em 2009:

Enquanto Shalin e os Attemporais não pintam por aqui, conheça o trabalho deles pelos seus canais no Youtube e no Soundcloud.

YouTube | SoundCloud | Facebook

Ouça aqui o disco “Balaio Atemporal”!

Por: Carlos Mercuri, do Blog por Bloga

[Cyber Cult] Banho quente, mas sem desperdício!

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Sabe aquela hora que você entra para tomar banho, e a água não esquentou ainda, e você precisa ligar ao máximo o chuveiro, e ainda esperar mais um pouquinho até entrar de uma vez embaixo de água, desperdiçando não apenas luz e gás, mas principalmente água.

Pois bem, para evitar esse desperdício um aluno de mestrado em Engenharia Elétrica do Centro Universitário da FEI, Carlos Eduardo Guedes, desenvolveu um módulo para acoplar ao aparelho a gás e funcionar paralelamente com energia elétrica. O sistema proporciona uma média de economia de 15 litros de água por banho.

Com esse padrão funciona por meia da energia elétrica, conduzindo a água já quente para o chuveiro, enquanto o sistema de gás permanece em aquecimento. Então, a temperatura alcança seu nível desejado, esquentado o estado térmico e desativando a potência, economizando gás e água, pois dentro do módulo há uma placa eletrônica microprocessada que, por meio de um algoritmo, é capaz de controlar o aquecimento e diminuir em 95% o tempo de espera.

Esse projeto é novo, apesar de já terem realizados diversos testes para seu desempenho. Atualmente ele encontra-se em fase de captação de recursos e parcerias para desenvolvê-la e implantá-lo no mercado.

Veja abaixo nesta ilustração, como funciona o projeto:

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Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Memorial da América Latina exibe premiados filmes latinos neste fim de semana

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O Cineclube Latino-Americano, no Memorial da América encerra a semana com um clico de animações, longas históricos, e também um espaço para o o debate sobre “A História do Cinema do Ponto de Vista do Público”. abordando a história do cinema a partir da influência que o público exerceu sobre a revolução da linguagem, da arte, do espetáculo cinematográfico.

As sessões acontecem no Pavilhão da Criatividade, entrada pelos portões 8 e 9, as apresentações serão mediadas pelo pesquisador de história do cinema da Universidade de Montreal (CA) e militante cineclubista, Felipe Machado, e os debates são coordenados por Frank Ferreira, um experiente cineclubista, presidente do Cineclube Latino-Americano e animador do Cineclube Darcy Ribeiro, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

A entrada custa apenas uma taxa de cinco reais por sessão, todavia aos que frequentarem o ciclo da história do cinema haverá desconto de 20%. Os que tiverem pelo menos 75% de presença receberão ao final certificado relativo à sua participação em cada etapa. Da mesma forma, completado o ciclo, receberão o respectivo certificado final.

Confira abaixo as sinopses e horários dos filmes e debates:

Dia 20, Sexta- Feira, 20h – Ciclo animação

Maria y yo: Filme que explora o autismo por meio de um caso real. Maria, uma jovem autista, viaja para passar férias com Miguel, seu pai. Os desenhos tornaram-se um bom meio de comunicação entre ambos, apesar dos problemas de convívio. Relata a relação de afeto entre pai e filha apesar das barreiras existentes.

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Cena do filme “Pachamama”, de Javier Fuentes-León.

Dia 21, Sábado, 19h – Ciclo Carretera Latina

Pachamama: O documentário faz uma viagem ao coração aberto da América do Sul, através da floresta brasileira em direção ao Peru e à Bolívia, onde encontra a realidade de povos historicamente excluídos do processo político de seus países e que pela primeira vez na história buscam uma participação efetiva na construção do seu próprio destino.

Dia 22, domingo, 15h – Ciclo História do cinema do ponto de vista do público

A institucionalização do cinema: Curtas do Cineclube Cinema do Povo – 1913/14, filmes ingleses das Workers film Leagues, além do francês Germinal, de Albert Capellani

SERVIÇO

Cineclube Latino-Americano no Memorial da América Latina
Datas e horários: 20 (às 20h), 21 (às 19h) e 22 (às 15h) de março de 2015
Local:Memorial da América Latina: Cineclube Latino-Americano (Pavilhão da Criatividade Darcy Ribeiro)
End: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda/ SP Acesso pelos portões 8 e 9 do Memorial.
Entrada: R$ 5,00.
Mais info: cineclubelatinoamericano@google-groups.com

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Heloisa Lucas: A voz rouca e uma atitude louca!

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Ela é negra, linda e tem uma voz incansável de se ouvir. Heloisa Lucas, sempre foi uma apaixonada por música, principalmente o pop, o jazz, o rock e o soul, tanto que suas grandes influências são grandes divas da cena musical internacional, como Whitney Houston, Etta James, Mariah Carey, Stevie Wonder, Gladys Knight, e também nacional entre eles Tim Maia e Elis Regina. Mas, esse anseio surgiu quando a cantora tinha apenas 13 anos, influenciada pela grande diva do pop, Mariah Carey.

543941_10202062194581843_1039849565_nUma artista independente que luta para conquistar seu lugar, num mercado tão acirrado e defasado, com músicas sem letras e melodias, a batida perfeita e a intonação adequada fazem a diferença na hora da apresentação, deixando qualquer padrão exigido pela indústria fonográfica descartado, quando o talento e carisma são ápice da arte. Porque como a Heloisa mesmo acredita: “Para quem tem personalidade, discernimento e humildade o sucesso não irá deixar influenciar”.

Atualmente a cantora segue se apresentando pelas noites e às vezes pelo dia na grande São Paulo, com suas duas bandas, qual ela faz vocal, sendo elas “Heloisa Lucas & Quarteto Groove” e a “Mesa do Rock”. Bandas que Helo conheceu através de amigos dos amigos que os apresentaram, enquanto a “Mesa do Rock” já conhecia os integrantes faziam um bom tempo pelas andanças na cena alternativa paulistana.1450243_10202639949065344_701931432_n

Heloisa canta com a alma e a perseverança de que seu público será atingido pela sua música, sua obra e sua arte, algo que ela preserva muito, e isso hoje em dia é raro encontrar em cantoras que não apenas visam a vaidade e o egocentrismo, como ela mesmo diz compartilhar música com peculiaridade e originalidade, pois esse é seu desejo como cantora e como artista.

“Meu plano é continuar cantando sempre. Sempre mais e mais. Propagar sempre a música boa e de qualidade”.

Confira uma apresentação da artista no espaço Armazém Cultural em São Paulo:

 

Para quem quiser assistir mais vídeos da cantora, acesse seu canal no Youtube, ou então acesse a página do Quarteto Groove no Facebook.

Por: Patrícia Visconti