[Caixa de Som] Marise Marra lança 3º CD, “Funny Love”, no Centro Cultural São Paulo

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Foto por: Sérgio Kanazawa

Atenção, nação roqueira: nesta quinta-feira, 19, a cantora, compositora e multiinstrumentista Marise Marra faz o pré-lançamento de seu terceiro CD, “Funny Love”, em show gratuito no Centro Cultural São Paulo. A apresentação será às 20h30 na sala Adoniran Barbosa. O disco chega ao público no fim de março.

marise 3Essa mineira, que adotou São Paulo como lar, surgiu na cena rocker em 2005 com “Noite Proibida”, um CD produzido e dirigido pelo mago Tony Babalu e co-produzido por ela mesma, que também assina os arranjos. O disco foi gravado, mixado e masterizado por Leonardo Nakabayashi no Estúdio Flap em São Paulo e a prensagem e distribuição ficaram a cargo da Amellis Records/ Tratore.

O trabalho de estreia já a alçou ao panteão dxs “guitar heroes”, pela virtuosidade que ela exibe. Marise responde pelas guitarras, violão de aço e voz e pega o baixo nas faixas “Você Pode Me Levar”, “Vida de Louco”, “Reflexo” e “Estranhos no Ninho”. Nas demais, o baixo fica por conta de Róbinson Tóffoli e Cristiano Quinália fica nas baquetas.

O segundo CD, “Arrebatador”, vem mais autoral, no qual ela cuidou da produção e assumiu a gravação das linhas de baixo, violão, violão de 12 cordas e teclado, além de emprestar sua voz a quase todas as canções (e duetar com Dadá Cyrino na faixa “Luta”). Um trabalho pleno de guitarras, densas, poderosas, dando suporte e moldura a uma voz ao mesmo tempo terna e “fodaça”!

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“Arrebatador” tem, além da produção, os arranjos assinados por Marise. Foi gravado, mixado e masterizado por Brendan Duffey (Angra, Kiko Loureiro, Dr. Sin e Billy Sheehan, entre outros) e Adriano Daga no Nocal Studios, em São Paulo, em 2010. Nele, ela toca as guitarras, baixo, violão 12 e 6 cordas, teclado e voz; Alan Marques nas bateras e o mito Luiz Sérgio Carlini comparece com a lap Steel e guitarra “solo 1” em “Amarras”; Nenê Silva vem de baixo em “Luta” e Dada Cyrino põe a voz em “Luta” e “Everything”. Gravado e distribuído por Amellis Records/ Tratore.

marise e bandaAgora, temos “Funny Love”. Gravado em São Paulo, o trabalho foi produzido pela própria Marise (que também assina todas as músicas, letras e arranjos do álbum), em parceria com o norte-americano Brendan Duffey. Desta vez, o rock avassalador forjado à base de riffs poderosos e virtuosos solos de guitarra ganhou um tempero pop com pitadas de MPB, funk, folk e até elementos da música eletrônica, conforme informa seu material de divulgação.

marise 4Sobre o show: o repertório é composto das 11 faixas do novo trabalho, entre elas “Amor Bandido”, “Ele é Rock, Ela é Bossa”, “Burning Like a Star”, “Bem Devagar”, “Via Láctea” e a faixa-título “Funny Love”, além de outros sucessos da carreira. Marise, no vocal e guitarra, estará acompanhada por Daniel Gohn (bateria), Raoni Passeto (baixo) e Paulinho de Almeida (violão e guitarra), além de contar com as participações especiais do violoncelista Mauro Braga
e da cantora lírica Dadá Cyrino, que também participou da gravação do CD.

Confira a “arrebatadora” performance de Marise com o “tutti-frutti” e muito mais Carlini em “Agora só falta você”, dele e Rita Lee, no show de lançamento do segundo CD, no Sesc Vila Mariana:



Curta mais vídeos de Marise Marra no Youtube e confira mais informações no site oficial de Marise.

Por: Carlos Mercuri, do Bloga

[Total Flex] “Consertando Frank” apresenta a mente e suas várias nuances de manipulação

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A casa estava cheia, com cara de estreia e a expectativa estava a mil. O espetáculo aconteceu, e vai até o dia 26 de abril [veja aqui], no Teatro MuBE Nova Cultural, no Jardim Europa, ao lado do Museu de Imagem e Som.

“Consertando o Frank” poderia ser apenas mais um drama-cômico sobre a polêmica do momento a “cura gay”, mas trata de algo um pouco mais complexo e denso, pois fala sobre nossa mente, até quando podemos ser manipulada por opiniões contraditórias?

Frank Johnston é gay, jornalista e tem a missão que pode mudar as diretrizes de sua carreira monótona. Uma pessoa frágil de decisão e carente de afetos, que tem de investigar atese do psicológo Dr. Arthur Apsey, que acredita que já “converteu” vários homossexuais a virarem héteros, e nisso ele vai usar seu métodos mais a fundo pra mexer com a cabeça de Johnston.

