[Cantinho Literário] A Literatura Alemã Contemporânea

Esta semana, aqui no Cantinho Literário será em homenagem aos 24 anos da queda do muro de Berlim, que aconteceu neste mês de novembro, do dia 9, por isso que nesta semana será especial literatura alemã e para quem não se lembra o que foi esta barreira, vamos dar uma refrescada na memória da nossa tripulação.
A construção do muro de Berlim, na Alemanha foi construída pela República Democrática Alemã durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental.

Mas vamos a literatura e depois destrinchamos sobre a história do muro de Berlim, desde sua construção, até a sua queda no ano de 1989. A literatura alemã, integra as línguas alemã, Suíça e na Áustria, mas existem algumas correntes de literatura influenciadas em maior ou menor grau por dialetos (por exemplo, alemânico). Um desenvolvimento inicial da literatura em alemão ocorreu no período do alto alemão médio no início da idade média.
A literatura moderna em alemão começa com autores do Iluminismo (tais como Herder) e atinge seu formato “clássico” no início do século XVIII com o Classicismo de Weimar (Goethe e Schiller). Mas vamos encurtar a história da literatura alemã, se não ficaremos falando desde o ano de 700 depois de Cristo, por isso, iremos focar mais na literatura contemporânea.
A literatura contemporânea, que começou no século XX é profundamente marcada pela ruptura pela II Guerra Mundial e pelo exílio.”  Boa parte da obra desse autores exilados ficou dispersa por diversos países, e, até hoje, pesquisadores e editores procuram recuperar esses trabalhos bem como a história literária alemã desse período. Entre os autores que ficaram na Europa durante a II Guerra, é recorrente o tema da ruptura causada pela guerra e da necessidade de “reescrever a própria identidade”. 
Por outro lado, a partir da década de 1970, desenvolve-se a chamada literatura intercultural, uma tendência que se desenvolveu inicialmente na Alemanha e, posteriormente, em outros países de língua alemã. Trata-se de uma literatura feita por estrangeiros e inicialmente tratava sobretudo da problemática da imigração, “denunciando a discriminação, registrando o isolamento, o estranhamento, a perda da identidade ou a luta para redefini-la”.
Autores da literatura alemã contemporânea:
Ficção científica, fantasia: Andreas Eschbach, Frank Schätzing, Wolfgang Hohlbein, Peter Schmidt, Andreas Winterer
Literatura Pop: Dietmar Dath, Christian Kracht, Benjamin von Stuckrad-Barre, Rainald Goetz.
Literatura migrante ou intercultural: Feridun Zaimoglu, Wladimir Kaminer, Rafik Schami, Aglaja Veteranyi, Carmine Gino Chiellino
Poesia: Marcel Beyer, Uwe Kolbe, Thomas Kling (1957-2005)
Aforistas: Hans Kruppa
Suspense: Ingrid Noll
Novela: Charlotte Link
Erótica: Charlotte Roche
Para dar um anseio maior na litertura alemã, se liga nesta dica sobre a litertura alemã, escrita pelo autor Otto Carpeaux, que conta a história da arte literária, desde Hegel e Marx, passando pela arte da música, artes plásticas e passando até na literatura da Psicanálise de Freud e Jung.
Confira a sinopse do livro “A História Concisa da Literatura Alemã” – Otto Maria Carpeaux
“A Literatura alemã está na origem de toda a cultura ocidental. Filósofos como Hegel, Marx, Nietzsche, Schopenhauer, Heidegger; A reforma protestante com Luthero; Romancistas e poetas como Kafka e Goethe; e ainda na música, nas artes plásticas, na literatura da Psicanálise com Freud e Jung, enfim, uma influência gigantesca na vida, no pensamento e na forma como vivemos. 
Nesta Obra de Otto Maria Carpeaux você encontra uma síntese dos grandes momentos, livros e autores da literatura alemã, e conta com uma avaliação crítica de sua importância para a cultura e o desenvolvimento do país e sua influência nos principais movimentos culturais do mundo contemporâneo. Uma forma concisa de conhecer a literatura da “Terra dos poetas e pensadores.” 

