[Cantinho Literário] Russkaya Literatura

Salve salve tripulação OBC, tudo as maravilha pessoal, porque hoje vamos viajar até a Rússia para conhecer um pouco da arte literária dos russos e antigos soviéticos.
Bom, devido à umas trocas de datas, o Cantinho Literário será nesta semana na terça-feira e o Cyber Cult, foi ontem na segunda-feira, mas isso não altera as ordens dos fatores, pois o que importa é transmissão de informações, para nossa linda tripulação, que nesta semana iremos ir até a Russia, para trazer um pouco de sua literatura e seus principais autores.

A literatura russa é conhecida, entre seus grandes mestres, como Alexander Pushkin, Fiodor Dostoievski, Lev Tolstoi, Anton Tchekhov, Mikhail Lérmontov, entre outros e é variado em vários estilos textuais ao longo de vários anos, dividindo-se em diversas épocas em eras consoantes.
A literatura da Rússia começa com Alexander Pushkin que é considerado o fundador da literatura russa moderna. Mas é no século XIX que a literatura ganha um grande destaque mundial com os autores Leo Tolstoi e Fiodor Dostoievski. Com a URSS, a literatura é condicionada sob o poder comunista e muitos escritores foram exilados para o oeste. Mesmo assim, a literatura russa apaixona leitoras de todo o mundo e de todas as idades sobretudo com a obra-prima de Tolstoi: Guerra e Paz.
Veja abaixo a divisão de épocas da Literatura russa:
Era Antiga
Da era antiga são poucos os autores conhecidos. Grande parte deles eram desconhecidos ou simplesmente anônimos. Baseava-se sobretudo sobre o quotidiano da vida e sobre a fusão entre a religião cristã e as crenças pagãs.
Era pré-Dourada
Esta era coincida com a reforma do alfabeto russo na altura dos czares Pedro I e Catarina I – século XVII. Os autores diversificaram os temas tendo em base os conhecimentos adquiridos em viagens no oeste europeu. Os autores mais conhecidos são Antioch Kantemir, Vasily Trediakovsky e Mikhail Lomonosov.
Era Dourada
Nesta altura é introduzido o romantismo na Rússia e os temas são muito mais diversificados. Do fabuloso ao realismo passando também pelo drama (não texto dramático). Os autores desta época são muitos e destacam-se: Nikolai Gogol, com sua obra-prima Almas Mortas, é considerado o precursor da moderna Literatura Russa, Leon Tolstoi (Guerra e Paz, A Morte de Ivan Ilitch e Anna Karenina), Fiodor Dostoievski (O Idiota, Os Irmãos Karamazov e Crime e Castigo) e Ivan Turgueniev (Pais e Filhos – Livro que já surge o tema do niilismo, de uma forma mais política e revolucionária do que filosófica). 
A era dourada é marcada também pelo sentimento patriótico sobretudo retratado no livro “Guerra e Paz” e este sentimento coincide no estilo musical que vigorava também na altura. Historiadores já estimaram que Abertura 1812 de Tchaikovski é parte da versão musical da Guerra e Paz de Tolstoi. [Fiodor Dostoievski é a maior figura da era dourada da literatura russa em que a sua obra mais conhecida (Irmãos Karamazov) é uma das maiores do mundo e das mais desenvolvidas quer a nível semântico e literário.
Era da Prata
No fim do século XIX e início do século XX, os estilos literários começam a diversificar-se mas é a poesia que marca este curto tempo da literatura russa. Se Dostoiévski é o grande mestre da prosa russa, então Anton Chekhov é aquele que domina este período
Era Soviética
Com a introdução do comunismo na Rússia, as ideias literárias tiveram que ser “filtradas” de modo a não ofender o sistema em vigor na altura. Embora não houvesse uma polícia ou um departamento de estado que analisasse as obras (como a Censura em Portugal), a ideologia comunista estava muito enraizada na mente da maioria das pessoas, sobretudo no início da década de ’30. 
Por exemplo: em Portugal, durante o Estado Novo, se um escritor louvasse o passado histórico “brilhante e maravilhoso” de Portugal este não sofreria qualquer sanção. Na URSS, pelo contrário, aquele que louvasse a história czarista era logo preso pois a era comunista rejeitava aquele período histórico.
De todas as maneiras, muitos escritores continuaram a escrever segundo o estilo da era da prata e da era dourada em clandestinidade e muitos outros tiveram de fugir para o oeste.
Desta época se destacam: Valentin Kataev, Aleksey Nikolayevich Tolstoy e Maximo Gorki. Alguns foram perseguidos pelo regime soviético casos de: Ivan Alekseyevich Bunin (Prêmio Nobel de Literatura em 1933), Alexander Kuprin, Andrey Bely, Marina Tsvetaeva , Vladimir Mayakovsky, Vladimir Nabokov, Boris Pasternak, Prêmio Nobel de Literatura em 1958, Michail Aleksandrovich Sholokhov, Prêmio Nobel de literatura em 1965 e Alexander Soljenitsin (chegou a ser preso em um campo de concentração mantido pelo regime soviético, chamados de Gulag) foi premiado com o Prêmio Nobel de literatura em 1970. Em 1987, a Rússia ganhou aquele que é, até o momento, seu último Prêmio Nobel de Literatura com Joseph Brodsky.
Era Pós-Soviética
Depois da Era Soviética, a literatura do país enfraqueceu: havia poucos escritores como Victor Pelevin e Vladimi Sorokin.No início do Séc XXI, os russos mostraram interesse em novas qualidades de literatura proveniente das províncias. Uma das escritoras é Nina Gorlanova, que descreve o dia a dia das populações nessas zonas tal como na Era Antiga.
O estilo policial também surgiu nesta altura. Darya Dontsova é a escritora mais conceituada neste género, com mais de 50 livros publicados.
Abaixo confira os grandes autores, que marcaram a literatura russa:
Autores de Prosa de Ficção Russa
Sholom Aleichem (1859-1916), o escritor judeu, escreveu em iídiche, viveu na Rússia Imperial
Isaac Babel (1894-1940)
Helena Blavatski (1831-1891)
Mikhail Bulgakov (1891-1940)
Nikolai Leskov (1831-1895)
Ivan Bunin (1870-1953), primeiro vencedor russo do Prêmio Nobel de Literatura
Fiodor Dostoiévski (1821-1881)
Ilya Ehrenburg (1891-1947), romancista
Nicolau Gogol (1809-1852)
Ivan Goncharov (1812-1891)
Máximo Gorki (1868-1936)
Vladimir Nabokov (1899-1977) (radicado nos Estados Unidos)
Nikolai Alekseevich Nekrasov
Boris Pasternak (1890-1960) (desertor), vencedor do Prêmio Nobel de Literatura
Alexander Soljenítsin (b. 1918) (desertor), vencedor do Prêmio Nobel de Literatura
Leon Tolstói (1828-1910)
Yevgeny Zamyatin (1884-1937)
Boris Akunin (1956)
Aleksandr Bek (1902-1972)
Ivan Efremov (1908-1972)
Vladimir Korolenko (1853-1921)
Vladimir Sorokin (1955)
Ivan Turguenev (1818-1883)
Autores de Poesia Russa
Valeri Brainin-Passek (1948)
Joseph Brodsky (1940-1996)
Serguei Iessienin (1895-1925)
Mikhail Lérmontov (1814-1841)
Vladimir Maiakóvski (1893-1930)
Aleksandr Pushkin (1799-1837)
Dramaturgos Russos
Anton Tchekhov (1860-1904)
Ensaístas Russos
Mikhail Bakhtin (1895-1975)
Mikhail Lomonosov (1711-1765)
Ayn Rand (1905-1982) (radicada nos Estados Unidos)
Kornei Tchukóvski (1882-1969)
Por Priscila Visconti (viajando o mundo através da literatura)