Todavia, sua matéria pode afetar seu companheiro de uma vida, seu marido e também psicólogo, Dr. Jonathan Baldwin, que luta para que Apsey perca seu registro e pare com esse desfecho realizado dentro da cabeça das pessoas.

Uma peça de jogo e joguetes, onde a atuação principal é a mente humana. Um órgão tão incrível quão perverso, que transforma verdades em mentiras, moldado por apenas uma frase ou uma palavra, tornando-os fantoches nas mãos dos manipuladores, e constantemente destruindo aqueles que mais amamos, trancafiando nossas ideias essenciais, expondo suposições que saem de nossas bocas quando estamos com raiva ou repúdio, como vozes que falam em nossas cabeças e nos confessam a contradizer o que pensamos por autenticidade.

O contexto tão idêntico ao cotidiano que nem parece que esse texto foi escrito há mais de uma década, trazendo o público em uma plena reflexão sobre até que ponto a realidade é verídica e a manipulação, é factoide.

Por: Patrícia Visconti

[Cabine da Pipoca] Os 70 anos de Jason Voorhees!

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Bem, como essa semana teremos uma sexta-feira 13, então nada mais justo do que falarmos sobre ele, o aniversariante do dia, Jason Voorhees.

Nascido em 13 de julho de 1945, apesar de ser um personagem fictício, é o principal personagem dos filmes de terror da franquia Sexta-Feira 13. O assassino Jason é filho de Pamela Voorhees e Elias Voorhees, Jason também tem uma irmã (Diana Kimble) só por parte de pai.

Jason-voorhees-003Mas, esse número 13 não é só porque ele nasceu neste dia, mas coincidentemente ele também faleceu num dia 13, mas em junho de 1958, em Crystal Lake por negligência dos monitores que cuidavam das crianças acampadas ao redor do lago.

A causa da morte do jovem Jason, ocorreu porque não tinha adultos olhando as crianças enquanto eles brincavam, e isso fez com que uma das crianças, se afogasse e morresse no acampamento, porque os instrutores davam preferência pelos seus apetites sexuais, ao invés de administrar seu trabalho. Muita negligência!

Pamela, sua mãe, era a cozinheira do acampamento, mas Jason voltou dos mortos para vingar a morte de sua mãe. Muito alto e bastante forte, ele pesa mais de 110 quilos e tinha um pouco mais de 1,90. A máscara que ele utiliza é pra esconder as marcas terríveis que ficaram em seu rosto, após sua morte.

Sua arma favorita é o facão ou o machado, e algumas vezes ele mata com suas próprias mãos, dando um grande abraço  de urso, até imobilizar e matar as vítimas, Jason também costuma usar um tipo de golpe esmaga crânios, onde ele põe suas mãos na cabeça de uma pessoa e aperta até que seja literalmente esmagada.

Em outros casos, Jason quebra o pescoço de suas vítimas virando a cabeça de uma pessoa para trás em 180° graus com suas próprias mãos. Outro golpe que Jason Voorhees prefere usar é penetrar o braço em suas vítimas, sendo severamente atravessada.

107325354Ele nunca ataca crianças, simplesmente não faz nada quando vê uma na sua frente. Seu alvo favorito são jovens monitores de acampamento.

Jason nunca amou ninguém, apenas sua mãe, que após ter sido decapitada, ele ainda guarda a cabeça dela em seu barraco,  onde ele só costuma sair nas noites de sexta-feira 13.

Um jovem rapaz que sofreu bullying na infância e na adolescência, que foi negligenciado por cuidados, e acabou morrendo, no mesmo local onde a mãe foi brutalmente morta e que ele prometeu se vingar de todos que o ignorou quando ele mais precisou.

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Confira abaixo uma entrevista exclusiva que Jason Voorhees concedeu para o Arsenio Hall Show. Sempre calado e bastante observador.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Capela traz inovação e simplicidade aos ouvidos musicais

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Foto por: Divulgação

Um projeto formado pelos músicos Caio Andreatta, Gustavo Rosseb e Léo Nicolosi vem para desconstruir todo conceito de banda e música já existente neste universo. Algo novo, refinado, afinado, requintado e altamente nacional. Esse é Capela.

Capela é o encontro da música de cabeceira aos ouvintes que buscam por algo novo e criativo, que completa o o existente, mas não fica nada idêntica a mesmice já existente.

Reunindo vozes afinadas, com instrumentos aguçados, todos na mesma sintonia e harmonia, sintonizando uma só emoção, somando algo inovador e criativo à música brasileira atual.