[Fotografia] Clicando e Aprendendo!

Fotografas, registrar e eternizar os momentos da sua vida é maravilhoso, mas aprender a cada dia sobre esse ofício, que cá entre nós é uma arte, poucos captam com precisão e dedicação, afinal a expressão fotográfica não é tão valorizada no meio artístico, e na sociedade nem todos conquistam e gozam da mesma forma.
Baseado nisso, a fotógrafa Ana Oliveira unificou o prazer de clicar com a arte de aprender, em um passeio por lugares e regiões únicos, que apenas a lente de uma câmera pode captar essa sensação, conhecendo a região onde você vive.
Os passeios fotográficos são em grupos ou individuais, acontecem após após aulas dos cursos de fotografia realizados por ela própria, aonde os alunos aprendem as técnicas da arte de clicar e conhecem um pouco da sua cidade.


Curso Básico de fotografia

– Conceitos básicos
– Manuseio de equipamento
– Tipos de lentes e suas funções
– Fotometria: Aprendizado a extrair cor e luz desejada
– Aulas teóricas e práticas
Carga horária:
Individual 3 dias 3 hs cada
Em Grupo 5 dias 3 hs cada

Fotografia Digital Avançada e Eventos

– Fotometria
– Flash ETTL
– Flash Criativo
Linguagem de evento: Flash e composição
Carga horária:
Individual 3 dias 3 hs cada
Em Grupo 5 dias 3 hs cada
Linguagem Editorial – Moda
– Iluminação
– Composição
– Regras
– Conceitos
– Estudo Corporal
– Equipe
Duração do curso: 4 meses – 1 aula por semana
Edição de Imagens
– Organização de imagens
– Armazenamento
– Estilo
– Definição da sua própria linguagem
– Assinatura e marca d’água
– Redimensionamento
Sobre a Ana:


Ana Oliveira é fotógrafa, paulistana, especialista em fotografias urbanas, revela o interior de cada pessoa em apenas um clique, deixando desnudo o interior do individuo, fazendo com que os cliques fiquem leves e descontraído, mostrando a verdadeira essência de cada em um.

Sócio-fundadora e professora do DUO FotoClube Escola de Fotografia, escola de fotografia situada em São Paulo, onde ela lecionou a arte de clicar até julho/2013. Além do um vasto trabalho voltada à moda, retratos, publicidade, casamentos, festas e confraternização em geral, entre outros trabalhos voltado para a auto estima de seu público-alvo.

Como professora, Ana já atua há três anos na área, com aulas dinâmicas, orientação teórica, mas em exclusividade nas atuações práticas, com direito a saídas fotográficas em grupos, aonde todos podem aprender na prática e debater sobre os cliques ofertados no aprendizado.

Mais informações:
Telefone: 11 2373-9577 | 11 98292-1231

[Cabine da Pipoca] Pólo Internacional de Paulínia volta em 2014

Depois de cinco anos, desde 2008 sem o festival de cinema de Paulínia, localizado no interior de São Paulo, ele está de volta no próximo ano, logo após a Copa do Mundo, segundo administradores do município, os detalhes sobre a quinta edição da festa do pólo internacional de cinema de Paulínia, será anunciado no ainda neste ano, em dezembro.

Segundo a Prefeitura, entre os dias 9 e 15 de dezembro será realizado um evento que servirá como retomada do festival, com filmes premiados em edições anteriores. Na ocasião, serão anunciados os detalhes da quinta edição, prevista para o segundo semestre de 2014, após a Copa do Mundo.
A quinta edição foi cancelada em 2012, durante a gestão do ex-prefeito José Pavan Junior (PSB). Na ocasião, o pessebista afirmou que o custo para organizá-lo seria de R$ 10 milhões e que a Prefeitura iria priorizar investimentos na área social. Na administração dele, foram organizados três festivais.
No período em que o polo de cinema estava ativo, 27 produções nacionais receberam aporte financeiro da Prefeitura. Outras 15 utilizaram a estrutura da cidade. Desde o anúncio do cancelamento do festival de cinema, a estrutura, com custo de aproximadamente R$ 490 milhões, estava praticamente parada.