[Cyber Cult] Confira a lista de dispositivos que receberão o Android 4.4 Kit Kat

O Android 4.4 Kit Kat foi lançado na última semana. E o site 9to5Google fez uma interessante lista compilando quais serão os gadgets que já deverão receber a atualização do SO, confira:

HTC
HTC One – Nos próximos 90 dias
HTC One Google Play Edition – Nos próximos 15 dias

Motorola
DROID Ultra
DROID Maxx
DROID Mini
Moto X

Nexus
Nexus 4 – “Nas próximas semanas”
Nexus 7 – “Nas próximas semanas”
Nexus 10 – “Nas próximas semanas”

Samsung
Galaxy S4 Google Play Edition – “Nas próximas semanas”

O site ressalta que a lista ainda deverá crescer e, com o tempo, mais smartphones passarão a receber a atualização. Então, vale ficar de olho! Na semana passada, listamos as principais novidades da nova versão do Android.

Créditos: Redação – Olhar Digital

[Cabine da Pipoca] A Menina que Roubava Livros chega aos cinemas em 2014

Salve salve tripulação de OBC, nesta semana aqui no Cabine da Pipoca, iremos falar do livro mais admirado no mundo juvenil, mas não se engane que confundi com a seção de literatura, mas não, pois o best-seller de Marcus Zusak, “A Menina que Roubava Livros” virou filme, já tem até o elenco definido e data de estreia, que será no dia 31 de janeiro do próximo ano.