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Foto por: Bruno Diniz

Ficou curioso em conhecer mais sobre a banda Capela, então você poderá conferir neste domingo (15) o show de lançamento do primeiro álbum deste projeto, intitulado “Sangue Novo”. A apresentação acontecerá no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, a partir das 19h. Os ingressos já estão disponíveis no site da Ingresso Rápido ou pelo telefone: (11) 4003 1212; O valor deles é de R$20, e tem meia-entrada.

Mas, antes ouça abaixo um pouquinho deste projeto arrojado e inovador.

Para saber mais sobre a Capela, acesse a fanpage oficial da banda no Facebook e também, o canal de Youtube do grupo.

Por: Patrícia Visconti

[Caixa de Som] Alaídenegão, de Manaus, mescla rock com carimbó, reggae e muita alegria

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Foto: Divulgação

A banda Alaídenegão, de Manaus, lança seu primeiro CD, “Senoide Sensual” (Deck Disc), com previsão de estar no mercado dia 17 de março. São 14 faixas, todas de autoria dos integrantes e de parceiros do grupo: Agenor Vasconcelos (baixo e voz), Rafael Angelo (guitarra), Davi Escobar (guitarra e voz), AJ (bateria) e Markito Rock (trompete). No dia 28, uma versão Deluxe, com duas faixas a mais, será lançada na internet.

Mas quem é Alaídenegão? É uma banda de rock de Manaus, mas não apenas de rock. Suas músicas têm toques de carimbó, reggae, zuqui, maracatu e outros ritmos regionais lá de cima.

423062_372071196147234_1678771176_nFormada em 2010, a banda tem se apresentado intensamente em diversas cidades do Norte e Nordeste. Grande fã do mangue bit, o Alaídenegão gravou em 2010, em Olinda, o EP “Uns todo mundo, outros tudo bem”. Depois, participou do CD “Som do Norte 2011” (da Prefeitura de Manaus, com a faixa “Tecendo o Som”). Em 2013, teve o videoclipe de “Rodar na Bica” exibido na MTV Brasil.

Mas, por que Alaídenegão? Conta-nos Agenor: “O nome da banda é uma criação, uma imagem que se inventou a partir de histórias do centro da cidade de Manaus. Ele é muito doido. Sem gênero. Sem noção na real. Mas o efeito no público e entre os produtores é fantástico, fomos deixando e tomou um corpo. Agora no meio independente somos conhecidos como os ‘Alaídes’. A ideia pegou aqui em Manaus”.

A ideia da banda veio de Agenor e do guitarrista Davi, colegas do curso de Filosofia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Gravaram algumas 10686921_805860569434959_5872120770627889653_nfaixas para apresentar na festa de despedida do curso. Outros amigos se incorporaram e a dupla cresceu, virou um quarteto de rock com um balanço “acarimbolado”, com adição de um trompete. Começaram a tocar em bares e casas noturnas e ganharam projeção com a gravação dos EPs e ficando conhecidos nos
meios alternativos de Manaus.

Segundo Agenor, em um show no Sesc Pompeia, em São Paulo, conheceram, por intermédio de Ilsom, da banda Zefirina Bomba, de João Pessoa, o produtor Rafael Ramos, da Deck Disc. A partir desse contato, veio a proposta da gravação do “Senoide Sensorial”. Sobre a banda, diz Rafael: “Contratamos o grupo por ser uma das bandas mais originais que tem por aí. E eles fazem qualquer um dançar”.

Certamente, a banda é uma das boas surpresas dos meios independentes que pipocam pelo país. “Temos as dificuldades básicas de se viver de música no Brasil. Enquanto trabalhamos, produzimos e ensaiamos, precisamos conviver com empresários que se utilizam da cultura como mercadoria barata, para promoção e benefício próprio”, comenta o baixista e cantor Agenor, apontando uma das razões de muitos partirem para esquemas fora do chamado “mainstream”.

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Enquanto não aporta por aqui, a banda prossegue em seu circuito e produz um evento semanal junto com a Estação Arte e Fato, casa do centro da cidade de Manaus, parceira da Alaíde já há algum tempo.

Ficha técnica do CD “Senoide Sensual”:

Foto por: Rakel Caminha

 

Produzido por: Rafael Ramos.
A & R: João Augusto. Gravado ao vivo por Chuck Hipolitho no Estúdio Costella (SP).
Gravações adicionais por Jorge Guerreiro no Estúdio Tambor (RJ). Mixado por Vitor Farias no Estúdio Tambor (RJ). Masterizado por Fabio Roberto no Tambor Master (RJ).
Músico especialmente convidado: Jessé Sadoc – trompete e flugelhorn.
Todas as faixas editadas por: Deck.
Arte e Design: Flavio
Flock. Foto: Rakel Caminha.

Uma amostra do que está no CD foi postada no Youtube há poucos dias. A faixa “Caia em Si”:


Mais informações, vídeos e músicas em streaming nesta página: alaidenegao.tnb.art.br

Por:  Carlos Mercuri, do Blog por Bloga