O complexo possui quatro estúdios, uma escola de animação e de stop motion, salas administrativas e uma cidade cenográfica e foi inaugurado há cinco anos. De acordo com a secretária, apesar do abandono, os estúdios estão “aptos para operar imediatamente”.  Filmes como “O Palhaço”, “Chico Xavier”, “Trabalhar Cansa”, “Corações Sujos” e “Bruna Surfistinha” foram rodados na cidade.

[Caixa de Som] Gabriel Gariba sincroniza música e exposição em uma mesma produção

A arte quando bem produzida traz só bem feitorias a humanidade, podendo ser música, artes plásticas, interpretação, fotografia, etc… Mas, quando une uma a outra, o resultado pode ser ainda melhor e um pouco diferenciado e inusitado também. E foi juntando design com música, que o e o curitibano e artista plástico, Gabriel Gariba lançou seus primeiros compilados musicais.

“Músicas que enfeitam a parede” é um projeto que une duas paixões de Gabriel, a música e as artes . Idealizando um sonho de concretizar a necessidade de registrar suas canções, porém dando uma nova cara ao bom e velho CD. 

Brincando com as artes gráficas, transformando o tradicional encarte em um quadro decorativo, apresentando que com boas ideias, a música e arte podem sim caminhar juntas, propagando uma nova cara  à cultura já existente.
E falando um pouco sobre sua obra, Gariba conversou com nossa embarcação contanto um pouco sobre esse projeto pouco insólito, muito divertido, que traz bem estar não apenas aos ouvidos, mas uma nova expressão a casa inteira.


Confira a entrevista abaixo:

OBC – De onde surgiu essa ideia de juntar música e artes em um único projeto? Por que mixar 2 artes em uma?
Gabriel Gariba – Surgiu da vontade de mostrar minhas canções. Já componho há alguns anos e queria mostrar  para as pessoas. Comercialmente eu trabalho com design, é meu ganha pão. Queria fazer algo que juntasse estas minhas duas atividades que sinto muito prazer em fazer e que, ao mesmo tempo, fosse um projeto com a minha cara.
  
OBC – As canções dos discos são todas compostas por você? Quais são suas principais influências musicais?
GG – As canções deste EP são minhas mesmo. Gosto de tanta gente que fica até meio complicado citar nomes. Gosto muito de ouvir Lenine, Jorge Drexler, Gilberto Gil, Siba, Jeneci, Paulinho Moska, Jorge Mautner, Lula Queiroga e por aí vai. Não sei ao certo quais são as influências, mas com certeza são sonoridades que passam pela minha cabeça no momento de compor uma melodia ou letra.  
OBC – E os quadros, como surge a ideia para anexar o disco àquela obra? Onde você se inspira para criar o quadro?
GG – Como não sou conhecido, queria criar algo que chamasse a atenção para minha música antes mesmo dela ser ouvida. Ou gerar uma determinada curiosidade para saber o que há naquele cd. Os quadros são inspirados nas músicas e vice-versa. Queria traduzir de alguma forma o que aquela música representa visualmente. 
  
OBC – Como você define essa mixagem de artes, já que nem todos os músicos têm ideias assim como as suas?
GG – Eu defini como “músicas que enfeitam paredes”, pois não consegui achar um nome de produto para elas, rs. Achei mais agradável e lúdico, assim como toda proposta musical. 
Às vezes vejo as pessoas postarem por ai como “quadros musicais”, quadros/cds e etc… Eu acho legal.
  
OBC – Como foi produzir o disco? E os quadros?
GG – Foi muito bom!  As músicas foram produzidas em home studio com músicos parceiros. Gosto muito deste conceito caseiro  ou  Lo-fi, como o pessoal diz por aí. Acho que hoje você consegue viabilizar ideias com baixo custo, a tecnologia tem ajudado bastante.
E ver sua ideia sair do papel é algo realmente gratificante, apesar do processo ser demorado, pois envolve pesquisa de materiais, como no caso dos quadros.
OBC – Você pretende lançar videoclipes destes discos? Há algo decorativo para os vídeos?