As gravações começaram no mês de fevereiro e no elenco já definido temos alguns nomes de peso, como Geoffrey Rush e Emily Watson e com direção de Brian Percival (‘Downton Abbey’) e escrito por Michael Petroni (‘O Ritual’) e está recebendo uma grande produção para conquistar todos nas salas de cinema pelo mundo.
A história de Liesel Meminger, que vai morar com os Hubbermans pois os seus pais biológicos são comunistas e perseguidos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Além da menina, o casal também acolhe um judeu e o escondem em seu porão, assim arriscando suas próprias vidas. Sophie Nelisse, Ben Schnetzer e Nico Liersch também estão no elenco.
Confira o trailer legendado de “A Menina que Roubava Livros” abaixo:

Sinopse: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS, conta a linda história de uma corajosa garota que transforma a vida  de todos ao seu redor quando é levada para viver com sua nova família na Segunda Guerra Mundial na Alemanha. 
Ela aprende a ler com o incentivo de sua nova família e Max, um judeu refugiado que eles escondem baixo às escada. 
Para Liesel e Max, o poder das palavras e da imaginação se transformam em escape ds tumultuosos eventos que acontecem ao seu redor. A Menina que Roubava Livros é uma história sobre sobrevivência e resistência do espírito humano.
Veja abaixo algumas imagens do filme:

Mais informações acesse a página do filme em português do Facebook do filme; 

Por Priscila Visconti (ansiosa pra assistir .. \o/)

[Caixa de Som] A essência retrô em um mundo contemporâneo

Não é de hoje que o sul do país é fortemente conhecido pela revelação de bandas de rock nacional no cenário alternativo, talvez por causa do clima bucólico e frio das tardes de outono que o inspira os gaúchos a poetizarem suas ideias e musicarem suas inspirações.

Entre essas bandas podemos listar várias, entre elas o Bidê ou Balde, Apocalypse, Cachorro Grande, Engenheiros do Avaí, Fresno, entre outras que começaram lá na ponta do Brasil e hoje são sucesso no país inteiro.
Vindo nessa mesma pegada, a banda gaúcha Vilionnes, lançou neste segundo semestre de 2012 o primeiro videoclipe da banda, O Hippie, O Profeta e O Cientista, que visa um retrato musical folk, com a letra em prosa, relembrando o tempo quando o amor era mais válido do que o dinheiro e o poder, além de enfatizar em momentos de naturais da vida, como andar de bicicleta e caminhadas pelo parque, visando a ideia de mais amor e menos motor, trazendo a tona o afeto perdido no caos que vivem as grandes metrópoles hoje em dia.
A banda foi formada em 2009 em uma tarde no Parque Farroupilha, em Porto Alegre, onde os integrantes Matias Jardim (Bateria), Pedro Ourique (Baixo), Jean K. Loregian (Voz, Violão, Guitarra, Harmônica e Ukulele) e Sanntiago A. (Voz, Violão e Guitarra) se reuniam pelo parque para fazer um som e trocar ideias musicais, desde então a amizade surgiu e as harmonias foram incorporadas a mistura do grupo, além do anseio de mostrar seu trabalho ao mundo.
Atualmente o grupo segue gravando seu primeiro EP, mas o primeiro single qual já saiu o videoclipe de O Hippie, O Profeta e O Cientista já pode ser conferido no canal oficial dos garotos no Youtube. Confira abaixo e tire suas conclusões por si só!

O vídeo foi gravado em junho de 2013, na capital gaúcha, e retrata um dia na vida de um homem solitário, em seu cotidiano comum, que percorre por lugares lindos e memoráveis com sua bicicleta.
Pedalando com seu livro, ele para em um parque lê um pouco e come uma fruta, em um centro urbano seu estilo de vida é o mais próximo da natureza, percebendo o presente e observando cada detalhe daquela cidade, com um caráter existencial em um meio onde vive, interage diretamente com sua essência.


FICHA TÉCNICA:
Direção Geral: Francine AzevedoRoteiro: Francine Azevedo, Gabriel Lodi e Camila Afonso de AlmeidaAssistente: Rafael BidartCâmera: Eugênio BarbozaEdição: Gabriel PessotoFigurino: Camila Afonso de AlmeidaProdução: Jéssica Bazzanella, Sandro Barreto, Evander Bica, Fredi, Henrique Arsego.Atores: Rodrigo Apolinário, Camila Afonso de Almeida e Reissoli Moreira. Figurantes: Duda Meneghetti, Rafael Berezuk e Renan Kendy.Make Up: Bebel OsorioPor Patrícia Visconti