GG – Estou pensado bastante em lançar um clipe de uma das músicas. Estou vendo a possibilidade de realizá-lo. A ideia em princípio é colaborativa. Estou pensando ainda numa maneira de que as pessoas curtam a proposta e me ajudem, rs. 
OBC – Como é feita a comercialização das suas obras? Onde você vende e onde expõem as peças para ouvir e também para que as pessoas adquiram aos discos?
GG – Estou vendendo os quadros agora em parceria com a Caixa Filosofal. Antes eu mesmo estava fazendo todo processo, agora eles me ajudam nisso. Reformulei o modelo com eles também, está num formato maior e com um acabamento diferente, está bonitão. É possível comprar diretamente pelo site deles e eles entregam para todo Brasil.
Como ainda não tenho um ponto fixo para venda, estou expondo os quadros aqui em Curitiba, dentro da livraria Saraiva, no Café da Escada. Quem tiver interesse em conhecer, ele está localizado no Shopping Crystal, no centro da cidade. 
OBC – Shows, apresentações, performances, exposições…, há algo em programado em sua agenda? O que e quando?

GG – No momento estou apenas com a exposição. Como cuido de tudo, tive que aprender a me organizar com a venda dos quadros, o que me tomou tempo para o ensaios e tudo mais. Já estou organizando algumas músicas para apresentações. Ainda não tenho data marcada. Assim que tiver aviso a todos. Quem quiser saber mais informações pode acompanhar pela fanpage do projeto: facebook.com/musicasqueenfeitamparedes.
OBC – Quais são as expectativas futuras à sua carreira?
GG – São as melhores possíveis. Como senti uma receptividade ótima do pessoal, tanto em releases de sites, blogs e quanto a e-mails de pessoas de todo canto do mundo, quero mergulhar cada vez mais nesse universo. Quando fazemos algo com amor e ainda por cima as pessoas gostam,  o sentimento que vem a mente é de produzir mais e mais. 
Ouça algumas produções deste trabalho inovador e diferente idealizado e produzido por Gariba:

Por Patrícia Visconti

[Total Flex] "Mônica Parade" – Artistas plástico homenageiam a baixinha, gorducha e dentuça mais famosa do mundo

A gorducha e dentuça, mais famosa do Brasil, ganhou uma exposição de arte, espalhada pela cidade de São Paulo, a Mônica, de Maurício de Sousa, serão pontos turísticos, em bancas de jornais, parques, CEU’s e avenidas de toda capital paulista, até o dia 8 de dezembro, por isso não se assuste quando ver uma Mônica do seu tamanho.

Está exposição da gorducha, é para comemorar os 50 anos de personagem, que foi produzida em fibra de vidro, medindo 1,60m de altura e a exposição da Mônica, é no estilo da “Cow Parade” e a “Rino Parade”, em que vários artistas plástico mostraram suas obras, através das esculturas espalhadas pela cidade, mas
agora para festejar o meio século da dentuça, a homenageada da vez é a baixinha, dentuça e gorducha, mas famosa não só nos quadrinhos, mas também de todo mundo.
A “Mônica Parade” fica pela ruas de São Paulo até dia 8 de dezembro e depois, as bonecas serão leiloadas em prol as crianças atendidas pelo UNICEF.
Confira abaixo o makin of do artista plástico Lobo, na produção do “Mônica Pop Art”:
(Para quem reconheceu, esta boneca que foi ‘sequestrada’ no Jardins e encontrada lá em Guarulhos, mas agora já está tudo bem com ela ela, o caso já está quase resolvido, pois falta descobrir quem pegou a estátua, mas até o fim de semana, a Mônica volta para seu posto.)
Mais informação acesse o site www.monicaparade.com.br, que reúne notícias, fotos, making of, informações dos artistas e a localização de todas as obras. 
Clique na imagem para ampliá-las;

Por Priscila Visconti